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Ampliação do aeroporto JK levará até sete anos para conclusão


jambock

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AA direto de bsb tô fora.

 

Mendigar esse serviço ai não é minha praia.

 

Usei umas 2 vezes na epoca boa de Delta, Tam e etc há 5,4 anos... Era aceitável. Mas sempre disse o 757 da Delta era mto melhor e se hoje a delta estivesse com ele aqui eu aceitaria.

 

Mas esse da AA é inaceitável. É mendigar serviço. É aquela velha expressão. "melhor isso do que nada". Nesse ponto não concordo. E o preço não é essas coisas tudo não.

 

Por 2100 reais, você embarque aqui a noite e vai dormindo. Chega as 6 da manhã em MIA e ainda pode aproveitar o dia. Pra mim é uma ótima opção.

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Por 2100 reais, você embarque aqui a noite e vai dormindo. Chega as 6 da manhã em MIA e ainda pode aproveitar o dia. Pra mim é uma ótima opção.

Exato. Não é o melhor equipamento do mundo, mas o serviço é bem justo e a conveniência de chegar em MIA com 7h de voo ajuda a superar minhas críticas. Se o preço estiver bom, não hesito em pegar o AA214. Pode melhorar? Pode, mas não é o fim do mundo.

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E por falar na AA

 

Malha AMERICAN AIRLINES INC (AAL)

Solicitação 09/11/2017 – Alteração – a Distribuir – Efetivo 26/11/2017.

AAL213 – 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, sab, dom – KMIA 02:15 SBBR 09:55 – B752 (174 pax)
AAL214 – 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, sab, dom – SBBR 23:55 KMIA 04:45 – B752 (174 pax)

Hotran AAL-000520-019 (Internacional)

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Por que eles não fazem esse voo AA214 diurno?

Acho que o problema é, o horário. Pois se o voo tem duração de quase 8 horas, se sair de dia, dependendo do horário, chega a noite,e aí claro, as pessoas querem conexão para outra cidade, e lógico, tem que coincidir com outros voos da AA dentro de Miami para outras localidades. Chegar lá e não ter conexão, com certeza os paxs irão ficar moscando no aeroporto. Ainda mais se o destino final não ser Miami.

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Agora eu acho que não é por falta de dinheiro que a expansão do aeroporto de Brasília não saia...

 

O Governo Federal planeja investir R$ 1,3 bilhão em investimentos na Infraero em 2018, de modo a acompanhar os dispêndios a serem realizados pelos sócios privados vencedores das concessões. Dentre os aeroportos que receberão recursos, destaque para Brasília, Confins, Galeão e Guarulhos.

 

Fonte: http://www.economiaemdia.com.br/EconomiaEmDia/pdf/Investimento_09_11_2017.pdf

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Por que eles não fazem esse voo AA214 diurno?

 

 

Além das conexões citadas pelo pesquisador, voos noturnos tem mais apelo para viajantes de negócios, que são os mais lucrativos para as companhias.

 

O horário desse voo está excelente, pois permite um tempo razoável de sono e chega em ambas as pontas em horário que permitem aproveitar o resto do dia.

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E por falar na AA

 

Malha AMERICAN AIRLINES INC (AAL)

 

Solicitação 09/11/2017 – Alteração – a Distribuir – Efetivo 26/11/2017.

 

AAL213 – 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, sab, dom – KMIA 02:15 SBBR 09:55 – B752 (174 pax)

AAL214 – 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, sab, dom – SBBR 23:55 KMIA 04:45 – B752 (174 pax)

 

Hotran AAL-000520-019 (Internacional)

 

Nada de diferente. Só ajuste de horário?

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Me desculpem o peso das criticas, não quero aqui parecer que estou criticando tudo e todos.

 

Mas não, esse horário do hotran postado não está excelente. A ida OK, mas a volta... Mostra perfeitamente que ngm da preferencia a esse voo a não ser o pessoal de bsb que gosta de voar direto. Esse hotran se fosse excelente SP teria um 777 saindo de MIA as 2 da manha.

 

Pegar um 757 com 30 anos de idade as 2 da manha em Miami mostra que esse voo não tem prioridade nenhuma pra nada. Camaradas pegar qualquer avião as 2 da manha de deixa moido no dia seguinte. Pegar um 757 pra um voo de 7 hrs vai de deixar mais moido ainda. Porém a AA está certa, afinal eles podem colocar qualquer coisa pra voar a qualquer horário, os clientes que preferem voar direto irão estar dispostos a usar o serviço e relevar o péssimo produto.

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Me desculpem o peso das criticas, não quero aqui parecer que estou criticando tudo e todos.

 

Mas não, esse horário do hotran postado não está excelente. A ida OK, mas a volta... Mostra perfeitamente que ngm da preferencia a esse voo a não ser o pessoal de bsb que gosta de voar direto. Esse hotran se fosse excelente SP teria um 777 saindo de MIA as 2 da manha.

 

Pegar um 757 com 30 anos de idade as 2 da manha em Miami mostra que esse voo não tem prioridade nenhuma pra nada. Camaradas pegar qualquer avião as 2 da manha de deixa moido no dia seguinte. Pegar um 757 pra um voo de 7 hrs vai de deixar mais moido ainda. Porém a AA está certa, afinal eles podem colocar qualquer coisa pra voar a qualquer horário, os clientes que preferem voar direto irão estar dispostos a usar o serviço e relevar o péssimo produto.

 

HOTRANs são em horário de Brasília.

 

Ele decola de MIA às 23:15, actually.

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Me desculpem o peso das criticas, não quero aqui parecer que estou criticando tudo e todos.

 

Mas não, esse horário do hotran postado não está excelente. A ida OK, mas a volta... Mostra perfeitamente que ngm da preferencia a esse voo a não ser o pessoal de bsb que gosta de voar direto. Esse hotran se fosse excelente SP teria um 777 saindo de MIA as 2 da manha.

 

Pegar um 757 com 30 anos de idade as 2 da manha em Miami mostra que esse voo não tem prioridade nenhuma pra nada. Camaradas pegar qualquer avião as 2 da manha de deixa moido no dia seguinte. Pegar um 757 pra um voo de 7 hrs vai de deixar mais moido ainda. Porém a AA está certa, afinal eles podem colocar qualquer coisa pra voar a qualquer horário, os clientes que preferem voar direto irão estar dispostos a usar o serviço e relevar o péssimo produto.

O horário de saída de MIA está claramente desconsiderando o fuso-horário. O voo continua saindo às 23:15, em linha com os voos noturnos de MIA para GRU e GIG. No big deal.

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A base do meu raciocínio para preferir o voo direto é simplesmente a "matemática":

 

- Ir sentado por 7h na poltrona de um velho 757 é "menos pior" que ir sentado por 1h30min de BSB para GRU em uma poltrona tábua de um Latam, depois amargar 4h ou 5h sentado em uma cadeira tábua de aeroporto de GRU esperando a conexão para só aí pegar um retrofitado 777 por 8h30min em uma poltrona só um pouco melhor..

 

Somando o trecho doméstico com o tempo de espera pela conexão no aeroporto já dá cerca de 6h (entre 5h30min e 6h30min).

 

Ou seja, só faltaria mais 1h para chegar no destino.

 

O "resultado líquido" de uma eventual troca seria: trocar a 1h faltante no 757 por 8h30min de um voo inteiro no 777.

 

O valor que atribuo a 7h30min que gastaria a mais do meu escasso tempo é muito maior que atribuo à troca de equipamento, é "muito caro" para uma simples troca de um 757 por um 777.

 

 

Me desculpem o peso das criticas, não quero aqui parecer que estou criticando tudo e todos.

 

Mas não, esse horário do hotran postado não está excelente. A ida OK, mas a volta... Mostra perfeitamente que ngm da preferencia a esse voo a não ser o pessoal de bsb que gosta de voar direto. Esse hotran se fosse excelente SP teria um 777 saindo de MIA as 2 da manha.

 

Pegar um 757 com 30 anos de idade as 2 da manha em Miami mostra que esse voo não tem prioridade nenhuma pra nada. Camaradas pegar qualquer avião as 2 da manha de deixa moido no dia seguinte. Pegar um 757 pra um voo de 7 hrs vai de deixar mais moido ainda. Porém a AA está certa, afinal eles podem colocar qualquer coisa pra voar a qualquer horário, os clientes que preferem voar direto irão estar dispostos a usar o serviço e relevar o péssimo produto.

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A base do meu raciocínio para preferir o voo direto é simplesmente a "matemática":

 

- Ir sentado por 7h na poltrona de um velho 757 é "menos pior" que ir sentado por 1h30min de BSB para GRU em uma poltrona tábua de um Latam, depois amargar 4h ou 5h sentado em uma cadeira tábua de aeroporto de GRU esperando a conexão para só aí pegar um retrofitado 777 por 8h30min em uma poltrona só um pouco melhor..

 

Somando o trecho doméstico com o tempo de espera pela conexão no aeroporto já dá cerca de 6h (entre 5h30min e 6h30min).

 

Ou seja, só faltaria mais 1h para chegar no destino.

 

O "resultado líquido" de uma eventual troca seria: trocar a 1h faltante no 757 por 8h30min de um voo inteiro no 777.

 

O valor que atribuo a 7h30min que gastaria a mais do meu escasso tempo é muito maior que atribuo à troca de equipamento, é "muito caro" para uma simples troca de um 757 por um 777.

 

 

 

Que bom amigo.

 

Mas por aqui vc vai cruzar com alguns malucos que preferem as conexões ao voos diretos, simplesmente pq andar de avião faz parte da diversão e convenhamos né a escassez de tempo é uma opção pessoal, seu dia tem 24 hrs assim como o meu.

 

Procure nos flight reports que vc verá este cidadao que vos escreve fazendo um misero gru-fco (roma) com conexão em londres e barcelona. ou gru-cdg por nova iorque....

 

Como disse, são por vcs que a AA manda essa tranqueira pra cá.

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Nobre Colega,

 

Beleza. Mas não considero correto o raciocínio por você apresentado de que a empresa não troca o equipamento porque o povo de Brasília prefere voar direto.

 

Acho que é o contrário: por preferir voar direto é que a rota existe e a AA não faz como os chilenos da JJ que entubam conexões por GRU e, aí, exatamente por forçar a conexão, colocam equipamentos maiores como 777 ou A-350. Um equipamento melhor só viria para essas rotas diretas se estas rotas se consolidassem e garantissem ocupação suficiente para manter o resultado positivo da operação.

- As rotas da AA em BSB atualmente quase não garantem a frequência diária ao longo do ano (e é melhor 7 frequências semanais de 738 que 1 de A-380 já que o determinante é ter o voo disponível/existente no dia que se quer voar).

- A Delta, por exemplo, trocou o 757 pelo 767 e, depois, cancelou a rota (preferiria ter mantido a rota, mesmo com o 757).

 

No mais, nada contra quem quer brincar de avião, mas quem usa avião, em sua esmagadora maioria, não o faz por brincadeira e sim por precisar se deslocar de um ponto a outro (por trabalho ou lazer ou...) e a opção racional é sempre buscar o melhor benefício/custo.

 

Para a maioria dos usuários as variáveis decisivas são custo e tempo, calibradas com conforto.

 

- Para mim, aumentar 7h30min (8h30 min voando em 777 com poltrona só um pouco melhor que a 1h restante em um velho 757) significa um aumento de 750% de tempo por um conforto adicional que, no meu caso, estimo ser de menos de 10%. No meu caso seria uma escolha absolutamente irracional.

 

Mas claro que cada caso é um caso e tem gente que voaria de Brasília a Goiânia com escalas em Manaus e Porto Alegre. Cada um tira prazer de onde lhe convier. Neste caso, a equação que apresentei acima teria pesos e resultados diferentes:

- Para uma pessoa assim, por exemplo, o conforto adicional derivado de poder voar em um 777 pode valer 1.000% a mais, compensando muito o aumento de 750% de tempo.

 

Como eu já voei nessas máquinas todas (de cessna monomotor e bandeirante a A-380), não me mobiliza a troca de equipamento por tão pouco benefício.

 

 

Que bom amigo.

 

Mas por aqui vc vai cruzar com alguns malucos que preferem as conexões ao voos diretos, simplesmente pq andar de avião faz parte da diversão e convenhamos né a escassez de tempo é uma opção pessoal, seu dia tem 24 hrs assim como o meu.

 

Procure nos flight reports que vc verá este cidadao que vos escreve fazendo um misero gru-fco (roma) com conexão em londres e barcelona. ou gru-cdg por nova iorque....

 

Como disse, são por vcs que a AA manda essa tranqueira pra cá.

 

A base do meu raciocínio para preferir o voo direto é simplesmente a "matemática":

 

- Ir sentado por 7h na poltrona de um velho 757 é "menos pior" que ir sentado por 1h30min de BSB para GRU em uma poltrona tábua de um Latam, depois amargar 4h ou 5h sentado em uma cadeira tábua de aeroporto de GRU esperando a conexão para só aí pegar um retrofitado 777 por 8h30min em uma poltrona só um pouco melhor..

 

Somando o trecho doméstico com o tempo de espera pela conexão no aeroporto já dá cerca de 6h (entre 5h30min e 6h30min).

 

Ou seja, só faltaria mais 1h para chegar no destino.

 

O "resultado líquido" de uma eventual troca seria: trocar a 1h faltante no 757 por 8h30min de um voo inteiro no 777.

 

O valor que atribuo a 7h30min que gastaria a mais do meu escasso tempo é muito maior que atribuo à troca de equipamento, é "muito caro" para uma simples troca de um 757 por um 777.

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  • 1 month later...
Hard Rock Hotel chega ao Brasil com três hotéis inaugurados até 2021

 

Por Pedro Menezes em

26/12/17

 

O Hard Rock Hotel está chegando ao Brasil. Para trazer a marca para o país, a Venture Capital Investimentos (VCI) investirá mais de R$ 300 milhões na construção e inauguração de três hotéis até 2021. A rede é conhecida por proporcionar aos hóspedes uma experiência de astro do rock, com serviços direcionados para toda a família, incluindo shows musicais e exibição de itens originais de grandes artistas mundiais.

A negociação com o Hard Hotel Rock começou há quatro anos e a empresa adquiriu o direito de utilizar a marca no mercado brasileiro. Atualmente três empreendimentos estão em implementação, com obras em andamento em Fortaleza, no Ceará, Ilha do Sol, no Paraná, e Caldas Novas em Goiás projeto em estágio inicial. Com o contrato firmado com a Hard Rock Hotel Brasil, a companhia controla os investimentos, mas toda a operação da marca no Brasil fica diretamente a cargo da rede americana.

“Buscamos projetos com diferenciais claros e padrão reconhecido internacionalmente como a Hard Rock Hotel. Para ter sucesso nos negócios, avaliamos as tendências para conseguir as melhores oportunidades de investimento. Escolhemos inicialmente a região Nordeste, com o estado do Ceará devido à alta demanda turística da região” explica Samuel Sicchierolli, fundador, acionista e CEO da VCI.

A marca Hard Rock possui US$ 4,7 bilhões de faturamento e está presente em 177 países, sendo considerada uma das mais valiosa do mundo. No país, está presente desde 2015, quando recebeu a primeira unidade de um café em Curitiba.

O de BSB pelo visto, foi pro limbo.
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Hard Rock Café terá primeiro hotel temático no Brasil em Brasília



Famosa marca americana terá 3 unidades hoteleiras no Brasil, duas no Centro-Oeste e Goiânia pode ganhar um restaurante da rede

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Curta Mais apurou e confirmou a informação que até então não passava de especulação: Brasília terá a primeira unidade da badalada marca internacional Hard Rock. A cadeia americana de restaurantes temáticos com mais de 140 unidades espalhadas em 36 países, cujo tema é o rock 'n roll, chega por aqui com o pacote completo: o Hard Rock Hotel, complexo que inclui clube, restaurante, bar, hotel e, claro, o famoso café.

Foi confirmada a construção do primeiro Hard Rock Hotel do Brasil no conglomerado de prédios que integram o megaprojeto do novo plano imobiliário do Aeroporto Internacional de Brasília. A inauguração está prevista para 2020.

A rede afirmou, por meio de nota, que o prédio contará com 400 quartos, área externa com piscina e deck, mais de 1,5 mil m² destinados a eventos, além de um restaurante, um longe na cobertura, spa e centro fitness. O projeto grandioso ainda não tem data de inauguração prevista, no entanto, estima-se que ele levaria até cinco anos para ser concluído.

"Como anfitrião da Copa do Mundo de 2014 e das próximas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, o Brasil entrou oficialmente no palco mundial, vendo aumento do apelo para viajantes internacionais, enquanto suas atrações naturais e culturais continuam a ser uma força para viagens domésticas", disse em nota o vice-presidente de desenvolvimento global de hotéis da Hard Rock International,

Segundo comunicado da rede, estão previstas para este ano as construções de três unidades da marca no país em Itapema (SC), Brasília (DF) e Caldas Novas (GO). O primeiro hotel temático será construído em Caldas Novas.

Goiânia também está nos planos do grupo empresarial que prevê uma unidade do Hard Rock Café no Shopping Flamboyant, segundo informou ao Curta Mais o diretor da Rmex, Ricardo Assunção. As negociações já começaram.

Três unidades no Brasil

A Hard Rock International terá três unidade de hotéis no Brasil, e o Centro Oeste ganhará dois empreendimentos, uma em Brasília (DF) e outra em Caldas Novas (GO). A terceira unidade será em Itapema (SC).

O Hard Rock Caldas Novas começa a ser erguido em junho deste ano na área do antigo Country Clube de Caldas Novas e deve ser inaugurado em 4 anos. Será o primeiro hotel temático da rede no Brasil!

Goiânia também está nos planos do grupo empresarial que prevê uma unidade do Hard Rock Café no Shopping Flamboyant, segundo informou ao Curta Mais o diretor da Rmex, Ricardo Assunção. As negociações já começaram.

Hotéis e Resorts

A Hard Rock fechou um contrato de R$ 300 milhões com emissão de títulos de dívidas, com o fundo brasileiro VCI, para início dos negócios. Apesar disso, a gestão dos empreendimentos será feita pela própria empresa.

As obras de duas unidades já começaram: uma em Praia de Lagoinhas, a 80 km de Fortaleza (CE), e outra na Ilha do Sol, região de Londrina (PR). O empreendimento de Caldas Novas (GO) será construído do zero. A inauguração dos hotéis e resorts está programada para 2020. Um dos motivos do atraso nas obras foi a garantia de manter um padrão global, padronizando os quartos e áreas comuns, fazendo com que as unidades que já estavam em construção fossem adaptadas.

Para o fundo VCI, essa parceria significa um grande salto no mercado hoteleiro. Até então, o único projeto da empresa havia sido o Tryp by Whydham, que opera dentro do Aeroporto de Garulhos e já não faz parte do portifólio da empresa. A intenção do fundo é começar as vendas dos projetos dos hotéis e resorts da Hard Rock entre maio e junho de 2018.

A Hard Rock Resorts possui 26 projetos em andamento e mais 35 novos contratos fechados nos últimos três anos. O objetivo da empresa é chegar no total de 100 hotéis e resorts até o ano de 2020. Abrindo espaço tanto para mais negociações com o fundo VCI quanto com outros investidores.

O início do projeto por cidades como Caldas Novas, Lagoinhas e Ilha do Sol se explica pelo fato de serem cidades turísticas conhecidas como "secundárias", ou seja, relativamente desconhecidas ou de importância regional. Isso quer dizer que apesar de não possuírem o poder de atração de cidades como Rio de Janeiro ou capitais nordestinas, a marca Hard Rock poderá ser capaz de atrair turistas do mundo todo para esses lugares "não tão conhecidos".

Fonte: http://www.curtamais.com.br/brasilia/hard-rock-cafe-tera-primeiro-hotel-tematico-no-brasil-em-brasilia

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Tentam emplacar aeroporto como centro de convenção/shopping/resort. E ainda tem de dividir espaço com uma base aérea

A falta de visão além de 4 anos é desesperadora.

Até aonde eu sei, o local aonde será construído o tal hotel, não interfere em nada no funcionamento do aeroporto, até mesmo porque. Já sei, em vez de construir um hotel, vamos colocar mais duas pistas para ampliar a capacidade do aeroporto. Sem contar que o hotel é privado, e vai trazer o que o aeroporto está mais desesperado nesse momento RECEITA. O que as companheiras aéreas nacionais não estão nenhum pouco interessadas em operar em Brasília. E sem contar, houve crise, houve. Mas a Inframerica teve de comprar a parte PODRE da Infravix que se leia ENGEVIX para não contaminar o restante da operação. E para fazer caixa rapidamente, lógico, que tem que se criar áreas comerciais para ganhar capacidade financeira, até mesmo porque agora a INFRAERO é um peso morto no aeroporto, não aloca nenhum centavo para a concessionária, igual fez com Galeão. Então no caso dessas novas áreas, não vai retirar nenhum centímetro operacional, a não ser que o povo queira que o aeroporto expanda amalucadamente, aí sim, irão virar um GIGANTESCO ELEFANTE BRANCO. E sabe qual conceito de elefante branco. Acho que pelo visto não sabe.

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ANAC assina Termo Aditivo que altera contrato do aeroporto de Brasília



Processo de alteração foi concluído na última quarta-feira (20)

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) assinou, nesta quarta-feira (20), o Termo Aditivo que prevê a reprogramação do fluxo de pagamento da outorga do contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília. A alteração do Contrato foi realizada nos termos da Lei nº 13.499, de 26 de outubro de 2017, e da Portaria nº 135, de 28 de março de 2017, do Ministério de Transportes, Portos e Aviação Civil.

A alteração do pagamento da outorga foi oficializada após a concessionária de Brasília recolher os valores pendentes da outorga no montante de R$ 557.084.441,59, ficando adimplente com todas as obrigações no contrato perante o Governo Federal. Com a alteração, a Inframerica recolheu a outorga antecipada na última quarta-feira (20), no valor de R$ 118.935.098,85.

As parcelas futuras da outorga fixa deverão ser recolhidas nos prazos e valores indicados abaixo, reajustados pelo IPCA acumulado de fevereiro de 2012 até o mês anterior à data de pagamento.

Os investimentos previstos continuam vigentes conforme o contrato assinado em 14/06/2012. Veja quais são os investimentos previstos aqui.



Data


Valor

24 de julho de 2018 - R$ 12.965.360,99 (doze milhões, novecentos e sessenta e cinco mil, trezentos e sessenta reais e noventa e nove centavos)

24 de julho de 2019 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2020 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2021 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2022 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2023 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2024 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2025 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2026 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2027 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2028 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2029 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2030 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2031 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2032 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2033 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2034 - R$ 180.045.300,00 (cento e oitenta milhões, quarenta e cinco mil e trezentos Reais)

24 de julho de 2035 - R$ 262.156.269,13 (duzentos e sessenta e dois milhões, cento e cinquenta e seis mil, duzentos e sessenta e nova Reais e treze centavos)

24 de julho de 2036 - R$ 262.156.269,13 (duzentos e sessenta e dois milhões, cento e cinquenta e seis mil, duzentos e sessenta e nova Reais e treze centavos)

24 de julho de 2037 - R$ 262.156.269,13 (duzentos e sessenta e dois milhões, cento e cinquenta e seis mil, duzentos e sessenta e nova Reais e treze centavos)

fonte: http://www.anac.gov.br/noticias/anac-assina-termo-aditivo-que-altera-contrato-do-aeroporto-de-brasilia

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Besteira né, agora se fosse em Guarulhos não seria.

 

Nem em GRU é local ideal, talvez no centro de SP. Eu penso que esses tipos de hotéis são mais recomendáveis em destinos turísticos de lazer, Caldas Novas, Olímpia, praias no Nordeste, etc.

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Nem em GRU é local ideal, talvez no centro de SP. Eu penso que esses tipos de hotéis são mais recomendáveis em destinos turísticos de lazer, Caldas Novas, Olímpia, praias no Nordeste, etc.

Não tem nada haver, até mesmo porque, BRASÍLIA está se firmando como destino TURÍSTICO, e eu nem vou mencionar que páginas estrangeiras que atestam isso. Portanto, igual o caso da DISNEY, eles já bateram o martelo, acredite se quiser, em 1960 a primeira DISNEY seria em BRASÍLIA. Adivinha porque não foi... Por um lado pessoas com pensamento iguais ao seu, e outra, o sr Walt Disney até negociou com nada menos que JK. Ele foi taxativo, Brasília tem todos os requisitos que eles procuram, mas faltava um novo requisito. Até CURITIBA apresentou uma proposta tentadora. Isenção de impostos por 50 anos agora em 2017. Mas o Sr. Walt Disney pediu para JK isenção fiscal em todos os níveis, quer ser Federal, Estadual e Municipal pela ETERNIDADE. Isso mesmo que leu. Isenção de Impostos Eterna. Aí JK não quis, e ele abriu a primeira Disneyland localizado em Anaheim, California em 1955. Detalhe se JK aceitasse, com certeza hoje você teria outro pensamento.

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Hard Rock Café terá primeiro hotel temático no Brasil em Brasília

 

Famosa marca americana terá 3 unidades hoteleiras no Brasil, duas no Centro-Oeste e Goiânia pode ganhar um restaurante da rede

 

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Curta Mais apurou e confirmou a informação que até então não passava de especulação: Brasília terá a primeira unidade da badalada marca internacional Hard Rock. A cadeia americana de restaurantes temáticos com mais de 140 unidades espalhadas em 36 países, cujo tema é o rock 'n roll, chega por aqui com o pacote completo: o Hard Rock Hotel, complexo que inclui clube, restaurante, bar, hotel e, claro, o famoso café.

 

Foi confirmada a construção do primeiro Hard Rock Hotel do Brasil no conglomerado de prédios que integram o megaprojeto do novo plano imobiliário do Aeroporto Internacional de Brasília. A inauguração está prevista para 2020.

 

A rede afirmou, por meio de nota, que o prédio contará com 400 quartos, área externa com piscina e deck, mais de 1,5 mil m² destinados a eventos, além de um restaurante, um longe na cobertura, spa e centro fitness. O projeto grandioso ainda não tem data de inauguração prevista, no entanto, estima-se que ele levaria até cinco anos para ser concluído.

 

"Como anfitrião da Copa do Mundo de 2014 e das próximas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, o Brasil entrou oficialmente no palco mundial, vendo aumento do apelo para viajantes internacionais, enquanto suas atrações naturais e culturais continuam a ser uma força para viagens domésticas", disse em nota o vice-presidente de desenvolvimento global de hotéis da Hard Rock International,

 

Segundo comunicado da rede, estão previstas para este ano as construções de três unidades da marca no país em Itapema (SC), Brasília (DF) e Caldas Novas (GO). O primeiro hotel temático será construído em Caldas Novas.

 

Goiânia também está nos planos do grupo empresarial que prevê uma unidade do Hard Rock Café no Shopping Flamboyant, segundo informou ao Curta Mais o diretor da Rmex, Ricardo Assunção. As negociações já começaram.

 

Três unidades no Brasil

 

A Hard Rock International terá três unidade de hotéis no Brasil, e o Centro Oeste ganhará dois empreendimentos, uma em Brasília (DF) e outra em Caldas Novas (GO). A terceira unidade será em Itapema (SC).

 

O Hard Rock Caldas Novas começa a ser erguido em junho deste ano na área do antigo Country Clube de Caldas Novas e deve ser inaugurado em 4 anos. Será o primeiro hotel temático da rede no Brasil!

 

Goiânia também está nos planos do grupo empresarial que prevê uma unidade do Hard Rock Café no Shopping Flamboyant, segundo informou ao Curta Mais o diretor da Rmex, Ricardo Assunção. As negociações já começaram.

 

Hotéis e Resorts

 

A Hard Rock fechou um contrato de R$ 300 milhões com emissão de títulos de dívidas, com o fundo brasileiro VCI, para início dos negócios. Apesar disso, a gestão dos empreendimentos será feita pela própria empresa.

 

As obras de duas unidades já começaram: uma em Praia de Lagoinhas, a 80 km de Fortaleza (CE), e outra na Ilha do Sol, região de Londrina (PR). O empreendimento de Caldas Novas (GO) será construído do zero. A inauguração dos hotéis e resorts está programada para 2020. Um dos motivos do atraso nas obras foi a garantia de manter um padrão global, padronizando os quartos e áreas comuns, fazendo com que as unidades que já estavam em construção fossem adaptadas.

 

Para o fundo VCI, essa parceria significa um grande salto no mercado hoteleiro. Até então, o único projeto da empresa havia sido o Tryp by Whydham, que opera dentro do Aeroporto de Garulhos e já não faz parte do portifólio da empresa. A intenção do fundo é começar as vendas dos projetos dos hotéis e resorts da Hard Rock entre maio e junho de 2018.

 

A Hard Rock Resorts possui 26 projetos em andamento e mais 35 novos contratos fechados nos últimos três anos. O objetivo da empresa é chegar no total de 100 hotéis e resorts até o ano de 2020. Abrindo espaço tanto para mais negociações com o fundo VCI quanto com outros investidores.

 

O início do projeto por cidades como Caldas Novas, Lagoinhas e Ilha do Sol se explica pelo fato de serem cidades turísticas conhecidas como "secundárias", ou seja, relativamente desconhecidas ou de importância regional. Isso quer dizer que apesar de não possuírem o poder de atração de cidades como Rio de Janeiro ou capitais nordestinas, a marca Hard Rock poderá ser capaz de atrair turistas do mundo todo para esses lugares "não tão conhecidos".

 

Fonte: http://www.curtamais.com.br/brasilia/hard-rock-cafe-tera-primeiro-hotel-tematico-no-brasil-em-brasilia

 

 

Erro de apuração? Fortaleza termina obras em 2020, Caldas Novas em 2022, e a unidade do Paranã ainda não tem previsão.

 

https://www.vciholding.com/copy-of-informacoes-investidores

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Erro de apuração? Fortaleza termina obras em 2020, Caldas Novas em 2022, e a unidade do Paranã ainda não tem previsão.

 

https://www.vciholding.com/copy-of-informacoes-investidores

Erro de apuração, pois no caso do hotel do aeroporto de Brasília não terá mais a VCI como investidora, serão grupos de Brasília, Rio e São Paulo. Sem falar que tem mais projetos para sair do papel, como em Gramado por exemplo, o projeto se encontra aqui.

 

Fonte: http://forum.skyscraperpage.com/showthread.php?t=231346

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