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Aviação executiva busca alternativas para restrições aéreas nas Olimpíadas


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Aviação executiva busca alternativas para restrições aéreas nas Olimpíadas

Normas mais rígidas impõe novos padrões durante a competição

Norma regulamentada este ano pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Aeronáutica, para organizar a aviação durante os Jogos Olímpicos, estabelece que serão ativadas zonas de exclusão, que dividirão em três níveis o espaço aéreo do Estado do Rio de Janeiro. As regras também valem para empresas de aviação executiva, que buscam alternativas para atender sua clientela no período.

As zonas de exclusão contarão com uma área branca, que cobrirá um raio de 72 quilômetros a partir de qualquer arena esportiva; uma amarela, com um raio de 27 quilômetros; e a vermelha, com um raio de 7,2 quilômetros. Nas áreas brancas e amarela, somente aeronaves autorizadas poderão voar. Na vermelha, os voos terão restrição máxima e só serão liberadas aeronaves oficiais ou ligadas à competição.

Décio Galvão, presidente da Global Aviation, empresa de taxi aéreo brasileira especializada no transporte executivo, considera que as normas de segurança são positivas. “Elas são necessárias diante de um evento internacional como as Olímpiadas”, afirma.

O executivo lembra ainda que alguns aeroportos como o Santos Dumont, no Rio de Janeiro, operarão alguns dias com horários reduzidos durante a competição internacional. Além disso, todos os aeroportos que estão localizados dentro das zonas de exclusão estarão sujeitos a normas mais rígidas de segurança como necessidade obtenção de slots e inspeções de segurança das aeronaves e passageiros.

“Essas regras vão gerar mais custos. As aeronaves que tiverem como destino final os aeroportos das zonas de exclusão, e que decolarão dos mesmos, obrigatoriamente terão que realizar as inspeções de segurança". Ele explica que, além do próprio custo da referida inspeção, as aeronaves que saírem de um aeroporto que não tenha a inspeção de segurança deverão, por exemplo, contratar uma empresa especializada ou sair de outro aeroporto onde este serviço esteja disponível, gerando custos adicionais com o translado.

Global Aviation
Com 22 anos de história, a Global Aviation nasceu da paixão pela aviação, sempre com o compromisso de oferecer serviços personalizados, seguindo rigorosos padrões internacionais de segurança e de qualidade nas suas operações.

Desde 1994, a companhia já cuidou do caminho de mais de 240 mil pessoas, sempre oferecendo a melhor opção de aeronave para cada tipo de roteiro, consolidando-se como uma das forças do mercado aéreo executivo nacional. Operando uma frota de 25 aeronaves entre aviões e helicópteros, a empresa conta com bases próprias nos principais aeroportos do Brasil.

A companhia possui ainda três importantes certificações internacionais do setor da Aviação Executiva: Argus, IS-BAO e Wyvern, atestando os elevados padrões da Global.

Fonte: PORTAL SEGS (SP) via CECOMSAER 21 JUL 2016

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Parece que a TMA SP vai fechar por uma hora hoje, das 15:00 às 16:00, devido às acrobacias da Esquadrilha da Fumaça...

 

Viva os Jogos Olímpicos! Pra que aviação né?

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Parece que a TMA SP vai fechar por uma hora hoje, das 15:00 às 16:00, devido às acrobacias da Esquadrilha da Fumaça...

 

Viva os Jogos Olímpicos! Pra que aviação né?

Já foi...

 

A apresentação foi entre 1210 e 1240...

 

Pelo que parece nem apresentação foi...foi só uma passagem sobre ''atocha''.

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Gostaria de entender o por que de penalizar tanto a aviação geral nesse pais tupiniquim!!!

 

Assim como se prioriza o transporte coletivo ante aos carros com a construção de corredores exclusivos para ônibus.

 

Já que não há espaço para todos, que fique fora a aviação executiva e não a comercial.

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Assim como se prioriza o transporte coletivo ante aos carros com a construção de corredores exclusivos para ônibus.

Já que não há espaço para todos, que fique fora a aviação executiva e não a comercial.

Vamos enDIREITAr a conversa para a realidade!

O governo não tem competência e infra estrutura para organizar todos os tráfegos.

Ai penaliza a aviação executiva que trasporta empresários, profissionais e INVESTIDORES que poderiam fazer a economia crescer.

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Basta ver como a aviação geral/executiva é tratada nos EUA pela FAA para entender...

 

Outro nível. Desde estrutura até suporte e apoio. Pouse seu C172 no KMIA Intl e não ouça "mimimi" de ninguém - apenas pague as taxas aeroportuárias e entre em um FBO (privado, vale salientar) com alimentação, serviços, motorista particular, internet, sala de descanso e outras facilidades. Vai decolar VFR? Não precisa notificar, preencher plano completo, esperar boa vontade de alguém. Meteorologia? Ligue no 1-800-WXBRIEF. Tá ruim a meteorologia em voo? O próprio ATC o vetora "to clear and avoid all bad weather".

 

Outro mundo. Sonho meu, sonho meu...

 

 

E olha que os americanos ainda reclamam. Imagina quando descobrirem as peripécias brasileiras de ANAC, DECEA e cia. ltda...

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Vamos enDIREITAr a conversa para a realidade!

O governo não tem competência e infra estrutura para organizar todos os tráfegos.

Ai penaliza a aviação executiva que trasporta empresários, profissionais e INVESTIDORES que poderiam fazer a economia crescer.

 

Mas como estamos em uma democracia, devemos priorizar a maioria das pessoas e não quem tem investimento a fazer.

 

É melhor transportar 180 passageiros de todas "espécies" em cada voo comercial do que 2 ou 3 empresários em cada jatinho.

 

Como acho sacanagem usar táxi, que não cabe mais que 5 passageiros, em corredores de ônibus que foram feitos para esses terem mais rapidez e poderem levar seus mais de 300 pax (pois há embarque e desembarque a cada 800 m)

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Já debatido em outro tópico: transforma (e arruma) Marte para ser executivo e fim de papo.

 

Aviação Executiva tem seu aeroporto, a Comercial tem outro. Problema é ter um aeroporto para dois usos distintos

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Já debatido em outro tópico: transforma (e arruma) Marte para ser executivo e fim de papo.

 

Aviação Executiva tem seu aeroporto, a Comercial tem outro. Problema é ter um aeroporto para dois usos distintos

Isso é um problema só no Brasil!!!

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Mas como estamos em uma democracia, devemos priorizar a maioria das pessoas e não quem tem investimento a fazer.

 

É melhor transportar 180 passageiros de todas "espécies" em cada voo comercial do que 2 ou 3 empresários em cada jatinho.

 

Como acho sacanagem usar táxi, que não cabe mais que 5 passageiros, em corredores de ônibus que foram feitos para esses terem mais rapidez e poderem levar seus mais de 300 pax (pois há embarque e desembarque a cada 800 m)

enDireitando de novo para a realidade onde ela não é tão bonita quanto vc imagina.

Aonde vc vê democracia, na verdade temos apenas um belo lobby das empresas aéreas e nada de priorizar o meio que trasporta mais pessoas.

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Já debatido em outro tópico: transforma (e arruma) Marte para ser executivo e fim de papo.

Aviação Executiva tem seu aeroporto, a Comercial tem outro. Problema é ter um aeroporto para dois usos distintos

Lugar da aviação executiva é CGH onde tem procedimento IFR e aeronaves de categoria C aproximando e decolando.

Quem opera jato em Marte e Jundiaí sabe o quanto a operação é restrita.

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Isso é um problema só no Brasil!!!

É que lá fora a solução é simples: pouco importa se é um avião de 200 passageiros ou executivo de 3 pessoas, pagando as tarifas é o que importa, como disse o B737-8HX.

 

Em CGH poderia até equiparar os valores de aviação executiva com a comercial, quem realmente precisa paga e quem não quer busca alternativas. Problema é que não temos alternativas.

 

Lugar da aviação executiva é CGH onde tem procedimento IFR e aeronaves de categoria C aproximando e decolando.

Quem opera jato em Marte e Jundiaí sabe o quanto a operação é restrita.

Por isso que eu disse: arrumar, do jeito que está não resolve.

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Por isso que eu disse: arrumar, do jeito que está não resolve.

Sua proposta só transfere um problema para outro lugar.

Melhor termos jatos operando juntos em CGH com uma boa estrutura, do que mandar jatos operar junto com monomotores a pistão em Marte.

Não adianta segregar os tráfegos por mercado, e misturar a performance.

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Sua proposta só transfere um problema para outro lugar.

Melhor termos jatos operando juntos em CGH com uma boa estrutura, do que mandar jatos operar junto com monomotores a pistão em Marte.

Não adianta segregar os tráfegos por mercado, e misturar a performance.

Landing, sabe muito bem que o planejamento de aeroportos em SP não basta em resolver um, tem que mexer todos. Não há gestão integrada em SP, salvo o controle da TMA.

 

A solução da TMA São Paulo passa por todos os aeroportos dentro dela. É necessário a aviação de treinamento, monomotores ficarem em pleno centro urbano? É necessário manter o PAMA aqui se pode mandar para SJK ou Galeão? É necessário um aeroporto pseudoexecutivo em Parelheiros ou no interior?

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