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Medici, da SAA, revela possibilidade de novo voo para RJ


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Anunciado há pouco pelo mercado como novo country manager da South African Airways (SAA), Altamiro Medici (foto) concedeu entrevista ao Portal PANROTAS. Com 13 anos de casa, o executivo assume o novo cargo com uma tarefa difícil, mas não menos prazerosa: voltar a crescer no Brasil.

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“Em momentos de crise, nós teremos de trabalhar em dobro”, disse ele. E trabalho, como apontou, haverá de sobra. Entre janeiro e agosto deste ano, a companhia aérea caiu 22% em vendas, em comparação com o mesmo período do ano passado.

“A partir de abril, percebemos uma melhora no número. Em julho, por exemplo, tivemos ocupação de 82% no voo da tarde”, completou, reiterando a relevância da rota operada ininterruptamente há 46 anos.

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Com o dólar alto e o surto do ebola que, ainda que não tenha atingido o país, preocupou o brasileiro a ponto de não viajar para a África do Sul até o primeiro semestre do ano, Medici vê o segundo semestre do ano com um viés mais otimista. “Se o dólar estabilizar em R$ 4, nós vamos manter o crescimento contínuo até o fim de 2015”, destacou o country manager.

Se 2015 encerrar de maneira positiva para a South African Airways, Medici revela que a intenção a médio prazo é manter uma boa taxa de ocupação em São Paulo e, assim, pensar em outros mercados para trabalhar. “Ao nos consolidarmos [em São Paulo] com uma demanda interessante, o Rio de Janeiro será o nosso principal alvo”, concluiu, referindo-se à possível criação de um voo conectando a cidade maravilhosa à capital sul-africana, Joanesburgo.

Embora não tenha novas ações previstas para o mercado brasileiro, Medici reforça o compromisso de promover a África do Sul com o trade.

“Nós vamos dar o suporte aéreo e toda logística necessários ao trade e na promoção de famtour e press trips para o país”, finalizou.

 

 

 

Fonte < panrotas

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Há quantos anos escutamos essa ladainha da SAA sobre vinda ao GIG?rs

 

Se quando estávamos enchendo avião de gente eles preferiram investir no 2º voo em SP, imagina agora com essa crise braba....

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A SAA, que no mês das férias escolares tirou a cabeça de dentro d'água, registrou uma ocupação de 71,34% se levarmos em consideração os SA 222, 223, 224 e 225 (Dados da Anac, postados em outro tópico).

 

Se um deles estava girando a 82%, isso faz com que o outro tenha tido uma ocupação de aproximadamente 60%.

 

Nos outros meses, em que a ocupação foi pior, esse número deve ter sido bem menor.

 

Mas enfim... SAA no GIG?! Acho que nem em Agosto/16...

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“Ao nos consolidarmos [em São Paulo] com uma demanda interessante, o Rio de Janeiro será o nosso principal alvo”,

 

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Basta interpretar as palavras dele e nao o que a reporter presumiu: a partir do momento que GRU se consolidar (ter bons loads e yields o ano todo), vao começar a analisar Outros mercados e, pela logica, o GIG é o principal alvo. Na minha opiniao, olhando a situacao economica, seria algo para 2 a 3 anos. E Deveriam iniciar com voos sazonais na alta temporada em ambas as pontas.

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Basta interpretar as palavras dele e nao o que a reporter presumiu: a partir do momento que GRU se consolidar (ter bons loads e yields o ano todo), vao começar a analisar Outros mercados e, pela logica, o GIG é o principal alvo. Na minha opiniao, olhando a situacao economica, seria algo para 2 a 3 anos. E Deveriam iniciar com voos sazonais na alta temporada em ambas as pontas.

 

A SAA trabalha com sazonalidade? Nunca vi esse tipo de movimento por parte da cia...

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No momento atual antes de cortar talvez faça sentido testar mover antes dos Jogos os 4 voos semanais para um potencial JNB-GIG e deixar por lá até o fim do inverno IATA.

 

Acho que isso pode ser positivo até para o mercado de São Paulo pois tende a criar mais publicidade para a SAA, capilaridade para servir o Brasil e a América do Sul, e ter um produto que para a Asia tem restrições grandes.

 

O unico senão é que até economias como Angola estão enfrentando problemas.

 

A do Brasil nem precisamos mencionar.... mas para Asiáticos.. o Brasil está muito barato.

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A SAA trabalha com sazonalidade? Nunca vi esse tipo de movimento por parte da cia...

Que eu saiba nao trabalha, mas deveria. CPT dentre outras atracoes na regiao "bombam" no final do ano quando o Hemisfério Norte está abaixo de zero e com o ZAR bem mais em conta que USD/EUR para os Brasileiros, cada vez mais veremos conterrâneos indo passear por lá.

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A direção da SAA Brasil, foi toda substituída, agora pode ser que mudem os voos adicionais

(alem do diário da tarde ) pro GIG.

 

Inicialmente, esse voo foi JNB/GIG/JNB.

 

Vão contratar inclusive um executivo residente no RJ para atuar nas vendas da cidade.

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Até 2016 a SAA terá que escolher uma nova aeronave longhaul. O A350 pode ser apropriado para LHR, mas grande demais em muitas rotas.

Se o escolhido for 787, é uma aeronave ideal para novos mercados (-8), assim como para as maiores rotas (-9).

Com 787 rotas para o GIG e EZE poderiam ser restabelecidas.

 

Inicialmente, esse voo foi JNB/GIG/JNB.

Era outro contexto, GIG era praticamente o único aeroporto apto a receber internacionais.

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O executivo estava sendo político... Reduziram o JNB-GRU de 14 para 9 frequências semanais, não vai ser agora que vão apostar em um JNB-GIG.

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Essas notas geralmente começam com uma pergunta, que depois não fica explícita. Algo como "vocês planejam voar para o Rio?". Na verdade não planejam.

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A crise tira demanda corporativa

IPO`s e emissões estão paralisados, a industria de oleo e gas parou de investir, a industria em geral não está investindo e menos estrangeiros vem ao Brasil fazer negócios.

 

O mercado muda de emissor para receptor.

dolar a 1,70 favorece o Brasileiro ir ao exterior, enquanto o dólar a 4 claramente não motiva o Brasileiro a ir ao exterior com os mesmos objetivos.

 

O mix de alguns mercados muda.

Brasil-Argentina dominava a cena... agora quem domina é Argentina-Brasil.

 

A visão das cias aéreas muda.

Quem apostar na mudança de mix tende a ter mais facilidade de atravessar esses próximos 2 a 3 anos e também para o cenário de flexibilização do câmbio que vai ocorrer de 2017 a 2018 (quando o dolar deve cair para até R$ 2,30)

 

Mas tem muita gente avessa a mudanças, mesmo quando elas são claras - normal.

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Dólar a 2,30? Um sonho!

 

Parece, mas na verdade Fabio, nós temos um defeito muito grande no balanço de pagamentos.

 

E esse defeito produz a variação que vemos ocorrer... ele cai e incentiva importação, saida de lucros (menor a taxa, maior o valor que é enviado), gastos de Brasileiros no exterior. E pouco a pouco o balanço de pagamentos chega a um ponto onde é necessário o ajuste, e isso produz a desvalorização do real.

 

No lado oposto, o dolar alto demais traz estrangeiros ao Brasil, incentiva compras de ativos no Brasil, incentiva exportações e o capital estrangeiro em geral.

Isso pouco a pouco leva o a apreciação lenta e gradual do Real

 

Ja aconteceu 5 vezes nos ultimos 20 anos.

 

E vai continuar acontecendo pois somos deficitarios em tudo que geraria um balanço de pagamentos equilibrado, e nossas exportações de manufaturados são quase que "sazonais".

 

Então não duvido que o câmbio vai cair, mas não falo em 2015 ou 2016.

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