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Acidente - PT-YDY - 16/06/15 - MG


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Perdemos maiúscula excelente amigo e piloto.

 

Meus sentimentos à família.

 

Abraços

 

Lopes

 

http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/queda-de-helicoptero-em-ouro-preto-deixa-tres-mortos-1.325534

 

O piloto Felipe Piroli, de 25 anos, é uma das vítimas do acidente aéreo

 

Pelo menos três pessoas morreram na tarde desta terça-feira (15), na queda de um helicóptero em uma localidade conhecida como Mata dos Palmitos, em Ouro Preto, na Região Central do Estado.

 

Conforme o Corpo de Bombeiros, o chamado foi recebido durante a tarde, por volta das 16h. Duas viaturas terrestres foram acionadas e realizaram a varredura na área em busca de destroços e possíveis vítimas. A confirmação da informação foi feita na noite desta terça.

 

Segundo a Polícia Militar, um agricultor da região teria ouvido uma forte explosão, avistado uma coluna de fumaça em seguida e acionado os militares e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) deslocaram para o local, que é de difícil acesso. Equipes fazem os trabalho de localização e remoção dos corpos durante a noite desta terça. Membros do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionados e irão ao local na manhã desta quarta-feira (17).

 

Vítimas

 

Quem pilotava o helicóptero era o piloto Felipe Piroli, de 25 anos. A aeronave acidentada é um Bell Ranger 206, de prefixo PT-YDY. Ele partiu de Macaé, no Rio de Janeiro, com destino à Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e parou em Ubá para reabastecimento. Felipe transportava o patrão, dono da empresa Lotear Empreendimento Imobiliária Ltda, o empresário Roberto Queiroz, de aproximadamente 50 anos, e o filho dele, Bruno Queiroz, de 23. A informação é do amigo de Felipe, o piloto Guilherme Alves, de 32 anos. A esposa do empresário ficou em Macaé.

 

"Era um piloto muito experiente e prudente. Conhecia ele há anos. Uma das possíveis causas da queda pode ser o tempo ruim. Os pilotos de BH estão em luto pela morte. A classe perdeu um grande comandante e excelente amigo", afirmou Guilherme.

 

A Lotear tem sede em Belo Horizonte e atua há mais de 35 anos no mercado imobiliário, em diversar cidades de Minas e Rio de Janeiro.

 

O controle de tráfego aéreo dos aeroportos de Confins e Pampulha confirmaram que receberam a informação de queda. No entanto, alegaram que nenhum helicóptero tinha sumido dos radares das duas pistas, o que significa que a aeronave não teria partido ou teria como destino BH.

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QUEDA DE HELICOPTERO MATA 3 PESSOAS EM OURO PRETO

 

A queda de um helicóptero modelo Jet Ranger matou o piloto e dois ocupantes, no distrito de Santa Rita do Ouro Preto, em Ouro Preto, na tarde de terça-feira (16). A aeronave tinha saído de Macaé (RJ) com destino a Nova Lima (MG).
Por volta das 16h30, moradores da região viram um helicóptero sobrevoando a região e, após segundos de silêncio, ouviram o estrondo da aeronave batendo no solo. Eles ligaram para os bombeiros.
Após mais de quatro horas de buscas na região, os bombeiros localizaram a aeronave em uma área de difícil acesso na Mata do Palmito. A névoa forte que atinge a região dificultou o trabalho de buscas, de acordo com os bombeiros.
Segundo os bombeiros, o helicóptero não explodiu, mas havia um cheiro forte de combustível no local do acidente. Os bombeiros não souberam informar se havia névoa no momento da queda da aeronave.
Os três ocupantes morreram no acidente, mas os nomes ainda não foram divulgados pelos Corpo de Bombeiros.
A área foi isolada pela Polícia Militar e bombeiros. Nesta quarta-feira (17), técnicos
do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) vão ao local para iniciar as investigações sobre as causas do acidente.
OUTRO ACIDENTE
Três pessoas morreram após a queda de um avião bimotor sobre casas no bairro Minaslândia, na zona norte de Belo Horizonte, no último dia 7 de junho.
A aeronave de prefixo PR-AVG havia decolado às 15h20 do aeroporto da Pampulha. O avião caiu dez minutos após a decolagem na rua São Sebastião, próximo à estação 1º de Maio do metrô.
Além das mortes, uma pessoa ficou ferida e foi socorrida pelo Samu.
A aeronave pegou fogo, e o batalhão especializado do Corpo de Bombeiros precisou atuar para conter as chamas e evitar que outras casas fossem atingidas pelo incêndio.
Segundo informações do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos), a aeronave modelo BE-90 King Air, a serviço da Atlântica Exportação e Importação, tinha como destino a fazenda Sequóia, em Setubinha (MG), região de Teófilo Otoni, nordeste do Estado.
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Delegado diz que helicóptero não desacelerou antes da queda em Santa Rita de Ouro Preto

Militares do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa III) não revelarem as evidências colhidas no local

Os trabalhos de perícia para identificar as causas do acidente com um helicóptero na Mata do Palmito, em Santa Rita de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, foram encerrados no final da tarde desta quarta-feira.

Apesar de os militares do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa III) não revelarem as evidências colhidas no local, o delegado Regional Rodrigo Mustamonte, que participou dos levantamentos, afirmou que a aeronave não teve desaceleração antes da queda.

Os corpos das três vítimas o piloto Felipe Piroli, 24 anos, enteado do sócio da HeliBH, empresa de aluguel de helicópteros, sediada em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; o empresário Roberto Queiroz, 63, dono da empresa Lotear Empreendimentos Imobiliários Ltda. e o filho dele, Bruno Queiroz, 26, foram retirados da aeronave quase 24 horas depois do acidente.

Como o local era de difícil acesso, o helicóptero dos bombeiros foi usado para retirar os corpos.

Os cadáveres serão levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Ouro Preto por uma funerária da cidade. Roberto e Bruno Queiroz serão velados em Conselheiro Lafaiete, na Região Central do Estado e depois cremados no Cemitério Renascer, em Contagem.

Já o corpo do piloto vai ser encaminhado diretamente para Belo Horizonte.

O delegado Rodrigo Mustamonte ainda vai avaliar se vai abrir um inquérito para apurar a queda em paralelo as apurações do Ceripa. “Fizemos o levantamento de perícia e agora vamos estudar se vamos abrir ou não inquérito, se há ou não indício de crime”, explicou logo ao fim dos trabalhos.

Dados da queda

O chefe de proteção do Seripa 3, capitão Erick Cheve, não quis dar detalhes sobre as possíveis possibilidades da queda da aeronave. “Se eu apresentar alguma hipótese agora para o acidente seria uma tolice.

O que nós fizemos foi recolher informações, evidências, a partir de equipamentos, posições encontradas da aeronave, fotos, para podermos analisar as causas do acidente. O objetivo do Seripa não é apontar culpados, mas apenas investigar os motivos que levaram a ocorrência para evitar novos acidentes”, afirmou.

Sobre as possibilidades levantadas, como o tempo ruim, a cerração e a possibilidade de haver falha mecânica, o capitão informou que não dá para dar hipótese no momento.

Segundo ele, a aeronave vai ficar a disposição do Ceripa até quando o órgão julgar necessário.

Embora o Seripa não tenha revelado as evidências colhidas no local, o delegado regional de Ouro Preto confirmou que a aeronave não teve desaceleração antes da queda. Segundo Mustamonte, um morador diz ter avistado uma manobra da aeronave. Ela vai prestar depoimento nos próximos dias.

“Uma testemunha que já está identificada e vai ser ouvida, informou que viu o helicóptero fazendo um retorno em um local conhecido como pedreira, o que pode indicar que o piloto estaria tentando fazer um pouso”, comentou.

O acidente

Moradores da comunidade de Bandeirantes acionaram a corporação às 16h30, depois de ouvir um estrondo e, em seguida, fumaça saindo da mata. De acordo com o subcomandante da Guarda Civil de Ouro Preto, Geovanni Mapa, chovia no local no momento do acidente.

O piloto teria tentado realizar o pouso em uma área aberta, mas bateu a cauda em uma árvore e a aeronave girou.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a aeronave seguia de Macaé, no Rio de Janeiro, com destino a Nova Lima e parou em Ubá, na Zona da Mata mineira, para abastecer. O helicóptero decolou por volta das 16h com tempo nublado.

Em Ouro Preto, ele "guardou" - expressão usada pelos pilotos quando a aeronave voa dentro de uma nuvem -, e bateu contra uma montanha.

O modelo Jet Ranger 206-Bell tem capacidade para cinco pessoas, incluindo o piloto.

No site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave PT-YDY está matriculada em nome da Lotear Empreendimentos Imobiliários. O helicóptero teria de fazer nova Inspeção Anual de Manutenção (IAM) a partir de 14 de novembro deste ano, quando venceria a atual documentação.

O Certificado de Aeronavegabilidade da aeronave tem validade até 17 de novembro de 2018.

Fonte: João Henrique Do Vale e Landercy Hemerson para jornal ESTADO DE MINAS via CECOMSAER 18 JUN 2015

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Falha em helicóptero e neblina podem ser causas da acidente em Ouro Preto

Peritos não antecipam possíveis causas para queda de helicóptero, mas depoimentos sobre neblina intensa, manobra e ruído do motor podem ajudar a esclarecer o que motivou acidente

Mais de 24 horas de tensão, espera, empenho, solidariedade, angústia e dor. Os trabalhos de perícia para tentar identificar as causas do acidente com o helicóptero Jet Ranger 206-B, prefixo PT-YDY, na Mata do Palmito, em Santa Rita de Ouro Preto, em Ouro Preto, Região Central de Minas, só foram encerrados no fim da tarde de ontem, possibilitando o resgate dos corpos dos três ocupantes e encerrando a angustiante espera de familiares e amigos das vítimas.

Apesar de os militares do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa III) não falarem sobre as evidências colhidas no local, o delegado regional da Polícia Civil, Rodrigo Bustamante, que participou dos levantamentos, afirmou que aparentemente a aeronave não teve desaceleração antes da queda. Outros fatores que devem ser considerados são testemunhos sobre a intensa neblina na hora do desastre, sobre a suposta interrupção do ruído do motor e sobre uma espécie de retorno que teria sido feito pelo piloto, o que pode indicar uma tentativa de pouso de emergência.

O desastre ocorreu por volta das 16h30 de terça-feira, mas a remoção dos corpos das três vítimas – o piloto Felipe Piroli, filho do sócio da HeliBH, empresa de aluguel de hangares; o empresário Roberto Queiroz, dono da empresa Lotear Empreendimentos Imobiliários Ltda., e o filho dele, Bruno Queiroz – somente ocorreu no fim da tarde de ontem. Como o local era de difícil acesso, o helicóptero dos Bombeiros foi usado para o resgate. Roberto e Bruno Queiroz serão velados em Conselheiro Lafaiete, na Região Central do estado. Já o corpo do piloto vai ser encaminhado diretamente para Belo Horizonte. Familiares e amigos das vítimas, que horas depois da queda já estavam no local, preferiram manter o silêncio.

O tenente Júlio César Teixeira, do Corpo de Bombeiros de Ouro Preto, disse que a corporação recebeu o chamado relativo à queda por volta das 19h. “O local é de difícil acesso, mas por volta das 20h já estávamos perto da aeronave e confirmamos que os três ocupantes haviam morrido”, afirmou. O oficial passou a madrugada no local, que foi isolado para o trabalho da perícia, somente partindo no começo da manhã, após a chegada de outra equipe. Tinha início então a dolorosa espera pelos peritos da Aeronáutica, que teriam saído do Rio de Janeiro às 6h. No fim da manhã, por volta das 10h, a chegada de policiais civis trouxe nova expectativa para as famílias.

Porém, o delegado Ramon Sandoli, chefe do Núcleo de Operações Aéreas, foi ao local apenas para criar condições que facilitassem o acesso dos profissionais da perícia, que apenas às 13h15 chegaram para dar início aos levantamentos.

Evidências - O chefe de Proteção do Seripa III, capitão Erick Cheve, não quis antecipar detalhes sobre as eventuais causas da queda ou sobre as hipóteses levantadas, como o tempo ruim ou falha mecânica. “O que nós fizemos foi recolher informações, evidências, a partir de equipamentos, posições encontradas da aeronave, fotos, para analisar as causas do acidente. O objetivo do Seripa não é apontar culpados, apenas investigar os motivos que levaram à ocorrência, para evitar novos desastres.”

O major Farley Rocha, subcomandante do 1º Batalhão dos Bombeiros e um dos comandantes do Helicóptero Arcanjo, ouviu de populares que na tarde de terça-feira um nevoeiro intenso tomou conta da Mata do Palmito, onde ocorreu a queda. “O piloto pode ter sido surpreendido e entrado inadvertidamente nessa área de mau tempo. Nesse caso, sem visibilidade, pode ter acontecido um choque com alguma montanha. A aeronave não é homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil para voar por instrumentos”, explicou o militar. A capacidade de operar apenas com contato visual inviabilizaria o voo dentro de uma nuvem.

Solidariedade - Desde a confirmação da queda do helicóptero, o distrito de Santa Rita de Ouro Preto, com cerca de 7 mil habitantes, teve sua rotina de tranquilidade quebrada. Nas ruas, normalmente desertas depois das 22h, podiam ser vistos até tarde pequenos grupos falando sobre a tragédia. Até o começo da madrugada as luzes das casas, normalmente apagadas bem cedo, continuvam acesas, à espera de notícias. Logo pela manhã, pessoas já estavam paradas diante da estrada de acesso ao local do acidente.

Em meio à tragédia, não faltou solidariedade por parte dos moradores. Na noite de terça e madrugada de ontem, pessoas da comunidade, além de providenciar lanches para parentes e amigos das vítimas, tentavam de alguma forma consolar o pai do piloto, identificado apenas como Henrique, que, desolado, se sentou próximo a uma igreja para buscar forças. Na hora do almoço, as irmãs Eizabeth Aparecida da Costa, de 34 anos, e Magna Crispi da Costa, de 38, e a prima delas Maria do Carmo Silva, de 38, se uniram para preparar comida não apenas para as pessoas próximas das vítimas, mas também para policiais, bombeiros e profissionais de imprensa, que, distantes nove quilômetros do restaurante mais próximo, não arredavam pé do local.

Repercussão - Um dia após o acidente, amigos e colegas de trabalho das vítimas continuaram prestando homenagens e oferecendo condolências aos familiares pelas redes sociais. Na página de um parente de Roberto e Bruno, amigos ofereceram consolo pela perda de pai e filho. “Queria poder te abraçar neste momento tão difícil. Que Deus conforte o coração de vocês”, dizia uma postagem. “Não existem palavras para dizer neste momento. Sei que nada se compara à sua dor. Que Deus, em sua infinita bondade, console seu coração e te dê muita força para suportá-la”, desejava outra publicação.

Nas próprias páginas, colegas de trabalho trocavam as suas fotos por uma fita de luto e demonstravam a dor pela perda de Felipe Piroli, piloto considerado experiente, com mais de mil horas de voo. “É com muita tristeza que vemos um amigo partir assim, tão jovem e de forma tão súbita. Difícil encontrar palavras. Descanse em paz, Piroli! Sua alegria de viver estará sempre presente em nossas lembranças! Que Deus possa consolar sua família e amigos neste momento de profunda dor.”

Três perguntas para Gilmar Eurélio Santana, pedreiro que encontrou a aeronave

1 - Você viu o helicóptero antes da queda?

Não, só ouvi o som do motor, mas não parecia diferente. Depois, já não ouvi o motor, só um zumbido, parecendo uma turbina, e mais nada. Pensei que o helicóptero ou avião – não sabia o que era – tinha caído na mata.

2 - Qual foi sua reação?

Eu e outros moradores entramos na mata, mesmo sem noção de onde podia ter sido o acidente. Sentimos um cheiro forte, parecendo de querosene. E foi esse cheiro que serviu para nos guiar, pois já estava escuro e tínhamos apenas lanternas.

3 - Qual foi o sentimento quando você encontrou os destroços?

Tínhamos nos dividido em duplas. Depois de abrir caminho na mata fechada, quando vi o helicóptero fui logo correndo e gritando que tinha encontrado. Pensei que podia ajudar as pessoas feridas, mas pareciam mortas. Então ligamos para os Bombeiros.

Fonte: Jornal ESTADO DE MINAS via CECOMSAER 19 JUN 2015

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