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Aviação regional recua e fica no sonho


A340-600

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Menos de dois anos após sua reinauguração, o aeroporto de São José dos Campos, no interior de São Paulo, está às moscas. O terminal recebeu obras de modernização que aumentaram em mais de cinco vezes a área destinada a passageiros, para 5 mil m². A reforma foi feita para atender a um tráfego esperado de 600 mil pessoas por ano.

Meses depois da reinauguração, a Azul suspendeu os voos no local. Em junho de 2016, foi a vez da Latam deixar o aeroporto. Hoje só os passageiros da aviação executiva embarcam em São José dos Campos. Os guichês de check in estão vazios, a lanchonete fechou e uma lona cobre o balcão de atendimento da Localiza.

São José dos Campos foi uma das nove cidades brasileiras que saíram da malha das grandes empresas desde 2015. Em meio à crise econômica, elas deixaram para trás cidades como Pato de Minas (MG), Macaé (RJ), São Gabriel da Cachoeira (AM), Tucuruí e Porto Trombetas (ambas no Pará). Algumas ainda têm voos de empresas pequenas, que representam menos de 1% do mercado.

“A aviação brasileira está diminuindo”, resume o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz. O motivo, explica, é que o setor sofreu um choque de custos ao mesmo tempo em que a demanda caiu. “Diversos voos não se viabilizam mais. A solução foi cortar.”

Os cortes são nacionais. No caso da capitais, há redução de frequências de voos, mas as empresas áreas mantêm o serviço. No interior, as empresas abandonaram algumas praças, reduzindo a concorrência ou deixando a cidade sem oferta de transporte aéreo.

Em média, o número de decolagens de TAM, Gol, Azul e Avianca caiu 10% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento do jornal O Estado de S. Paulo a partir de registros de voos nacionais da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O movimento vai na contramão do que se prometia para a aviação regional.

Ajustes

A Azul é a única empresa entre as grandes que têm uma frota específica para a aviação regional – o turboélice ATR. A empresa voa hoje para cerca de 100 destinos e atua sozinha em cerca de 40 cidades. Nos últimos meses, no entanto, a Azul suspendeu voos no interior e se desfez de 18 ATRs. Foram 11 destinos cancelados, incluindo apenas uma capital, desde 2015.

A empresa iniciou operações em outras quatro cidades no interior no período, mas o saldo ficou negativo. “A aviação regional perdeu muitos voos porque não se fez nada para melhorar os aeroportos e reduzir o preço do combustível”, afirma o presidente da Azul, Antonoaldo Neves.

A maioria dos cortes foi feito por falta de viabilidade financeira. Mas a infraestrutura falha também pesou. São Gabriel da Cachoeira e Coari, no Amazonas, tiveram voos cancelados por isso, diz Neves. “São coisas pequenas. Equipamentos quebrados e licenças que venceram que inviabilizaram a operação.”

Mas, a seu ver, o maior problema é o preço do combustível. O querosene de aviação (QAV) no Brasil já é mais caro do que no exterior, mas no interior os valores são ainda maiores do que nas capitais. Um litro de QAV sai por R$ 1,36 nos EUA, R$ 2,25 em São Paulo e R$ 6,74 em Cacoal (RO).

Como 37% do custo de um voo é composto pelo combustível, a mesma distância pode custar o dobro se o voo partir de cidades do interior do que de São Paulo. Para ser viável, o preço da passagem teria de ser muito superior, o que muitas vezes não cabe no bolso do passageiro.

Menos aviões

A redução de voos para o interior reflete o que ocorre na malha aérea como um todo, explica Alberto Fajerman, diretor de relações institucionais da Gol. “Tiramos 20 aviões da frota este ano. O mesmo avião voa para cidades grandes e pequenas, como se estivesse em um trilho, então vários destinos foram afetados.”

Ao todo, a Gol projeta um corte de até 18% nos voos nacionais em 2016. Na maioria das cidades, há redução de frequências. Porém, destinos como Altamira (PA), Imperatriz (MA), Bauru e Ribeirão Preto (ambas em SP) deixaram de ser atendidos pela Gol.

A Latam também fechou bases no interior e colocou na gaveta planos de montar uma frota para voos regionais. “Estudamos seriamente esse projeto e chegamos a iniciar negociações com Embraer e Bombardier”, diz a presidente da Latam Brasil, Claudia Sender. Ela ressalta que a empresa ainda acredita que o crescimento do tráfego aéreo virá das cidades médias e tem interesse em novos destinos regionais.

A crise, no entanto, adiou os planos para este mercado. Para reverter o quadro, as empresas defendem uma desoneração de custos, em especial do QAV. A Abear estima que um teto para a alíquota do ICMS, em discussão no Senado, viabilizaria a criação de 200 voos em um ano, incluindo o interior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

 

 

http://istoe.com.br/aviacao-regional-recua-e-fica-no-sonho/

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Vou falar pelo Estado de São Paulo, no noroeste paulista, temos aeroportos com ótimos movimentos em São José do Rio Preto, Araçatuba e Ribeirão Preto. Temos cidades de 80 a 120 mil na região, mas por estarem próximos desses aeroportos e pela ampla oferta de voos, acaba sendo inviável. Outro detalhe é que muitos paulistas preferem o carro como modo de locomoção ou até mesmo de ônibus (empresas com frotas novas).

 

No estado de SP precisa de um incentivo para voos regionais dos aeroportos paulitas, exemplo: Presidente Prudente para Rio Preto ou para Ribeirão, Rio Preto para Guarujá, sendo operados por aviões compatíveis. Uso o exemplo do Reino Unido (mesma dimensão territorial).

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Aviação de terceiro nível sempre dependerá de algum estímulo (seja renúncia fiscal, subsídio ou transferência de tarifas) aliados à mudança de mentalidade, em que o aeroporto vira infra-estrutura regional e não apenas municipal. É interessante ter quatro aeroportos municipais próximos que mal se sustentam ou ter um regional economicamente viável e com planejamento integrado com os outros modais?

 

E ainda queriam 800 aeroportos regionais :facepalm:

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Thales, esqueça essa ideia de vcs de usar o caravan, para a 121, que mania de alguns aqui de perseguir uma

Aviação que não dá, falam de bandeirante, Brasília etc, quer aviação regional? Governo arrumem as pistas e botem rnav em tudo, tem aí o Atr 42 e 72 que são aeronaves mais atuais e próprias pra isso. Voar com 10 pax mesmo gastando pouco não dá, os custos fixos de uma base e da estrutura de uma empresa não vao compensar, tente entender de uma vez!!!!!pessoal fica achando que com essés aviões iria fomentar a aviação gerar emprego para pilotos ( imagina o salário de uma zeca airlines voando caravan) imagina Thales, os aeroportos que viria pousar!!!! Ah, mas vc é bom aviador, daqueles das antigas, que sabe voar ndb na mão, e tem pé pra pousar naquela pista de M. Cheia de problema estrutural, pq vc vai ajudar a empresa e ajudar o país. Chega dessa mentalidade burra que não leva a nada. Aviador, vc tem não está aqui para salvar a galáxia.

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Thales, esqueça essa ideia de vcs de usar o caravan, para a 121, que mania de alguns aqui de perseguir uma

Aviação que não dá, falam de bandeirante, Brasília etc, quer aviação regional? Governo arrumem as pistas e botem rnav em tudo, tem aí o Atr 42 e 72 que são aeronaves mais atuais e próprias pra isso. Voar com 10 pax mesmo gastando pouco não dá, os custos fixos de uma base e da estrutura de uma empresa não vao compensar, tente entender de uma vez!!!!!pessoal fica achando que com essés aviões iria fomentar a aviação gerar emprego para pilotos ( imagina o salário de uma zeca airlines voando caravan) imagina Thales, os aeroportos que viria pousar!!!! Ah, mas vc é bom aviador, daqueles das antigas, que sabe voar ndb na mão, e tem pé pra pousar naquela pista de M. Cheia de problema estrutural, pq vc vai ajudar a empresa e ajudar o país. Chega dessa mentalidade burra que não leva a nada. Aviador, vc tem não está aqui para salvar a galáxia.

 

HudA3,

 

Seria um sonho se todos nós tivessmos tido a chance de começar na Azul, Trip ou Webjet, mas não é o caso. Depois de uns bons anos de espera, finalmente estou voando, estou no Amapá, voando Cheyenne II, imagina meu salário! E olha que não está ruim, quantos amigos meus não estão voando nada (como eu também estava por quase 4 anos), quantos estão voando por menos que eu? Quantos estão estagnados na instrução? A aviação tem vários estratos, várias camadas, e de algum lugar as pessoas têm que começar, e quanto mais oportunidades existirem, melhor, sejam elas oportunidades ótimas, sejam elas médias, ou até ruizinhas, desde que não sejam ilegais, fazer o que?

 

Então, falei que estou no Amapá. Aqui tem uma deficiência enorme de rodovias, para Oiapoque, uma distância de uns 600km, leva-se 12h no verão, sem chuva, porque com chuva, fica impossível. Existe uma certa demanda para Oiapoque, assim como existe para o Jari/Monte Dourado, mas é demanda suficiente para um ATR-72? Mesmo que tivesse infra-estrutura, A Azul voaria esse trecho? Não acho que seja rota para a Azul, não tem essa demanda toda, a MAP? Talvez, mas o -42 tem um custo muito próximo do -72 e aí voltamos à questão da demanda.

 

Eu não sei se o custo de uma base é assim tão alto, mas eu sei que o Brasil perdeu uma grande quantidade de cidades atendidas quando o Caravan deixou de ser 12 assentos. Veja um mapa de rotas da Brasil Central e me fale quantas localidades que hoje dependem de ônibus, carro, ou até mesmo de jipes 4x4 (caso de Oiapoque na época das chuvas) não poderiam ter acesso a uma linha regular (ou sistemática). Principalmente nas regiões mais afastadas do nosso país.

 

Concordo que falta infra-estrutura, que falta RNAV (mas e aí, a empresa tem que se homologar RNAV também, a minha não é...), que falta até mesmo um NDBzinho pra ter um mínimo a mais que VFR (amigo, se ao menos balizassem as pistas, ou dessem manutenção nas que têm balizamento, Oiapoque SBOI tem balizamento, desligado. Monte Dourado, SBMD, tem, mas só mediante coordenação prévia com o governador do estado e com o papa, mandar oficio explicando o porque da operação noturna, sendo que nada disso está em Rotaer ou NOTAM), mas, antes ter algo, do que não ter nada, como é hoje.

 

Acho que vale muito a pena acompanhar o que vai dar do projeto da Codemig lá de Minas Gerais, que está colocando uns Caravans da TWO para fazer ligações que a própria Azul pulou fora, em muitas cidades que têm sim infra estrutra para receber seus ATRs mas que, por questões mercadológicas, não são mais ligadas a Belo Horizonte (PLU). Esse pode ser um bom teste para o Brasil, mas se o C208B pudesse receber esses 3 assentos a mais (e ele pode, já que no país de origem dele, junto à gloriosa FAA ele pode, porque aqui, depois de uma canetada, não pode mais?), ele seria bem mais rentável.

 

E quanto a voar NDB na mão, bom, acho que todo piloto TEM que saber voar NDB na mão, não? Se não souber (não estou falando de usar com frequencia, mas de saber), de nada adianta o Level-D quando se precisa mesmo é de um AATD na escolinha.

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Todos sabem, mas como na comercial ninguém mais aplica efetivamente, digo treinar um ndb na mão, até pq o lnav e

Muito mais eficiente e seguro ninguém fica de frescura. Entenda, saber todos sabem, mas não se pratica mais, até pq são pouquíssimos aeroportos que só operam ndb, só se usa ele como auxílio secundário. Fico feliz que tenha voltado a voar, ja vivi o que vc passou, longo temo esperando e sei o que é, acredito que em breve as coisas vão melhorar e as cias vão voltar a contratar, tenha um pouco mais de paciência, continue com essa persistência que terá êxito, é um dia quando nos encontrarmos na comercial vc vai me dizer quantos ndb na mão vc fez na comercial, sua reposta será um risonho O ( zero) abraço, te cuida por aí e não aceite fazer merd, seja operacional ou manutenção, sua vida

Vale mais que isso.

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Hud, o NDB, só um exemplo, sei que vocês não fazem porque têm equipamentos melhores, que bom, eu já acho o G600 um show! Um dia chego ai nesse nível, ainda não passei do espaço aéreo inferior kkkk. E infelizmente aqui, mesmo pro NDBzinho ta dificil, tudo desativado... Realmente, falta infra estrutura básica. Falta balizamento, um RNAV, abastecimento. A falta de abastecimento mata muito a chance de viabilidade, uma vez que vai ter que carregar combustível para várias pernas, perdendo disponível.

 

Para a regional pequena andar, precisa de mais infra sim. Precisa melhorar a questão do ICMS no combustível, e precisa de aviões ideais. Muitos mercados não são viáveis para o ATR, independente de características operacionais, e aí que entram os feeders de 19 e 12 assentos. Considero o interior do Brasil carente de ligações aéreas e sei que não tem demanda para uma Azul, Passaredo ou Map chegar, é espaço para menores, para 135 Sistemático, etc.

 

Quantas empresas não cresceram disso? Um pouquinho do DNA da própria Azul, que ela está perdendo, diga-se de passagem, vem da Trip que vem da Total, que já operou seus bandecos lá nos anos 90. Tem mercado pra todo mundo, e, assim como uma LATAM digamos que não olha para o interior como a Azul olha, existem interiores que não estarão nos radares do ATR também. E assim, um vai complementando o outro.

 

Obrigado pelas felicitações, um dia nos esbarramos acima do FL245. Se fizer um BEL-CAY um dia, capaz de nos encontrarmos lá pelos lados de Oiapoque rs.

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EUA é aviação de terceiro nível? Lá tem subsídio para o regional...

 

Indo ao seu ponto, o problema não é ter subsídio/transferência de tarifa/etc. O problema é não ter uma política clara que estimule o desenvolvimento de novas rotas/bases regionais. O modelo que estava sendo discutido anteriormente era "taylor made" para um objetivo que não era manter a aviação regional e sim manter as empresas atuantes.

 

Quanto a renúncia fiscal, isso é muito relativo. Se o voo trouxer novos visitantes/turistas/negócios à uma região o tributo é recolhido por outros meios. Difícil de diagnosticar, sim, mas não impossível.

 

De "terceiro nível" só temos os nossos políticos e seus eleitores.

 

Abs!

 

 

 

Aviação de terceiro nível sempre dependerá de algum estímulo (seja renúncia fiscal, subsídio ou transferência de tarifas) aliados à mudança de mentalidade, em que o aeroporto vira infra-estrutura regional e não apenas municipal. É interessante ter quatro aeroportos municipais próximos que mal se sustentam ou ter um regional economicamente viável e com planejamento integrado com os outros modais?

 

E ainda queriam 800 aeroportos regionais :facepalm:

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Esqueçam de aviação regional... mesmo com incentivos isso só vai para frente com um conjunto de ações que sabemos serem incompatíveis com o Brasil (gestão simultânea de esforços de cias aereas, empresas de onibus/estacionamentos mais baratos, locadoras de veiculos, hotéis, prefeituras, governo federal, infraero, etc).

 

Se eu moro em Ribeirão Preto e vou viajar com a familia, vou de carro que é muito em conta. Se eu viajo sozinho é uma outra história...

 

Agora, SE....

 

For barato deixar o carro em um estacionamento ou tiver um transporte barato de centros urbanos para aeroportos nem sempre próximos.....

For barato alugar um carro no destino.... ou o hotel tiver uma estrutura de shuttle adequada....

For barata a passagem para compensar o custo de pedágio e combustivel + desgaste do carro....

 

Agora, conhecendo nossa capacidade....

 

RAO-Litoral vai custar R$ 400 por assento

Chegar a RAO para quem mora em Sertãozinho, Bebedouro & Cia custa caro por falta de um transporte coletivo, mesmo que seja executivo

 

A unica coisa que avançou bastante foi o aluguel de carro nos destinos. Isso ficou mais universal e com custo mais digno (Localiza tem aluguel de carro a partir de R$ 60 + taxas). Não a toa trata-se de empresa que tem ganho muito valor de mercado. Esses mineiros aprenderam a tirar proveito do mercado... imagina se tivessem a seu favor uma aviação regional mais desenvolvida!

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EUA é aviação de terceiro nível? Lá tem subsídio para o regional...

 

Indo ao seu ponto, o problema não é ter subsídio/transferência de tarifa/etc. O problema é não ter uma política clara que estimule o desenvolvimento de novas rotas/bases regionais. O modelo que estava sendo discutido anteriormente era "taylor made" para um objetivo que não era manter a aviação regional e sim manter as empresas atuantes.

 

Quanto a renúncia fiscal, isso é muito relativo. Se o voo trouxer novos visitantes/turistas/negócios à uma região o tributo é recolhido por outros meios. Difícil de diagnosticar, sim, mas não impossível.

 

De "terceiro nível" só temos os nossos políticos e seus eleitores.

 

Abs!

 

Dinâmica, terceiro nível não é em forma de denegrir, mas como alguns chamam a aviação regional (ou commuter), sendo a internacional primeiro nível e doméstico segundo nível. Coisa que vigorou até os anos de 1980.

 

Mas é isso que disse, não há política para efetivar a aviação regional. Bem ou mal o SITAR funcionou. Em 1997 o programa tinha fundo de R$ 50 milhões.

 

A renúncia fiscal precisa ser bem discutida, pois muitas empresas podem criar vôos apenas para servirem de laranja para toda a operação. Enfim de difícil mensuração.

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Voce citou a localiza. Porem nunca conseguir alugar um carro localiza. Todas as vezes estavem bem mais caro que diversas outras empresas.

Eu também, alugo umas 3 ou 4 vezes por ano e geralmente a localiza é disparada a mais cara, AVIS e Movida sempre custam de 50 a 80 reais já com proteção parcial inclusa.

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O regional que é subsidiado nos EUA não é o regional que estamos citando aqui no Brasil.

São cidades pequenas servidas por aviões de por vezes, 10 , 12 lugares.

 

 

Eu também, alugo umas 3 ou 4 vezes por ano e geralmente a localiza é disparada a mais cara, AVIS e Movida sempre custam de 50 a 80 reais já com proteção parcial inclusa.

 

Fato, mas na Localiza faz diferença você ter algum desconto. Praticamente todo mundo tem desconto (15 a 30%) dependendo de cia aerea, seguradora, banco, cartão de crédito... e tem o diferencial do programa fidelidade deles.

Nao acompanho muito a Movida mas a Avis quando coto, o preço fica bem perto da Localiza

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O regional que é subsidiado nos EUA não é o regional que estamos citando aqui no Brasil.

São cidades pequenas servidas por aviões de por vezes, 10 , 12 lugares.

 

 

 

 

Fato, mas na Localiza faz diferença você ter algum desconto. Praticamente todo mundo tem desconto (15 a 30%) dependendo de cia aerea, seguradora, banco, cartão de crédito... e tem o diferencial do programa fidelidade deles.

Nao acompanho muito a Movida mas a Avis quando coto, o preço fica bem perto da Localiza

Aluguei na Movida recentemente (após baterem no meu carro) um HB20S Automático com 150km rodados pelo preço de Uno econômico na Localiza.

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Eu acho que uma solucao para o SJK, sería conectar o aeropuerto com CNF onde a AD tem uma grande malha de distribuicao e um aeropuerto mais provavel, SDU a distribuicao da malha é pobre, entao torna mais fácil se dirigir a GRU pra fazer suas demais conexoes. Claro que junto com isso uma baixa nos combustiveis e quem sabe até ter um valor menos nas taxas aeroportuária quando se trata de regional, sem isso terao muitos aeroportos as moscas.

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  • 8 months later...

Precisamos pensar em "aviação". Seja nacional, local, regional, internacional... todas merecem ter um excelente nível de serviço. É necessário mudarmos para melhor.

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Precisamos pensar em "aviação". Seja nacional, local, regional, internacional... todas merecem ter um excelente nível de serviço. É necessário mudarmos para melhor.

 

Com sua porcaria de projeto, se é que ele vai de fato se tornar realidade, a coisa só vai piorar.

 

Quanta hipocrisia...

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Com sua porcaria de projeto, se é que ele vai de fato se tornar realidade, a coisa só vai piorar.

 

Quanta hipocrisia...

algum aeroporto dos 53 já teve a licitação das obras?

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algum aeroporto dos 53 já teve a licitação das obras?

 

VDC está em obras avançadas, mas por causa das emendas parlamentares de bancada ao Orçamento da União que os deputados e senadores baianos colocaram em uns 3 anos seguidos. Como resultado, o Governo da Bahia teve o dinheiro para fazê-lo. Está sendo construído o Terminal e a previsão é ser inaugurado no primeiro semestre de 2018.

 

A primeira licitação aberta no âmbito federal foi para ampliação de BRA, revogada algus dias depois.

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Simplesmente pq não 100% de capital estrangeiro para empresas com atuação regional? Poderiam criar algo do tipo a cada 5 cidades atendidas até 600 mil habitantes 1 cidade até 1 milhão, ou qualquer outra fórmula nesse sentido.

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  • 1 month later...

Meus prezados

Deputados reclamam de lentidão no desenvolvimento da aviação regional

Deputados voltaram a reclamar, nesta quinta-feira (29), do que consideram lentidão na execução do Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR), criado por lei de 2015 (Lei 13.097) e inserido no Fundo Nacional de Aviação Civil.
A demanda é para que o governo acelere investimentos em aeroportos ou em projetos de aeroportos localizados em regiões isoladas, principalmente na Amazônia.
O assunto foi discutido pelas comissões de Viação e Transportes; e de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia. Na quarta-feira (28), a Comissão de Viação já havia promovido um debate sobre o tema.
“Nós percebemos uma lentidão. Para se ter uma ideia, no estado do Pará, de 24 aeroportos [inicialmente selecionados] apenas cinco estão na lista para ficarem prontos até 2020. E faltam R$ 4 milhões para uma iluminação no aeroporto em Conceição do Araguaia, que é o único do sul do Pará”, criticou o deputado Zé Geraldo (PT-PA), um dos parlamentares que solicitaram a audiência.
Investimento
O secretário nacional de Aviação Civil, Dario Lopes, único convidado da reunião, reafirmou as prioridades do programa neste momento. A expectativa é investir R$ 450 milhões por ano, até 2019, em 58 aeroportos regionais considerados fundamentais.
No total, 179 localidades foram selecionadas para receber investimentos, após o governo estudar as necessidades de 276 locais. Na lista final, a Amazônia Legal contará com 21 aeroportos, sendo cinco no Pará.
Orçamento restrito
Uma das dificuldades para tocar o programa, segundo Lopes, é o orçamento restrito. Em razão de contingenciamentos, a verba disponível para investimento neste ano nos 58 aeroportos é de R$ 231 milhões.
“Tendo mais recursos, você pode acelerar. Por isso, o fundamental é ter o projeto e ter a clareza de que isso não é um programa de governo, mas tem que ser contínuo”, observou o secretário.
Zé Geraldo disse que vai se articular no Congresso para fazer a pressão política, e o programa ser estruturado. Ele também aventou a possibilidade de apresentar emendas de bancada com essa finalidade.
Problemas de logística
Além da dificuldade orçamentária, Dario Lopes mencionou os problemas de logística para a construção e a realização de obras em aeroportos, principalmente na Amazônia. “Não há acesso terrestre. Isso encarece levar material, pois também não se consegue levar durante todo o ano. O material só é levado quando é possível navegar pelos rios. Isso encarece a obra e diminui o ritmo”, explicou.
Turismo
Na audiência, o deputado Valadares Filho (PSB-SE), presidente da Comissão de Integração Nacional, ressaltou a necessidade de a aviação civil centrar esforços também no desenvolvimento do turismo. “O preço das passagens, a pouca oferta, as mudanças nos voos sem aviso prévio, tudo isso prejudica o turismo na nossa região”, reclamou.
Dario Lopes respondeu que investimentos nesse sentido também têm sido feitos e destacou a inauguração do aeroporto de Jericoacoara (CE), um lugar essencialmente turístico, no último sábado (24).
Fonte: Noéli Nobre - Newton Araújo para Câmara dos Deputados via CECOMSAER 30 JUN 2017

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Ok, alguém perguntou as empresas se elas querem operar lá? Pq de nada adianta investir milhões em aeroportos onde as empresas decidem não ir!!!!!

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Ok, alguém perguntou as empresas se elas querem operar lá? Pq de nada adianta investir milhões em aeroportos onde as empresas decidem não ir!!!!!

 

A Azul vai operar lá.

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