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5 radares do SISCEAB estão desligados devido restrições orçamentárias


RicardoT

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São Roque tinha sido dia 25... agora outros estão foram desligados

 

Radar Meteorológico
2016-04-28 06:14:57

Radar Meteorológico Gama/DF - Desligado por tempo INDETERMINADO.

Radar Meteorológico Petrolina/PE - Inoperante - Sem previsão de restabelecimento.

Radar Meteorológico São Francisco/MG - Inoperante - Sem previsão de restabelecimento.

Radar Meteorológico São Luis/MA - Maxcappi inoperante - Sem previsão de restabelecimento.

Radar Meteorológico Santa Teresa/ES - Desligado por tempo INDETERMINADO.

Radar Meteorológico São Roque/SP - Desligado por tempo INDETERMINADO.

Radar Meteorológico Tabatinga/AM - Maxcappi inoperante - Sem previsão de restabelecimento.

Radar Meteorológico Três Marias/MG - Desligado por tempo INDETERMINADO.

Radar Meteorológico Pico do Couto/RJ - Desligado por tempo INDETERMINADO.

Radar Meteorológico Cruzeiro do Sul/AC - Maxcappi inoperante - Sem previsão de restabelecimento.

Radar Meteorológico Tefé/AM - Maxcappi inoperante - Sem previsão de restabelecimento.

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Acho que são mais em ...

 

Como e que e mesmo ...13 e confirma ?

 

Abraços

 

Lopes

''Lacra o 13''

 

E aquelas 3 letrinhas simpáticas....

 

E eu acho engraçado que acabei de lembrar que em um evento em SP em novembro se não me falha a memória o Chefe do DECEA fez fortes elogios a ''presidenta''...comentando que mesmo com a crise... pro DECEA não faltava dinheiro para treinamento...e que até ''sobrava''.

 

estamos perdidos....no mínimo

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Aeronáutica desliga radares por falta de recursos

 

A REDEMET, Rede de Meteorologia da Aeronáutica, deixou de operar na manhã de hoje (28) onze radares meteorológicos espalhados por todo território brasileiro. Os radares, estimados em 4 milhões de reais cada, faziam parte do serviço oferecido pela Aeronáutica aos operadores aéreos militares e comerciais como forma de transmitir em tempo real as condições climáticas garantindo assim um maior nível de serviço e segurança aos viajantes brasileiros e internacionais.

Em contato com a assessoria da Aeronáutica fomos informados que os seguintes radares foram desativados por tempo indeterminado:

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O motivo foi confirmado como sendo necessário em decorrência das restrições orçamentárias enfrentadas pela Aeronáutica com a falta de repasse do Governo Federal. O fato ocorre dias após o rebaixamento do espaço aéreo pela IFALPA (International Federation of Air Line Pilot’s Association), órgão internacional responsável pela classificação dos espaços aéreos pelo mundo.

O rebaixamento ocorreu devido ao alto número de incidentes envolvendo aeronaves e balões ilegais. Após este rebaixamento o Brasil passou a ser classificado como Black Star (Criticamente Deficiente), tal rebaixamento tem efeitos muito sérios, não apenas em relação à segurança, mas também financeiros para as companhias aéreas.

Com a desativação dos radares fica claro o descaso do poder público com a situação crítica do espaço aéreo brasileiro, aumentando de forma significativa o risco de acidentes.

 

Fonte:

http://www.sistemampa.com.br/noticias/aeronautica-desliga-radares-por-falta-de-recursos/

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5 radares do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro estão temporariamente desligados por causa de restrições orçamentárias.

Fonte: Twitter da Rádio Band News FM (https://mobile.twitter.com/radiobandnewsfm)

Você não está errado, a REDEMET faz parte do SISCEAB.

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Desliga-se os radares e as consequências disso seriam enfiadas no orifício posterior corrugado das cias aéreas com o atraso de partidas, órbitas, hospedagem de passageiros.

Isso é Brasil.

Vamos lacrar o 13,que o lacre pra fechar o País virá depois.

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parece que o buraco é mais embaixo, e que a partir de junho começariam a desligar radares com impacto alto no tráfego aéreo.

 

acho que o desligamento agora destes foi mais um alerta para o governo.

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Ouvi um diretor da ABEAR dizer numa entrevista que o dinheiro para manter toda a infraestrutura que se relaciona com as operações aéreas ( e aí se incluem os radares de controle ou os meteorológicos) é oriúndo das altas tarifas aeroportuárias e de navegação aérea e que portanto dinheiro, em tese, haveria. Ou seja, problema total de gestão ou falta de gestão, desse (des)governo petralha. Roubaram tanto e esqueceram que por trás havia uma nação e suas respectivas despesas.

Agora entendemos o porquê da IFALPA rebaixar o nível do espaço aéreo brasileiro.

Mas o quê esperar de uma nação aonde num hospital (mais precisamente na uti neo-natal de um hospital de Manaus) faltaram máscaras de oxigênio para dois gêmeos que nasceram e que fizeram uma "máscara" de garrafas pet para suprir a falta da verdadeira máscara? Infelizmente um deles morreu.

#ForaPT

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É impressionante o nível de paralisia e retrocesso que este governo conseguiu estabelecer no país. É um caos absurdo. Áreas, antes consideradas essenciais e inatingíveis, estão parando e não tem exceção, regra geral para todos os setores. Tenho conhecido que trabalha na área da saúde ligado ao Ministério e que diz que por lá foi tudo desmontado para poder acomodar os "companheiros" . Várias políticas públicas da saúde que aconteciam de uma forma assertiva, não existem mais, qualquer solicitação ao MS, é um verdadeiro barata voa, ninguém responde, ninguém sabe quem é o responsável. Triste, muito triste mesmo o país precisar chegar a este nível.

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Temos que agradecer pois ainda podemos ir a um supermercado e conseguimos comprar comida, papel higiênico, carne e também em uma farmácia e comprar remédios sem precisa passar o dia todo em uma fila quilométrica e não ser racionalizado o consumo. Também não foi preciso decretar feriado nacional em todas as sextas-feiras para economizar energia elétrica.

Pra quem duvida do estrago que um governo com ideologia socialista consegue causar, basta uma pequena olhada na situação da Venezuela. A Argentina felizmente conseguiu se livrar desse câncer antes de chegar a este ponto.

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Dia 28 eu havia questionado também, acabei de receber a resposta:

 

"Informo a V.Sa. que os Radares Meteorológicos do CINDACTA I (Gama-DF, Três Marias-MG, Santa Teresa-ES, Pico do Couto-RJ e São Roque-SP) foram desligados temporariamente em decorrência das restrições orçamentárias."

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Meus prezados

Uma aviação sob alto risco (I)

A aviação brasileira, que sempre teve boa pontuação internacional, segue em pouso forçado. Depois de a associação internacional de pilotos classificar nosso espaço aéreo no mesmo mo risco daquele de países em guerra, eis que a as autoridades do setor decidiram, criminosamente, desativar meia dúzia de radares meteorológicos, inclusive na área de estados como Minas, Bahia e São Paulo, porque teria “manutenção muito cara”.

Uma aviação sob alto risco (II)

Para quem não sabe, o radar meteorológico é fundamental para a segurança plena do voo, pois indica como está o tempo à frente do percurso da aeronave, que assim pode ser desviada de altas conturbações.

No entanto, repito, eles custam “muito caro”, ou seja, algo em torno de R$ 200 mil mensais. Eu sovinice! Sobram bilhões para estádios, Olimpíada etc., e não há milhares para garantir a segurança de quem voa?

Fonte: Alex Ferraz para jornal Tribuna da Bahia via CECOMSAER 7 MAI 2016

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Meus prezados

FAB religa os cinco radares meterológicos que estavam desativados por falta de dinheiro

Um dos equipamentos está em Minas Gerais. Pilotos de aeronaves menores reclamavam da falta das informações desses instrumentos para a aeronavegabilidade

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que os cinco radares meteorológicos que estavam desativados por falta de recursos financeiros voltaram a operar no último sábado. A informação foi confirmada por meio de nota divulgada nesta quarta-feira pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica. Os radares ficam em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal.

Os equipamentos meteorológicos captam informações que ficam disponíveis para consulta on-line, por pilotos de aeronavegantes e outros interessados. Esses aparelhos não são usados no controle de tráfego aéreo, por isso a segurança de voos não foi afetada durante o período em que ficaram inativos, segundo a Aeronáutica.

De acordo com a nota, além de 23 radares instalados em todo o país, o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (Sisceab) tem outras fontes de informação meteorológica, como imagens de satélite e estações meteorológicas de superfície. “Esta foi a primeira vez que a FAB precisou desligar radares por motivos orçamentários. Os equipamentos também podem, ocasionalmente, ser desativados para serviços de manutenção preventiva ou corretiva.”

Segundo a FAB, o consumo de energia de um radar oscila entre 10.000 Kwh e 13.000 Kwh e o custo mensal depende da tarifa energética de cada estado. A instalação de um radar custa cerca de R$ 9 milhões e sua manutenção, aproximadamente R$ 100 mil por mês.

Um piloto mineiro ouvido pelo em.com.br informou que, para a aviação comercial, outros recursos são utilizados para verificar as condições do tempo, por isso não há consequências. Porém, o planejamento de voo para aeronaves menores pode ser prejudicado sem os radares meteorológicos. “Na parte da aviação comercial e na aviação executiva, que utiliza aeronaves mais modernas, a falta dos aparelhos não atrapalha, pois os próprios aviões já têm radares, que são usados para desviar de formações meteorológicas”, disse o piloto na ocasião do desligamento.

Fonte: jornal Estado de Minas via CECOMSAER 12 MAI 2016

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