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​SkyWest encomenda 18 jatos E175 adicionais para voar pela United Express


ricardoferreomodelismo

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Dá-lhe EMBRAER !!!

 

Fonte: http://www.embraer.com.br/pt-BR/ImprensaEventos/Press-releases/noticias/Paginas/SkyWest-Inc-encomenda-18-jatos-E175-adicionais-para-voar-pela-United-Express.aspx

 

 

São José dos Campos – SP, 14 de setembro de 2015 - A Embraer anunciou hoje que assinou um pedido firme com a SkyWest, Inc. para 18 jatos E175. O pedido, que será incluído carteira de pedidos da Embraer do terceiro trimestre de 2015, tem valor estimado de USD 800 milhões, com base nos atuais preços de lista. Os aviões serão operados pela SkyWest Airlines por meio de uma emenda no acordo de compra de capacidade (CPA - Capacity Purchase Agreement, em inglês) com a United Airlines.

Com esta nova aquisição de 18 aeronaves o número total pedidos firmes da SkyWest para o E175 chega a 73 unidades.

A entrega do primeiro avião está prevista para 2016. Os E175 serão configurados em duas classes com 76 lugares, sendo 12 assentos na primeira classe, 16 assentos na econômica plus e 48 assentos na econômica, e vão operar sob a marca United Express.

Os E175 apresentam uma nova ponta de asa que, juntamente com outros aprimoramentos técnicos, melhora o desempenho aerodinâmico. O consumo de combustível em um voo típico é 6,4% menor do que em um E175 original. Na América do Norte, o E175 é a aeronave preferida das companhias aéreas que operam jatos de 76 assentos. Nos últimos dois anos, o jato obteve mais de 80% dos pedidos das companhias aéreas dos Estados Unidos na categoria.

A Embraer é o único fabricante a ter desenvolvido uma moderna família de quatro aeronaves voltada ao segmento de 70 a 130 assentos. Desde o lançamento formal do programa, em 1999, os E-Jets redefiniram o conceito tradicional de aeronaves regionais por servirem a uma grande variedade de tipos de operação. O primeiro E-Jet entrou em serviço em 2004.

 

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Fonte:http://newsroom.united.com/2015-06-15-United-Airlines-to-Add-More-Embraer-E175-Aircraft-to-United-Express-Fleet

 

United Airlines press release:

 

"Our customers tell us that they are thrilled with these modern, fuel-efficient aircraft," said Ron Baur, United's vice president of fleet. "The E175s are a great addition to the regional fleet and further align the United Express in-flight experience with our mainline service."

 

"E175 Features
The E175s will offer 12 seats in United First and 64 seats in United Economy, including 16 extra-legroom United Economy Plus seats. The aircraft also offer more personal space for customers, with wider seats and aisles than other regional aircraft; a power outlet at each United First seat; and large overhead bins that can accommodate standard-size carry-on bags.

Earlier this year United began installing Wi-Fi capabilities on E175 aircraft operating as United Express. This summer the airline plans to equip the E175s with personal device entertainment, offering customers complimentary movies and television shows to view on their Wi-Fi-enabled iOS and Android devices using United's mobile app, as well as on laptop computers.

 

United also recently refreshed dining options for customers seated in United First on E175 aircraft, offering freshly prepared entrées and expanded meal-service times on longer flights."

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impressionante como os jatos Embraer se encaixam como uma luva no mercado dos EUA. já no país onde nasceram nem tanto...claro, mercados bem diferentes, apesar de dimensões territoriais parecidas.

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impressionante como os jatos Embraer se encaixam como uma luva no mercado dos EUA. já no país onde nasceram nem tanto...claro, mercados bem diferentes, apesar de dimensões territoriais parecidas.

 

Não exatamente ...

Sim, a frota de 170/175/190 é maior nos Estados Unidos.

 

Mas a Azul do Brasil possui a maior frota mundial de E190/195 em operação.

 

Possui ainda 8 E195 a serem entregues e 30 pedidos firmes com direito a mais 20 opções para o E195-E2-

 

Fonte: http://www.airfleets.net/exploit/production-e190.htm

 

Airline Country Active aircraft Azul Linhas Aereas

Azul%20Linhas%20Aereas.jpg PT.gif Brazil 84 Embraer 190/195 flying with Azul Linhas Aereas

View these Embraer 190/195

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Ótima notícia... e parece que a United ainda pode encomendar (ou contratar de terceiros) mais 10 unidades do E175. Aí então o limite de jatos deste porte será atingido e não poderá encomendar (ou contratar) mais, a não ser que adicione aeronaves de 100+ assentos em sua frota... daí poderá encomendar mais E175 na proporção de 1 E175 para cada 1,25 aviões de 100+ assentos.

 

Ozires

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Ótima notícia... e parece que a United ainda pode encomendar (ou contratar de terceiros) mais 10 unidades do E175. Aí então o limite de jatos deste porte será atingido e não poderá encomendar (ou contratar) mais, a não ser que adicione aeronaves de 100+ assentos em sua frota... daí poderá encomendar mais E175 na proporção de 1 E175 para cada 1,25 aviões de 100+ assentos.

 

Ozires

Osires,

 

como é essa regra e por quê ela existe? Com qual função?

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São regras criadas para cada empresa (a United tem uma, a Delta tem outra completamente diferente e por assim vai)... com o intuito de limitar a subcontratação de serviços pelas "major Airlines" para as "regional Airlines", onde os salários dos pilotos são menores. O intuito é preservar o emprego dos pilotos das "major" onde o salário é melhor (evita que estes empregos migrem em excesso para as regionais.

 

As regras são impostas pelos sindicados dos pilotos e são conhecidas no mercado como "Scope Clauses".

 

É isso...

 

Sds.

Ozires

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Osires,

 

como é essa regra e por quê ela existe? Com qual função?

 

Nobre “capelini”, tentarei explicar em linhas básicas.

 

O principal motivo é preservar de uma forma artificial a prioridade de emprego dos pilotos mais antigos, experientes e com salários consequentemente maiores dentro da linha aérea principal (“mainline”).

 

É a tal chamada “scope clauses”.

 

Existem acordos entre os sindicatos dos pilotos e as cias. aéreas sobre estas cláusulas de limitação.

 

Em geral, as cias. aéreas subcontratam terceirizadas para voarem os aviões das linhas aéreas regionais.

 

As tripulações desses aviões, em sua maioria menos experientes e muitos deles entrantes na profissão, ganham menos (em verdade bem menos) do que os pilotos da “mainline”.

 

Entre outros fatores para os salários serem menores estão a menor experiência e a idade dos pilotos e outros benefícios trabalhistas que são oferecidos pelas “mainline” mas não são ofertados pelas regionais.

 

Muitos desses pilotos são novatos e possuem somente o mínimo de horas de voo exigido pela legislação.

 

A grande maioria desses pilotos se sujeitam a ganhar bem menos para poderem adquirirem experiência e um dia mais tarde virem a atuar na “mainline”.

 

Entretanto, uma lei recente americana exige agora que estes pilotos só podem trabalhar nas cias. aéreas regionais com um mínimo de 1.500 horas de voo.

 

Isto tem provocado uma redução no número de pilotos novos disponíveis no mercado dentro dessa nova exigência, com consequente aumento de custos para as regionais, visto que os pilotos com esse número de horas de voo tendem a querer ganhar mais.

 

O mercado americano das cias. aéreas regionais está em franca expansão, mas a limitação das horas de voo está ocasionado uma escassez de pilotos com consequente influência nos custos de operação e eventual redução nos planos de expansão de suas frotas.

 

Outro fator é manter uma proporção da quantidade de aviões regionais em relação aos aviões da “mainline”, de forma a impedir que gradualmente aviões maiores e com tripulações que ganham mais sejam paulatinamente substituídos por aviões menores das regionais e com tripulações menos experientes e com menores salários.

 

De novo, para preservar os empregos.

 

Assim, criam-se critérios que podem variar de cia. aérea para cia. aérea, entre eles:

 

- limite do número de aviões regionais em relação ao número de aviões da “mainline” de forma a manter uma proporcionalidade entre as frotas,

- peso máximo da aeronave operada pela regional;

- número de assentos máximos da aeronave operada pela regional.

 

Espero ter ajudado.

 

Um forte abraço a você,

Ricardo ...

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Máquina de fazer dinheiro, principalmente nos EUA. 85 assentos, 2 comissarios (seguindo a norma de 1 comissario a cada 50 assentos) e com o novo pacote aerodinamico da Embraer (novos winglets e outros refinamento) que trouxe 6% de economia...

Parabens Embraer.

 

Já aqui no Brasil....

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Máquina de fazer dinheiro, principalmente nos EUA. 85 assentos, 2 comissarios (seguindo a norma de 1 comissario a cada 50 assentos) e com o novo pacote aerodinamico da Embraer (novos winglets e outros refinamento) que trouxe 6% de economia...

Parabens Embraer.

 

Já aqui no Brasil....

Mas aqui no Brasil poderia ser uma máquina de dinheiro ou que diminuíssem as perdas.

 

Em rotas em horários fora de pico (vôos VDC) poderiam ser utilizados os E-Jets no lugar dos A319/B737. As empresas preferiram padronizar nos A320 e B738 e amargam yields baixos.

 

Tam e Gol poderiam ter facilmente 20 E-Jets cada.

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São regras criadas para cada empresa (a United tem uma, a Delta tem outra completamente diferente e por assim vai)... com o intuito de limitar a subcontratação de serviços pelas "major Airlines" para as "regional Airlines", onde os salários dos pilotos são menores. O intuito é preservar o emprego dos pilotos das "major" onde o salário é melhor (evita que estes empregos migrem em excesso para as regionais.

 

As regras são impostas pelos sindicados dos pilotos e são conhecidas no mercado como "Scope Clauses".

 

É isso...

 

Sds.

Ozires

 

 

 

Nobre “capelini”, tentarei explicar em linhas básicas.

 

O principal motivo é preservar de uma forma artificial a prioridade de emprego dos pilotos mais antigos, experientes e com salários consequentemente maiores dentro da linha aérea principal (“mainline”).

 

É a tal chamada “scope clauses”.

 

Existem acordos entre os sindicatos dos pilotos e as cias. aéreas sobre estas cláusulas de limitação.

 

Em geral, as cias. aéreas subcontratam terceirizadas para voarem os aviões das linhas aéreas regionais.

 

As tripulações desses aviões, em sua maioria menos experientes e muitos deles entrantes na profissão, ganham menos (em verdade bem menos) do que os pilotos da “mainline”.

 

Entre outros fatores para os salários serem menores estão a menor experiência e a idade dos pilotos e outros benefícios trabalhistas que são oferecidos pelas “mainline” mas não são ofertados pelas regionais.

 

Muitos desses pilotos são novatos e possuem somente o mínimo de horas de voo exigido pela legislação.

 

A grande maioria desses pilotos se sujeitam a ganhar bem menos para poderem adquirirem experiência e um dia mais tarde virem a atuar na “mainline”.

 

Entretanto, uma lei recente americana exige agora que estes pilotos só podem trabalhar nas cias. aéreas regionais com um mínimo de 1.500 horas de voo.

 

Isto tem provocado uma redução no número de pilotos novos disponíveis no mercado dentro dessa nova exigência, com consequente aumento de custos para as regionais, visto que os pilotos com esse número de horas de voo tendem a querer ganhar mais.

 

O mercado americano das cias. aéreas regionais está em franca expansão, mas a limitação das horas de voo está ocasionado uma escassez de pilotos com consequente influência nos custos de operação e eventual redução nos planos de expansão de suas frotas.

 

Outro fator é manter uma proporção da quantidade de aviões regionais em relação aos aviões da “mainline”, de forma a impedir que gradualmente aviões maiores e com tripulações que ganham mais sejam paulatinamente substituídos por aviões menores das regionais e com tripulações menos experientes e com menores salários.

 

De novo, para preservar os empregos.

 

Assim, criam-se critérios que podem variar de cia. aérea para cia. aérea, entre eles:

 

- limite do número de aviões regionais em relação ao número de aviões da “mainline” de forma a manter uma proporcionalidade entre as frotas,

- peso máximo da aeronave operada pela regional;

- número de assentos máximos da aeronave operada pela regional.

 

Espero ter ajudado.

 

Um forte abraço a você,

Ricardo ...

 

Perfeito!

 

Entendido agora, pela explanação de ambos.

 

Muito grato e abraços.

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Se não fosse Trip/Azul, pouco conheceríamos desse empresa nacional.

 

Nobre "tamazi", com todo respeito, fale por você.

 

EMBRAER:

 

Seus aviões EMB-110 Bandeirante serviram nossas regionais e ainda servem nossa FAB e algumas empresas de táxi aéreo; seus EMB-111 "Bandeirulha" através de nossa FAB ainda patrulham e fazem buscas e salvamentos em nosso extenso litoral; seus EMB-312 Tucano treinam nossos cadetes da AFA; seus EMB-121 Xingu ainda servem a empresários e empresas de táxi aéreo em território nacional; seus AMX ainda servem nossa FAB; seus EMB-326 Xavante serviram à nossa FAB por quase 40 anos; seus EMB-120 Brasília serviram a empresas aéreas e ainda servem à nossa FAB; centenas de EMB-202 Ipanema servem à nossa agricultura; centenas de Cariocas, Coriscos, Tupis, Minuanos, Sertanejos, Senecas, Navajos e Carajás ainda voam por todos os rincões deste imenso país; seus ERJ-145 serviram a Rio-Sul e Passaredo e ainda servem nossa FAB e nossa Polícia Federal e a alguns conglomerados empresariais; seus ERJ-145 AEW através de nossa FAB defendem nossas fronteiras; seus ERJ-135 (Legacy 600) servem a empresas privadas e servem nossa FAB; seus EMB-314 Super Tucano servem nossa FAB e nossa Esquadrilha da Fumaça; seus E-190 servem a nossa Presidência da República; empresários, particulares, táxis aéreos, empresas entre outros fazem uso dos inúmeros Phenom 100, Phenom 300, em breve os Legacy 450 e Legacy 500. Até mesmo a FAB fará uso dos Legacy 500. E, sim, seus E175 e E190 já voaram pela TRIP e seus E190 e E195 voam pela Azul.

E, em breve, veremos seus KC-390 servindo a nossa FAB.

 

São 46 anos de história.

Quase 20.000 empregados de mais de 20 nacionalidades.

Filiais em muitos países.

Mais de 5.000 aviões produzidos e entregues.

Terceira maior indústria de aviões comerciais do mundo.

Tem mais de 90 companhias aéreas em 61 países pelo mundo como seus clientes.

Seus aviões voam em mais de 50 forças armadas pelo mundo afora.

 

Mais sobre a história da Embraer ???

Recomendo:

 

The-History-of-Embraer-A-Historia-Da-Emb

 

Um forte abraço a você !!!

Ricardo ...

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Nobre Ozires,

 

É uma pena ... fazem um "estardalhaço" quando alguma aérea nacional incorpora algum equipamento importado.

 

Mas mal notam quando há uma notícia relevante como esta.

 

Esquecem da quantidade de empregos gerados aqui.

 

E, junto com os novos empregos, dividendos em forma de tributos.

 

Sem contar toda a cadeia de benefícios em torno desta indústria:

 

- institutos dedicados a formação profissional nesta indústria tão exigente e específica;

- extensa cadeia de empresas aeroespaciais que produzem material de alta tecnologia e valor agregado;

- contribuição à balança de exportações do país.

 

Mais que isto tudo, é uma vitrine do Brasil para o mundo daquilo que somos capaz de produzir e que não é simplesmente commoditie.

 

Aí, vem alguém e diz, que não fosse por TRIP e Azul ninguém conheceria esta empresa.

 

São só 46 anos de história como falei mais acima ...

 

Forte abraço a você !!!

Ricardo ...

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Excelentes vídeos... já me acostumei a ter a percepção de que a empresa é mais conhecida lá fora do que aqui dentro!

 

Sds,

Ozires

 

Tem gente no post que bebeu skydrol numa golada só.....

 

G-sus.

Os posts dele são engraçados, mas talvez eu tenha entendido o que ele quis dizer... que se a TRIP e Azul não tivessem operado o E-Jet, não seriam conhecidos aqui e é verdade... primeiro que somos um país dividido em duas marcas... se é avião pequeno é Cessna (mesmo os Piper da Cessna rssss)... se é avião grande é BOING (sem o E entre o O e I...)... não se esqueçam do velorio do Rolim, o Datena elogiando a passagem do Boeing A330 da TAM...

 

Mas talvez tirando ali os anos 90 quando se tinha muito Brasília e Bandeirante, hoje sem Azul, não teriamos conhecimento do belo avião (pro passageiro principalmente) que é o E-Jet... o Francês, que tem 2 fabricantes lá, voando de Air France ou de CCM... tem altas chances de voar num ATR ou num AIRBUS... o Brasileiro que entra numa TAM, numa GOL voará um produto externo (não vamos entrar na seara de que o modelo de negócios dele exige aviões maiores)... mas se fizermos um backtrack... quando da saída do F100, a TAM poderia ter pulado ao E190... a GOL poderia ter o E190 na frota, quiçá o E175...

 

Enfim, parece que a Embraer nasceu no país errado, pois não é tão conhecida (como deveria ser) e seus produtos bombam lá fora, mas não são famosos aqui dentro, excetuando-se um único operador comercial... como diria Gabriel Pensandor, sou muito patriota, gosto da bandeira com as estrelas e as listras!

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Os posts dele são engraçados, mas talvez eu tenha entendido o que ele quis dizer... que se a TRIP e Azul não tivessem operado o E-Jet, não seriam conhecidos aqui e é verdade...

 

 

Nobre PT-KTR,

 

Há muitos "brasis" que o Brasil desconhece.

 

Talvez no dia que deixarmos de enaltecer "as listras e as estrelas" e que nossa bandeira nacional esteja na porta de cada brasileiro não somente nos dias de jogos de copa de mundo de futebol, aí sim poderemos reconhecer nossos valores e cobrarmos o que nos é devido.

 

Como citei, são só 46 anos de história.

 

E, entre altos e baixos, a empresa que muitos (mesmo aqui no Fórum) ignoram ou desconhecem, deveria ser orgulho nacional.

 

Infelizmente, ela é o único orgulho que tenho tido nos dias de hoje.

 

E, não me importa que o petróleo seja nosso. Afinal, não me lembro de ter recebido qualquer "pixuleco" proveniente de negociatas políticas.

Dai é fácil deduzir: é seu mas não lhe pertence !!!

 

Outrora orgulho nacional, e em respeito a seus honestos trabalhadores, preferiria que fosse uma empresa privada. Se assim o fosse, hoje não haveria uma "lava-jato".

 

Aí você consegue entender minhas palavras:

 

- uma é desconhecida pela grande maioria;

- a outra é conhecida por quase todos pelos seus escândalos.

 

Então, na qual devemos nos espelhar ???

 

Um forte abraço a você!

Ricardo ...

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Nobres: não considerar a posição da Embraer no cenário global da indústria de aviação, ou até melhor, não considerar a importância do modelo estratégico adotado pela Embraer, em um primeiro momento na concepção dos Ejets, e em segundo movimento, a 'cirúrgica' progressão da família na forma de E2, a ocupar um espaço ideal aos propósitos dos operadores, mundialmente, em meu entendimento é um desconhecimento total de como a referida indústria se movimenta.

 

Não se tornou a terceira fabricante mundial em um negócio mais do que concorrido, podendo até dizer, um verdaeiro ninho de escorpiões, à toa. Quem conhece, “vive a cena”, sabe do valor inusitado da conquista da Embraer.

 

Navegador.

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Ricardoferreomodelismo,

 

Lembro quando o E170 chegou na Finnair, os finlandeses piraram no avião, apaixonaram, tanto que hoje a frota tem uma quantidade bacana de E190... enfim, talvez seja mais facil um Francês conhecer a Embraer e achar o máximo do que um Brasileiro. Como você disse somos um país de bandeiras durante copa do mundo... alias vide os protestos onde o povo vai de camisa da CBF representando o país, por sinal ilustra bem o Brasil, algo forjado e corrupto rs...

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