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Helicóptero cai às margens do Rio Turvo, em Capitólio/MG

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Helicóptero cai às margens do Rio Turvo, em Capitólio
A Aeronáutica irá investigar a causa do acidente, mas, segundo testemunhas, o chamado "vento de cauda" pode ter contribuído para a queda

Pânico em Capitólio, no Sul de Minas Gerais, onde um helicóptero com quatro pessoas caiu, neste domingo, na margem do Rio Turvo. Todos os ocupantes foram resgatados com vida, mas o acidente ocorreu num momento em que havia vários banhistas no local, causando gritaria entre os que testemunharam a queda.
Uma pessoa filmou o acidente. Nas imagens, é possível observar que, em princípio, alguns banhistas reclamaram da baixa altitude do helicóptero, que, segundo o Corpo de Bombeiros, pertence à empresa Wsfly. A companhia não foi encontrada pela reportagem para comentar o caso.
Alguns segundos depois de sobrevoar o espelho d`água, a aeronave começou a perder altitude e caiu a poucos metros da margem do rio.
Banhistas correram para socorrer o piloto e passageiros. A Aeronáutica irá investigar a causa do acidente, mas, segundo testemunhas, o chamado "vento de cauda" pode ter contribuído para a queda.
Fonte: jornal O ESTADO DE MINAS 23 JAN 2017
Queda de helicóptero deixa feridos na região de Furnas em Capitólio
Quatro pessoas estavam na aeronave; piloto não se feriu. Helicóptero caiu segundos após a decolagem, segundo Bombeiros.

Três pessoas ficaram feridas após a queda de um helicóptero de turismo na região do Lago de Furnas, em Capitólio. O acidente ocorreu por volta das 16h deste domingo (22), próximo à ponte do Rio Turvo, no Km 306 da MG-050.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, testemunhas contaram que a aeronave caiu segundos após a decolagem. Os militares informaram que o helicóptero perdeu estabilidade e, já no alto, fez uma curva e caiu às margens do lago. Imagens divulgadas na internet mostram o momento da queda.
Segundo o Corpo de Bombeiros em Piumhi, havia quatro pessoas na aeronave, o piloto não teve ferimentos e não foi encaminhado a uma unidade de saúde. As outras vitimas foram socorridas por uma ambulância do Hospital de Capitólio e levadas para uma unidade de saúde de Passos, no Sul de Minas. Os militares informaram que elas não tiveram ferimentos graves.
A guarnição ainda está no trecho e a ocorrência não foi encerrada. A perícia é aguardada no local. Ainda não se sabe qual órgão irá apurar o acidente aéreo. Não foram informadas as identidades das vítimas, por isso não foi possível verificar o estado de saúde delas.
A corporação não divulgou o nome da empresa a que pertencia o helicóptero. O G1 aguarda retorno da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre a situação da aeronave e do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), sobre a investigação do caso.
Fonte: Anna Lúcia Silva do G1 Centro-oeste de Minas 23 JAN 2017[/i9]

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Vídeo da queda.

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Mais um R44.

Pelo vídeo, parece que ele estava tentando retornar.

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Deus me livre de um R22/R44 próximo de onde eu esteja...

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Eu sei que vão massacrar a gente, dizendo que a frota de R22/R44 é enorme e blá blá blá, mas a quantidade de acidentes envolvendo o modelo é realmente impressionante. Sei que alguns não é por falha mecânica, como foi o caso daquele da noiva, mas muitos são por falha do helicóptero, sinceramente é uma aeronave que eu não deixaria de voar, mas voaria com receio....

 

 

 

Abraços

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Meus prezados

Segundo a ANAC, helicóptero que caiu em Capitólio não poderia fazer voos panorâmicos

A aeronave estava registrada como privada, sendo que, para este tipo de sobrevoo, é preciso um equipamento registrado para táxi aéreo

Os voos panorâmicos feitos em um helicóptero que caiu na tarde deste domingo (22) em Capitólio, na região Centro-Oeste mineira, eram oferecidos de forma ilegal, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A aeronave estava registrada como privada, sendo que, para este tipo de sobrevoo, é preciso um equipamento registrado para táxi aéreo.

Apesar da atividade fim do helicóptero modelo Robinson R44, prefixo PP-MAM, não ser a prevista no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a documentação da aeronave estava em conformidade, ainda de acordo com o órgão. "A aeronave acidentada neste domingo estava registrada como privada, logo não poderia ofertar serviço de voos panorâmicos. Sobre o piloto, informamos que ele estava devidamente habilitado para operar a aeronave", dizia a nota divulgada.

Apesar disso, no dia do acidente o Corpo de Bombeiros de Piumhi afirmou que quatro pessoas estavam a bordo da aeronave "que era usada no transporte de turistas em voos panorâmicos pela região".

Ainda conforme a Anac, a modalidade do voo praticado na hora do acidente só será confirmada após conclusão do relatório de acidente aéreo expedido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), do Comando da Aeronáutica.

Procurada por O TEMPO, a Aeronáutica informou que técnicos do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III) se deslocaram do Rio de Janeiro e chegariam na tarde desta segunda-feira (23) ao município mineiro. Além da análise do local do acidente e dos destroços, os profissionais entrevistarão testemunhas e poderão, até mesmo, recolher peças para a perícia. Não existe um prazo para a conclusão da investigação.

A reportagem tentou contato com a empresa WSFLY pelas redes sociais, porém, até o momento ela não se manifestou sobre o acidente.

O acidente

A queda aconteceu por volta das 16h50 deste domingo. As informações iniciais davam conta que um vento de cauda fez com que a aeronave tombasse, ainda em baixa altitude, dentro das águas do rio Turvo, próximo ao KM 306 da rodovia MG-050. O acidente aconteceu segundos após a decolagem, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

Dentre as vítimas, três sofreram ferimentos leves e foram levadas por ambulâncias da Prefeitura de Capitólio para a Santa Casa de Passos, no Sudoeste de Minas. Já nesta segunda-feira, a unidade de saúde informou que, dos três feridos levados para o hospital, somente um deles autorizou que o estado de saúde fosse divulgado. Tiago Rosa Travasos, 31, está internado em estado estável.

A Polícia Militar (PM) informou que o piloto, de 29 anos, se queixava de dor no joelho, tendo sido encaminhado a um hospital de Capitólio, medicado e liberado. Aos policiais, ele classificou o ocorrido como um pouso de emergência devido a uma forte rajada de vento, e não como uma queda.

Como denunciar

A Anac aproveitou a repercussão do acidente em Capitólio para alertar a população sobre como saber se a aeronave é devidamente autorizada antes de contratar qualquer serviço. O órgão é responsável pela fiscalização e autorização do serviço de táxi aéreo, que inclui os voos panorâmicos, e que só pode ser oferecido por empresas que cumprem uma série de requisitos para que o transporte seja o mais seguro possível.

"Ao contratar um serviço de táxi aéreo, é essencial que o usuário certifique-se de que a empresa está autorizada a prestar o serviço. É ainda recomendável que o usuário consulte a situação da aeronave (avião ou helicóptero) a ser utilizada pela empresa, no site da ANAC", completou.

Por fim, o órgão complementa que a prática irregular de táxi-aéreo é uma infração ao Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), que deve ser denunciada à Anac, pelo número 163, ou pelo Atendimento Eletrônico no site da agência.

Fonte: José Vítor Camilo para SITE SUPER NOTÍCIA (MG) via CECOMSAER 24 JAN 2017

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Recebi via Whats o vídeo. A passageira filma desde o acionamento. Piloto + 3 pax.

Logo após a decolagem o som - que acho ser alerta de stall - é emitido.

Ele faz um 360 e cai...

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Na espera dos pilotos de heli interpretarem este alerta e se a atitude do piloto foi acertada. Antes que critiquem, nao quero um cenipa virtual, mas com imagens da cabine é mais fácil divagar. Abcs.

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Que alerta foi aquele ? motor ? pareceu-me que depois do alerta as rotações cairam.

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Tem jeito de ser Low RPM no rotor principal. Meu deus...

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Tem jeito de ser Low RPM no rotor principal. Meu deus...

Que para nós leigos pode significar...

???

Explica aí colega.

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Piloto: "... 50 ou 100 reais?"

Passageira: "De 50"

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Piloto: "... 50 ou 100 reais?"

Passageira: "De 50"

 

De 100,00 é com pouso normal, de 50,00 é com emoção :dente:

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A mulher deu um escandalo tão imbecil, que derrubou o heli

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Toda a prática que requer o mínimo de concentração deve ser mais difícil com uma doida berrando ao lado, no seu cangote.

Refer to: Sterile cockpit´s screwing up (best techniques).

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Não bastasse a bizarrice do acidente, foi veiculado um outro video do helicoptero pouco antes desse voo, em que ele dava motor, saía do chão (ainda ficava no IGE) tinha uma perda de rotação no rotor principal, e pousava de maneira bem esquisita...

Ou seja, aparenta " forçação de barra"..

Além do que, meteu um "SAE/TAXI AEREO" na lateral, e a aeronave é TPP....

Meleca pouca é bobagem. Mas, como estamos na banânia, não vai dar em NADA, e em breve esse cidadão aplicará golpes semelhantes a incautos por aí.

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Que para nós leigos pode significar...

???

Explica aí colega.

Nao sou piloto de Heli mas pelo o que eu sei, nos Heli, nao tem buzina de estol, e sim a de low rmp (baixa rotacao do rotor principal).

 

Desde o comeco do voo a buzina ja estava apitando, indicando baixa rotacao no rotor.

O certo seria aliviar o coletivo, esperar a rotacao subir olhando o tacometro e dai sim partir pro voo.

Na espera de alguem mais informado que possa nos ajudar a entender.

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Os comentários do site do UOL estão melhores do que os do contato radar.

Lamentável.

Moderação se quiser excluir o meu perfil que assim o faça.

Obrigado

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Não bastasse a bizarrice do acidente, foi veiculado um outro video do helicoptero pouco antes desse voo, em que ele dava motor, saía do chão (ainda ficava no IGE) tinha uma perda de rotação no rotor principal, e pousava de maneira bem esquisita...

Ou seja, aparenta " forçação de barra"..

Além do que, meteu um "SAE/TAXI AEREO" na lateral, e a aeronave é TPP....

Meleca pouca é bobagem. Mas, como estamos na banânia, não vai dar em NADA, e em breve esse cidadão aplicará golpes semelhantes a incautos por aí.

O pior Tiago, e que esse não é o primeiro e nem será o último acidente que segue este roteiro...

E como bem citou, não vai dar em nada.

Imagina quantas "operações" semelhantes ocorrem Brasil afora principalmente nos fins de semana.

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Os comentários do site do UOL estão melhores do que os do contato radar.

Lamentável.

Moderação se quiser excluir o meu perfil que assim o faça.

Obrigado

 

 

simples, Leia somente o uol!!

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Os comentários do site do UOL estão melhores do que os do contato radar.

Lamentável.

Moderação se quiser excluir o meu perfil que assim o faça.

Obrigado

Sério? Porque então não ajuda a elevar a qualidade?

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A buzina é de baixa rotação, porém um piloto atento, veria a queda de NR ( rotação ) antes de entrar na faixa crítica, aonde a buzina soa.

Se atento estivesse, pousaria em frente e pediria para uma pessoa descer.

O Rotor Principal com rotações abaixo do mínimo ( faixa crítica quando soa a buzina ), não consegue formar o colchão de ar necessário para sustentar o helicóptero.

O piloto tentou ganhar velocidade à frente, mas não conseguiu atingir a velocidade necessária para assim reduzir o passo das pás através do comando coletivo, que como o colega bem observou, precisava ser levemente baixado.

Mesmo se ele tivesse conseguido, seu pouso seria placado no local de pouso e os danos a terceiros poderiam ser bem maiores.

Quanto mais Amadorismo existir na Aviação, maiores serão seus riscos e consequentemente suas fatalidades.

Realmente o número de acidentes com a família Robinson é bastante elevado, assim como o número de usuários Amadores também.

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A buzina é de baixa rotação, porém um piloto atento, veria a queda de NR ( rotação ) antes de entrar na faixa crítica, aonde a buzina soa.

Se atento estivesse, pousaria em frente e pediria para uma pessoa descer.

O Rotor Principal com rotações abaixo do mínimo ( faixa crítica quando soa a buzina ), não consegue formar o colchão de ar necessário para sustentar o helicóptero.

O piloto tentou ganhar velocidade à frente, mas não conseguiu atingir a velocidade necessária para assim reduzir o passo das pás através do comando coletivo, que como o colega bem observou, precisava ser levemente baixado.

Mesmo se ele tivesse conseguido, seu pouso seria placado no local de pouso e os danos a terceiros poderiam ser bem maiores.

Quanto mais Amadorismo existir na Aviação, maiores serão seus riscos e consequentemente suas fatalidades.

Realmente o número de acidentes com a família Robinson é bastante elevado, assim como o número de usuários Amadores também.

Boa explicação como sempre Mauro.

Mais uma pergunta de quem não entende de helicóptero: o que poderia ter causado a queda de rotação do rotor principal? Você citou que um passageiro deveria descer. Seria o excesso de peso uma razão?

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Sobrevivente de queda de helicóptero relata pânico e sirenes durante voo
Vítimas falaram pela primeira vez sobre acidente em Capitólio, MG. Aeronave não tinha autorização para fazer voos panorâmicos.

Os três passageiros que estavam no helicóptero que caiu no Lago de Furnas neste domingo (22), em Capitólio (MG), falaram pela primeira vez sobre o acidente. Em entrevista à EPTV, afiliada da Rede Globo, eles afirmam que pagaram pelo passeio sobrevoando o reservatório e que todo o tempo uma sirene de emergência disparava na aeronave.

Com a queda do helicóptero, Lívia Torres Afonso, Isabela Serafim e Thiago Rosa Travassos, todos de 31 anos, sofreram ferimentos leves e ficaram em observação por três dias na Santa Casa de Passos. Isabela estava filmando o voo. Imagens que mostram os passageiros negociando o valor do passeio com o piloto circularam na internet nesta quarta-feira (25).

"Ele perguntou se o voo era de R$ 100 ou de R$ 150, porque o voo de R$ 100 era 3 minutos e o de R$ 150 é seis minutos, por pessoa", conta Isabela.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que o helicóptero e o piloto estavam com toda a documentação em dia, mas que a aeronave é registrada como particular e por isso não podia fazer voos panorâmicos ou serviço de taxi aéreo.

Logo após levantar voo e dar uma volta no Lago de Furnas, a aeronave perde altitude e cai na água. "Antes disso ele tinha falado que se a aeronave estivesse muito pesada, ele iria fazer o retorno e retirar um passageiro”, conta Isabela. “O barulho de sirene ficou direto e ele começou ai meu Deus, ai meu Deus, e nesse momento eu já botei a mão no cinto de segurança e falei assim: ”se eu cair viva, eu já saio, com medo da explosão".

O voo não estava nos planos dos três amigos. O domigo era o último dia do passeio em Capitólio. “Tinha sido muito comemorativo, a gente estava comemorando, aí falamos: “tem um passeio de helicóptero”. Aí vimos o preço, vimos que algumas pessoas do grupo estavam fazendo. A gente já estava indo embora, [e decidimos] “vamos fazer esse passeio”, lembra Thiago.

No começo da semana, o dono do helicóptero chegou a declarar que a tragédia só não foi maior por causa da habilidade do piloto. “É um piloto experiente, já está há oito anos na aviação, essa aeronave quem voa sou eu, minha filha, minha esposa”, disse Weberson Aparecido Estevan.

“Pra qualquer um de nós aqui, a primeira vez que estava voando, então os barulhos foram diferentes. Ver caindo também foi muito diferente”, continua Thiago. “Então saber se ele estava errado no começo do voo, de ter o primeiro barulho, não ter descido, ter desembarcado as pessoas que estavam na aeronave, se ele estava mais errado ainda de ter prosseguido e de ter parado da maneira que ele parou, só quem realmente é especialista na área vai conseguir tirar uma conclusão correta e mais específica em cima disso.”

Na queda da aeronave, o piloto não ficou ferido. Ele não foi localizado para falar sobre o caso.

A queda
O acidente aconteceu próximo à Ponte do Turvo, local bastante frequentado por turistas de todo o país. O helicóptero fazia passeios pelo lago. Vários vídeos do momento do acidente foram compartilhados nas redes sociais. A aeronave caiu poucos segundos após decolar.

O helicóptero já foi retirado do lugar da queda. A equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) esteve no local. Até agora, não foram divulgadas informações sobre os primeiros trabalhos da perícia nem a data de quando as investigações devem ser concluídas.

Das quatro pessoas que estavam no helicóptero, três tiveram ferimentos leves e foram levadas de ambulância para a Santa Casa de Passos. O piloto não ficou ferido.

A Anac informou também que aguarda o laudo do Cenipa, que deve confirmar que tipo de voo era realizado.

Fonte: G1 Sul de Minas via CECOMSAER 27 jan 2017

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