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Aéreas terão de explicar alto preço de bilhetes para Região Norte


AF085

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Publicado em: 18/08 - 17:55

 

Os presidentes das companhias aéreas Tam, Gol e Azul serão chamados a explicar na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) os altos preços cobrados por passagens aéreas até cidades da Região Norte. A audiência pública com os dirigentes das empresas foi proposta por Jorge Viana (PT-AC), em requerimento aprovado nesta terça-feira (18) e também assinado por Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).


Para Jorge Viana, as pessoas que vivem na Amazônia, em especial os moradores do Acre, são submetidos a preços abusivos quando precisam comprar um bilhete aéreo. Para aquela população, frisou o senador, esse tipo de transporte não é opção de locomoção, mas “a única possibilidade de integração com o país”.

"A passagem mais barata e apenas de ida ao Acre custa entre R$ 1.500 e R$ 1700, em levantamento que fizemos. No mesmo período, constatamos que é mais barato uma ida e volta para Tóquio do que uma ida para o estado do Acre. É mais barato uma ida a qualquer país da União Europeia do que uma volta de Rio Branco a Brasília. É inadmissível que a população brasileira tenha seu direito constitucional de ir e vir cerceado pelo preço abusivo das passagens aéreas", afirmou.

A audiência pública abordará a oferta de linhas aéreas para a Região Norte e o mercado da aviação regional. Além dos presidentes das companhias, Jorge Viana sugere a participação de Marcelo Pacheco dos Guaranys, presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ele acatou ainda sugestão de Flexa Ribeiro para convite ao ministro chefe da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha.



Rafael Massadar

http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/120694/aereas-terao-de-explicar-alto-preco-de-bilhetes-para-regiao-norte

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trata-se de um cartel, pelo menos tem os mesmos efeitos práticos. infelizmente, o país não tem uma empresa aérea verdadeiramente inovadora, tem muito que ser explorado, afinal, o país tem dimensões continentais...mas preferem apenas combinar e cobrar preços altos, é mais fácil do que pensar diferente.

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Se for cartel, que se prove e puna as empresas. É totalmente justo.

 

Agora, querer que as empresas façam caridade oferecendo passagens a preço baixo só pra agradar político é demais.

 

Livre mercado é assim, os preços estão altos porque as pessoas estão aceitando voar por esse preço. Não pode o governo interferir obrigando as empresas a baixar o preço. Que mande os aviões da FAB então fazer transporte gratuito para a população local.

 

Eu gostaria que os preços fossem mais baixos e todo mundo pudesse comprar passagem com mais facilidade, mas não se pode definir isso com uma canetada do governo.

 

Baixem o preço do combustível, baixem as tarifas aeroportuárias e de navegação, melhorem a infra-estrutura dos aeroportos, isso vai contribuir enormemente para uma redução no preço das passagens da região.

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Pq esse camarada não se mete a limpar a corrupção do país.... Ao caro amigo que falou que não tem empresa

Inovadora, que tem espaço para desenvolvimento no norte, amigo, vá ver as condições para se operar nesta região, é ridículo a falta de infraestrutura.

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Baixem o preço do combustível, baixem as tarifas aeroportuárias e de navegação, melhorem a infra-estrutura dos aeroportos, isso vai contribuir enormemente para uma redução no preço das passagens da região.

 

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Poxa, veja bem... Assim fica complicado demais. Não é bem assim que a coisa funciona aqui em Pindorama...

 

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Não faz muito tempo, comprei RBR-BSB por R$ 270 na Tam. Valor certamente bem abaixo do custo médio do assento, para um voo de mais de 3 horas e lembrando que o QAV na região Norte é mais caro.

 

Quem procura e se programa, acha. O senador Jorge Viana mentiu feio nos números ao falar que a passagem mais barata custa R$ 1.500.

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Explicar passagens +caras pro norte e centro-este é fácil, combustível custa o dobro, tem pouca demanda logo custos fixos mais altos, etc, etc. Eu quero ver é elas explicarem pra RF como, mesmo voando internacional, cobrando tarifas altas em certas datas horários, elas tem tíquete médio de R$200-300.

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Com certeza tem que melhorar a infraestrutura.... O aeroporto de RBR está em obras há 5 anos e continua problemático. Já disseram que seria construído novo sítio aeroportuário, depois que seria cosntruída uma nova pista e estão apenas reformando a pista atual como tem sido feito desde 2010.... A pista fica interditada para pouso das 06h00 às 21h00, todos os dias! Mas que os preços aqui dispararam, não há dúvida.... O 3585 da TAM (RBR/BSB) mesmo com um mês de antecedencia está acima de R$1.000,00. A Azul chegou a vender RBR/PVH por mais de R$1.300,00 quando ficou sozinha na rota.... É a lei de mercado, se a população "topa" pagar esse preço...


 

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Ele só omitiu o fato de que quando voa-se para Toquio ou para qualquer país da UE (ou até do mundo), o combustível é isento de ICMS.

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O senador Jorge Viana mentiu feio nos números ao falar que a passagem mais barata custa R$ 1.500.

Velho...

 

Há aí um pleonasmo: Político mentiroso...

 

O senador SEMPRE vai mentir. S.E.M.P.R.E...

 

Isso, a mim , não surpreendeu.

 

Ele simplesmente permanece na práxis de todo e qualquer político brasileiro.

 

Nem entrarei na SEARA de qual ParTido ele pertence.

 

Fiquemos por aí.

 

E fazer empresa permitir caridade, pra voar num lugar que o ICMS é estratosférico, o QAV é mais estratosférico, manter uma estrutura de solo custa o olho da cara, e ele vem jogar pra torcida?

 

Tá faltando coisa pra fazer lá no senado pra caramba...

 

 

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Mano, em se tratando de Norte - eu sou da Amazonia - nao tem nada de novidade ai... Norte do Canada a mesma historia... queria saber no Norte do States se eh mais caro voar que no Sul? desisto!

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Onde eu compro essa passagem pra Tóquio por R$ 1500, achei o preço bem convidativo.

 

E sugiro que o nobre senador tente comprar uma passagem JOI-CGH com apenas alguns dias de antecedência (se for um dia antes já vi passar dos R$ 3000) para ver como um trecho de 600km pode ser mais caro que os exemplos que ele deu.

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  • 2 weeks later...

Meus prezados

Senadores criticam preços e serviço de empresas aéreas na região amazônica
Possibilidade de existência de um cartel em empresas aéreas que prestam serviço na região amazônica foi tema de audiência pública

Os vôos para os estados do Norte têm preços abusivos e oferecem serviços de baixa qualidade. A avaliação foi feita por senadores e deputados da região Amazônica em audiência pública na Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle. Eles também reclamaram das poucas opções de voos e dos horários das viagens, normalmente de madrugada.

O senador Jorge Viana, do PT do Acre, que pediu a reunião, lamentou que é mais barato viajar para a Europa ou para o Japão do que chegar em Rio Branco, capital do Estado. Ele explicou que este tipo de transporte não é um luxo, mas uma necessidade básica para os moradores daquela região. E questionou se existe um cartel entre as companhias aéreas.

O diretor-presidente da Anac, Marcelo Guaranys, disse que as tarifas caíram pela metade nos últimos dez anos. Mas defendeu uma maior concorrência entre as empresas e incentivos para a aviação regional.

Fonte: Radio Nacional Da Amazônia George Cardim, Da Rádio Senado via CECOMSAER 3 SET 2015

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Não entendi sobre o serviço de baixa qualidade, é o mesmo serviço prestado para todas as cidades brasileiras.

Senador chorão esse heim... acjo que está faltando trabalho lá em Brasília.

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Recordo que em certos lugares do Norte, nem um "velox" ou uma "net" se tem no aeroporto, as empresas giram os sistemas usando 3G, só para começo de história, sem falar no preço do QAV e por aí vai...

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Eu chamo de livre mercado

 

 

.

 

Não é.

Mas eu adoraria os presidentes das cias mostrando que o principal culpado é o governo que falha na missão de regulador, falha na missão de legislador e falha na missão de fiscalizador.

 

O modelo do mercado aéreo leva a isso e vai sempre levar a isso a menos que ele seja profundamente revisto.

 

A maioria pode achar que tem que dar liberdade no mercado aéreo, mas infelizmente, aqui tem que ser uma pitada de braço forte com liberdade vigiada. Não falo em tabelar tarifas, mas saber se incentivar de fato a competição, e isso, o nosso governo definitivamente não sabe fazer.

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  • 4 weeks later...

Meus prezados

As passagens aéreas mais caras do Brasil
O Senado fez duas audiências públicas neste mês para cobrar explicações das empresas e do governo sobre as exorbitantes tarifas dos voos para as cidades da Amazônia

Viajar para a Amazônia é uma aventura. Quando se trata do voo que levará à selva,porém, a palavra “aventura” perde todo o encanto e ganha um significado negativo.

Primeiro, porque o preço das passagens para a Região Norte costuma ser tão alto que em muitos casos é mais barato viajar para o exterior. Depois, porque o número de voos para essa parte do Brasil é baixo, as opções são escassas.

O Jornal do Senado orçou tarifas para diversos destinos, considerando os trechos de ida e volta, as mesmas datas e Brasília como ponto de partida.
Para Macapá, as passagens mais baratas saem por R$ 2.668, sem contar a taxa de embarque. Para Rio Branco, R$ 2.620.

Como comparação, para São Paulo, os bilhetes ficam em R$ 605. Para Nova York, R$ 1.185.Afirma o senador Jorge Viana (PT-AC), passageiro dos voos entre Brasília e Rio Branco:— É vexatório! Fica mais barato morar na Europa ou nos EUA e vir a Brasília toda semana do que morar num estado da Amazônia e voar para cá.Quem comprar a passagem Brasília-Macapá-Brasília, além de desembolsar R$ 2.668, terá de enfrentar um périplo. Haverá troca de avião em Belo Horizonte e Belém e a viagem de ida durará o dia inteiro.

A partida será às 6h. A chegada, à 1h. Os voos diretos duram menos de três horas, mas eles praticamente inexistem.O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que viaja nos fins de semana para Macapá, diz que o preço deixa seu estado isolado do restante do Brasil:— Muitas pessoas não podem pagar uma tarifa que chega a R$ 4.500. Se alguém precisar de um serviço médico urgente que não existe no Amapá, estará condenado à morte porque não terá como se tratar em outro estado.

Na Amazônia, o transporte aéreo não é luxo.É necessidade básica.Neste mês, a Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor (CMA) fez duas audiências públicas para tratar do preço dos bilhetes para a Região Norte. Os senadores cobraram soluções das empresas aéreas e autoridades federais.

Preços tabelados
Até pouco tempo atrás, o preço era tabelado. A tarefa cabia ao extinto Departamento de Aviação Civil (DAC). Num processo iniciado em 2001, as empresas ganharam liberdade para fixar os valores. Isso foi decisivo para estimular a concorrência, baixar as tarifas e elevar o número de passageiros.

Até hoje, é o mercado que determina o valor dos bilhetes.Uma soma de fatores explica o preço das passagens para a Amazônia. A demanda de passageiros e de carga é baixa. A Amazônia tem a menor concentração populacional do país. Enquanto a Região Sudeste tem 87 habitantes por quilômetro quadrado, o índice na Região Norte é de apenas 4. A localização geográfica, no extremo do Brasil, também prejudica. Existiria mais oferta de voos e as passagens seriam mais baratas se a Amazônia estivesse entre duas regiões importantes do país.

A distância dos grandes centros exige mais querosene para os aviões que voam para o Norte. O que pesa é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre o combustível. No Amapá, o ICMS é de 25%. No Distrito Federal, 12%. No Maranhão, o imposto em certos casos chega a 7%.De todas as decolagens registradas no país em 2013, só 8,5% ocorreram na Região Norte.Para o professor de transporte aéreo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Respicio Espirito Santo, é natural que as passagens para a Região Norte sejam caras.

Isso acontece no mundo inteiro. Não é uma coisa só do Brasil — diz ele, que integra a comissão de especialistas criada pelo Senado para propor uma reforma do Código Brasileiro de Aeronáutica. Para explicar, Espirito Santo faz uma comparação com o estado americano de Montana, na fronteira com o Canadá:— Montana abriga uma natureza exuberante, mas é um estado remoto e de uma densidade demográfica baixíssima.

É como o nosso Amazonas. Os voos são caros e o estado é servido basicamente por empresas aéreas regionais. É assim que a economia de mercado funciona.No Brasil, a TAM, a gol, a Azul e a Avianca respondem por quase 100% do mercado. A Avianca não oferece nenhum voo para a Amazônia.

O ministro da Secretaria da Aviação Civil, Eliseu Padilha, afirma que o governo trabalha na regulamentação de uma lei que barateará as passagens dos voos regionais (que têm pequenos aeroportos do interior como origem ou destino). A lei prevê que o governo federal subsidiará uma porcentagem das tarifas. Segundo Padilha,a Amazônia terá prioridade. O subsídio virá do Fundo Nacional de Aviação Civil. Ainda que a lei seja regulamentada logo, o dinheiro do fundo não será liberado. Os recursos estão bloqueados para ajudar o governo no ajuste das contas públicas.

Fonte: Ricardo Westin para Jornal do Senado via CECOMSAER 29 SET 2015

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As passagens aéreas mais caras do Brasil
O Senado fez duas audiências públicas neste mês para cobrar explicações das empresas e do governo sobre as exorbitantes tarifas dos voos para as cidades da Amazônia

Viajar para a Amazônia é uma aventura. Quando se trata do voo que levará à selva,porém, a palavra “aventura” perde todo o encanto e ganha um significado negativo.

Primeiro, porque o preço das passagens para a Região Norte costuma ser tão alto que em muitos casos é mais barato viajar para o exterior. Depois, porque o número de voos para essa parte do Brasil é baixo, as opções são escassas.

O Jornal do Senado orçou tarifas para diversos destinos, considerando os trechos de ida e volta, as mesmas datas e Brasília como ponto de partida.
Para Macapá, as passagens mais baratas saem por R$ 2.668, sem contar a taxa de embarque. Para Rio Branco, R$ 2.620.

Como comparação, para São Paulo, os bilhetes ficam em R$ 605. Para Nova York, R$ 1.185.Afirma o senador Jorge Viana (PT-AC), passageiro dos voos entre Brasília e Rio Branco:— É vexatório. Fica mais barato morar na Europa ou nos EUA e vir a Brasília toda semana do que morar num estado da Amazônia e voar para cá.Quem comprar a passagem Brasília-Macapá-Brasília, além de desembolsar R$ 2.668, terá de enfrentar um périplo. Haverá troca de avião em Belo Horizonte e Belém e a viagem de ida durará o dia inteiro.

A partida será às 6h. A chegada, à 1h. Os voos diretos duram menos de três horas, mas eles praticamente inexistem.O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que viaja nos fins de semana para Macapá, diz que o preço deixa seu estado isolado do restante do Brasil:— Muitas pessoas não podem pagar uma tarifa que chega a R$ 4.500. Se alguém precisar de um serviço médico urgente que não existe no Amapá, estará condenado à morte porque não terá como se tratar em outro Estado.

Na Amazônia, o transporte aéreo não é luxo.É necessidade básica.Neste mês, a Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor (CMA) fez duas audiências públicas para tratar do preço dos bilhetes para a Região Norte. Os senadores cobraram soluções das empresas aéreas e autoridades federais.

Preços tabelados
Até pouco tempo atrás, o preço era tabelado. A tarefa cabia ao extinto Departamento de Aviação Civil (DAC). Num processo iniciado em 2001, as empresas ganharam liberdade para fixar os valores. Isso foi decisivo para estimular a concorrência, baixar as tarifas e elevar o número de passageiros.

Até hoje, é o mercado que determina o valor dos bilhetes.Uma soma de fatores explica o preço das passagens para a Amazônia. A demanda de passageiros e de carga é baixa. A Amazônia tem a menor concentração populacional do país. Enquanto a Região Sudeste tem 87 habitantes por quilômetro quadrado, o índice na Região Norte é de apenas 4. A localização geográfica, no extremo do Brasil, também prejudica. Existiria mais oferta de voos e as passagens seriam mais baratas se a Amazônia estivesse entre duas regiões importantes do país.

A distância dos grandes centros exige mais querosene para os aviões que voam para o Norte. O que pesa é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre o combustível. No Amapá, o ICMS é de 25%. No Distrito Federal, 12%. No Maranhão, o imposto em certos casos chega a 7%.De todas as decolagens registradas no país em 2013, só 8,5% ocorreram na Região Norte.Para o professor de transporte aéreo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Respicio Espirito Santo, é natural que as passagens para a Região Norte sejam caras.

Isso acontece no mundo inteiro. Não é uma coisa só do Brasil — diz ele, que integra a comissão de especialistas criada pelo Senado para propor uma reforma do Código Brasileiro de Aeronáutica. Para explicar, Espirito Santo faz uma comparação com o estado americano de Montana, na fronteira com o Canadá:— Montana abriga uma natureza exuberante, mas é um estado remoto e de uma densidade demográfica baixíssima.

É como o nosso Amazonas. Os voos são caros e o estado é servido basicamente por empresas aéreas regionais. É assim que a economia de mercado funciona.No Brasil, a TAM, a gol, a Azul e a Avianca respondem por quase 100% do mercado. A Avianca não oferece nenhum voo para a Amazônia.

O ministro da Secretaria da Aviação Civil, Eliseu Padilha, afirma que o governo trabalha na regulamentação de uma lei que barateará as passagens dos voos regionais (que têm pequenos aeroportos do interior como origem ou destino). A lei prevê que o governo federal subsidiará uma porcentagem das tarifas. Segundo Padilha,a Amazônia terá prioridade. O subsídio virá do Fundo Nacional de Aviação Civil. Ainda que a lei seja regulamentada logo, o dinheiro do fundo não será liberado. Os recursos estão bloqueados para ajudar o governo no ajuste das contas públicas.

Fonte: Ricardo Westin para Jornal do Senado via CECOMSAER 29 SET 2015

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  • 7 months later...

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