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Afiliadas do Grupo Latam terão sistema de reserva fornecido pelo Sabre


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Afiliadas do Grupo Latam terão sistema de reserva fornecido pelo Sabre

 

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Publicado em: 05/05 - 09:25

O Grupo Latam anunciou nesta terça-feira (5) que selecionou o Sebre como fornecedor do sistema de reservas e check-in e de soluções para aperfeiçoar as operações de todas as companhias aéreas afiliadas do grupo.

 

Como parte do acordo, a Tam migrará para a tecnologia do SabreSonic CSS e com isso, haverá um sistema unificado de reserva para todo a Latam. De acordo com o grupo, a melhoria tecnológica é fundamental.

 

A estratégia de crescimento do grupo está baseada em criar e disponibilizar uma experiência diferenciada para nossos passageiros, além da consistência e eficiência operacional em toda nossa rede. A tecnologia do Sabre é um fator fundamental para atingir com sucesso este objetivo, afirmou Enrique Cueto, CEO do Grupo Latam Airlines.

 

Nathalia Marques

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Hahaha meu coração deu uma chorada ao lembrar de toda a grana usada pra migrar pro amadeus não muito tempo atrás, mas segue o show!

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Lan bate o martelo e Tam troca Amadeus por Sabre

Tecnologia ,

Em 14 de novembro de 2009, a Tam realizou uma das mais complexas migrações de sistema na aviação brasileira, trocando o Sabre pelo Amadeus como provedor de soluções tecnológicas e sistemas (ou seja, todo o back-office, nada tendo a ver com a função GDS dos mesmos). Com a compra da Tam pela Lan, o mercado se perguntou por um bom tempo se haveria um retorno da empresa brasileira ao Sabre, usado pela Lan, ou se seria o contrário, com o Grupo Latam aderindo ao Amadeus.

 

Hoje essa dúvida se dissipou e deu Sabre na cabeça. O grupo Latam anunciou que selecionou a Sabre Corporation como seu fornecedor de sistema de reservas e check-in, além de outras soluções para gestão de tripulações e aeroportos, escala e operações de voos, esses últimos concentrados no portfólio Sabre Air Centre. O Grupo Latam Airlines e todas as suas afiliadas terão acesso integral, ainda, a soluções para planejamento comercial, gestão de revenue e projeção de malhas aéreas, por meio do portfólio Sabre Air Vision.

 

A Tam ainda não informou o cronograma de migração do Amadeus para o Sabre, nem os efeitos que isso terá em reservas e no operacional para as agências de viagens.

 

A Lan é cliente das soluções Sabre desde 2012 e agora a Tam oficialmente migrará para a tecnologia do Sabre Sonic CSS, criando um sistema unificado de reservas para todo o Grupo Latam (apenas a Tam, como parte do grupo, usava o Amadeus como provedor de tecnologia). As unidades Lan no Chile, Peru, Argentina, Colômbia e Equador já operam com a tecnologia Sabre.

 

Segundo o Sabre, “a migração da Tam ao Sabre Sonic CSS representará a maior implementação de tecnologia para reservas de passageiros na história da aviação comercial da América Latina”.

 

O Grupo Latam, atende mais de 67 milhões de passageiros por ano com uma rede em continua expansão de 135 destinos em todo o mundo. Para o CEO do grupo, Enrique Cueto, “nossa estratégia de crescimento está baseada em criar e disponibilizar uma experiência diferenciada para nossos passageiros, além da consistência e eficiência operacional em toda nossa rede. A tecnologia do Sabre é um fator fundamental para atingir com sucesso este objetivo”.

 

Tom Klein, presidente e CEO da Sabre Corporation, acrescenta que “o Grupo Latam Airlines é um dos maiores e mais bem sucedidos grupos de companhias aéreas no mundo, e o Sabre tem muito orgulho em expandir essa parceria como um de seus principais fornecedores de tecnologia”.

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SABRE: A VOLTA DO QUE NÃO FOI…

5 de maio de 2015

No início dos anos 2000, a TAM contratou o Sabre para desenvolver um sistema que, a princípio, parecia autofágico para o modelo de distribuição dos GDS: o E-TAM, um projeto que alinhava-se com a iniciativa disruptiva de outras cias. aéreas brasileiras, como a Gol, a Varig, a Vasp e a Transbrasil.

Todas desejavam reduzir substancialmente seu custo de distribuição e viram na tecnologia dos webservices a janela de oportunidade para este movimento, também utilizada por centenas de outras cias. aéreas em todo o mundo.

E as cias. aéreas moveram o mundo com este objetivo, numa guerra muda (ou nem tanto) com os GDSs, que culminou com o surgimento de um novo e também gigantesco mercado de tecnologia de distribuição, embora pulverizado entre centenas de novos players em todo o mundo.

Desde 2009, a inesperada mudança do hosting da TAM, do Sabre para o Amadeus, um projeto complexo que mexeu com todo o mercado de distribuição, em especial no Brasil, provocou diferentes conjecturas sobre algo que justificasse aquele movimento.

- “Esta mudança foi realizada com propósitos comerciais”, diziam alguns.

- “A motivação foi meramente estratégica”, garantiam outros.

Hoje, imagino que a real motivação, na época, foi mesmo estratégica: sinalizar que, por maior esforço que possa ser necessário para uma mudança deste tipo, a empresa aérea o fará, caso não obtenha um acordo comercial que julgue razoável e que a mantenha com a percepção de controle sobre a distribuição do seu produto.

Hoje, cerca de 5 anos depois (neste caso, um piscar de olhos), a Latam, nova controladora da TAM, decidiu retornar ao hosting Sabre, unificando no GDS americano todas as cias. aéreas do grupo, encerrando (por ora) uma disputa comercial (ou estratégica) entre Sabre e Amadeus.

Não tenham dúvida: todo o mercado de tecnologia de distribuição se mexerá, muito, outra vez, pois a troca de hosting de uma empresa aérea com o porte da TAM não é realizada no modelo “plug and play”, como quem apaga uma luz e acende outra com um interruptor…

Mas será feito, todas as empresas de tecnologia brasileiras o farão, sem nenhuma dúvida, e o farão dentro do prazo, considerando que haverá um cronograma possível, que considere que este não é mais um novo mercado povoado de “startups”, mas uma teia capilar de distribuição, que opera de forma interdependente, e que é responsável pela maioria absoluta das reservas produzidas por agentes de viagens e por passageiros diretos.

O ano de 2015 já mostrou ao que veio, em termos de dificuldades e desafios, o que sugere para este caso, um projeto de transição bem planejado, que minimize riscos, que garanta cada PNR gerado, que no final das contas, não se transforme em “plug and pray”.

Estamos prontos pra começar !

 
 
meu comentário: haja dor de cabeça - não foi facil a ultima vez
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Acho o amadeus infinitamente superior!

FabioGIG;

 

A depender da versão que a TAM vai trabalhar, posso afirmar que o SABRE é mais completo por ter GDS e Check-in unificados num mesmo sistema! Trabalhei com ambos e me identifiquei mais com o Sabre.

Faço uma ressalva: A migração para o Sabre unificará toda a holding e facilitará o fluxo de informações entre as empresas do grupo e sua

maior aliada AA (AA usa o SABRE como sua plataforma). Não distante surgem boatos dentro da empresa que as duas holdings estariam em conversas para uma possível troca de ações futura! A ver cenas dos próximos capítulos!

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Bom como usuário final (atendente de check-in), tenho certeza que o Amadeus é incrivelmente superior ao Sabre. Já trabalhei com Amadeus na TAP e hoje trabalho com Sabre na American, não tem nem comparação!

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2 ANOS?

 

EXCLUSIVO: migração da Tam para Sabre vai levar 2 anos

Aviação , O vice global de vendas da Sabre Airlines Solutions, John Elieson

O vice global de vendas da Sabre Airlines Solutions, John Elieson

O vice global de vendas da Sabre Airlines Solutions, John Elieson, falou ao Portal PANROTAS sobre o histórico acordo da empresa com o Grupo Latam, anunciado esta semana. Segundo ele, a migração total de Amadeus para Sabre na Tam e a integração com as cinco empresas do grupo (unidades Lan no Chile, Peru, Argentina, Colômbia e Equador) deve levar dois anos, para que seja uma transição tranquila, transparente e eficiente.

 

“Quando a migração for finalizada, o Sabre será o provedor tecnológico das cinco maiores empresas aéreas da região: Lan, Tam, Copa (anunciada no fim do ano passado), Aerolíneas Argentinas e Aeromexico”, disse o VP da Sabre Airlines Solutions.

 

Além dessas empresas, no Brasil Gol e Azul são clientes de produtos específicos dessa divisão da Sabre Corporation. A Gol e a Azul compraram produtos na área operacional de planejamento de voos (Air Centre) e também da cesta de produtos Air Vision, ligada a planejamento comercial e marketing.

 

“Estamos muito orgulhosos em termos sido escolhidos pelo Grupo Latam. Havia uma expectativa desde a fusão de Lan com Tam e foi uma experiência muito rica e única esse processo todo, que culminou com o anúncio desta semana”, declarou Elieson. “Mais que a capacidade do sistema, que é similar no nosso concorrente, o que fez a diferença foi nossa visão de futuro, em como nossas soluções vão colocar a Tam e as demais empresas do Grupo Latam nessa nova realidade da aviação. Com a integração das sete empresas (a Tam Mercosur é a sétima), as sinergias entre elas serão ainda melhores e a experiência para os clientes mais fluidas e ininterruptas”.

 

Sobre essa visão do futuro, Elieson diz que em resumo é a visão de que tudo está centralizado no cliente, no passageiro das empresas aéreas. “Como atendê-los melhor, como ter os melhores produtos, como vender melhor? Essas são algumas perguntas que vamos responder com nossas soluções”.

 

Elieson exemplifica com o hub centralizado com informações dos clientes. “Em uma tela apenas as empresas do Grupo Latam poderão ver todas as interações do cliente com qualquer uma dessas empresas. Desde como fez o check-in até se comprou ancillaries, as buscas que fez, se sua viagem teve alguma interrupção... Ou seja, o Grupo Latam entenderá melhor as necessidades dos clientes”.

 

Caberá à Tam e à Latam também escolher os demais produtos e serviços que o pacote do contrato oferece, desde soluções para as operações nos aeroportos até os sistemas de reserva. Elieson elogia o futuro sistema NDC da Iata, e diz que será uma referência para a indústria. “Mas estamos indo além da capacidade do NDC e desenvolvendo novas soluções para todas as etapas de uma viagem aérea, do aeroporto ao comercial, das operações à distribuição”.

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