Jump to content

ANA plans direct flights to Mexico as business travel booms


F-BVFA

Recommended Posts

TOKYO -- All Nippon Airways will start daily direct flights between Japan and Mexico in the second half of fiscal 2016, tapping surging demand for business travel as Japanese companies make inroads into the country.


The ANA Holdings unit will offer one round-trip flight per day between Tokyo-area Narita Airport and Mexico City, the capital. The route will be served by a Boeing 787-8, the latest-model midsize jet from the American aerospace manufacturer.


Flight times, schedules and other details remain undecided. The direct flight is seen shaving around 3 hours off travel times between Japan and Mexico City compared with current itineraries involving connections in the U.S.


The Narita-Mexico City route is now served only by Mexican flag carrier Aeromexico, which offers four round-trip flights per week. Japan Airlines once flew the route but ended service in 2010, when it filed for bankruptcy. ANA will be the first Japanese carrier in around seven years to offer service between the cities.


ANA opened a Mexico City office in 2015 to attract corporate customers ahead of the launch of the new flights. It began service that June from Narita to the U.S. city of Houston, a gateway to destinations in Central and South America. Service to Mexico is handled through a code-sharing arrangement with United Airlines.


Japanese automakers are leading the charge into Mexico. More than 800 companies from Japan had a Mexican presence in 2014. Passengers who traveled between the two countries in 2014 totaled 142,400 on a one-way basis, up nearly 20% on the year. The figures are seen surging further after the Trans-Pacific Partnership free agreement takes effect.


The Mexico City airport sits more than 2,000 meters above sea level, reportedly making takeoff with a full fuel load a challenge. ANA will consider limiting passenger numbers and cargo weight to cope until more efficient engines are available.




Link to comment
Share on other sites

Era esperado este movimento da ANA no México, mas o que faz estar ao lado dos EUA, acordos bilaterais e estímulo a indústria. Resultado é este vôo.

 

Esta rota deverá ser NRT-MEX e 3-4x semanais.

 

E a ANA quer aproveitar o veto da JAL para se firmar na América Latina, quem sabe lançam GRU daqui uns anos, pois a JL está de olho.

Link to comment
Share on other sites

E a ANA quer aproveitar o veto da JAL para se firmar na América Latina, quem sabe lançam GRU daqui uns anos, pois a JL está de olho.

 

 

Acho viável a All Nippon em GRU, que está com um grande plano de expansão internacional até 2020, mas vão ter que esperar as coisas melhorarem por aqui. Arriscado lançar um TYO-XXX-GRU até 2018, pelo menos.

 

 

Em seu último Release ela deu dica de prováveis novas rotas.

 

 

"ANA also plans to further expand its network by;

・ Engaging in more integrated joint ventures or seeking new partnership with other carriers

・ Continuing to strengthen its existing routes

Expanding new services to “white spots” in Asia and Central and South America"

 

http://www.anahd.co.jp/en/pr/201601/20160129-2.html

Link to comment
Share on other sites

Nossa crise é grave mas uma hora passará. SP possui a maior colônia de Japoneses fora do Japão e é sede de grande parte das empresas Japonesas na América do Sul. Onde há crise, há também oportunidades: o Valor noticiou ontem que a Gerdau mudou de estratégia devido ao excesso de aço no mundo e criou uma joint-venture com duas gigantes Japonesas (Sumitomo e Japan Steel Works) na sua unidade em Pindamonhangaba (SP) dedicada a atender a indústria de energia eólica. Assim como os Chineses, os Japoneses, investidos em nosso país há bem mais tempo, estão intensificando a presença de suas empresas por aqui. No cenário atual, acredito muito mais na ANA do que na JAL por aqui.

 

Por que não estender o NRT-MEX a GRU? O desvio de uma hipotética rota nonstop é de apenas 1,1%, igual à distância via LAX e ainda inseriria uma cia da Star Alliance entre as 2 maiores metrópoles da AL.

Link to comment
Share on other sites

Era esperado este movimento da ANA no México, mas o que faz estar ao lado dos EUA, acordos bilaterais e estímulo a indústria. Resultado é este vôo.

 

Esta rota deverá ser NRT-MEX e 3-4x semanais.

 

E a ANA quer aproveitar o veto da JAL para se firmar na América Latina, quem sabe lançam GRU daqui uns anos, pois a JL está de olho.

Agora que reparei que será vôos diários, um passo e tanto.

 

 

 

Acho viável a All Nippon em GRU, que está com um grande plano de expansão internacional até 2020, mas vão ter que esperar as coisas melhorarem por aqui. Arriscado lançar um TYO-XXX-GRU até 2018, pelo menos.

Eu acho que México pode ajudar GRU sair, evita a Europa, o visto americano e DXB. E a ANA é uma companhia capaz de competir com as ME3. Aparentemente o serviço da NH parece ser menos firula (e verdadeiro) que as ME3.

 

No cenário atual, acredito muito mais na ANA do que na JAL por aqui.

 

Por que não estender o NRT-MEX a GRU? O desvio de uma hipotética rota nonstop é de apenas 1,1%, igual à distância via LAX e ainda inseriria uma cia da Star Alliance entre as 2 maiores metrópoles da AL.

A JAL tem tradição na rota e no trade, mas a aeronave adequada para GRU (B787) é muito premium para o nosso mercado. Fora que ela tem a parceria da Tam e AA via JFK, LAX e DFW (retornou em dezembro passado).

 

A NH se autoproclama como uma companhia premium do Japão, mas o seu 787 é mais adequado ao nosso mercado que os da JL.

 

A JAL é proibida de lançar novos destinos internacionais (salvo algumas exceções) até 2017 snme, a ANA quer aproveitar esta deixa e entrar em vários mercados.

Link to comment
Share on other sites

  • 3 months later...
  • 2 months later...

Também deve ser importante falar. Desde o ano passado a ida de dekasseguis para o Japão voltou a aumentar. Este ano também, de maneira considerável.

Link to comment
Share on other sites

Interessante que o MEX irá se tornar a principal porta para a Ásia (exceto Golfo Pérsico) saindo da América Latina. A Aeroméxico tem 7 semanais (4 para NRT e 3 para PVG), a ANA voará 7x também e a Hainan 3, totalizando 17.

 

São Paulo teve até alguns anos atras 10 vôos semanais: 5x pela Korean, 3x pela SIA e 2x pela Air China. A vantagem do México é que, para as ME3, não é vantagem fazer MEX-DXB-NRT sendo que há possibilidade de vôos diretos ou então os diversos hubs nos EUA e Canadá.

 

Mesmo com altitude, MEX pode ser trabalhado para se tornar hub entre Extremo Oriente (PVG, PEK, NRT e ICN) e a América Latina.

Link to comment
Share on other sites

  • 2 weeks later...

A combinação frota long haul em excesso, one-route policy e por estar ao lado dos EUA (e economia melhor que seus pares latinos) resultará em outra chinesa voando para MMMX. A China Southern pediu à CAAC para fazer 3x semanais CAN-YVR-MEX, a começar em dezembro deste ano.

 

Não se sabe se será incremento de vôos do CAN-YVR ou esticar a operação existente, pois a CZ pediu que o equipamento será A330, B777 ou B787.

 

No passado a JAL fez NRT-YVR-MEX.

 

Fonte: China Aviation Daily.

Link to comment
Share on other sites

O que é 'one route policy' ?

Tirando a Air China, que pode fazer o que quiser pode ser estatal, há uma regra do governo chinês em que, se há uma empresa chinesa voando um City pair (ex. PEK-SFO) com origem na China continental, nenhuma outra empresa chinesa pode voar na mesma rota.

Sei que essa restrição vale pra rotas destinos EUA, mas não sei se valem para qualquer destino...

Link to comment
Share on other sites

A "one airline, one route policy" é isso mesmo. Não é oficial e válido para qualquer rota fora do Extremo Oriente.

 

As 3 grandes são estatais, mas a Air China é a empresa flag carrier de facto do governo chinês. Ela voa PVG-CDG e PVG-SYD concorrendo com a China Eastern, mas esta não pode voar PEK-JFK.

 

É este motivo que muitas empresas chinesas voam para locais inusitados ou saindo de cidades secundárias (neste caso elas recebem subsídios do governos locais) para o exterior. A Hainan, por exemplo, voará Tianjin-JFK como alternativa ao PEK-JFK da CA (Tianjin é como se fosse um VCP deles).

 

Para mostrar mais a proteção à favor da Air China, o governo decidiu que a CA será a empresa chinesa exclusiva de PEK quando o Daxing for inaugurado. China Southern e China Eastern serão transferidas para lá, junto com empresas menores (Tianjin Airlines e China Postal). PEK é mais próximo do centro, mostrando que as outras duas terão desvantagens contra a Air China mesmo em rotas domésticas.

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade