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Inauguração de puxadinho alivia aeroporto de Confins


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Inauguração de puxadinho alivia aeroporto de Confins

Terminal 3 de passageiros entra em operação dia 16, com embarque e desembarque de voos internacionais

 

 

 

postado em 11/09/2015 06:00 / atualizado em 11/09/2015 08:40

Pedro Rocha Franco

Euller Junior/EM/D.A Press

Espaço tem capacidade para receber 4,3 milhões de viajantes por ano (foto: Euller Junior/EM/D.A Press )

A operação do terminal de passageiros 3 do aeroporto de Confins vai começar na quarta-feira. O novo espaço será dedicado exclusivamente às rotas internacionais. O primeiro voo a sair do novo edifício será da Aerolíneas Argentinas com destino a Buenos Aires. Com isso, a área dedicada aos embarques e desembarques rumo ao exterior no terminal principal será usada para voos domésticos. Antes disso, a BH Airport deve reformar o espaço.

 

A entrada em funcionamento do TPS 3 deve liberar aproximadamente 40% do setor de embarque e desembarque do terminal principal, o que contribui para desafogar as operações de Confins. A área antes destinada aos voos internacionais respondia por apenas 4% do volume total de passageiros. Atualmente, o aeroporto de Confins opera voos regulares para quatro destinos internacionais: Lisboa (TAP), Miami (American Airlines e TAM), Cidade do Panamá (Copa Airlines) e Buenos Aires (Aerolíneas Argentinas). Em novembro, está prevista uma nova operação internacional para Orlando (Azul).

 

Nos últimos anos, o aeroporto opera com capacidade superior ao limite. Na prática, isso é sinônimo de maior desconforto para os passageiros. O terminal 3 terá capacidade para receber até 4,3 milhões de passageiros por ano numa área de 5,4 mil metros quadrados. Somada à capacidade do terminal já existente, o aeroporto poderá processar mais de 14 milhões de passageiros por ano. O número é superior à demanda atual de Confins.

 

A BH Airport tem trabalhado para oferecer, a cada dia, conforto e comodidade aos passageiros. A entrada em operação do terminal 3 será um passo importante dentro do projeto da concessionária, que é o de elevar o aeroporto ao patamar de um dos melhores do país e ser a principal porta de entrada e saída dos mineiros, afirma o diretor-presidente da BH Airport, Paulo Rangel.

 

Transporte A ligação entre os terminais se dará por um ônibus gratuito disponibilizado pela concessionária de Confins. Os passageiros em conexão deverão desembarcar no TPS1 e se dirigir ao TPS3. Fora o ônibus, é possível fazer a travessia a pé. Uma passagem coberta foi construída para melhorar a caminhada, que, em média, dura 12 minutos (800 metros). No sentido contrário, os passageiros que desembarcarem no novo terminal internacional deverão retirar a bagagem e seguir para o antigo edifício. As opções de transporte são as mesmas.

 

O próximo passo da concessão deve ser o início das obras do TPS 2. O terminal deveria ser entregue até abril do ano que vem, mas Rangel já admitiu ao Estado de Minas que não há tempo hábil para a conclusão no prazo estipulado em contrato. A alegação é que houve atraso no processo de licenciamento. A construção deve praticamente dobrar a capacidade de Confins, garantindo nível operacional até 2022.

 

 

Tags: aeroporto confins puxadinho

 

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Dia 16 começamos no T3. É pequeno, mas será uma grande melhoria para os pax dos voos internacionais. Prometo fazer umas fotos da saída do voo da American, para terem um ideia.

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É lamentavel chamarem um TPS construido para tal e afastado do principal de puxadinho, o T4 de GRU ninguem chama de puxadinho né... puxadinho pra mim são os MOPs como de Teresina... de Vitória...

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Dia 16 começamos no T3. É pequeno, mas será uma grande melhoria para os pax dos voos internacionais. Prometo fazer umas fotos da saída do voo da American, para terem um ideia.

 

Pergunta:

 

O T-3 não tem fingers, certo?

 

Se não tiver, os embarques serão todos por escada.

É pior para os Wide (330 da Tap e 767 da American e Latan), mas comum*.

 

* Cansei de embarcar e desembarcar de Wide por escadas em Paris, Doha, Lisboa...

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É lamentavel chamarem um TPS construido para tal e afastado do principal de puxadinho, o T4 de GRU ninguem chama de puxadinho né... puxadinho pra mim são os MOPs como de Teresina... de Vitória...

O MOP de Gru também foi chamado de puxadinho.....algumas reportagens chegaram a chamar o T4 de puxadinho, mas hoje saiu desfoco por contando T3, após inauguração

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Tam também leva operação para Terminal 3 de Confins

Aviação , Horários dos voos nacionais e internacionais foram mantidos

Horários dos voos nacionais e internacionais foram mantidos

A inauguração do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte está marcada para a próxima quarta-feira (16). Na mesma data, assim como a Tap, a Tam Linhas Aéreas levará a operação internacional para o novo espaço exclusivo da categoria. O atendimento dos voos domésticos da aérea seguirão normalmente no Terminal 1.

 

LEIA TAMBÉM

Tap se muda para Terminal 3 em Confins (MG)

Aeroporto de BH abre Terminal 3 na próxima quarta

 

A Tam alerta que não haverá alteração nos horários de chegadas e partidas de nenhum dos voos nacionais e internacionais da empresa no aeroporto mineiro. Os passageiros só devem ficar atentos ao local onde devem fazer check-in e despachar suas bagagens de acordo com o destino

 

Em relação as conexões, existem mudanças. Os passageiros em conexão de voos domésticos para voos internacionais deverão desembarcar no Terminal 1 e se dirigir ao Terminal 3 para o embarque internacional. Já aqueles que chegam nos voos internacionais da companhia no Terminal 3 e possuem conexões domésticas com a Tam deverão retirar suas bagagens, passar pela processo alfandegário, despachar suas bagagens no check-in de conexão do Terminal 3 e dirigir-se ao Terminal 1 para o embarque doméstico.

 

Mais informações sobre os voos no www.tam.com.br.

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Minha opinião sobre o T3.

 

Sou mineiro e belo-horizontino. Utilizo CNF para a esmagadora porcentagem das minhas viagens. É muito raro utilizar PLU pelo perfil das minhas viagens.

 

É certo que o T3 vai trazer um certo alívio ao aeroporto, pelo que lemos nas reportagens somente 4% do tráfego de passageiros são para voos internacionais, e utilizam 40% da área do T1. Nada mais lógico que a construção de um terminal exclusivo para o uso internacional.

 

O grande problema foi a sua construção. Pelo que me lembre (e aqui posso estar enganado), o T3 teria como finalidade os voos regionais, de aeronaves de pequeno porte. Caberia ao T2 ser a ala internacional. Como o T2 não foi construído a tempo e como tudo neste país é uma zona, mudaram a ideia original para um T3 internacional.

 

É claro que na cabeça da população o T3 é um puxadinho. Como pode uma ala internacional, que notadamente irá receber aeronaves de grande porte, como efetivamente recebe (767 e A330), não possui fingers? Como um T1 construído em 1985, ou seja, há 30 anos, possui fingers e um Terminal construído em 2015 não possui?

Como podemos ver um maravilhoso T3 em GRU e não querer um modelo dele reduzido na nossa cidade? Teremos que nos contentar com o nosso T3 sem achar ruim?

 

Na minha modesta opinião fica claro a falta de planejamento, falta de política pública correta, falta de seriedade nos gastos com o dinheiro público e agora medo de uma gestão privada que vise somente o lucro. A impressão que tenho é que tudo é feito de qualquer jeito. Principalmente quando andamos por CNF e vemos aquela obra extremamente mal feita. Cheia de remendos no chão, paredes a construir, paredes tiradas pela metade, elevadores sem funcionar, etc,etc,etc...

 

Esse ano tive a oportunidade de sair para o exterior de confins em duas oportunidades (CNF-PTY e CNF-MIA). Dia 25 tenho um CNF-LIS. Vamos ver como vai ser a experiência no novo T3.

E espero que não chova.

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"A BH Airport tem trabalhado para oferecer, a cada dia, conforto e comodidade aos passageiros" ???? Quem fez esse puxadinho foi a Infraero!!!

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Mas a Bh AirPort não poderia ter redimensionado esse puxadinho? Transferir para ele os regionais e não os voos internacionais? Não entendi a lógica

A ala internacional no terminal ocupa um espaco muito grande para pouco movimento.

Por isso a bh airport decidiu tranferir os voos internacionais para o t3 provisoriamente ate o t2 ficar pronto, onde tera a ala internacional defnitiva.

Enquanto isso a ala do t1 ficara domestica aumentando o tamanho da sala tantos das remotas tanto das ocupadas por finger.

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Mas a Bh AirPort não poderia ter redimensionado esse puxadinho? Transferir para ele os regionais e não os voos internacionais? Não entendi a lógica

 

O pessoal não está entendendo a ideia. CNF tem hoje uma ala internacional que ocupa 40% do embarque e movimenta 4% do fluxo (isso já foi trazido aqui nos releases da BH Airport). Esse internacional será todo ele operado no T2, que deve ficar pronto até 2017 já considerando os atrasos. Ou seja, a BH Airport está antecipando a mudança do internacional para já dar início a reforma e ampliação do embarque doméstico e da nova sala de embarque remoto. Logo, não faz sentido transferir fluxo doméstico para o T3, o impacto seria muito maior. Com os voos internacionais lá (lembrando dos 4%, menor impacto no movimento), haverá a liberdade de se trabalhar no T1 fazendo as melhorias devidas.

 

A BH Airport não quer redimensionar nada do T3, as alterações em relação ao projeto da Infraero foram pequenas. O que ela quer agora é simplesmente um espaço adequado para a operação internacional (o novo terminal é muito maior que a ala internacional do T1) e que de quebra vai permitir as mexidas do T1.

 

Ela já disse também que não pretende demolir o terminal a princípio, no entanto o T2 terá um desenho no qual será possível a integração dos dois. Esse destino futuro só saberemos depois. Mas o pessoal tem que tomar nota das informações, ontem vi uma pessoa falando que BH merecia um terminal internacional melhor, e sequer sabia do projeto do T2. Achou que simplesmente a ampliação seria o T3, quando está sendo amplamente divulgado pela concessionária todo o planejamento, inclusive com datas estimadas.

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Adiantando ao início das operações do Terminal 3 (que deve ocorrer na madrugada de hoje para amanhã com a chegada do voo da Aerolineas Argentinas procedente de Bs As), coloco aqui fotos que fiz ontem de todo o terminal.

 

Peço desculpas pela qualidade das imagens, tiradas de celular, a noite.

 

1 - Saguão de entrada / check-in / lojas das cias aéreas

 

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Opção de lanchonete no saguão será apenas o Delta Expresso (particularmente não gosto, caro e qualidade dos salgados deixa muito a desejar)

 

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Banheiro masculino no saguão

 

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Seguindo para o embarque:

 

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Agora são 4 pórticos de raio-x, contra 2 no embarque do T1

 

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12 balcões para a PF

 

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Na sala de embarque, temos Cervejaria Backer, Laselva e Dufry

 

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Visão do pátio pela sala de embarque, do outro lado é o desembarque

 

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Desembarque

 

Triagem (Estrangeiros, Brasileiros, Tripulação, etc)

 

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Mais 12 balcões para a PF

 

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Restituição de bagagem

 

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Triagem Receita Federal

 

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Alfandega

 

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Passando da Alfandega tem o Dufry do desembarque (depois da alfandega!) e volta-se ao saguão principal.

 

Não tirei fotos externas porque era noite.

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Vai ter o incômodo de se fazer o embarque/desembarque via posições remotas, mas de uma maneira geral acho que o processo vai ganhar agilidade.

 

Vamos ver, torço para dar certo enquanto o T2 não fica pronto.

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Minha opinião sobre o T3.

 

Sou mineiro e belo-horizontino. Utilizo CNF para a esmagadora porcentagem das minhas viagens. É muito raro utilizar PLU pelo perfil das minhas viagens.

 

É certo que o T3 vai trazer um certo alívio ao aeroporto, pelo que lemos nas reportagens somente 4% do tráfego de passageiros são para voos internacionais, e utilizam 40% da área do T1. Nada mais lógico que a construção de um terminal exclusivo para o uso internacional.

 

O grande problema foi a sua construção. Pelo que me lembre (e aqui posso estar enganado), o T3 teria como finalidade os voos regionais, de aeronaves de pequeno porte. Caberia ao T2 ser a ala internacional. Como o T2 não foi construído a tempo e como tudo neste país é uma zona, mudaram a ideia original para um T3 internacional.

 

É claro que na cabeça da população o T3 é um puxadinho. Como pode uma ala internacional, que notadamente irá receber aeronaves de grande porte, como efetivamente recebe (767 e A330), não possui fingers? Como um T1 construído em 1985, ou seja, há 30 anos, possui fingers e um Terminal construído em 2015 não possui?

Como podemos ver um maravilhoso T3 em GRU e não querer um modelo dele reduzido na nossa cidade? Teremos que nos contentar com o nosso T3 sem achar ruim?

 

Na minha modesta opinião fica claro a falta de planejamento, falta de política pública correta, falta de seriedade nos gastos com o dinheiro público e agora medo de uma gestão privada que vise somente o lucro. A impressão que tenho é que tudo é feito de qualquer jeito. Principalmente quando andamos por CNF e vemos aquela obra extremamente mal feita. Cheia de remendos no chão, paredes a construir, paredes tiradas pela metade, elevadores sem funcionar, etc,etc,etc...

 

Esse ano tive a oportunidade de sair para o exterior de confins em duas oportunidades (CNF-PTY e CNF-MIA). Dia 25 tenho um CNF-LIS. Vamos ver como vai ser a experiência no novo T3.

E espero que não chova.

Amigo, creio que você não entendeu. O uso internacional do T3 será provisório.

O T2 não foi cancelado, a BH Airport aguarda apenas a licença ambiental para iniciar as obras, o que pode ocorrer em outubro ou novembro.

Inclusive, segundo a BH Airport, as estruturas metálicas e equipamentos do T2 já foram encomendados.

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Pela apresentação que a BH Airport nos fez, o T3 pode vir a ser desmanchado para a passagem de taxiways em direção à nova pista, paralela à atual 16-34.

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É lamentavel chamarem um TPS construido para tal e afastado do principal de puxadinho, o T4 de GRU ninguem chama de puxadinho né... puxadinho pra mim são os MOPs como de Teresina... de Vitória...

Olha o "Puxadinho" de GRU.

https://www.youtube.com/watch?v=56BLS8FHR1k

 

Abs. PP-CJC

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Rapaz esse T3 de CNF, pelo menos do que eu conheço de aeroportos por aí, supera: CCM, VIX, PPB, ARU, MII, STM, VDC, TXF, BRA, PHB, IOS, GVR, IPN, MOC, UBA e chega ao mesmo nivel que muita gente como AJU, CGR, UDI, LDB, etc... isso puxando de memória

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Pela apresentação que a BH Airport nos fez, o T3 pode vir a ser desmanchado para a passagem de taxiways em direção à nova pista, paralela à atual 16-34.

 

No croqui que circulou um tempo atrás a taxiway já aparece e o T3 continua. A não ser que estejam planejando fazer algo maior, duas taxiways ou alguma categoria superior a do desenho.

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Rapaz esse T3 de CNF, pelo menos do que eu conheço de aeroportos por aí, supera: CCM, VIX, PPB, ARU, MII, STM, VDC, TXF, BRA, PHB, IOS, GVR, IPN, MOC, UBA e chega ao mesmo nivel que muita gente como AJU, CGR, UDI, LDB, etc... isso puxando de memória

 

Supera tb GYN, VIX, FLN, JPA, MCP... e vários outros de capitais médias...

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Ficou aquém que um aeroporto como CNF merece, mas muito melhor que vários aeroportos brasileiros.

 

É lamentavel chamarem um TPS construido para tal e afastado do principal de puxadinho, o T4 de GRU ninguem chama de puxadinho né... puxadinho pra mim são os MOPs como de Teresina... de Vitória...

O T4 de GRU era chamado por alguns como Puxadão.

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Amigo, creio que você não entendeu. O uso internacional do T3 será provisório.

O T2 não foi cancelado, a BH Airport aguarda apenas a licença ambiental para iniciar as obras, o que pode ocorrer em outubro ou novembro.

Inclusive, segundo a BH Airport, as estruturas metálicas e equipamentos do T2 já foram encomendados.

 

Olha, eu moro no Brasil e estou acostumado a conviver com o famoso provisório-que-vira-permanente.

E ão acredito que esse T2 vai ficar pronto antes de 2017.

E sendo bem sincero, como pax não quero conforto e praticidade. Vou sair de um T1 ruim para um T3 pior ainda. Acho o fim da picada.

 

 

 

Tenho um amigo, e sua família, que chegaram hoje no MIA-CNF da Tam e relatou o completo caos.

 

Pra começar ficaram 25 minutos esperando a escada no avião. Foram 3 tentativas até chegar a escada correta.

A esteira de bagagens consegue ser menor do que a do T1. Imaginem um voo com 200 pessoas, vindo de Miami, ou seja, umas 450 malas, em um mini esteira.

Alfândega saturada.

O Duty Free é minúsculo, e o pessoal de vendas pedindo para os pax não entrarem pois já estava lotado.

Fila para pegar o ônibus ao T1

Fila para o taxi

Enfim foi um relato de uma péssima experiência.

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Olha, eu moro no Brasil e estou acostumado a conviver com o famoso provisório-que-vira-permanente.

E ão acredito que esse T2 vai ficar pronto antes de 2017.

E sendo bem sincero, como pax não quero conforto e praticidade. Vou sair de um T1 ruim para um T3 pior ainda. Acho o fim da picada.

 

 

 

Tenho um amigo, e sua família, que chegaram hoje no MIA-CNF da Tam e relatou o completo caos.

 

Pra começar ficaram 25 minutos esperando a escada no avião. Foram 3 tentativas até chegar a escada correta.

A esteira de bagagens consegue ser menor do que a do T1. Imaginem um voo com 200 pessoas, vindo de Miami, ou seja, umas 450 malas, em um mini esteira.

Alfândega saturada.

O Duty Free é minúsculo, e o pessoal de vendas pedindo para os pax não entrarem pois já estava lotado.

Fila para pegar o ônibus ao T1

Fila para o taxi

Enfim foi um relato de uma péssima experiência.

 

Experiências são pessoais e não contesto, mas com exceção da escada na aeronave, os demais problemas eram iguais ou maiores a atual área do T1. Este é o ponto. O T3 oferece mais estrutura, isso a BH Airport colocou em números. As duas lojas do free shop são maiores, são mais pontes de checagem, mais guichês de PF, três esteiras, etc. Ônibus e fila de táxi é uma questão de ajuste, os taxistas fazem uma fila de 20, 30 carros no T1.

 

Foi uma bola dentro da concessionária, isso é um fato que não vejo como contestar. O T2 não saiu ainda por problema de licença e eles ainda vão adiantar uma obra no T1 que eu achei que só sairia depois de resolvida a pendência judicial da Infraero.

 

De agora em diante é esperar e conferir se as promessas serão cumpridas, porque até aqui não vejo como poderia ter sido feito de outra forma.

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'Puxadinho' de Confins é inagurado com imprevistos e transtornos

O terminal 3, com capacidade para 4,3 milhões de passageiros/ano, entra em funcionamento com um ano e meio de atraso. A primeira decolagem, às 5h45, foi para Buenos Aires

postado em 16/09/2015 06:00 / atualizado em 16/09/2015 12:11

Pedro Rocha Franco , Márcia Maria Cruz /Estado de Minas

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Terminal 3 será destinado exclusivamente à operação de voos internacionais (foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A/Press)
Um ano e meio depois do prazo previsto inicialmente, a inauguração do novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, nesta quarta-feira foi marcada por complicações e imprevistos. O espaço é destinado exclusivamente à operação de voos internacionais. No primeiro desembarque - um voo da TAM vindo de Miami (EUA) ocorreu com atraso. A chegada estava prevista para 7h38, mas o pouso em Confins ocorreu às 7h45. Além do atraso, os passageiros ficaram aguardando a chegada de uma escada por cerca de 25 minutos dentro da aeronave. Muitos questionaram a ausência do finger - a passarela de desembarque.

O novo edifício, que começou a ser erguido para atender à demanda da Copa do Mundo e exigiu adaptações para a nova utilização, aumenta a capacidade operacional do aeroporto em 4,3 milhões de passageiros, o que aliviará um pouco o fluxo do antigo terminal. Obras devem ser feitas no setor de embarque e desembarque internacional do antigo terminal para possibilitar o uso do espaço pelas rotas domésticas.

O casal de argentinos Eugênio Janoni, de 68 anos, e Irma Ferrando, de 67, madrugou no primeiro dia de operação do terminal. Eles embarcaram no primeiro voo da Aerolíneas Argentinas, que saiu sem atraso às 5h45. O casal chegou ao aeroporto 1h30. "Nos serviram cafezinho quando chegamos. Foram muito amáveis e respeitosos." O casal retorna a Argentina depois de visitar o filho que mora em BH há 15 anos.



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O casal de argentinos Eugênio Janoni e Irma Ferrando embarcaram no primeiro voo da Aerolíneas Argentinas (foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A/Press)

Os passageiros que, por desconhecimento, seguiram para o terminal 1 foram informados da mudança e, quem precisou voltar, pode fazer uso do serviço de transfer entre os terminais. Pela manhã, não se formou fila no check in e, enquanto aguardavam o embarque, os passageiros tomaram café na lanchonete que fica no saguão.

O diretor presidente da BH Airport, Paulo Rangel, afirmou que o novo terminal trará melhorias para os passageiros de voos internacionais e também domésticos. Segundo ele, serão liberados 40% das áreas de embarque e desembarque que eram ocupadas pelos procedimentos dos voos internacionais. Um percentual alto apesar de as operações internacionais representarem apenas 4% do volume total de passageiros.

Mudanças O passageiro que vai partir ou chegar de viagens do exterior precisa ficar atento às mudanças. Àqueles com voos diretos para o exterior devem seguir para o novo terminal. Lá, ele pode fazer o check-in e despachar a bagagem. São 19 balcões de check-in rotativos. A unidade dispõe também de estacionamento próprio, com 400 vagas descobertas. Os passageiros em rotas internacionais que vão fazer conexão em São Paulo, Rio de Janeiro ou qualquer outra cidade brasileira devem ir para o antigo terminal e fazer todos os procedimentos lá. Os viajantes de rotas nacionais devem manter a antiga rotina.



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Com mais pontos de controle e devolução de bagagem, tempo de liberação, antes de 48 minutos, será reduzido (foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A/Press)

Mudança importante deve ser percebida pelos passageiros em conexão para o exterior. Os viajantes que farão conexão em Confins, depois de desembarcar no antigo terminal, devem pegar suas bagagens e seguir para a nova unidade. Um ônibus gratuito estará disponível para o percurso entre os terminais. Outra possibilidade é seguir a pé pela passarela que liga os dois terminais (800 metros). O mesmo é válido no sentido inverso. Ou seja, os passageiros vindo de voos do exterior que seguirão para o interior ou outros destinos no Brasil devem pegar sua bagagem e seguir para o antigo terminal. As opções de transporte também são as mesmas.

Um detalhe importante em relação as novas operações internacionais e a disposição das lojas free shop. A partir de agora, a unidade do setor de desembarque fica posicionada depois das cabines da Receita Federal e da Polícia Federal. A alteração da unidade free shop somada ao maior número de esteiras de bagagem e pontos de controle de passaporte e alfândega devem agilizar o fluxo na saída dos voos vindos do exterior. Hoje a restituição de bagagem de voos internacionais demora até 48 minutos.

Atualmente, segundo dados da BH Airport, menos de 4% dos viajantes que passam pelo aeroporto vão direto para o exterior. Confins dispõe de operações para Lisboa (TAP), Buenos Aires (Aerolíneas Argentinas), Miami (American Airlines e TAM) e cidade do Panamá (Copa Airlines). Um quinto destino será atendido pela Azul a partir de novembro – Orlando. Apesar da baixa demanda, o espaço antes destinado ao setor internacional correspondia a 40% da área do terminal 1. Com a mudança, a empresa deve fazer obras na antiga ala internacional para transferir para as operações domésticas. A previsão é que em três meses o espaço esteja pronto.

 

ALÉM DO LIMITE Nem assim, o aeroporto deve adequar-se ao seu limite operacional. O antigo terminal comporta 10,2 milhões de passageiros por ano. Neste ano, a tendência e receber aproximadamente 11,5 milhões de pessoas. Sem os passageiros internacionais, transferidos para o (TPS 3), serão pouco mais de 11 milhões de pessoas voando apenas no terminal 1. Ou seja, 800 mil acima do limite. na prática, isso significa desconforto para o usuário. Não há efeito sobre a segurança.

A principal alteração a partir do período de concessão do aeroporto, no entanto, deve ser percebida apenas com a construção do terminal de passageiros 2 (TPS 2). A construção deveria ficar pronta até abril do ano que vem, mas a BH Airport já se antecipou sobre a impossibilidade de entregar a obra no prazo. A empresa alega que houve atraso no processo de licenciamento da unidade. A expectativa é que na próxima reunião do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) seja analisado o processo. Sem isso a obra não pode ser iniciada.

 

 

http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/09/16/internas_economia,688750/puxadinho-de-confins-entra-em-operacao-para-voos-internacionais.shtml

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