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​Base Aérea de Santa Cruz poderá operar voos comerciais


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​Base Aérea de Santa Cruz poderá operar voos comerciais

Por solicitação da Deputada Federal, Clarissa Garotinho, e a pedido da ABIH-RJ e do Rio CVB, foi realizada no último dia 27 de agosto, reunião no gabinete da Secretaria de Aviação Civil, em Brasília, para dar andamento à pauta sobre uso comercial da Base Aérea de Santa Cruz, localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Além da parlamentar, o encontro contou com a presença do ministro Eliseu Padilha, do secretário executivo, Guilherme Mora, do secretário de Aviação Civil, Juliano Noman, e de representantes das entidades envolvidas. O ministro solicitou um prazo de 15 dias para apresentar um estudo técnico prévio sobre a viabilidade do projeto.

A utilização da Base Aérea para voos comerciais reduzirá em até 15 minutos a ponte aérea Rio/SP e beneficiará, principalmente, os moradores da Barra da Tijuca, região que até 2016 ganhará cerca de12 mil quartos em sua rede hoteleira. E outras regiões também serão favorecidas, como os municípios turísticos de Mangaratiba, Angra dos Reis e Paraty, além do Porto de Itaguaí.

Fonte: Portal Mercado e Eventos (RJ) via CECOMSAER 01 SET 2015

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Acho que tudo que o Rio não precisa é pulverizar mais ainda o seu tráfego em mais um aeroporto.

 

Para o pessoal da Barra acredito que o GIG seja mais rápido de chegar do que Santa Cruz. E, além disso, tornar a base um aeroporto comercial não iria dar uma embolada na já complicada Terminal Rio?

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O pessoal da BASC não deveria deixar de jeito algum.

 

Na época do recebimentos dos F-5 na década de 70, a pista da BASC estava em reforma e os voos de treinamento se dariam no Galeão, porém DEPV (hoje DECEA) baniu o F-5 dos céus do Rio de Janeiro, e liberou apenas poucos slots para uso no Galeão. Sendo assim boa parte do treinamento de toque e arremetida foram realizados em Guaratinguetá, numa pista aquém das necessidades do então moderno caça. Além disso os arredores da pista eram infestados de urubus e não demorou para que um avião fosse pertido após um urubu atingir o canopi e ferrir o rosto de um major que acabou se ejetando.

 

A outra fatalidade ocorreu justo no dia da chegada oficial dos F-5 na BASC, que receberia os caças em solenidade no galeão. Naquela manhã de noveiro, apenas dois dos três caças pousaram, o terceiro acabou perdido em um CFIT , devido a falta de treinamento de aproximação por instrumentos que não haviam sido autorizados no Galeão e vitimou o capitão Bosco ,

 

Resultado: uma vida e dois F-5 perdidos por orgulho dos "cabeças" da época.

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Clarissa Garotinho quer voos na base de Santa Cruz
Clarissa Garotinho apresentou projeto ao ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha. Aeronáutica é contra.
Rio - Famosa por abrigar o Hangar do Zeppelin, projetado para receber dirigíveis alemães na década de 1930, a Base Aérea de Santa Cruz, acostumada a receber aeronaves militares após a Segunda Guerra Mundial, pode ganhar vôos comerciais. O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, recebeu no último dia 27 um projeto das mãos da deputada Clarissa Garotinho (PR) para o uso comercial do espaço.
A ideia atende a pedido de empresários do setor de turismo, tendo em vista não só os Jogos Olímpicos de 2016, como também o crescimento imobiliário da Zona Oeste do Rio. “A população da Barra e Recreio tem crescido muito. Somente nos próximos meses teremos mais 11 mil novos apartamentos. A utilização da Base Aérea atenderia esta demanda e ajudaria a evitar o deslocamento de ainda mais veículos para Centro e Zona Sul em direção ao (Aeroporto) Santos Dumont”, defendeu Clarissa. A utilização comercial da Base Aérea de Santa Cruz reduziria em 15 minutos o tempo gasto na ponte aérea Rio-São Paulo, que cairia para aproximadamente 30 minutos, menos da metade do tempo gasto da Barra ao Santos Dumont, por exemplo. Para a deputada, a Base Aérea atenderia também parte da demanda do Porto de Itaguaí, além de alavancar o turismo na Costa Verde, sobretudo em Angra dos Reis e Paraty.
Moradores de Santa Cruz, no entanto, veem com desconfiança a novidade. Para muitos deles, a prioridade seria investimentos em saneamento, escolas e mais postos de saúde. “Aeroporto na região é para atender os ricos. E Santa Cruz precisa de atendimentos aos pobres”, cobrou o comerciante Jeferson Silva.
Clarissa Garotinho concorda com a reclamação dos moradores, mas lembra que as demandas são complementares. “É um fato que Santa Cruz precisa de mais serviços, mas um aeroporto comercial, numa base aérea que já existe, ou seja, com investimento a custo baixo, traria mais infraestrutura para toda a região. Seria benéfico para todo mundo”, defende Clarissa.
Aeronáutica: base é estratégica para segurança aérea
O Comando da Aeronáutica informou ao DIA , por meio de sua assessoria de imprensa, que não recebeu, até o momento, nenhum documento que trate sobre o tema. “Ressaltamos, no entanto, que a Base Aérea de Santa Cruz é fundamental e estratégica para o sistema de Defesa Aérea do país e para a segurança do complexo industrial da Região Sudeste”, disse, em nota.
A comissão liderada por Clarissa Garotinho — que incluiu representantes da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ) e do Rio Convention & Visitors Bureau (Rio CVB), que representam o setor — lembrou ao ministro Eliseu Padilha, que esteve presente ao lado do secretário executivo, Guilherme Mora, e do secretário de Aviação Civil, Juliano Noman, que outras bases aéreas já têm uso misto, como o caso de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e do Guarujá, no litoral paulista.
“O próprio Galeão, hoje Aeroporto Internacional Tom Jobim, já foi uma base aérea. O ministro ficou animado e pediu um prazo de 15 dias para apresentar um estudo técnico prévio sobre a viabilidade do projeto”, explicou a deputada. Procurado por meio de sua assessoria, o ministro não se pronunciou sobre a proposta.
Independentemente da aprovação do projeto, os aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim deverão receber uma série de melhorias até 2016. No Aeroporto Internacional, estão previstas mais 47 posições para estacionamento de aeronaves, 26 pontes de embarque e 63 balcões de check-in, melhorando o fluxo de embarque e desembarque de passageiros.
As obras previstas para o Santos Dumont incluem a reconstrução de 75 mil metros quadrados do pátio de aeronaves, com drenagem e pavimentação. O investimento é de R$ 42,8 milhões e dará mais segurança e agilidade às aeronaves no solo.
Fonte: Caio Barbosa para jornal O DIA via CECOMSAER 2 SET 2015

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Aviação Comercial em SC? Quem sabe em 2030....

 

O que a região da Baixada de Jacarepaguá precisa é melhorar a Linha Amarela, que por sinal teve o contrato de exploração estendido por uma ninharia, tem pedágio claro e está saturada!

Algo totalmente incompreensível se o Brasil não fosse o país da lava-jato.

 

OFF: Excesso de veículos na Linha Amarela leva prefeitura a negociar obras ou pedágio menor

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/excesso-de-veiculos-na-linha-amarela-leva-prefeitura-negociar-obras-ou-pedagio-menor-17350730#ixzz3kbO6RLkO
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Lembra A345 anos atrás que conversamos em um tópico sobre as barcas? o RJ tem um potencial para ter muito mais linhas do que o simples RJ/Niteroi atual. Da pra ter uma rede inteira com catamarãs expressos modernos, inclusive se quiserem investir catamarãs com possibilidade de carregar até 100carros no max. Não creio que uma rota tipo Barra/Niteroi deve demorar mais do que 25min se eles forem usados como deveriam.

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Sobre as barcas, o jornal O Dia publicou uma reportagem acerca de um estudo da Firjan dias atrás: http://odia.ig.com.br/noticia/observatorio/2015-08-26/firjan-propoe-mais-14-linhas-de-barcas.html . Na página do jornal tem jeito de aumentar o tamanho da figura.

 

O estudo da Firjan é encontrado aqui, em formato pdf: http://www.firjan.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=2C908A8F4F61FC30014F654D8C274166&inline=1 ; ele não menciona o tempo necessário para ligar a Barra à Praça XV.

 

Firjan propõe mais 14 linhas de barcas
26/08/2015 00:10:58

 

Novas estações podem tirar mais de 100 mil carros das ruas

GUSTAVO RIBEIRO

 

Rio - A solução para desafogar o trânsito no Grande Rio pode estar na Baía de Guanabara. Estudo realizado há dois anos mostrou que os congestionamentos na Região Metropolitana chegam a 130 quilômetros por dia, o que equivale a pouco mais de duas Avenidas Brasil, a maior via expressa da cidade, ou dez pontes Rio-Niterói completamente paradas — e muita paciência envolvida. A Firjan (federação das indústrias do estado), que fez o cálculo na ocasião, deu a receita que seria capaz de reduzir a quase um terço os engarrafamentos. Nota técnica divulgada ontem pela entidade aponta que existe demanda suficiente, e, portanto, viabilidade comercial, para a criação de 14 novas linhas hidroviárias na Baía de Guanabara e nas lagoas da Barra da Tijuca.

 

Se todos os projetos fossem implementados, essas rotas teriam potencial para absorver 272,4 mil viagens por dia e tirar 100,9 mil veículos das ruas. A extensão diária dos congestionamentos diminuiria 84,1 km. “Comprovamos que existe demanda. O que resta para essas propostas saírem do papel é estratégia de governo para optar por torná-las realidade”, diz Riley Rodrigues, especialista em competitividade industrial e investimentos do Sistema Firjan.

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Foto: Arte O Dia

 

Só no eixo da Baía de Guanabara, que hoje conta com apenas quatro rotas de barcas, são propostas 11 novas ligações. Dessas, cinco conectam a cidade do Rio ao Leste Fluminense: Praça 15-Gradim (São Gonçalo), Botafogo-Praça Arariboia (Niterói), Botafogo-Charitas (Niterói), Praça 15-Itaipu (Niterói) e Cocotá (Ilha do Governador)-Gradim. Partindo da Praça 15, haveria ainda a possibilidade de oferecer transporte aquaviário até Duque de Caxias, ao Aeroporto do Galeão, à Ilha do Fundão e à Ribeira (ligação desativada há pouco tempo). Outros dois serviços propostos seriam entre o Aterro do Flamengo, na altura do Museu de Arte Moderna, e o Galeão, além do deslocamento dentro de Niterói entre a Praça Arariboia e Itaipu. Em conjunto, estas novas linhas poderiam prover mais de 156 mil viagens por dia, 57,8 mil veículos a menos no trânsito.

 

A universitária Carolina Zacharski, de 23 anos, que se desloca frequentemente entre Botafogo e Charitas, onde estuda, gasta até 1h10 no percurso, indo de ônibus. De acordo com Riley Rodrigues, o tempo cairia para entre 15 e 20 minutos apenas, dependendo se o tipo de embarcação escolhido fosse um catamarã, como os que são operados pela CCR Barcas nas linhas atuais, ou aerobarco. “Seria perfeito! Muitos estudantes das faculdades do Rio moram em Niterói e São Gonçalo e seriam beneficiados”, comenta a futura enfermeira.

 

A também estudante Camila Lopes, 23, leva 45 minutos da Central do Brasil até Caxias entre o trabalho e a faculdade. O trajeto pelo mar seria traçado de 25 a 40 minutos, conforme o estudo da Firjan, o que também dependeria do modelo de barco. “Os trens não estão mais tão ruins como antigamente, consigo até vir sentada. Mas, se eu puder chegar em 20 minutos, com certeza vou de barca”, planeja.

 

A federação também sugere ligação entre a Barra da Tijuca e o Centro com o uso de embarcações próprias para navegação em mar aberto, o que seria capaz de liberar, ao longo do dia, 32,8 km de vias rodoviárias. Estima-se que o serviço hidroviário tenha potencial para realizar até 106,4 mil viagens diárias, o equivalente a 15,6% das 679, 3 mil viagens/dia feitas hoje nesse trajeto por meios convencionais.A nota técnica também defende a criação de linhas internas na Barra, utilizando as lagoas de Marapendi e de Jacarepaguá.

 

“As ligações hidroviárias no complexo lagunar da Barra possibilitariam aos usuários saltarem próximo à futura estação da Linha 4 do metrô, no Jardim Oceânico, que fará a conexão da Barra da Tijuca com a Zona Sul e o Centro. A partir da combinação das hidrovias com a Linha 4 do metrô, seria possível retirar milhares de veículos ao longo do trajeto Barra

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Essa família Garotinho foi a pior mer!#@$ que pode acontecer ao Rio, não conseguem por em pratica nada que de fato preste a sociedade... Ao ínves de estar brigando por essas novas linhas das Barcas está metendo o dedo aonde não interessa....

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Essa família Garotinho foi a pior mer!#@$ que pode acontecer ao Rio, não conseguem por em pratica nada que de fato preste a sociedade... Ao ínves de estar brigando por essas novas linhas das Barcas está metendo o dedo aonde não interessa....

 

concordo totalmente!!

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O pessoal da BASC não deveria deixar de jeito algum.

 

Na época do recebimentos dos F-5 na década de 70, a pista da BASC estava em reforma e os voos de treinamento se dariam no Galeão, porém DEPV (hoje DECEA) baniu o F-5 dos céus do Rio de Janeiro, e liberou apenas poucos slots para uso no Galeão. Sendo assim boa parte do treinamento de toque e arremetida foram realizados em Guaratinguetá, numa pista aquém das necessidades do então moderno caça. Além disso os arredores da pista eram infestados de urubus e não demorou para que um avião fosse pertido após um urubu atingir o canopi e ferrir o rosto de um major que acabou se ejetando.

 

A outra fatalidade ocorreu justo no dia da chegada oficial dos F-5 na BASC, que receberia os caças em solenidade no galeão. Naquela manhã de noveiro, apenas dois dos três caças pousaram, o terceiro acabou perdido em um CFIT , devido a falta de treinamento de aproximação por instrumentos que não haviam sido autorizados no Galeão e vitimou o capitão Bosco ,

 

Resultado: uma vida e dois F-5 perdidos por orgulho dos "cabeças" da época.

 

Milicos sendo milicos!!!

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  • 2 weeks later...

Meus prezados

Empresários querem Rio-SP em 30 minutos

Utilização da base aérea de Santa Cruz encurtaria a viagem e beneficiaria a Barra da Tijuca. Aeronáutica é contra

Um voo da ponte-aérea (SantosDumont-Congonhas), a rota mais movimentada do Brasil, costuma ser realizado em 45 minutos. De acordo com a proposta apresentada à Secretaria de Aviação Civil (SAC) pela deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ), pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio (ABIH-RJ) e pelo Rio Convention & Visitors Bureau (RCV), o trajeto entre Rio e São Paulo poderia ser feito em até 15 minutos menos.

A proposta, formalizada durante reunião no dia 27 de agosto, é levar voos comerciais para a base aérea de Santa Cruz, na zona oeste, próxima da Avenida Brasil e da Rio-Santos (BR-101).

A intenção com a nova rota é fugir dos congestionamentos para o Galeão e Santos Dumont, atendendo à demanda de moradores e empresários da zona oeste – principalmente da Barra da Tijuca, bairro da cidade que tem grande crescimento demográfico e do setor hoteleiro.

A Secretaria de Aviação Civil já recebeu para análise projeto sobre uso comercial da base. Porém, ainda não há prazo para um parecer sobre a viabilidade técnica da proposta.

“A Barra é a região que mais cresce no Rio. Teremos vários hotéis novos para os Jogos Olímpicos. Os novos voos seriam importantes para o turismo local, seja de negócios ou de lazer. Além do mais, temos toda a região da Costa Verde e Itaguaí, que também se beneficiariam. Senti boa receptividade sobre a nossa proposta, para ter um aeroporto de uso misto [militar e civil]”, explicou o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio (ABIH-RJ), Gérard Bourgeaiseau.

Em nota, a Aeronáutica informou que não foi procurada para tratar do uso da base e entende ser incompatível a utilização comercial com as operações militares: “A unidade tem um papel fundamental e estratégico no sistema de defesa aérea do país, bem como para a segurança do complexo industrial e energético do Sudeste.”

Hangar do Zeppelin
De longe, um prédio se destaca na base aérea de Santa Cruz. É conhecido como Hangar do Zeppelin, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Durante os nos 1930, o Rio tinha uma linha regular com os dirigíveis Graff Zeppelin e Hindemburg, ligando a Alemanha ao Brasil até a Segunda Guerra Mundial. O hangar tem 274 m de comprimento, 58 m de altura e 58 m de largura.

Fonte: JORNAL METRO (RJ) via CECOMSAER 14 set 2015

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