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A burocracia para o uso de drones na agricultura


jambock

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A burocracia para o uso de drones na agricultura

O uso de aeronaves remotamente pilotadas, popularmente chamadas de drones, tem despertado o interesse de muitos agricultores. Eles podem agir diretamente no controle de pragas através de uma precisa coleta de dados, facilitando a tomada de decisões e minimizando os possíveis prejuízos de forma bastante eficaz.

Também podem ser utilizados para a verificação de espaços mal-aproveitados, além de realizar a dispersão de suplementos agrícolas.

Essas aeronaves precisam, atualmente, de duas autorizações de voo para operar no Brasil. O primeiro registro deve ser feito na Agência Nacional de Aviação Civil - Anac - que poderá, com o novo governo, ser reformulado brevemente. A questão é que essa autorização - Certificado de Autorização de Voo Experimental - está levando em torno de um ano para ser liberada e exige a entrega de uma vasta gama de documentos, tais como avaliações sobre a segurança do modelo e a análise de aptidão do piloto que irá operar o drone.

Outro órgão que também deve ser acionado é o Departamento de Controle de Espaço Aéreo - Decea -, responsável pelos pedidos de decolagem e das questões referentes à segurança de navegação aérea desses equipamentos.Em suma, a burocracia está inibindo o uso de drones no campo.

Fonte: Mário Sérgio Lorenzetto para Campo Grande News via CECOMSAER 19 MAI 2016

É. BuRRocracia é fogo!

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Pra bisbilhotar a vida alheia, permite-se que qualquer zé mané os use. Pra gerar valor no campo, último bastião de dinâmica do Brasil... não pode.

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