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Crise na aviação força pilotos a buscar alternativas


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MARINA GAZZONI - O ESTADO DE S. PAULO

 

07/05/2016 | 18h00 0

 

Com empresas aéreas cortando voos e frota, aviadores ficam sem emprego; caminho é mudar de carreira, voar no exterior ou esperar

O gaúcho Cássio Ávila, de 39 anos, tem licença de piloto comercial, foi instrutor de voos no aeroclube do Rio Grande do Sul e acumula mais de 1,2 mil horas de voo, uma experiência que o habilitaria a uma vaga de copiloto nas grandes empresas aéreas brasileiras. Mas só não está na lista de desempregados porque trabalha por conta própria, fazendo sites para empresas. Deixou pela metade a faculdade de Economia para investir no sonho de ser aviador e chegou a gastar em torno de R$ 3 mil por mês para pagar pelo treinamento. A promessa de emprego era ótima. Falavam que ia faltar piloto no Brasil. Mas não tem vaga.

 

Ávila está no grupo de pilotos recém-formados, que precisam de uma primeira oportunidade para entrar na aviação. Muitos começam na aviação executiva e depois viram copilotos de linhas aéreas e dentro da empresa crescem até chegar a comandante. Até na aviação executiva está difícil. Os donos de aviões particulares pararam de voar para economizar, diz. Outro caminho é trabalhar como instrutor de aeroclube, uma função com remuneração simbólica, mas que é interessante para acumular horas de voo e tentar ingressar diretamente em uma companhia aérea. Achava que o problema era comigo, mas dos 12 que terminaram o curso comigo, só um trabalha na aviação, diz Ávila.

 

A estudante Laura Falkowski, de 20 anos, espera, neste momento, por uma vaga de instrutora de voo. Ao estudar aerodinâmica na faculdade de Física, se apaixonou por aviação. Mudou a graduação, para Letras-Inglês, e passou a dedicar mais tempo ao curso de formação de pilotos. Do primeiro voo ao simulador de jatos foram dois anos de dedicação e um investimento em torno de R$ 100 mil. Por causa da crise, vários instrutores estão sem emprego e o aeroclube não pode absorver todo mundo. Estou na fila, disse. Para ficar próxima da aviação, Laura trabalha voluntariamente na área de manutenção do aeroclube do Rio Grande do Sul.

 

A aviação brasileira reverteu um processo de crescimento acentuado e deve ter em 2016 a primeira retração desde 2003. Para se ajustar à uma demanda menor, as empresas estão cortando voos e reduzindo sua frota. Só a Gol e a Azul pretendem reduzir neste ano, cada uma, cerca de 20 aviões da frota. Em meio a esse processo, vão sobrar pilotos e comissários.

 

No fim do ano passado, 5.935 pilotos estavam empregados nas empresas aéreas brasileiras, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil. São 21 posições a menos do que em 2014 e 458 abaixo de 2011, último ano em que o setor registrou expansão de dois dígitos.

 

De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), foram demitidos cerca de 150 pilotos desde o início do ano e há cerca de 400 pilotos desempregados. O número de demissões só não é maior porque as três maiores empresas TAM, Gol e Azul abriram programas de licença não remunerada para pilotos. Muitos profissionais vão tentar trabalhar em empresas estrangeiras.

 

O presidente do SNA, Adriano Castanho, ressaltou que mesmo quem está empregado foi prejudicado pela crise. O motivo é que cerca de 50% da remuneração dos pilotos é atrelada às suas horas de voo. As empresas sempre voam menos na baixa temporada. Mas, neste ano, a retração foi o dobro do usual. O salário chegou a cair 30% em alguns casos, afirmou.

 

O presidente da Azul, Antonoaldo Neves, diz que a empresa ficou com um excesso de pilotos quando a crise se agravou e obrigou a companhia a reduzir sua oferta de voos para não perder dinheiro. A estimativa é um corte de 7% a 8% (em assentos) neste ano. O excedente de pilotos é proporcional, explicou. Em vez de demitir, Neves diz que a Azul lançou um programa de intercâmbio para uma empresa aérea chinesa do grupo HNA, que é dono de 23,7% da Azul, para cem pilotos. Eles vão ficar fora por até três anos e quando voltarem terão emprego garantido na Azul. A crise vai passar, disse.

 

A empresa abriu também um programa de licença não remunerada, que teve adesão de 208 pilotos e comissários. A Gol, que já tinha um programa de licenças, ampliou o prazo de dois para cinco anos. A TAM, que tem um programa permanente, disse que está avaliando os impactos da retração da oferta no seu pessoal. Já a Avianca está com a oferta de voos estável e não prevê mudanças no quadro de funcionários.

 

Previsão de contratar, nenhuma empresa tem. Hoje é quase impossível para um piloto recém-formado conseguir emprego, disse Castanho.

 

Fonte:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,crise-na-aviacao-forca-pilotos-a-buscar-alternativas,1865786

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Infelizmente este não é um quadro novo na aviação brasileira, sempre vivemos de altos e baixos, arriscaria dizer que aquele boom de contratações que vivemos a alguns anos atrás,foi algo raro na aviação brasileira.

 

De olho nesse crescimento de mercado, muitos empresários do ramo, venderam esse sonho que um dia iria chegar a faltar pilotos, muitos acabaram comprando, sem nem mesmo ter um prévio contato com a profissão que estavam entrando, de olho numa carreira promissora e com altos salários,segundo diziam esses empresários espertos, investiram alto, pagaram uma faculdade que é bem restrita no mercado de trabalho e agora a casa caiu, sem nenhuma perspectiva de melhora a curto e médio prazo.

 

A casa caiu também para aqueles que estão na profissão porque gostam, mas estes sabiam que aviação é assim, uma hora está em alta, outra em baixa, a queda foi brusca, mas quando a gente sabe aonde está pisando, sabemos o que poderá ocorrer no futuro, se voltar um pouquinho no tempo, veremos que nossas três maiores companhias quebraram, Vasp, Varig e Transbrasil.

 

Momento agora é de reflexão, aqueles que podem, continuem gastando suas solas de sapato atrás de oportunidades, se precisar de outra profissão, nunca perca contato com a aviação, frequente aeroclubes, mantenha as amizades, quando menos esperar algo pode aparecer e para aqueles que entraram no mercado errado, negocio é bola para frente e recomeçar tudo de novo.

 

 

Abraços

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Nem "triste fim", nem "perda total" é um hiato que passamos na economia brasileira de forma geral para todos os recém formados, e os nem tanto.

 

Já passamos crises e superamos, quando me formei assisti na tv a ministra Zélia falando coisas "sui generis", todos pensaram que

o Brasil iria acabar; mas não...foi muiito dificil mas com o passar do tempo as coisas melhoraram...um certo tanto....

 

Crises em todos os setores vão e voltam, o nosso país então é um especialista nisto.

 

Foco no futuro, pelo menos para eu serviu para alguma coisa.

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Pilotos, engenheiros, advogados, farmacêuticos, mecânicos, professores, cozinheiros, garçons, secretárias, empregadas domésticas... a água está batendo na bunnda de todos.

 

Até mesmo a presidente da república e o presidente da câmara estão começando a buscar alternativas... hahahahahahah

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Essa crise não é apenas da aviação. Acredito que hoje só quem se forma em algum curso da área de saúde, como medicina, consegue se colocar no mercado de trabalho com alguma facilidade. Isso porque doença não escolhe época de crise ou prosperidade para aparecer.

Eu que há um ano sou formado em Engenharia Civil, achava que não haveria ano pior do que foi 2015. E até o momento 2016 tá superando e muito o ano que passou.

Essa semana provavelmente nos livramos do encosto do PT no comando do país e começará um novo governo. De imediato continuaremos no mesmo buraco, mas começaremos a ver descendo algo parecido com uma corda para que a gente consiga sair dele. Para quem acha que um novo governo não resolve e é melhor continuar com a Dilma, de uma boa olhada na situação atual da Venezuela.

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Só para completar, sabemos que a crise é cíclica, e que ela um dia irá passar.

Porém desconheço uma tão prolongada, se formos ver, estamos indo para o terceiro ano seguido sem contratações significativas.

Além é claro das demissões em massa que existiram nos últimos tempos.

 

Como tudo é uma sucessão de eventos, após a mudança política ser absorvida, haverá o tempo da economia voltar a "engrenar", é só assim as empresas e a aviação em geral poderá ter uma noção de para onde ir e como agir. Os próprios executivos das cias aereas já falaram diversas vezes que estão trabalhando com perspectivas de alguns meses, quando antes se trabalhava pensando no mercado para 2 ou 3 anos à frente, dado tamanho o nível de incerteza que nos encontramos.

 

Eu "chuto" que após a virada política ainda se leve de 1,5 a 2 anos até vermos alguma reação no nosso mercado, ou seja, um total de quase 5 anos de mercado estagnado ou em retração. Desconheço um outro período como esse.

 

Boa sorte para quem está se formando ou ainda pretende adentrar nas carreiras de aviação.

 

Abraços

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À economia muitas vezes surpreende, tanto para bom quanto para mau.

Após a Presidente ser afastada no dia 11, tudo vai depender de como os seus sucessores irão usar a " Lua de Mel" que o mercado e à sociedade os darão para ver indicativos sólidos de um novo rumo.

A travessia será difícil, muitos cortes, impostos e outros remédios amargos.

Mas apesar da inércia, acredito que muito ruído seja devido ao desastroso cenário político que interfere diretamente no econômico gerando um clico vicioso.

Na minha opinião, graças ao nosso potencial de consumo interno, após a casa política ser arrumada e medidas objetivas serem implementadas, acredito que em menos de um ano teremos importantes setores empresariais adotando posições de mercado.

Vamos torcer para algo próximo disso se confirmar

Lembrando que a Lua de Mel será importantíssima para esse resultado mais rápido

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Na minha opinião, desde o fim da Varig que os pilotos buscam alternativas. Vasp e Transbrasil foram absorvidos pela Gol, mas da RG foi mais difícil, parte conseguiu ficar aqui, outros preferiram ir para o exterior, pois era a única forma de voar com uma remuneração compatível quando estava aqui.

 

O mercado cresceu muito desde 2006, mas os salários foram achatados e gerou distorções pois os antigos viam a pressão aumentar e o salário diminuir, os novatos viam como oportunidade, mesmo sabendo que não ganhariam como os antigos.

 

Mas até os mais novos (quando digo isso, com 5 anos ou mais de aviação comercial) foram para o exterior procurar uma carreira melhor e salário idem.

 

Infelizmente é normal acharmos que é perda total, o fim, mas o nosso mercado vai crescer nos próximos 10 anos. Quem sabe a partir de quarta as coisas comecem a melhorar.

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Situação complicada...Ainda mais para aqueles que "compraram" o sonho utópico vendido por muitos aeroclubes por aí.

Por agora, o momento pede "cintos afivelados" e paciência(muita!).

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Quase senti pena, mas aí li ali da Laura... Laura trabalha de graça para o ARGS. Porque né trabalho voluntário eu entendo que seja feito para ONG e instituições que precisem mesmo.

 

Aí depois não sabem porque tem uns caras que começam a voar e em dois palitos está voando 12 aviões sem nenhum registro de piloto na CTPS.

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Situação complicada...Ainda mais para aqueles que "compraram" o sonho utópico vendido por muitos aeroclubes por aí.

 

Por agora, o momento pede "cintos afivelados" e paciência(muita!).

 

E o pior, continuam vendendo o sonho rs... tem até escola que noticia que aeroporto vai ser construído nos cafundós do Nordeste para dizer que não tem crise e que vai ter contratação!

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E o pior, continuam vendendo o sonho rs... tem até escola que noticia que aeroporto vai ser construído nos cafundós do Nordeste para dize que não tem crise e que vai ter contratação!

 

Pior x 2, já vi anúncios de escolas de aviação anunciando contratação para comissários tanto da TAM quando da GOL, empresário que faz isso é um criminoso!

 

 

 

Abraços

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E o pior, continuam vendendo o sonho rs... tem até escola que noticia que aeroporto vai ser construído nos cafundós do Nordeste para dize que não tem crise e que vai ter contratação!

PT-KTR,

 

Infelizmente é verdade, meu caro. Muitas ainda continuam com aquele discurso de 2010: "Uma vez com as carteiras checadas, o emprego é certo!" risos

 

O mais bizarro disto tudo, é ver que ainda hoje tem muito neguinho por aí vendendo carro, casa, torrando economias por isso...

 

Abs

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Pior x 2, já vi anúncios de escolas de aviação anunciando contratação para comissários tanto da TAM quando da GOL, empresário que faz isso é um criminoso!

 

 

 

Abraços

Então, pegam noticia de anos atras e compartilham... Tem uns sites e fanpages q ficam "upando" noticia antiga de contratação de cms e etc... E a galera caindo nessa.

 

Agora pense ai, se entubam PP/PC que é um curso caro, imagine curso de CMS rsrs... Triste!

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Pilotos, engenheiros, advogados, farmacêuticos, mecânicos, professores, cozinheiros, garçons, secretárias, empregadas domésticas... a água está batendo na bunnda de todos.

 

Até mesmo a presidente da república e o presidente da câmara estão começando a buscar alternativas... hahahahahahah

 

Justamente...acredito que houve uma empolgação muito grande com o país de um modo geral. Hoje, o desemprego está na casa dos 11 milhões e o tipo de emprego mais afetado foi justamente o de mão de obra especializada.

Lembro que poucos anos atrás, falava-se que ia faltar engenheiros no Brasil e hoje tem engenheiro trabalhando com o Uber para não morrer de fome.

Então, pegam noticia de anos atras e compartilham... Tem uns sites e fanpages q ficam "upando" noticia antiga de contratação de cms e etc... E a galera caindo nessa.

 

Agora pense ai, se entubam PP/PC que é um curso caro, imagine curso de CMS rsrs... Triste!

 

É um absurdo a forma que certas escolas trabalham, utilizando a desinformação para ganhar mercado. Vejo toda hora a notícia requentada de que a Copa estaria contratando e escutei recentemente em uma escola essa besteira sendo dita pra dizer que o mercado não está ruim. Falavam que Copa e Avianca estão contratando.

Sobre a menina que trabalha "voluntariamente" no ARGS...o que dizer? Infelizmente é sinal dos tempos onde a oferta de profissionais é muito maior que a demanda (Não que essa razão por si seja justificável do ponto de vista moral). Aliás, com 20 anos e já com o inva na mão, acho que ela está muito bem, precisa ter um pouco mais de paciência. No ano de 2010/2011, as escolas estavam com falta de invas e quem entrasse em uma entidade destas e falasse que queria fazer o curso, praticamente já ganhava a vaga, tudo mudou.

Triste é ver como a combinação de certos empresários com um tipo de cultura aeronáutica individualista, faz com que estas aberrações surjam. Tem escola de aviação, por exemplo, que não quer somente um inva...quer que o instrutor voe (Seja ridiculamente remunerado apenas pelo voo) e depois atenda no balcão da secretaria, cuide do contas a pagar da escola, do marketing, do gerenciamento de manutenção, seja GSO e outras atividades que demandem um profissional específico para este fim ou que pelo menos se receba pelas duas funções.

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Esses dias já andei de UBER cujos motoristas eram comissários de vôo (demitido) e instrutor de voo. Não é fácil para ninguém.

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Esses dias já andei de UBER cujos motoristas eram comissários de vôo (demitido) e instrutor de voo. Não é fácil para ninguém.

Na última semana em São Paulo o motorista do Uber, ao ver a minha briefcase com a etiqueta do SNA, comentou que é piloto.

 

FAA/ANAC, ICAO 5. Voava um C90 GTi. O proprietário se desfez da aeronave, trocou por um R66 e demitiu tanto ele quanto o copiloto.

 

Está utilizando seu carro particular (um Nissan Sentra) para pagar as contas enquanto não consegue recolocação.

 

Deu pena. Muita pena.

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Sempre tem aonde voar no Goiás... Rondônia, Roraima.

Basta caçar e procurar...

Quem está disposto a sair das asas dos pais e do conforto de casa?

Cadê a aventura?

E você, saiu da casa dos seus pais? O seu perfil fala que mora em São Paulo. Foi pro Goiás por um acaso? Ou Rondônia? Roraima?

Pergunto com sinceridade, porquê a alguns anos até vi algumas propostas (ridículas do ponto de vista financeiro e provavelmente questionáveis no quesito manutenção), mas hoje em dia nem isso eu vejo mais. Inclusive, sei de 3 que voavam em Redenção - PA, que foi poló de piloto e que hoje não estão mais empregados.

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E você, saiu da casa dos seus pais? O seu perfil fala que mora em São Paulo. Foi pro Goiás por um acaso? Ou Rondônia? Roraima?

Pergunto com sinceridade, porquê a alguns anos até vi algumas propostas (ridículas do ponto de vista financeiro e provavelmente questionáveis no quesito manutenção), mas hoje em dia nem isso eu vejo mais. Inclusive, sei de 3 que voavam em Redenção - PA, que foi poló de piloto e que hoje não estão mais empregados.

Pois é, a coisa tá ruim até por essas bandas. Apesar das condições oferecidas serem essas mesmo que vc citou.

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Na última semana em São Paulo o motorista do Uber, ao ver a minha briefcase com a etiqueta do SNA, comentou que é piloto.

 

FAA/ANAC, ICAO 5. Voava um C90 GTi. O proprietário se desfez da aeronave, trocou por um R66 e demitiu tanto ele quanto o copiloto.

 

Está utilizando seu carro particular (um Nissan Sentra) para pagar as contas enquanto não consegue recolocação.

 

Deu pena. Muita pena.

Estão fazendo um trabalho digno e tentando sobreviver honestamente, mas isto mostra a que ponto chegamos.

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Quase senti pena, mas aí li ali da Laura... Laura trabalha de graça para o ARGS. Porque né trabalho voluntário eu entendo que seja feito para ONG e instituições que precisem mesmo.

 

Aí depois não sabem porque tem uns caras que começam a voar e em dois palitos está voando 12 aviões sem nenhum registro de piloto na CTPS.

 

Até entnedo em termos de networking, mas eu acho que trabalho gratuito deve ser destinado a ONGs que atendam pessoas carentes.

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