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Cinco empresas aeroespaciais batalham para substituir CF-18 do Canadá

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Canadá almeja compra de Super Hornet, por enquanto
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VICTORIA, Columbia Britânica – O governo canadense quer adquirir o Super Hornet para preencher a lacuna da capacidade de aeronaves de combate em caráter provisório, um movimento que também iria tirar a pressão do primeiro-ministro do país quanto a questão política espinhenta sobre o F-35.
O primeiro-ministro Justin Trudeau do Partido Liberal havia prometido durante a campanha eleitoral do ano passado que seu governo nunca iria comprar o Joint Strike Fighter F-35, mas a aeronave ainda é a favorita da Força Aérea do Canadá.

Qualquer decisão de exclusão do F-35 de uma competição para adquirir novos caças também poderia desencadear uma batalha legal complicada.
Mas o acordo proposto para comprar Super Hornets em caráter provisório empurraria qualquer concorrênica por caças para o final da década de 2020, permitindo à Trudeau manter sua promessa eleitoral enquanto lida com a questão de substituição da frota envelhecida de caças CF-18 do país.
O jornal “National Post” noticiou na segunda-feira que o governo canadense teria a intenção de prosseguir com a compra do Super Hornet, mas que uma decisão final ainda deverá ser tomada.
O Ministro da Defesa Canadense Harjit Sajjan disse na semana passada em Ottawa que o Canadá estará em breve observando um hiato de capacidades devido ao envelhecimento da frota de CF-18. “Hoje, estamos gerenciando os riscos de uma lacuna entre nossos compromissos com NORAD e OTAN, e o número de caças disponíveis para as operações”, disse para representantes da indústria na feira de defesa CANSEC em Ottawa. “Na década de 2020, podemos prever uma lacuna crescente de capacidades, e isso eu considero inaceitável e é uma coisa que pretendemos corrigir”.
Boeing e Lockheed Martin ainda têm de responder com um comentário sobre o acordo proposto.
Mas fontes do setor confirmam que a Boeing apresentou recentemente seu plano para o governo canadense sobre a compra de Super Hornets em uma “base provisória” e recebeu uma resposta entusiástica.
O governo anterior do Partido Conservador tinha se comprometido a comprar 65 F-35s, mas as autoridades colocaram esse plano temporariamente suspenso em meio a acusações de que os militares canadenses haviam tentado esconder o custo total da aquisição.
Fonte: David Pugliese com Tradução e Adaptação: Luiz Medeiros para site Plano Brasil 6 JUN 2016

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Se for o Advanced Super Hornet será um excelente negocio. Avião já provado, motores ainda mais potentes e econômicos (acho que acima da casa de 10%), IRST integrado a fuselagem, RCS reduzido em relação ao SH "comum". Enfim, será um bom negocio.

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Cinco empresas aeroespaciais batalham para substituir CF-18 do Canadá

Cinco empresas aeroespaciais poderão responder ao chamado de Ottawa para a informação, oferecendo seus caças como potencial substituto para o envelhecido CF-18.

OTTAWA—Five aerospace companies are offering their fighter jets as potential replacement for Canada’s fleet of aging CF-18s, including Lockheed Martin’s F-35, the very jet Prime Minister Justin Trudeau has pledged not to buy.

The federal government had set Friday as the deadline for potential suppliers to respond to a detailed questionnaire outlining the costs and capabilities of their jets, as well as benefits that would flow to Canadian companies.

The defence department said Saturday that five companies responded: Boeing Company, Dassault Aviation, Eurofighter, Lockheed Martin and Saab Group.

“Government officials are now reviewing and analyzing information received to date to inform the way forward over the coming months,” a department spokesperson told the Star in an email.

A Boeing executive said his company is offering its F/A-18 Super Hornet as a “great fit” for Canada, saying the purchase and operating costs for its jet rank as among the lowest of its competitors

“With respect to capability, cost . . . we’ve really put a good offer on the table,” Jim Barnes, a Canadian development executive for Boeing Defense, Space and Security, said Friday.

Despite Lockheed Martin’s sales pitch that its F-35 is a more advanced and newer design, Barnes said the Boeing jet easily meets the needs of the Royal Canadian Air Force.

“I would argue that all capability you need is in the Super Hornet,” he said in an interview.

Lockheed Martin confirmed that its F-35 is also in the mix.

The F-35 has been dogged by controversy but company officials said the program has turned a corner, noting that the U.S. Air Force expects this year to declare the jet as “operational,” an important milestone that means the F-35 is ready to undertake missions.

The questionnaire demanded extensive details from the manufacturers. For example, it asked them to detail the cost of new weapons if the current stockpile of ammunition, missiles and bombs for the CF-18s is incompatible with their aircraft.

It also asked the jet makers to outline potential missions, notably in Canada’s north, flying from places such as Inuvik and Iqaluit.

The companies were also required to outline how they should share economic benefits with Canadian businesses.

Defence analyst Dave Perry of the Canadian Global Affairs Institute said the aerospace firms were given a very narrow window to respond to a complex request, suggesting the government is in a hurry to find a fix for the aging fighters.

“It was a crazy request in a crazy time frame . . . It’s a lot of stuff to ask for pretty quickly,” he said in an interview.

Defence Minister Harjit Sajjan has said that the air force is in a race against the clock. In June, he said that Canada faces a “capability gap”: as the aging jets reach the end of their lifespan, the air force may not have enough fighters to meet demands.

That was underscored in the note to the aerospace firms accompanying the questionnaire that said new jets are needed “as soon as possible so Canada can remain a credible and dependable ally.”

The previous Conservative government had originally announced its intention to buy F-35s in 2010, but then put that decision on hold in late 2012 after the auditor general flagged concerns about the potential price tag.

On the election trail last year, Trudeau vowed that a Liberal government would not buy the F-35 and would instead choose a less costly option to free up “tens of billions of dollars” that would be invested in the navy.

Since taking office, the Liberals have softened that hardline stance and suggested that the F-35 would be considered, even though Trudeau recently denounced the high-tech aircraft as unworkable.

The letter to the manufacturers said that no decision has been made and that “all procurement options are being considered.” It also stresses that the questionnaire is not a formal tender or request for proposals.

The CF-18s have been in service since the early 1980s, when the government had plans to only fly them for 20 years.

Modernization work has extended the life of 77 CF-18s and further work could keep them in the air until 2025 though the document warns that the fighters are “old and are running out of life.

“The reality is our fighters should have been replaced years ago,” the note reads. “As the existing fleet gets older, and aircraft are retired, the capability gap only gets worse.”

But picking a replacement jet proved contentious for the former Conservative government and it’s been troublesome for the Liberals, too.

There’s been speculation that the Liberals, keen to live up to their campaign pledge, may buy a batch of Super Hornets as a stopgap measure to ease pressure on the fleet but also buy the government some time.

Perry is hopeful that the selection process isn’t unfairly skewed toward Boeing.

“I hope they haven’t ruled out anyone — and before doing this, aren’t heavily favouring anyone — and just pick whatever provides the best return for the dollar,” he said.
https://www.thestar.com/news/canada/201 ... f-18s.html

Fonte: Bruce Campion-Smith - Ottawa Bureau Sáb, 30 de julho de 2016

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Canadá decide comprar provisoriamente 18 caças Super Hornet
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Advanced Super Hornet com tanques conformais – foto Boeing

 

OTTAWA – O Canadá planeja iniciar conversas com a Boeing para comprar 18 caças F/A-18 Super Hornet como medida provisória em uma renovação planejada da frota de aviões de combate CF-18 do país, disse o ministro responsável pela Defesa do Canadá nesta terça-feira.
O governo liberal também lançará um processo competitivo para substituir a envelhecida frota de caças CF-18, afirmou o ministro Harjit Sajjan em entrevista coletiva.
O governo anterior (conservador) do Canadá abandonou planos há quase quatro anos para comprar 65 aviões de combate F-35 da Lockheed Martin Corp., após controvérsia política sobre a falta de transparência sobre os custos de aquisição. No entanto, o F-35 será autorizado a competir na próxima concorrência para mais aviões, que deverá ser lançada no início do próximo ano.
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Mock-up do F-35 nas cores do Canadá

 

O plano do Canadá de iniciar negociações sobre uma compra interina de 18 jatos Super Hornet F/A-18E/F é o segundo impulso para estender a vida das linhas de produção de jatos de combate da Boeing depois que o Departamento de Estado aprovou na semana passada vendas ao Kuwait e ao Qatar que somam US$ 31,2 bilhões combinados. Autoridades canadenses se recusaram a fornecer um custo estimado para adquirir a aeronave da Boeing.
Fonte: The Wall Street Journal via Poder Aéreo 22 NOV 2016

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Canadá liberado para comprar 18 caças F/A-18E/F Super Hornet por US$ 5,23 bilhões
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Boeing F/A-18F Super Hornet

 

A administração do Trump notificou o Congresso dos EUA em 11 de setembro para uma possível venda de 18 caças Boeing F/A-18E/F para o Canadá.
A Agência de Cooperação para a Segurança e Defesa (DSCA – Defense Security Cooperation Agency) disse no número de Transmissão: 17-49 que o Canadá está autorizado a comprar 10 monopostos F/A-18Es e 8 bipostos F/A-18Fs. Um total de 44 motores F414-GE-400 estão incluídos na venda.
O Canadá armará esses jatos com 100 mísseis AIM-9X-2 Sidewinder Block II.
Diz assim o release da DSCA:
WASHINGTON, 12 de setembro de 2017 – O Departamento de Estado tomou uma decisão aprovando uma possível venda militar estrangeira ao governo do Canadá que inclui:
• dez (10) aeronaves F/A-18E Super Hornet, com motores F414-GE-400;
• oito (8) aviões Super Hornet F/A-18F, com motores F414-GE-400;
• oito (8) peças sobressalentes do motor F414-GE-400;
• vinte (20) radares AN/APG-79 Active Electronically Scanned Array (AESA);
• vinte (20) sistemas de canhão M61A2 20mm;
• vinte e oito (28) conjuntos AN/ALR-67 (V) 3 de recepção de contramedidas de guerra eletrônica;
• quinze (15) AN/AAQ-33 Sniper Advanced Targeting Pods;
• vinte (20) sistemas de distribuição de informações multifuncionais – sistema de rádio tático conjunto (MIDS-JTRS);
• trinta (30) Joint Helmet Mounted Cueing Systems (JHMCS);
• vinte e oito (28) sistemas de contramedidas integradas AN/ALQ-214;
• cento e trinta (130) lançadores de mísseis guiados LAU-127EA e/ou F/A;
• vinte e dois (22) Distributed Targeting System AN / AYK-29 (DTS);
• vinte e dois (22) AN/AYK-29 Distributed Targeting Processor (DTP);
• cem (100) mísseis táticos AIM-9X-2 Sidewinder Block II;
• trinta (30) AIM-9X-2 Sidewinder Block II Captive Air Training Missiles (CatM) AIM-9X-2 Sidewinder Block II;
• oito (8) mísseis especiais de treinamento aéreo AIM-9X-2 Sidewinder Block II (NATM);
• vinte (20) AIM-9X-2 Sidewinder Block II Tactical Guidance Units;
• dezesseis (16) AIM-9X-2 Sidewinder Block II CATM Guidance Units.
• AN/AVS-9 Night Vision Goggles (NVG);
• Sistemas de contramedidas de guerra eletrônica AN / ALE-47;
• Sistema de Comunicação AN/ARC-210;
• AN-APX-111 Combined Interrogator Transponder;
• AN/ALE-55 Towed Decoys;
• Sistema Conjunto de Planejamento de Missão (JMPS);
• Simple Key Loader AN/PYQ-10C (SKL);
• Unidade de transferência de dados (DTU);
• Accurate Navigation (ANAV) Global Positioning System (GPS);
• KIV-78 Duel Channel Encryptor, Identificação Amigo ou Foe (IFF);
• CADS/PADS;
• Sistema de pouso de instrumentos (ILS);
• Equipamento de Armamento de Aeronaves (AAE);
• Gravador de Vídeo Digital de Alta Velocidade de Vídeo (HSVN) (HDVR);
• Lançadores (LAU-115D/A, LAU-116B/A, LAU-118A);
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Corte seccional do Boeing F/A-18F Super Hornet.

Também estão incluídos nessa venda, serviços de testes de voo; levantamento do local; ferry de aeronaves; tanques de combustível auxiliares; peças sobressalentes para aeronaves; containers; armazenamento e preservação; transporte; treinamento de tripulação e manutenção; auxiliares de treinamento e equipamentos, dispositivos e peças sobressalentes e peças de reparo; suporte de sistema de armas e equipamentos de teste; dados técnicos; propostas de mudança de engenharia; publicações técnicas e documentação; programas; suporte a software de aviônica; desenvolvimento/integração de software; integração e testes de sistemas; suporte técnico e logístico de engenharia de governo e contratação dos EUA; reparação de reparos (RoR); garantia de reparação e devolução; outros equipamentos de assistência técnica e apoio; e outros elementos relacionados de logística e suporte a programas. O valor total estimado do caso é de US$ 5,23 bilhões. A Agência de Cooperação de Segurança da Defesa entregou a certificação exigida notificando o Congresso desta possível venda em 11 de setembro de 2017.
Esta proposta de venda contribuirá para a política externa e os objetivos de segurança nacional dos Estados Unidos, ajudando a melhorar a segurança de um aliado da OTAN que foi e continua sendo um dos principais parceiros democráticos dos Estados Unidos na garantia da paz e da estabilidade. A aquisição da aeronave F/A-18E/F Super Hornet, armas e capacidades associadas permitirão uma maior interoperabilidade com as forças dos EUA, proporcionando benefícios para treinamento e possíveis futuras operações de coalizão em apoio a objetivos de segurança regionais compartilhados.
A venda proposta da aeronave F/A-18E/F Super Hornet melhorará a capacidade do Canadá de enfrentar ameaças de guerra atuais e futuras e proporcionará maior segurança para sua infra-estrutura crítica. O Canadá não terá dificuldade em absorver este equipamento em suas forças armadas.
Fonte: site Poder Aéreo 13 SET 2017

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Trudeau ameaça travar compra dos caças Boeing F-18 por causa de disputa com a Bombardier

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Boeing F/A-18F Super Hornet

 

O primeiro-ministro Justin Trudeau diz que o Canadá não vai comprar aviões de combate da Boeing Co. enquanto a empresa persegue uma disputa comercial contra a Bombardier Inc., com sede em Montreal, por causa de suas aeronaves comerciais.
Trudeau fez sua ameaça para interromper o que ele chamou de “compras significativas” do Canadá de F-18 Super Hornets ao lado da primeira-inistra Theresa May na segunda-feira. Ambos os líderes estão pressionando a empresa dos EUA a abandonar a disputa com o programa C Series da Bombardier.
“Nós não faremos negócios com uma empresa que está ocupada tentando processar-nos e colocar nossos trabalhadores aeroespaciais fora do negócio”, disse Trudeau em uma coletiva de imprensa em Ottawa.
A dura discussão de Trudeau vem após a aprovação da Agência de Cooperação de Segurança e Defesa dos EUA na semana passada sobre a venda potencial de 18 Super Hornets, avaliada em US$ 5,23 bilhões, para o governo canadense. May levantou a questão com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já que a Bombardier é o maior empregador privado da Irlanda do Norte. O embaixador do Canadá em Washington disse na semana passada que a Boeing se afastou das negociações com o governo.
A Boeing está agindo em seu próprio “interesse econômico limitado para prejudicar um potencial concorrente”, disse Trudeau, acrescentando que o desafio “não está de acordo com o tipo de abertura ao comércio que conhecemos que beneficia os cidadãos em todos os países”.
Preços e subsídios
O fabricante de Chicago lançou sua disputa contra a rival canadense Bombardier no início deste ano, alegando que o governo canadense está subsidiando ilegalmente o programa de aeronave comercial da série C da Bombardier e que os aviões estão sendo vendidos nos EUA a preços “absurdamente baixos”.
O governo provincial do Quebeque completou um investimento de US $ 1 bilhão no programa da série C no ano passado, que forneceu à Bombardier um alívio e abriu o caminho para duas novas encomendas — com a Air Canada e a Delta Air Lines. No início deste ano, o governo federal do Canadá prometeu C$ 372,5 milhões (US$ 302 milhões) no que chamou de “contribuições de programas reembolsáveis” para um par de projetos da Bombardier, incluindo a série C.
O departamento de comércio dos EUA está investigando se deve impor direitos compensatórios sobre os aviões Bombardier. Uma decisão preliminar é esperada em 25 de setembro, com uma decisão separada sobre os direitos anti-dumping esperados em 4 de outubro. As determinações e ordens finais provavelmente não serão feitas até 2018.
May minimizou o significado da decisão da próxima semana. “Isso será apenas um julgamento preliminar, e será possível para nós continuar trabalhando juntos para tentar trazer a resolução que queremos”, disse ela. Mais tarde, segunda-feira, o primeiro-ministro britânico reuniu-se com o presidente-executivo da Bombardier, Alain Bellemare, durante uma mesa redonda de negócios.
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Bombardier C Series

‘Hipocrisia pura
Em uma declaração enviada por e-mail, a Boeing disse que “não está processando o Canadá” e o assunto é uma disputa comercial com a empresa canadense.
“A Bombardier vendeu aviões nos Estados Unidos por milhões de dólares menos do que os vendeu no Canadá, e milhões de dólares menos do que custou à Bombardier para construí-los”, de acordo com o comunicado. “Este é um caso clássico de dumping, tornado possível por uma grande injeção de fundos públicos”.
Em uma declaração publicada em seu site, a Bombardier pediu ao governo dos Estados Unidos que rejeite o pedido comercial da Boeing.
“É pura hipocrisia para a Boeing dizer que o preço de lançamento da série C é uma violação do direito comercial global” quando a Boeing faz o mesmo por sua nova aeronave”, disse Bombardier. “As ações egoístas da Boeing ameaçam milhares de empregos aeroespaciais em todo o mundo, incluindo milhares de empregos no Reino Unido e nos EUA e bilhões de compras dos vários fornecedores do Reino Unido e EUA que fabricam componentes para a Série C.”.
Independentemente do resultado da disputa comercial, Quebec – que abriga a Bombardier – pretende continuar a apoiar a indústria aeroespacial, disse o primeiro-ministro Philippe Couillard nesta segunda-feira.
“Nunca deixaremos a indústria desaparecer”, disse Couillard em uma entrevista na sede da Bloomberg em Nova York. “Nesta nova economia do conhecimento, tanto o Canadá quanto o Quebec vão apoiar sua indústria. Nós nunca subsidiamos a Bombardier — investimos estrategicamente, assumimos o risco como qualquer investidor. Segundo o meu conhecimento, os EUA têm apoiado ativamente a indústria aeroespacial”.
Encomendas futuras
O primeiro-ministro citou a incerteza sobre o desafio da Boeing como fator nas vendas da série C, sugerindo que potenciais compradores estão adiando as compras.
“Alguns estão esperando para ver o que vai acontecer”, disse Couillard. “Mas quem está sofrendo mais agora? A economia dos EUA e o trabalhador dos EUA”.
A Bombardier estima que metade do valor do programa da série C provém de empresas dos EUA. O grupo inclui a unidade Pratt & Whitney da United Technologies Corp., que fabrica os motores turbofan que equipam a série C.
Como May, Trudeau levantou o problema com Trump.
“Vamos continuar a trabalhar juntos e pressionar a administração americana, incluindo o próprio presidente Trump, o quão importante é defender os empregos canadenses e o impacto das inovações positivas relacionadas às aeronaves da série C”, disse o primeiro-ministro canadense.
Fonte: Bloomberg via site Poder Aéreo 21 SET 2017

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Canadá confirma interesse em caças F-18 usados da Austrália
Declaração – Explorando opções para complementar a frota CF-18 do Canadá
OTTAWA — O Canadá está construindo um poder militar mais ágil e melhor equipado, garantindo o máximo cuidado e prudência no tratamento de fundos públicos. Fazer com que nossas mulheres e homens uniformizados tenham o equipamento que eles precisam para fazer seus trabalhos e proteger os canadenses, é uma prioridade.
Em novembro de 2016, o governo do Canadá anunciou um plano para substituir a frota de aviões de combate da Royal Air Force. A Política de Defesa do Canadá: Strong, Secure, Engaged, divulgada em junho de 2017, reafirmou o compromisso do governo de investir adequadamente nas forças armadas do Canadá.
O trabalho preparatório para a concorrência já está em andamento. Até que uma competição aberta e transparente possa ser completada para substituir a antiga frota de CF-18 do Canadá, o país está explorando opções para complementar a atual frota CF-18 e preencher uma lacuna de capacidade de combate existente.
No final de agosto de 2017, o Canadá iniciou discussões com o governo australiano para avaliar a compra potencial de aviões de combate F/A-18 e partes associadas que planejam vender. Em 29 de setembro de 2017, o Canadá apresentou uma Expressão de Interesse, marcando formalmente o interesse do Canadá no equipamento australiano.
O Canadá espera receber uma resposta até o final deste ano, que fornecerá detalhes sobre a disponibilidade e custo das aeronaves e partes associadas que o Canadá está considerando.
As discussões separadas com a Boeing relacionadas à compra provisória de aeronaves Super Hornet permanecem suspensas. O Governo do Canadá continua a negociar com o governo dos EUA, pois explora todas as opções à frente.
O Governo do Canadá continuará a fornecer atualizações e manter os canadenses informados do seu progresso à medida que avança na substituição e suplementação dos aviões de combate do Canadá.
Fonte: Public Services and Procurement Canada via site Poder Aéreo 10 OUT 2017

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Caças CF-18 Hornet do Canadá deverão voar até 2032

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CF-18
As empresas que participaram de um dia da indústria descrevendo os planos do governo foram informados de que os jatos, que datam de 1982, serão aposentados após 50 anos de serviço
Por David Pugliese
O Canadá esticará ainda mais o tempo de voo dos seus velhos CF-18s, mantendo os jatos operando por mais 15 anos.
Houve planos para tirar os jatos fora de serviço pouco depois de 2025, mas os representantes das empresas que participaram de um dia da indústria do dia 22 de janeiro, descrevendo o programa do governo liberal para comprar novos aviões de combate, disseram que a RCAF – Royal Canadian Air Force agora manterá os CF-18s operando até 2032.
Os jatos, recebidos pela primeira vez em 1982, serão aposentados após 50 anos de serviço.
Algumas fontes da indústria aeroespacial, no entanto, questionam se a aposentadoria de 2032 é definitiva, pois qualquer atraso na compra de novos jatos poderia alterar esse cronograma.
A primeira aeronave de substituição dos CF-18 chegará em 2025, mas as entregas dos 88 aviões não serão concluídas até 2030, de acordo com os documentos do governo federal distribuídos aos representantes da indústria na reunião de 22 de janeiro em Ottawa.
Os CF-18s foram atualizados ao longo dos anos. Em 2001, um projeto de modernização foi lançado para permitir que os aviões continuem operando até 2017-2020.
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CF-18
As melhorias estruturais para manter a frota também estão em curso e outro programa de atualização está em andamento, com o objetivo de manter os aviões voando até 2025, de acordo com a RCAF.
Isso proporcionará os aviões com vários sistemas para permitir que eles operem com forças aéreas aliadas, além de cumprir novas regras para voar no espaço aéreo doméstico e internacional. Também poderia haver atualizações para as armas, diz o RCAF.
Não está claro se outra atualização seria necessária além daquela para manter os aviões voando de 2025 a 2032.
O Canadá também está em discussões com a Austrália para comprar 18 aviões F-18 usados para aumentar a frota existente de CF-18s. Embora o custo exato desse negócio não seja tornado público até que o contrato seja assinado, o governo liberal reservou US$ 500 milhões para o projeto.
Em novembro de 2016, o ministro da Defesa, Harjit Sajjan, reconheceu que os CF-18 podem ter que continuar voando por mais tempo do que o planejado, sugerindo que poderiam continuar até 2030 ou talvez além. O briefing para representantes da indústria foi a primeira confirmação oficial do governo de que a RCAF esticaria a vida da aeronave até 2032.
Os liberais se comprometeram a comprar 88 novos caças em um programa que poderia custar até US$ 19 bilhões. Essa etiqueta de preço não inclui manutenção a longo prazo.
Troy Crosby, diretor-geral de projetos principais de defesa em Serviços Públicos e Compras no Canadá, disse em uma entrevista à Postmedia que um pedido de propostas de empresas para os novos caças será lançado na primavera de 2019. Um contrato seria assinado no final 2021 ou início de 2022.
André Fillion, chefe de gabinete do departamento de material no Departamento de Defesa Nacional, disse que a reunião de 22 de janeiro forneceu uma maneira de informar a indústria sobre como a compra se realizará. “Esta foi uma oportunidade para nós começarmos a falar com a indústria sobre o contexto da frota em termos de operação, manutenção e aquisição”, explicou em uma entrevista à Postmedia.
Fillion disse que os participantes receberam “um pouco de apreciação de onde estamos indo para que eles possam começar a pensar sobre sua solução”.
Fonte: National Post via site Poder Aéreo 31 jan 2018

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Austrália vende 18 caças F/A-18 Hornet ao Canadá
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Três F/A-18A Hornet da RAAF

 

A Ministra da Defesa da Austrália, honorável senadora Marise Payne, anunciou hoje que o Governo concordou com a venda de 18 caças F/A-18 A/B Hornets clássicos da Royal Australian Air Force ao Governo do Canadá.
A oferta segue uma expressão de interesse do governo canadense recebida em setembro. A venda das aeronaves e as peças sobressalentes associadas continuam sujeitas a negociações finais e às aprovações de exportação do País de Origem.
A Defesa planeja retirar sua frota de F/A-18A/B Classic Hornets do serviço até 2022, que será substituída progressivamente pelo F-35A Joint Strike Fighter, a nova capacidade de combate aéreo da quinta geração da Austrália.
A ministra Payne falou com seu homólogo canadense, o ministro da defesa nacional Harjit Sajjan, para receber a venda.
“A Austrália valoriza grandemente a nossa longa e ampla relação de defesa bilateral com o Canadá, e esta decisão é outro exemplo de nossa estreita e sólida parceria”, disse a ministra Payne.
“A aeronave complementará a frota existente do Canadá à medida que ele desenvolve e implementa seu plano para substituir a frota de aviões de combate da Royal Canadian Air Force.
A transferência das duas primeiras aeronaves deverá ocorrer a partir do primeiro semestre de 2019, de acordo com o plano atual de transição para o Joint Strike Fighter.
Os dois primeiros aviões Joint Strike Fighter da Austrália deverão chegar ao país no final de 2018.
Fonte: Australian Department of Defence via site Poder Aéreo 13 dez 2017

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Primeiros F/A-18 Hornets australianos entregues ao Canadá

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No domingo, 17 de fevereiro de 2019, a Royal Canadian Air Force (RCAF) recebeu seus dois primeiros ex-F/A-18A Hornets da Força Aérea Australiana.
Ambas as aeronaves chegaram ao CFB Cold Lake (Alt.) Em um voo direto da Nellis AFB (NV), onde participaram do Red Flag 19-1.
O Canadá está adquirindo 25 aeronaves de combate e peças do Governo da Austrália para aumentar rapidamente a disponibilidade da frota de CF-18, a fim de garantir que a RCAF possa cumprir todas as obrigações simultaneamente. Destes, dezoito serão convertidos em padrões canadenses para uso operacional.
Essas aeronaves são do mesmo tipo que a atual frota CF-18 do Canadá e podem ser integradas rapidamente à frota. As modificações e o trabalho técnico começarão imediatamente para que possam ser trazidos para uma configuração semelhante à das aeronaves CF-18 do Canadá. O trabalho será feito por empresas canadenses.
As entregas continuarão em intervalos regulares pelos próximos três anos e as aeronaves serão integradas à frota do CF-18 assim que as modificações forem concluídas. A aeronave final deverá chegar ao nível do esquadrão até o final de 2021.
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Fonte: Forças Armadas do Canadá via site Poder Aéreo 19 fev 2019

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Canadá vai lançar uma nova concorrência de caças no próximo mês
Tentativas de substituir os CF-18 de 30 anos de idade começaram em 2010, mas foram atoladas na política
Por Murray Brewster – CBC News do Canadá
A competição politicamente carregada para substituir a envelhecida frota de caças do Canadá vai ser disparada no final de maio, quando o governo federal divulga uma longa e antecipada licitação.
Há quatro empresas na disputa: a Saab da Suécia, a Airbus Defence and Space da Grã-Bretanha e as americanas Boeing e Lockheed Martin.
Uma vez que o pedido de propostas for liberado, os fabricantes terão até o final do ano para apresentar ofertas, defesa e fontes da indústria disseram à CBC News.
Foi o ex-governo conservador que iniciou o esforço para substituir os CF-18 de três décadas em 2010, uma tentativa que foi abatida em uma disputa sobre a maneira como o caça F-35 foi selecionado.
O programa ficou atolado na política quando os liberais prometeram durante a campanha eleitoral de 2015 não comprar o jato furtivo. Uma decisão final terá agora que esperar até depois da eleição deste outono.
A competição acontece em um momento de renovada rivalidade geopolítica entre o Ocidente e a Rússia e a China, e o chefe da Força Aérea Sueca disse que seus caças estão mais ocupados do que nunca.
O major-general Mats Helgesson disse que a Suécia, que tem uma longa história de ser um país neutro e não-alinhado, descobriu nos últimos anos que seu espaço aéreo era violado com mais frequência por aviões de guerra russos e da OTAN.
Isso exigiu um estado de prontidão para os esquadrões de caças Gripen do país.
“Quando olhamos para as nossas fronteiras, especialmente sobre o Mar Báltico, podemos ver um aumento da atividade, não apenas da Rússia, mas também da OTAN”, disse Helgesson à CBC News em uma entrevista.
“Nós vemos exercícios. Vemos o treinamento diário e também vemos a coleta de informações de uma maneira que não víamos há muitos anos.”
A Força Aérea Sueca é aproximadamente do mesmo tamanho que a Força Aérea Real Canadense. Há muito tempo, produziu o Gripen, que passou por várias iterações e modelos desde que foi introduzido, em meados dos anos 90.
A Saab AB, sediada em Estocolmo, pretende oferecer a última versão – a versão E – como substituta da atual frota de CF-18 do Canadá.
As melhorias de projeto da aeronave, disse Helgesson, são um resultado direto do que os militares e os engenheiros do país podem ver sendo desenvolvidos na Rússia.
“Não é nenhum segredo que precisamos ser capazes de nos equiparar não apenas com a Rússia, mas também com outras aeronaves de alto desempenho no futuro”, disse ele, apontando para o caça russo Su-30, o mais moderno Su-35 designado pela OTAN como “Flanker”) e o furtivo Su-57.
Houve um debate político e acadêmico rigoroso sobre se o Canadá deveria escolher um modelo legado da década de 1990, como o Gripen, ou o recém-lançado caça furtivo Lockheed Martin F-35.
A noção de que caças furtivos são necessários para conflitos com países como a Rússia – países que possuem sistemas avançados de defesa aérea – foi parcialmente descartada pela Agência de Pesquisa de Defesa da Suécia em um relatório recente.
As armas anti-acesso/negação de área da Rússia (conhecidas como A2/AD) não são tão boas, disse o relatório divulgado no mês passado, que analisou o uso de tais sistemas no conflito na Síria.
“Nos últimos anos, muito tem se falado das novas capacidades da Rússia e do impacto que elas podem ter na capacidade dos Estados membros da OTAN de reforçar ou defender os países bálticos vulneráveis em caso de crise ou guerra”, disse o relatório.
“Em uma análise mais próxima, no entanto, as capacidades da Rússia não são tão assustadoras, especialmente se contramedidas em potencial forem consideradas.”
O Gripen é destinado a operações em ambientes rudes, como a região ártica da Suécia, acrescentou Helgesson.
“Estamos operando a partir de bases dispersas”, disse ele. “Usamos rodovias e pequenos campos de pouso espalhados por toda a Suécia em lugares remotos, distantes. E a operação logística é muito pequena.”
O Ártico é, naturalmente, uma área importante de operação para a Força Aérea Sueca e com bases distantes exigiu que a força se tornasse criativa com relação ao armazenamento de combustível, munição e outros suprimentos.
Os CF-18 do Canadá ocasionalmente operam a partir de bases avançadas no Norte, mas esses desdobramentos são pouco frequentes em comparação com a atividade de rotina dos suecos, observaram especialistas no passado.
Como o Canadá, disse Helgesson, a Suécia acaba de começar a reinvestir na defesa.
Espera-se que a competição entre os fabricantes do setor de caças a jato do Canadá seja intensa.
A Lockheed Martin novamente lançará seu caça furtivo F-35. A Boeing está na fila para oferecer o Super Hornet – uma versão maior e mais avançada do F-18. A Airbus Military planeja oferecer seu Eurofighter Typhoon.
Fonte: CBC News via site Poder Aéreo 16 abr 2019

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Meus prezados
Airbus e Boeing indicam que podem sair da concorrência de caças do Canadá
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Eurofighter Typhoon

A Airbus SE e a Boeing podem desistir de um processo de licitação para fornecer ao Canadá novos caças porque dizem que a disputa é injustamente direcionada à Lockheed Martin, disseram duas fontes com conhecimento direto da situação na segunda-feira.
As três empresas que competem com o jato F-35 da Lockheed Martin já reclamaram da forma como a disputa está sendo realizada, e expressaram preocupação de que algumas das especificações favorecem claramente a empresa norte-americana, disseram fontes do setor nas últimas semanas.
Na semana que vem, o governo deve divulgar o chamado pedido de propostas – a lista final de requisitos – para os 88 novos aviões que pretende comprar. O contrato vale entre C$ 15 bilhões e C$ 19 bilhões (US$ 14,5 bilhões) e os aviões devem ser entregues entre 2025 e o início da década de 2030.
A Boeing e a Airbus agora formalmente escreveram para Ottawa expressando preocupação com os requisitos atuais, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto, que não quiseram ser identificadas, dada a sensibilidade da situação. O quarto licitante é a Saab AB da Suécia.
F-35-Canada.jpg
Mockup do F-35 destinado ao Canadá

Fonte: Reuters via site Poder Aéreo 10 jul 2019

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Meus prezados

Boeing oferece garantia de trabalho para empresas do Canadá se o Super Hornet for escolhido

https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2018/12/Super-Hornet-Block-III.jpg[/img]

Super Hornet Block III

A gigante aeroespacial dos EUA, Boeing, está oferecendo sua garantia de bilhões de dólares em trabalho para empresas canadenses, além de manter a manutenção de aeronaves no país, enquanto tenta convencer o governo liberal a selecionar uma nova versão do caça Super Hornet

Por David Pugliese

A Boeing espera que a nova tecnologia no Super Hornet e seu compromisso de colocar até $30 bilhões em trabalho com empresas canadenses resultem em vitória na competição para a construção de 88 jatos.

O movimento ocorre quando o NDP (New Democratic Party) e os sindicatos aeroespaciais estão se tornando mais expressivos sobre a necessidade do projeto de substituição de aviões de combate do Canadá pagar grandes dividendos pela economia.

O líder do NDP, Jagmeet Singh, disse na semana passada que iria discutir esse assunto quando o Parlamento voltar e espera ter uma discussão com o novo ministro da Defesa Liberal sobre como os empregos no Canadá podem ser criados e sustentados pelo programa.

A Boeing não se comprometeu com o programa canadense ao revisar os requisitos de licitação durante o verão. Mas isso mudou na semana passada, quando a Boeing confirmou que estava na corrida.

“Não teríamos essa conversa se não pensássemos ter uma chance muito realista de vencer”, disse o executivo da Boeing, Jim Barnes, em entrevista ao Ottawa Citizen.

O caça furtivo F-35 da Lockheed Martin é considerado o principal concorrente do projeto que verá a compra de novos jatos a um custo entre $ 15 bilhões e $ 19 bilhões. A Saab da Suécia também está na competição, oferecendo o caça Gripen.

A questão dos benefícios econômicos garantidos para o Canadá poderia ser um problema para o governo liberal, que, sob pressão dos EUA, alterou as regras de compras para permitir que o F-35 fosse considerado. Devido à forma como o programa F-35, liderado pelos EUA, está estruturado, a Lockheed Martin não pode fornecer garantias de nenhum trabalho para empresas canadenses, uma posição que no passado teria desqualificado uma empresa de licitar uma grande aquisição de defesa.

No início de setembro, o sindicato que representa os mecânicos da indústria aeroespacial alertou que as mudanças feitas para a Lockheed Martin ocorreriam às custas de outras empresas que oferecem trabalho garantido para o setor aeroespacial do Canadá. Além disso, o sindicato está preocupado com o fato de que, se o Canadá comprasse o F-35, a maior parte da manutenção seria feita nos EUA, colocando em risco 600 empregos na L-3 em Mirabel, Quebec. A L-3 realiza manutenção na atual frota de caças CF-18 da Royal Canadian Air Force.

Barnes disse que a Boeing ficou surpresa com a mudança na competição canadense que aumentou a necessidade de garantias para fornecer às empresas locais um trabalho igual ou superior ao custo do projeto. A Boeing possui a L-3 em sua equipe de aviões de caça, bem como a Peraton Canada Corp., CAE Inc., GE Canada e Raytheon Canada.

Barnes disse que, ao longo dos anos, o governo canadense desenvolveu uma capacidade de manter seus aviões de combate em casa usando essas empresas. “Então, estamos alavancando esse investimento do governo do Canadá”, acrescentou.

As autoridades da Boeing dizem estar confiantes em garantir bilhões de dólares em trabalho para os canadenses, já que a empresa tem uma presença extensa no setor aeroespacial militar e comercial em todo o mundo, bem como em suas próprias instalações no Canadá.

A Lockheed Martin respondeu que, embora não haja garantias de trabalho no programa F-35, as empresas canadenses receberam mais de US$ 1,3 bilhão em contratos no projeto nos últimos 12 anos. A quantidade desses contratos pode aumentar significativamente à medida que mais F-35 são entregues aos aliados dos EUA e do Canadá, observaram as autoridades da Lockheed Martin.

A Boeing está oferecendo o que é conhecido como o Super Hornet Bloco III, uma versão avançada das aeronaves existentes.

No início deste ano, a Marinha dos EUA confirmou a compra de 78 aeronaves equipadas com um novo computador, sensores e links de dados para aumentar a quantidade de informações que podem ser recebidas ou transmitidas. A aeronave também possui comunicações via satélite, o que é importante para as operações do Ártico, observou a Boeing. Alguns aspectos furtivos também foram adicionados e a Boeing diz que conseguiu aumentar a vida útil da aeronave de 6.000 horas para 10.000 horas.

Também está lançando o novo Super Hornet como menos oneroso de manter. A aeronave custa cerca de US$ 18.000 por hora para operar em comparação com o F-35, que custa US$ 44.000.

O Pentágono e a Lockheed Martin estão trabalhando para reduzir esse custo do F-35.

As propostas para o programa canadense devem ser enviadas até a primavera de 2020, e o vencedor deverá ser determinado no início de 2022. A primeira aeronave será entregue em 2025.

O mérito técnico compõe a maior parte da avaliação em 60%. Os benefícios econômicos e de custo que as empresas podem oferecer ao Canadá valerão 20% cada.

Uma disputa comercial entre o Canadá e a Boeing de impostos sobre jatos civis de passageiros fabricados no Canadá levou os liberais a incluir na competição de aviões de caça uma cláusula que consideraria qualquer dano econômico que uma empresa tenha causado ao Canadá.

Barnes disse que a cláusula está nos documentos de licitação. A Boeing, no entanto, não vê isso como um problema para a empresa, pois acabou perdendo a disputa comercial.

Fonte: ottawacitizen.com via blog Poder Aéreo 19 nov 2019

 

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