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Governo português e investidores chegam a acordo sobre a TAP


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http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/02/1737545-portugal-e-investidores-privados-concordam-em-dividir-controle-da-tap.shtml

 

Segundo a reportagem, o governo português elevará a fatia de 34% para 50%, enquanto que a Atlantic Gateway ficará com 45%, os 5% restantes ficarão com os funcionários, que poderão vender para a AG se quiserem.

 

O controle da empresa será exercida pelos investidores.

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“Governo não pretende intervir na gestão executiva da TAP”

ANA BRITO

06/02/2016 - 10:23

(actualizado às

16:34 )

António Costa assegura 50% da companhia aérea, Pedrosa lembra que a gestão será privada e Neeleman diz que quer negociar empréstimos com a banca. Memorando foi assinado este sábado.

O Governo assinou este sábado com os novos donos da TAP o acordo que garantirá ao Estado a metade do capital da companhia aérea. “É a falar que a gente se entende e a gente entendeu-se”, disse o primeiro-ministro, António Costa, depois de os ministros das Finanças, Mário Centeno, e do Planeamento, Pedro Marques, terem assinado com os empresários David Neeleman e Humberto Pedrosa um documento que marca o reforço da posição do Estado na companhia dos actuais 39% para 50%, embora “mantendo-se a TAP com o estatuto de empresa privada”.

A venda das acções pelos privados fica, no entanto, sujeita à obtenção das autorizações regulatórias e à “reestruturação financeira da TAP”, algo que deverá ficar definido até 30 de Abril, data em que se prevê a assinatura do contrato de promessa e venda, segundo refere uma síntese do memorando e que servirá de base às negociações técnicas que ainda terão de prosseguir.

O Estado vai pagar 1,9 milhões de euros (10,93 euros por acção) para reforçar a posição na TAP em 11% e “assume o compromisso de, no futuro, não deter uma participação superior a 50% na TAP”.

“Vamos ser sócios não só por dois anos, mas seguramente para sempre”, disse António Costa a Neeleman e a Pedrosa, lembrando que “o que era provisório” no anterior contrato – como a presença do Estado na empresa por apenas dois anos, a garantia das rotas por dez anos e do hub em Lisboa por 30 anos – agora é definitivo.

“O Governo não pretende intervir na gestão executiva da TAP”, afirmou ainda o líder do executivo, frisando que Portugal “é um Estado democrático que procura investimento estrangeiro”, e um país onde a "lei se cumpre e os direitos são garantidos”. Com este acordo, que não dá ao Estado a maioria inequívoca do capital da transportadora -- objectivo que por diversas vezes o Governo garantiu ser o seu objectivo -- , fica, no entanto, garantida "a perenidade da visão estratégica" da TAP para o país, disse Costa.

“O Estado será sempre o maior accionista da TAP, para sempre, como deve ser”, afirmou, por seu turno, o ministro do Planeamento e Infra-Estruturas, Pedro Marques, que teve a missão de negociar um novo acordo com David Neeleman e Humberto Pedrosa. Segundo Pedro Marques há, agora, “uma parceria plena com o consórcio” e a ideia de reversão da privatização “é manifestamente exagerada”.

Um novo casamento
Foi um “baralhar e dar de novo” que permitiu que os privados aceitassem os moldes do acordo com o Estado, depois de terem dito que ambos tinham projectos para a TAP que “não casavam”, assumiu Pedrosa. Segundo o dono do grupo Barraqueiro, houve “boa vontade” e “diálogo” que permitiu que o processo “terminasse em casamento”.

“Há um acordo de 50/50 pelo que a empresa será privada”, afirmou ainda, lembrando que “está confortável”, e que a gestão continua a ser privada e liderada por Fernando Pinto (ainda que o presidente do conselho de administração, que será nomeado pelo Estado, tenha voto de qualidade).

No âmbito do processo de alienação de 5% aos trabalhadores, o consórcio poerá ver diminuir a sua participação 45%, caso todas as acções sejam subscritas. Caso contrário, todas as acções que não forem para os trabalhadores ficarão com os privados, que podem assim acabar por ficar com uma posição superior a 45%.

Cinco anos sem dividendos
Se os direitos políticos do Estado na TAP serão maiores que os dos privados, muito diferente é o que ficou definido para os direitos económicos. Durante cinco anos, nenhuma das partes poderá retirar dividendos da empresa, mas após esse prazo, “e caso haja uma operação de dispersão de capital em bolsa”, o Estado “terá 18,75% dos direitos económicos” da TAP desde que subscreva 30 milhões de euros de um empréstimo obrigacionista de 120 milhões que já estava contratado pelos privados. “Temos essa intenção”, assegurou Pedro Marques.

No limite, se não houver uma subscrição nesse montante, a participação do Estado nos lucros poderá ficar limitada a 5%. “Foi um parto difícil, mas foi a forma que se encontrou para proteger quem faz a capitalização da empresa”, referiu ao PÚBLICO uma fonte próxima do consórcio. Isto porque o plano de capitalização da empresa que estava contratado com os privados da Gateway (e que já implicou a injecção de pelo menos 180 milhões na TAP) prosseguirá nos mesmos moldes.

https://www.publico.pt/economia/noticia/governo-assinou-memorando-para-garantir-50-da-tap-1722581

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A verdade em seis pontos sobre o negócio da TAP

06.02.2016 às 14h19

 

O Governo anunciou este sábado que tinha recuperado 50% da TAP num acordo histórico com os acionistas privados que no final do ano passado ganharam a privatização da companhia. Este era um ponto de honra do Governo de António Costa que por várias vezes disse que a TAP tinha de ser pelo menos 51% pública. A realidade é contudo um pouco diferente.

1. O Estado só fica com 50% dos direitos de voto. Ou seja, a dita recuperação do capital da TAP resume-se a ficar com 50% de ações que só permitem ao Estado votar com metade dos votos. Na prática isto quer dizer que o Estado recuperou a possibilidade de nomear 6 administradores não executivos e o presidente do conselho de administração.

2. Direitos económicos públicos podem chegar ao 18,75%. Depois da dispersão prevista em bolsa para daqui a 5 anos, o Estado deveria ficar com 5% dos direitos económicos da TAP. Esse valor pode agora passar para 18,75% mas para isso será necessário ao Governo pagar 30 milhões de euros. Como contrapartida aumenta a percentagem de dividendos a que pode ter direito no futuro, caso seja decidida a sua distribuição.

3. Não há data para que os 5% sejam vendidos aos trabalhadores. Já estava previsto, e assim continua, que os trabalhadores da TAP podem ficam com 5% do capital. E será o consórcio privado a abdicar desse valor. Só que não há data prevista para que isso aconteça. Pode até ser que coincida apenas com a dispersão do capital em bolsa previsto para daqui a 5 anos.

4. Só os privados mandam. A comissão executiva é totalmente privada. A gestão da empresa está entregue ao consórcio Neeleman/Barbosa e o Estado não tem qualquer voto na matéria no que diz respeito à aplicação do plano estratégico da empresa já aprovado. Ou seja, em matérias como rotas, compra de aviões e gestão corrente o Governo não tem qualquer poder.

5. Acordo só depois da reestruturação financeira da empresa. Para que este acordo seja assinado ainda é preciso que o Estado faça a reestruturação financeira da TAP. De modo a que a privatização fosse feita o governo de Passos Coelho deu garantias aos bancos sobre a dívida da TAP. Essa dívida vai ser agora reestruturada com a ajuda deste Governo de modo a baixar juros e prolongar prazos. No limite há um ganho para o Estado já que as garantias dadas não estavam isentas de custos e, claro, risco.

6. Decisões estratégicas só com maioria qualificada. O presidente, nomeado pelo Estado, tem voto de qualidade no caso de um empate em decisões do Conselho de Administração. Contudo ficou decidido neste acordo que as decisões estratégicas para a empresa têm de ser tomadas sempre por maioria qualificada. Como o Estado tem 50% e o consórcio também têm sempre de estar de acordo para que existam alterações relevantes para a companhia. Mesmo que os trabalhadores fiquem mais cedo com os 5% e se juntem ao Governo contra o consórcio (votando com 55%) não chega pois precisavam de dois terços dos votos.

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-02-06-A-verdade-em-seis-pontos-sobre-o-negocio-da-TAP

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TAP Portugal to source two A330s from Azul

 

16MAR2016

TAP Portugal (TP, Lisbon) will source two A330-200s from sister carrier Azul Linhas Aéreas Brasileiras (AD, Campinas Viracopos) as part of fleet expansion and renewal programme. The aircraft are PR-AIY (cn 365) and PR-AIX (cn 372) which will become CS-TOS and CS-TOT on the Portuguese registry respectively.

 

http://www.ch-aviation.com/portal/news/44685-tap-portugal-to-source-two-a330s-from-azul

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Prejuízos da TAP em 2015 podem ter ultrapassado os 150 milhões
22 Fev 2016

 

Hermínia Saraiva em Nova Iorque

David Neeleman assumiu esta tarde que a TAP registou em 2015 o maior prejuízo dos últimos 15 anos.

David Neeleman reconhece que os números ainda não estão fechados, mas considerando o comportamento da TAP nos primeiros dez meses do ano, o mais certo é que a companhia aérea tenha fechado o ano com um prejuízo na ordem dos 150 milhões de euros.

“Não sei o número exacto, mas acho que vai ser mais ou menos isso”, disse David Neeleman ao Económico à margem da apresentação do reforço da operação da TAP nos Estados Unidos. Na conferência de imprensa da apresentação das novas rotas, o accionista da TAP já tinha dito que “o prejuízo que [a TAP sofreu] no ano passado foi o maior que [sofreu] nos últimos 15 anos. Tem crise em Angola e no Brasil”.

Recorde-se que em 2008, a meio da crise financeira mundial que afectou em particular a indústria da aviação, num ano pontuando pelo aumento dos preços do petróleo, a companhia registou perdas na ordem dos 285 milhões de euros.

O que Neeleman já sabe é que “até Outubro foi o maior prejuízo dos últimos anos” e que Fernando Pinto, presidente da TAP, reconheceu no final do ano que apesar das convulsões, o final do ano trouxe boas notícias e alguma recuperação para a companhia.

Para este ano, as perspectivas não são melhores. Apesar do reforço da operação – além dos EUA, a TAP anunciou hoje novas ligações a Marrocos -, não antecipa ainda um resultado positivo, apenas que não será tão negativo quanto 2015. “Tudo demora para se desenvolver. Vai ficar bem melhor este ano do que no ano passado”, diz ao Económico.

http://economico.sapo.pt/noticias/prejuizos-da-tap-em-2015-podem-ter-ultrapassado-os-150-milhoes_243292.html

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Azul compra 40% da portuguesa TAP por US$ 100 milhões - G1.

 

Investimento decorre de acordo de US$ 450 mi com chinês HNA Group. Azul diz que operação abre espaço para explorar mais acordos comerciais. A companhia aérea Azul investiu cerca de US$ 100 milhões em títulos conversíveis em ações preferenciais da TAP Portugal, o que dará à brasileira direito de deter cerca de 40% do capital da portuguesa na ocasião da conversão. O investimento decorre do acordo de US$ 450 milhões do chinês HNA Group com a Azul anunciado no ano passado, segundo comunicado da Azul nesta segunda-feira (21). "O aporte na (companhia) portuguesa foi um requisito do acordo entre Azul e HNA Group", disse a aérea. Em nota, a Azul disse acreditar que este investimento fortalece os interesses comuns entre a companhia, a TAP e o HNA Group e "abre espaço para explorar ainda mais acordos comerciais, negociações conjuntas, parcerias para otimização de frota e oportunidades globais de trabalho e carreira para seus tripulantes". Em outubro do ano passado, a Autoridade da Concorrência de Portugal havia aprovado a venda da TAP para o consórcio Atlantic Gateway, que tem entre os integrantes o fundador da companhia aérea brasileira Azul. Em agosto do mesmo ano, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pelo consórcio Atlantic Gateway de 61% do capital da companhia aérea portuguesa TAP.

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De bobo o DN nao tem nada. E com isto VCP se fortalece, por ser o maior hub da AD no Brasil.

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eu já perdi as contas dessa compra da TAP.

 

o consórcio Neeleman + Pedrosa tinham comprado 61% do controle, foram forçados a devolver 16% pro Estado Português e ficaram com 45% do capital votante, confere?

 

agora vai a Azul e adquire (de quem? foi negócio na bolsa?) 40% do capital não votante, com dinheiro dos chineses. não olhei a composição da empresa mas será que se trata de uma forma de garantir um assento extra no conselho?

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Ele não é bobo tanto quanto nunca foi bem intencionado.

A intençao dele e de qualquer empresário é buscar o lucro, se é bem ou mal intencionado, depende do ponto de vista. Assim como os Amaro, Constantino....ele também não é santo, mas fez pela aviaçao Brasileira (gerando empregos e divisas para o país) mais do que milhares de outros empresarios. Desejo muito sucesso a Tap e Azul!

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Perguntar não ofende: por que a HNA não investiu os U$$ 100 mi da AD na TAP? Quer garantir algum ativo na eventual quebra da Azul?

Talvez por estar comprando preferenciais aqui, não havendo essa modalidade no caso da TAP.

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eu já perdi as contas dessa compra da TAP.

 

o consórcio Neeleman + Pedrosa tinham comprado 61% do controle, foram forçados a devolver 16% pro Estado Português e ficaram com 45% do capital votante, confere?

 

agora vai a Azul e adquire (de quem? foi negócio na bolsa?) 40% do capital não votante, com dinheiro dos chineses. não olhei a composição da empresa mas será que se trata de uma forma de garantir um assento extra no conselho?

Então ele, o DN tem ações dos dois lados, ações de capital votante e não votante, qual a diferença ? Qual o total então ?

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São dois momentos, 1º o Gateway pagou 180 milhões de euros e comprou 61% da TP. Agora a TP precisa de um empréstimo de 120 milhões. O HNA vai emprestar, a AD garante (aval) 90 milhões e o Governo Português 30 milhões. Quando a venda da TP for concluída (a ANAC de lá ainda não autorizou), esse empréstimo é convertido em ações. Confuso não?

 

http://economico.sapo.pt/noticias/accionistas-da-tap-aprovam-emprestimo-de-120-milhoes-de-euros_244538.html

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AZUL ENTRA NO CAPITAL DA TAP COMO “REQUISITO” DO INVESTIMENTO QUE RECEBEU DA CHINESA HNA

21-03-2016 (17h04)

A companhia brasileira Azul, de David Neeleman, anunciou hoje no Brasil ter investido cem milhões de dólares em obrigações convertíveis em acções preferenciais da TAP, especificando que “o aporte na portuguesa foi um requisito do acordo entre Azul e HNA Group”.

 

 

Esse acordo levou o grupo chinês a investir 450 milhões de dólares na Azul, o que lhe deu uma participação de 23,7% no capital da companhia fundada por David Neeleman, que se apresentou à privatização da TAP com a sua holding pessoal, mas que agora faz ‘entrar em cena’ a Azul.

 

O comunicado divulgado pela companhia aérea a anunciar o investimento na TAP diz que “acredita que este investimento fortalece os interesses comuns entre a companhia, a TAP e o HNA Group e abre espaço para explorar ainda mais acordos comerciais, negociações conjuntas, parcerias para optimização de frota e oportunidades globais de trabalho e carreira para seus tripulantes”... “Tudo sempre com aprovação das autoridades competentes”, acrescenta.

Aliás, esse espírito de cooperação já emergiu na renovação da frota da Portugália com aviões da Azul que, de outra forma, tendo em conta a queda do tráfego doméstico no Brasil, ficariam inactivos.

O comunicado da Azul começa por dizer que “acaba de investir aproximadamente US$ 100 milhões em títulos conversíveis em acções preferenciais da TAP Portugal”, o que lhe dará “o direito de deter aproximadamente 40% do valor económico da aérea portuguesa na ocasião da conversão do título e após aprovação da Autoridade Nacional da Aviação Civil de Portugal”.

“Esse investimento decorre do acordo de US$ 450 milhões do HNA Group anunciado ao final de 2015, quando o conglomerado chinês concordou em se tornar o mais novo accionista da Azul com 23,7% do valor económico da companhia” — acrescenta, concluindo que “O aporte na portuguesa foi um requisito do acordo entre Azul e HNA Group”.

 

 

http://www.presstur.com/empresas---negocios/aviacao/azul-entra-no-capital-da-tap-como-requisito-do-investimento-que-recebeu-da-chinesa-hna/

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Negócios da TAP com a White podem chegar a tribunal

 

NEGÓCIOS | jng@negocios.pt | 24 Março 2016, 09:09

 

A EuroAtlantic contesta a decisão da TAP em atribuir a operação da ponte aérea entre Lisboa e Porto à rival White, o que já recebeu “luz verde” do regulador. Tomaz Metello defende que deveria ter existido uma sondagem de mercado.

A companhia aérea privada portuguesa EuroAtlantic admite processar a TAP caso não seja explicada a entrega de aviões e rotas à rival White. A notícia é avançada pela edição desta quinta-feira, 24 de Março, do jornal i.

Tomaz Metello, CEO da EuroAtlantic, defende que não ter havido sondagem de mercado para entregar a operação da Portugália – agora TAP Express – pode constituir uma irregularidade. Em causa estão os voos entre Lisboa e Porto no âmbito da ponte aérea que será lançada já este domingo, 27 de Março. A mesma funcionará com voos operados em parte por aviões fretados à White.

"Fiquei muito admirado porque, como a TAP é uma empresa com capitais públicos, em princípio deveria ter perguntado quem teria melhor cotação para executar a operação", posiciona o gestor ao i.

Tomaz Metello fala em relações preferenciais entre a TAP e White e admite recorrer a instâncias fora do país neste caso: "Vou usar os meios jurídicos para esclarecerem estas questões por que nós seremos afectados".

Por sua vez, o jornal Público escreve que a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) já autorizou a TAP a fretar aviões para garantir esta ponte aérea. O regulador – depois de ter definido bloqueios à gestão a 19 de Fevereiro - considerou que a White tem um valor competitivo face ao mercado.

A "luz verde" permitirá fretar oito ATR 52 que pertenciam à Azul, empresa do sócio David Neeleman. Os equipamentos vão ser integrados na White, sendo depois alugados à TAP.

 

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/transportes/aviacao/detalhe/i_negocios_da_tap_com_a_white_podem_chegar_a_tribunal.html?utm_medium=Social&utm_source=Facebook&utm_campaign=Echobox&utm_term=Autofeed#link_time=1458812583

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