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Sala de crise em Cumbica tem até fax para enfrentar apagão tecnológico


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Todos a Bordo 25/05/2015 06:00




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Crédito: Divulgação

O video-wall pode exibir imagens do aeroporto, sites e noticiários de TV. (Foto: Divulgação)


O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, mantém uma sala planejada e equipada para reuniões de prevenção, acompanhamento e reação a episódios de crise de qualquer natureza – acidentes, ataques, grandes eventos, manifestações e catástrofes naturais, entre outras possibilidades. Por precaução, o ambiente conta com sistemas de comunicação “em redundância'' – o que inclui itens tidos como ultrapassados, como aparelhos de fax e rádio, que podem substituir tecnologias contemporâneas em caso de falhas eventuais.


A “sala de situação'' é o núcleo do Complexo de Gerenciamento de Crises (CGC) de Cumbica e foi apelidada como “sala de crise”. Além da ampla mesa de reunião com computadores, telefones e cadeiras ergonômicas, há um video-wall (parede de vídeo) de um lado e um telão do outro, para que gestores de diferentes áreas do aeroporto (do país ou do mundo, de acordo com caso) possam tomar decisões em conjunto, a partir da visualização de imagens dos terminais, websites ou mesmo noticiários de televisão.


De acordo com a assessoria de imprensa do GRU Airport, marca adotada pela concessionária que administra o aeroporto, o ambiente foi concebido “para o controle do potencial de impacto de cada situação possível numa indústria tão complexa como a aeronáutica''.


Nesse contexto, entende-se “crise'' como qualquer evento que possa atingir a capacidade produtiva da organização – ou sua reputação –, preferencialmente de forma preventiva, com base em cinco princípios da sigla C5I: comando, controle, comunicação, computação, colaboração e inteligência. Ainda segundo a concessionária, “o ambiente vem sendo aperfeiçoado desde o início da concessão (2012) e hoje se encontra em 'estado de arte'''. O formato atual foi concluído em agosto de 2014.


Ênfase no conforto


“A sala tem proteção acústica e controle de temperatura e luminosidade, para que seja o mais confortável possível permanecer ali por muitas horas, caso necessário”, explica o diretor de operações, Miguel Dau, responsável pela área. Também há um serviço de alimentação integrado, que pode ser acionado a qualquer momento.


Há também duas alas laterais, separadas do ambiente principal por janelões de vidro, com um total de 12 estações de trabalho, equipadas com ramais dedicados e pontos de rede, para que técnicos, consultores ou outros profissionais possam trabalhar em paralelo aos gestores em reunião. O usuário pode, dependendo do caso, utilizar o próprio notebook ou um equipamento do aeroporto, desde que cumpra as regras de segurança estabelecidas.


Embora Cumbica não tenha passado por crises graves desde a instalação da sala de situação, o ambiente vem sendo utilizado desde a implantação, em episódios como o das manifestações de junho de 2013, da Copa do Mundo de 2014 e da erupção do vulcão Calbuco, no Chile, ao final de abril.


Leandro Quintanilha – leandroq@gmail.com

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Pode parecer prudente ter rádios e faxes como equipamentos de redundância, mas creio que no fim das contas isso não é muito eficiente.

 

Para um Fax funcionar bem, é necessário ter outro no destinatário. ponto. A cada dia que passa, os Faxes são cada vez mais abandonados, tal e qual foram as máquinas de escrever há uns dez anos atrás. E como consequencia, fica mais difícil achar alguém que saiba operá-lo. Duvida? Peça a alguém que nunca viu um Fax fazê-lo funcionar de prima.

 

E com rádio acontece algo parecido. A não ser que eles pensem em mandar sinais de socorro por broadcast.

 

Penso que uma redundância mais eficaz seria começar por linhas de dados distintas e o mais resistentes a calamidades possível.

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Pode parecer prudente ter rádios e faxes como equipamentos de redundância, mas creio que no fim das contas isso não é muito eficiente.

 

Para um Fax funcionar bem, é necessário ter outro no destinatário. ponto. A cada dia que passa, os Faxes são cada vez mais abandonados, tal e qual foram as máquinas de escrever há uns dez anos atrás. E como consequencia, fica mais difícil achar alguém que saiba operá-lo. Duvida? Peça a alguém que nunca viu um Fax fazê-lo funcionar de prima.

 

E com rádio acontece algo parecido. A não ser que eles pensem em mandar sinais de socorro por broadcast.

 

Penso que uma redundância mais eficaz seria começar por linhas de dados distintas e o mais resistentes a calamidades possível.

A questão é que do outro lado tem fax também. Comunicação nessas horas é o primordial. Se possível, acredito que iriam até recorrer a sinais de fumaça. Rssss

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Pode parecer prudente ter rádios e faxes como equipamentos de redundância, mas creio que no fim das contas isso não é muito eficiente.

 

Para um Fax funcionar bem, é necessário ter outro no destinatário. ponto. A cada dia que passa, os Faxes são cada vez mais abandonados, tal e qual foram as máquinas de escrever há uns dez anos atrás. E como consequencia, fica mais difícil achar alguém que saiba operá-lo. Duvida? Peça a alguém que nunca viu um Fax fazê-lo funcionar de prima.

 

E com rádio acontece algo parecido. A não ser que eles pensem em mandar sinais de socorro por broadcast.

 

Penso que uma redundância mais eficaz seria começar por linhas de dados distintas e o mais resistentes a calamidades possível.

 

Toda sala de crise tem diversos sistemas redundantes.

Geralmente usa-se a rede do próprio prédio, mas existe uma conexão backup e ainda um modem 3G pra cada computador que será utilizado.

O fax ainda é largamente utilizado como backup pra diversas situações, motivo pelo qual ele ainda pode ser muito útil numa situação de crise dessas.

 

Quanto ao rádio, existe pelo mesmo motivo da TV na sala de crise. O intuito é acompanhar como a imprensa está divulgando as informações e ter uma melhor percepção do cenário como um todo.

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Não vejo fax como uma coisa tão rara assim. O uso pode ser mais raro, mas ainda encontro com frequência.

 

 

Pois é... to me sentindo um dinossauro já, rsssss

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...E como consequencia, fica mais difícil achar alguém que saiba operá-lo. Duvida? Peça a alguém que nunca viu um Fax fazê-lo funcionar de prima.

 

 

 

Acredito que o fax que ali está (talvez como ultimo(s) recurso(s) de comunicação) tem operadores treinados para manuseá-lo, e o destinatário também.

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