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“Nenhum modelo da Airbus existiria se não fosse os subsídios ilegais”, conclui OMC


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AVIAÇÃO

Nenhum modelo da Airbus existiria se não fosse os subsídios ilegais, conclui OMC

Pedro Menezes

Por Pedro Menezes em 22/09/16 - 12:32

Organização Mundial do Comércio confirma que União Europeia forneceu mais de US$ 22 bilhões em subsídios ilegais para Airbus nestes 40 anos de história, montante que, de acordo com a OMC, foi responsável pelo lançamento de todos as famílias da francesa

SJ110-Airbus12

Airbus passará por dias conturbados a partir desta quinta-feira (22)

Uma bomba acaba de cair no colo de uma das maiores fabricantes de aeronave do planeta. A Organização Mundial do Comércio (OMC) anunciou nesta quinta-feira (22), que a União Europeia (UE) não cumpriu com sua obrigação de resolver e esclarecer os maciços subsídios de governos europeus para criar e sustentar a Airbus nestes 40 anos de história.

 

Além de pedir explicações sobre os US$ 17 bilhões em subsídios, a OMC ainda confirmou que membros da UE forneceram quase US$ 5 bilhões só para o lançamento do A350 XWB. É explícito que o A350 não chegaria ao mercado sem esta ajuda. Ainda de acordo com o órgão, nenhum modelo da frota da Airbus incluindo o A300, A310, A320, A330, A340, A350 e A380 existiria hoje se não fosse os subsídios ilegais fornecidos pelos governos europeus durante todas estas décadas.

 

Para o VP Executivo da Boeing, Michael Lutig, Hoje a OMC descobriu que a Airbus é e sempre foi uma empresa criada ilegalmente e apoiada em subsídios ilegais, alfinetou. O executivo acredita que a União Europeia tem a obrigação de remediar e esclarecer todos estes subsídios para as famílias dessas aeronaves, incluindo os A380s.

 

Airbus_Family_flight_A330_A350_XWB_A380_air_to_air

Mais de US$ 22 bilhões foram investidos ilegalmente pelos governos europeus no lançamento de novas aeronaves Airbus

A decisão promulgada nesta quinta-feira ainda confirma que a Airbus errou em receber subsídios ilegais de mais de US$ 22 bilhões de dólares, incluindo US$ 15 milhões para o lançamento das famílias de A300 à A380, e mais US$ 2 bilhões de subsídios sem ligação com qualquer desenvolvimento de novas aeronaves.

 

Quem está feliz mesmo é o governo norte-americano, que declarou vitória após uma longa batalha com a União Europeia a respeito destes subsídios ilegais. A UE não se justificou com respeito aos subsídios anteriormente encontrados, e que violou ainda mais as regras da OMC, concedendo mais de US$ 4 bilhões em novos financiamentos subsidiados para o A350 XWB, disse o representante do escritório do Comércio dos EUA.

 

Fonte: Mercado e Eventos

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Airbus Group lança série de fusões e reorganizações internas30/09/2016 07:39Compartilhe: mail

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O Airbus Group anunciou nesta sexta-feira uma reorganização interna e fundirá suas atividades de aviação comercial, enquanto todas as divisões adotarão a "Airbus" como único nome.

 

O objetivo da reorganização é o de "simplificar a gestão" e "otimizar a eficiência", segundo o grupo.

 

"Esta nova medida estará dirigida por Tom Enders, como presidente-executivo", acrescentou em um comunicado.

 

Fabrice Brégier, à frente da aviação comercial, terá como nova função a de diretor de operações, além de seu atual título de presidente da Airbus Commercial Aircraft.

 

A mudança de nome e a adoção unicamente de "Airbus" se tornará efetiva a partir de 1 de janeiro de 2017.

 

"A fusão entre Airbus Group e Airbus é o prelúdio de uma revisão estrutural que simplificará a administração de nossa empresa", declarou Enders. A reorganização "suprimirá as duplicações e melhorará a produtividade, continuando, ao mesmo tempo, a integração do conjunto do grupo".

 

"Nossas duas divisões (Airbus Defence and Space e Airbus Helicopters), dirigidas por Dirk Hoke e Guillaume Faury, que continuam sendo partes integrantes do grupo, se beneficiarão desta fusão com um apoio comercial mais seletivo e com custos reduzidos", acrescentou Enders.

 

Fonte: Isto é Dinheiro

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Airbus Group lança série de fusões e reorganizações internas30/09/2016 07:39Compartilhe: mail

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O Airbus Group anunciou nesta sexta-feira uma reorganização interna e fundirá suas atividades de aviação comercial, enquanto todas as divisões adotarão a "Airbus" como único nome.

 

O objetivo da reorganização é o de "simplificar a gestão" e "otimizar a eficiência", segundo o grupo.

 

"Esta nova medida estará dirigida por Tom Enders, como presidente-executivo", acrescentou em um comunicado.

 

Fabrice Brégier, à frente da aviação comercial, terá como nova função a de diretor de operações, além de seu atual título de presidente da Airbus Commercial Aircraft.

 

A mudança de nome e a adoção unicamente de "Airbus" se tornará efetiva a partir de 1 de janeiro de 2017.

 

"A fusão entre Airbus Group e Airbus é o prelúdio de uma revisão estrutural que simplificará a administração de nossa empresa", declarou Enders. A reorganização "suprimirá as duplicações e melhorará a produtividade, continuando, ao mesmo tempo, a integração do conjunto do grupo".

 

"Nossas duas divisões (Airbus Defence and Space e Airbus Helicopters), dirigidas por Dirk Hoke e Guillaume Faury, que continuam sendo partes integrantes do grupo, se beneficiarão desta fusão com um apoio comercial mais seletivo e com custos reduzidos", acrescentou Enders.

 

Fonte: Isto é Dinheiro

 

Nobres, em meu entendimento, com a previsão de redução severa dos negócios da indústria de aviação, globalmente, “ficou pequeno” para a Airbus, exigindo uma redução de pessoal na forma de fusão de departamentos e tudo o mais que envolve tal circunstância.

 

A Boeing está quieta, mas a “barata tá voando” lá também, e não é de hoje.

 

Não sei se o ‘povo’ tá sabendo, mas está vindo uma onda de Híbridos (antigos dirigíveis) para ‘afogar’ muito do mercado de aviões convencionais. Não é marolinha’, é coisa prá maravilhosa Maya Gabeira surfar.

 

Se já não está bom, vai ficar pior. As opções dos fabricantes em adotarem filosofias muito mais do interesse deles, do que de mercado, como um todo, e dessa equação se beneficiarem, está resultando na ‘implosão’ do próprio setor.

 

Quem acompanha, no caso dos cargueiros dedicados, este está com os dias contados, ou seja, não vai demorar muito para que não vejamos mais empresas como Atlas, Cargolux, etc.

 

Triste, muito triste.

 

Navegador

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Nobres, em meu entendimento, com a previsão de redução severa dos negócios da indústria de aviação, globalmente, “ficou pequeno” para a Airbus, exigindo uma redução de pessoal na forma de fusão de departamentos e tudo o mais que envolve tal circunstância.

 

A Boeing está quieta, mas a “barata tá voando” lá também, e não é de hoje.

 

Não sei se o ‘povo’ tá sabendo, mas está vindo uma onda de Híbridos (antigos dirigíveis) para ‘afogar’ muito do mercado de aviões convencionais. Não é marolinha’, é coisa prá maravilhosa Maya Gabeira surfar.

 

Se já não está bom, vai ficar pior. As opções dos fabricantes em adotarem filosofias muito mais do interesse deles, do que de mercado, como um todo, e dessa equação se beneficiarem, está resultando na ‘implosão’ do próprio setor.

 

Quem acompanha, no caso dos cargueiros dedicados, este está com os dias contados, ou seja, não vai demorar muito para que não vejamos mais empresas como Atlas, Cargolux, etc.

 

Triste, muito triste.

 

Navegador

Caro Navegador

 

Estas mudanças seriam para um horizonte de quanto tempo?

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S&P eleva qualidade da dívida da Airbus

 

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A agência de notação financeira Standard & Poors (S&P) elevou o rating da dívida de longo prazo da empresa Airbus de A para A+.

 

No entender desta agência, a Airbus apresenta uma dívida de qualidade, com perspectiva estável.

A S&P elevou igualmente o nível da dívida de curto prazo da empresa de A-1 para A-1+, considerando-a de qualidade extrema, ou seja, o valor mais alto na escala de avaliação, anuncia a agência de notação financeira em comunicado.

 

Fonte:digital.sapo.pt

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Caro Navegador

 

Estas mudanças seriam para um horizonte de quanto tempo?

 

Olá Nobre 737-200 Advanced, as mudanças a que me referi, são basicamente o alvo dos que pretendem fabricar em grande escala esses Híbridos.

 

Um é o conhecido Airlander, que recentemente teve alguns problemas no pouso, na Inglaterra, o ‘link’:

 

http://odia.ig.com.br/mundoeciencia/2016-08-25/dirigivel-gigante-financiado-por-bruce-dickinson-sofre-acidente-na-inglaterra.html

 

O outro é o Lockheed Martin Hybrid Airship, segue o ‘link’:

 

http://www.lockheedmartin.com/us/products/HybridAirship.html

 

O que se pretende, por parte desses, é entrarem no mercado de cargas, e depois, passageiros, sendo que o argumento “rapidez” vai ser substituído pelo argumento do conforto, do baixíssimo custo, tanto para o embarcador como para o passageiro, respectivamente, isso pelo fato de o custo desses monstros ser, pelo menos, dez vezes menor do que o de uma aeronave compatível com mesma operação.

 

Em minha forma de ver, o dinheiro curto, isso em qualquer lugar do mundo, vai dar um impulso muito grande para essas iniciativas.

 

Sobre perspectivas de implantação no mercado, honestamente, eu gostaria de saber, mas pelo que escutei, da parte dos mesmos, é prá ontem.

 

Abraços,

 

Navegador

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Nobre 737-200 Advanced, há pouco fui ler o que eu escrevi, e percebi que havia uma frase cuja construção dá um sentido bem diferente do que eu quis apresentar. A frase:

 

“Sobre perspectivas de implantação no mercado, honestamente, eu gostaria de saber, mas pelo que escutei, da parte dos mesmos, é prá ontem. ”

 

O, “da parte dos mesmos”, não significa que ouvi dos fabricantes a informação. A intenção foi dizer “sobre os mesmos”, ou seja, os híbridos, o que se espera, principalmente porque é um produto que demandou muita pesquisa e muita grana, é que eles possam estar no mercado o mais rápido possível, pois a ideia é começar a lucrar com o novo meio de transporte, ficando a frase correta:

 

“Sobre perspectivas de implantação no mercado, honestamente, eu gostaria de saber, mas pelo que escutei, sobre os mesmos, é prá ontem. ”

 

Agora sim KKKKKK.

 

Abração,

 

Navegador

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Obrigado nobre Navegador

 

Como se diz, “não por isso”, Nobre 737-200 Advanced!!! KKKKK

 

Agora, quem vai precisar de informação sou eu. Você teria contato com o setor (dos híbridos), ou conhece pessoas ligadas, ou sabe como contatar os fabricantes?

 

Eu pediria, por favor, caso você tenha, ou os colegas aqui do FCR o tenham, e se puderem repassar, eu ficaria muito grato mesmo.

 

Abraços,

 

Navegador

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Como se diz, “não por isso”, Nobre 737-200 Advanced!!! KKKKK

 

Agora, quem vai precisar de informação sou eu. Você teria contato com o setor (dos híbridos), ou conhece pessoas ligadas, ou sabe como contatar os fabricantes?

 

Eu pediria, por favor, caso você tenha, ou os colegas aqui do FCR o tenham, e se puderem repassar, eu ficaria muito grato mesmo.

 

Abraços,

 

Navegador

Prezado Navegador

Aqui mesmo, no Brasil,há gente trabalhando em projeto semelhante:

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/107174-dirigivel-adb-3-30-fuga-das-estradas/

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Pessoal, sobre esse assunto de híbridos fiquei um tanto intrigado. Não sei se eu que não compreendi direito, mas esse projeto "ameaça" a utilização de aviões (pax e carga) a médio / longo prazo? O que consequentemente afetaria o mercado de pilotos?

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Pessoal, sobre esse assunto de híbridos fiquei um tanto intrigado. Não sei se eu que não compreendi direito, mas esse projeto "ameaça" a utilização de aviões (pax e carga) a médio / longo prazo? O que consequentemente afetaria o mercado de pilotos?

 

Talvez até melhore o mercado, já que os dirigíveis, em um primeiro momento, também precisarão de pilotos.

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Prezado Navegador

Aqui mesmo, no Brasil,há gente trabalhando em projeto semelhante:

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/107174-dirigivel-adb-3-30-fuga-das-estradas/

 

Nobre Jambock, muito obrigado por sua informação.

 

Sim, eu conheço essa iniciativa, e fiquei com muitas dúvidas sobre o ‘como' eles estão pretendendo viabilizar uma ação dessa natureza com o valor que foi aportado, pelo BNDES...

 

Outro ponto que limita é a participação de uma transportadora no projeto, a Bertolini, o que deixa potenciais negócios de fora.

 

Eu penso que devo ter feito um comentário semelhante em outro post a respeito desse dirigível.

 

Por outro lado, existe um fator que o diferencia do protótipo Inglês e da Lockheed. Os dois últimos não são “mais leve do que o ar”, tecnologia que, como é possível ver nos vídeos, faz uso de propulsores para se deslocarem do solo. A proposta é dar maior dirigibilidade por meio de ‘reação’ dos motores, sejam laterais, sejam verticais.

 

Já é, em minha opinião, algo que não vingará na forma como eles pretendem, considerando o tamanho e a área que está exposta às ações do ar, bem como a tecnologia usada, propriamente dita.

 

Se são problemáticos os ‘importados’, com essa “excelente” tecnologia, imagine o nacional, que, pelo visto, será apenas um dirigível, diferentemente dos “híbridos”.

 

De qualquer forma, quero agradecer muito por sua informação.

 

Abraços,

 

Navegador

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Nobres, observem o porquê de eu afirmar que os “Hybridos” podem compor a grande mudança de paradigma no que conhecemos atualmente sobre ‘transporte’. O texto é um tanto longo, mas vale a pena ler.

 

Navegador

 

 

Nervous shippers eye container lines warily as losses mount and margins sink

 

Theloadstar

By Mike Wackett & Gavin van Marle 05/10/2016

 

A sustained 20% rise in container freight rates is what’s needed to return average ocean carriers to profitable operating margins, according to Alphaliner.

 

Reassuringly, the line consultancy said it did not expect any more bankruptcies in the near term after the sudden and chaotic failure of Hanjin Shipping last month.

 

Even with the current parlous financial position of container shipping, the risk of another carrier failure was “likely to be low”, it said – despite expected continued losses.

 

However, accountancy firm Grant Thornton said yesterday it believed further bankruptcies in shipping were “inevitable”.

 

The analyst bases its argument on the presumption that stakeholders in other financially distressed carriers would want to avoid “another Hanjin fiasco” and, instead, opt for an orderly restructuring of debt and “transition into creditor control”.

 

“The poor handling of the Hanjin Shipping crisis would serve as a useful lesson for shippers and other carriers to avoid the pitfalls,” said Alphaliner.

 

Quite how far down the hierarchy of liner shipping that is likely to extend is open to debate however.

 

In a briefing yesterday, Grant Thornton noted that increasing numbers of shipping firms were in danger of breaching their loan-to-value covenants as the value of their vessels declines faster than they can repay their loans, forcing banks to reconsider those arrangements.

 

“This has the potential to act as a major catalyst for industry players to engage with their banks in a restructuring context,” it said.

 

However, that may be too little too late for some carriers, and Grant Thornton suggested that further bankruptcies were inevitable, especially among smaller players.

 

However, it added, this view encompassed all shipping sectors and is not just limited to container shipping.

 

“Although we recognise that there have been a number of high-profile restructurings, it is our view that the [shipping] industry and its stakeholders have yet to adequately address the financial challenges that face them.

 

“While we would anticipate that the major Tier-1 carriers will have the scale to survive, it is the smaller operators that are the most vulnerable.

 

“Over the course of the next 12 to 24 months, deteriorating finances and increasing liquidity pressures will result in further restructuring and ultimately, we believe, a number of bankruptcies throughout the industry,”

 

Meanwhile, Alphaliner reported that the average container shipping operating margin during the second quarter of this year had sunk to -9.2%, after plunging 5.5% in the first quarter.

 

Niche intra-Asia carrier Wan Hai was the only container line to achieve a positive operating margin in the second quarter, its 3.3% easily ahead of the -2.2% of Maersk Line.

 

At the bottom end was the restructured Hyundai Merchant Marine (HMM), which recorded a massive -26.7% margin. Interestingly, its bankrupt compatriot, Hanjin Shipping, ranked ahead of APL (-18.3%) and Yang Ming (-17.1%), suffering a -14% operating deficit over the three months.

 

And Alphaliner said the ability of ailing ocean carriers to survive the financial turbulence in the coming months would depend on them retaining the support of their customers.

 

It noted that shippers had been “badly unnerved” by the Hanjin Shipping collapse, and would almost certainly be checking the balance sheets of their nominated carriers very thoroughly, as well as keeping an ear to the ground for rumours or speculation concerning the financial health of a shipping line, and/or its partners.

 

At The Loadstar, we have had several very concerned shippers ask us which we believed would be “the next carrier to go bust”.

 

This understandable nervousness by shippers – impacted by Hanjin or not – was in evidence recently with what appear to be unfounded rumours about K Line, obliging the Japanese carrier to strongly refute the allegations and demand a retraction from the source of the rumours.

 

Prior to Hanjin’s collapse, shippers were convinced that the container lines would survive, regardless of their financial performance, but its entry into receivership has been a game changer in the container line industry.

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