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Governo anuncia amanhã fim do limite a capital estrangeiro nas aéreas

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olha ae a FEDEX, UPS, etc.... entrando no territorio de cargas definitivamente.....Adios Correios!!!

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As coisas comecam entao a fazer sentido...

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Nova estratégia de lobby by aBianca? Ahahaha

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olha ae a FEDEX, UPS, etc.... entrando no territorio de cargas definitivamente.....Adios Correios!!!

Do jeito que o planejamento "funciona" eles nem pensaram nesse "detalhe".

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Vejo Atlanta e Chicago recebendo essa notícia com bons olhos. Madrid e Dallas talvez?

Chicago será a primeira a investir por aqui...e muito em breve.

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Don Efromovich já mexendo os pauzinhos.

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Governo libera 100% de capital estrangeiro nas aéreas nacionais

Agência Brasil

13/12/18 - 16h28 - Atualizado em 13/12/18 - 16h57

O presidente Michel Temer assinou hoje (13) medida provisória (MP) que autoriza as empresas de aviação nacionais a terem participação ilimitada de capital estrangeiro. Com isso, deixa de existir o limite de 20% de capital estrangeiro nas aéreas nacionais. A partir de agora, uma empresa brasileira do setor poderá ter 100% de capital estrangeiro. A MP será publicada ainda hoje, em edição extra do Diário Oficial da União.

“Isto resolve um dos principais problemas da aviação brasileira, que é a fonte de financiamento para as companhias de aviação. Com isso, temos a oportunidade de ter a participação do capital estrangeiro no financiamento, independentemente de sua origem”, disse o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, ao anunciar a medida.

Segurança nacional

O governo negou que a liberação do controle estrangeiro no capital das aéreas ameace a segurança nacional. No anúncio, o ministro utilizou o exemplo das companhias telefônicas, que já adotam a prática. “Não há tema mais estratégico para a segurança nacional e o conhecimento do que a telefonia. E na telefonia, temos possibilidade de 100% de capital estrangeiro. Temos que caminhar nessa direção para as empresas aéreas também”.

Padilha afirmou ainda que o setor ficará mais competitivo e o consumidor ganhará com isso. Segundo ele, a nova política estimulará o surgimento de novas companhias, novos destinos, com estímulo ao turismo e geração de emprego no setor. Na avaliação do governo, a medida também estimulará a redução de preços das passagens, que viria com o aumento da concorrência.

Caso Avianca

Esta semana, a Avianca entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo. A empresa tem uma dívida milionária com fornecedores e aeroportos. Padilha disse que a medida não foi feita especificamente para socorrer a Avianca, mas que a empresa poderá se beneficiar.

“A Avianca, circunstancialmente, poderá ser beneficiada nesse processo. Com esta MP, alguma empresa internacional poderá se interessar em recompor as condições financeiras da Avianca”. Padilha explicou ainda que houve uma conversa com ministro da Economia do futuro governo, Paulo Guedes, que concordou com a ideia. “Ele disse que estava rigorosamente conforme aquilo que entende que deva ser feito. Estamos fazendo em consonância com o novo governo”.

Tripulação nacional

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a exploração dos serviços aéreos pode ser feita por empresa constituída segundo as leis brasileiras com sede de administração no Brasil. As profissões de piloto de aeronave, comissário de voo e mecânico de voo continuam destinadas exclusivamente a brasileiros natos ou naturalizados.

De acordo com a agência reguladora, a medida vai estimular a desconcentração de empresas no mercado doméstico e o aumento da quantidade de rotas ofertadas e integração com rotas internacionais.

” O ingresso de capital estrangeiro no país tende a aumentar a competição no setor ao ampliar as fontes de recursos para as companhias já existentes e potencializar o surgimento de novos entrantes”, disse a assessoria da Anac.

A Anac disse ainda que a queda na barreira de participação do capital estrangeiro “segue uma tendência de abertura já verificada em outros países e equipara o mercado de aviação ao que já é adotado em praticamente todos os setores da economia.”

O Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) vigente é de 1986, anterior à lei que criou a Anac, de 2005, e estabelece como limite máximo ao capital estrangeiro o percentual de 20%

Fonte: IstoÉ Dinheiro

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As empresas americanas têm histórico de adquirir participações em empresas estrangeiras e não de assumir seu controle, ou mesmo operar diretamente cabotagem.

 

Soa improvável alguma delas se aventurando em constituir uma filial brasileira, com centenas de operações domésticas diárias.

 

Mais factível é alguma Norwegian da vida abrir uns vôos por aqui.

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Na prática o que vai ocorrer além da maior concorrência, TEORICAMENTE, sendo revertida para a queda das passagens aéreas?

E o setor de carga aérea?

Quais empresas estrangeiras comprariam as nacionais ou criariam novas empresas do zero para operar por aqui?

E o custo Brasil?

É muita coincidência essa MP nesse exato momento (O6)?

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Na prática:

 

Vai entrar gente nova, com capital bancado por garantias internacionais e facilidade de obter aeronaves

Os fracos (ou aqueles que respiram com auxilio de aparelhos hoje) que se cuidem - as estrangeiras podem entrar e começar pequenas, mas tem poder de incomodar.

 

Ficou dificil para uma empresa Brasileira viver no mundo da aviação - essa é a consequencia maior dessa medida.

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Não li a MP,

A reforma do CBA está em tramitação, e já previa isso, mas no CBA tem uma ressalva que garante os direitos de emprego aos pilotos Brasileiros, NA MP NÃO TEM!

 

Agora finalmente espero que entrem novos players no mercado brasileiro, assim à oferta tanto de trabalho quanto de assentos vai melhorar, e aí vamos ver se ainda vão brincar de tar empresa aérea!

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Não li a MP,

A reforma do CBA está em tramitação, e já previa isso, mas no CBA tem uma ressalva que garante os direitos de emprego aos pilotos Brasileiros, NA MP NÃO TEM!

 

Agora finalmente espero que entrem novos players no mercado brasileiro, assim à oferta tanto de trabalho quanto de assentos vai melhorar, e aí vamos ver se ainda vão brincar de tar empresa aérea!

 

 

Mas tem assento sobrando pra voar no Brasil. Resolver o custo Brasil ninguem quer.

 

E nao venha dizer que preco das passagens vao cair pois e sabido que isso nao vai remunerar o capital investido. Ao menos que alguem pague por isto por algum tempo.... depois quebra. Alias ja comecou a quebradeira de algumas das LC

 

Mas vamos ver o andar da carroagem

A AD foi impedida de ter mais que 50% da TAP, e foi aquele imbroglio da mesma forma nao consegue abrir uma empresa no USA ai vai...

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Se foi não sei, mas acabou sendo ótimo para LATAM que vai poder se regularizar.

 

Aliás, não esperem que isso afete algo de imediato, o congresso tem 120 dias (que vão aumentar devido ao recesso) para aprovar ou vetar a MP. Até aprovarem não acredito que ninguém irá arriscar um centavo sequer.

MAs até onde entendi, o congresso não precisará aprovar a MP que tem seu efeito imediato. Ou não?!

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Na prática:

 

Vai entrar gente nova, com capital bancado por garantias internacionais e facilidade de obter aeronaves

Os fracos (ou aqueles que respiram com auxilio de aparelhos hoje) que se cuidem - as estrangeiras podem entrar e começar pequenas, mas tem poder de incomodar.

 

Ficou dificil para uma empresa Brasileira viver no mundo da aviação - essa é a consequencia maior dessa medida.

 

Não acredito que elas vão começar pequenas ou criar empresas por aqui.....mesmo tendo acesso a custos financeiros bem menores, as complicações de criar uma empresa no Brasil permanecem, principalmente na escala necessária para ser, de fato, competitiva.

Só o acesso a um custo financeiro menor em certas despesas, não resolve o problema, caso contrário a Latam estaria nadando de braçada.

Mas concordo com você que uma empresa nacional sem um forte parceiro estrangeiro....vai ser muito complicado.

 

Não li a MP,

A reforma do CBA está em tramitação, e já previa isso, mas no CBA tem uma ressalva que garante os direitos de emprego aos pilotos Brasileiros, NA MP NÃO TEM!

 

Agora finalmente espero que entrem novos players no mercado brasileiro, assim à oferta tanto de trabalho quanto de assentos vai melhorar, e aí vamos ver se ainda vão brincar de tar empresa aérea!

 

A MP não afeta o CBA com relação a necessidade da empresa ser brasileiras, assim como seus aviões e tripulantes, o que, em tese, garantiria a proteção.

Na pratica a ANAC flexibiliza esta proteção várias vezes. O que ainda esta vetado é a cabotagem pura e simples...

 

Abraços

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Chicago será a primeira a investir por aqui...e muito em breve.

Duvido, a UA é bem mais conservadora que a Delta e American em comprar empresas estrangeiras. Só lembro da Azul, e foi pouco para a época (5%).

 

Agora, Delta pode se interessar.

 

As empresas americanas têm histórico de adquirir participações em empresas estrangeiras e não de assumir seu controle, ou mesmo operar diretamente cabotagem.

 

Soa improvável alguma delas se aventurando em constituir uma filial brasileira, com centenas de operações domésticas diárias.

 

Mais factível é alguma Norwegian da vida abrir uns vôos por aqui.

Ao contrário, só a Delta e a Pan Am tem/tinham este caráter expansionista.

 

Uma coisa é a alteração do CBA liberando o capital, outra é alterar a Lei do Aeronauta.

 

1 - Na prática o que vai ocorrer além da maior concorrência, TEORICAMENTE, sendo revertida para a queda das passagens aéreas?

2 - E o setor de carga aérea?

3 - Quais empresas estrangeiras comprariam as nacionais ou criariam novas empresas do zero para operar por aqui?

4 - E o custo Brasil?

5 - É muita coincidência essa MP nesse exato momento (O6)?

1 - Não. Ao contrário do que propagam, abertura do capital não vai permitir - via de regra, competição, mas vai facilitar a entrada de capitais. Por que os EUA não liberam? Pois eles não dependem de capital estrangeiro.

 

2 - Pode beneficiar, você monta uma estrutura mínima aqui e deixa o restante no exterior.

 

3 - Difícil dizer. Mas facilita para a Delta investir na Gol, a LATAM Brasil vira de fato 100% chilena, Avianca Colombia pode comprar a Avianca Brasil (neste momento? será :P). Empresas menores vão querer entrar no mercado, como a Amaszonas. Norwegian talvez, mas a Jetsmart está com plano ousados para a América do Sul e com o Brasil seria fechar a integração regional.

 

4 - Mesma coisa, pois as empresas continuarão a pagar os mesmos impostos daqui. Talvez o custo do capital caia um pouco.

 

5 - Não diria, mas a Avianca acelerou o processo. Imagina para o novo presidente lidar com a quebra de uma empresa com 5.000 funcionários?

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É a chance da Passaredo encontrar alguem disposto a comprar passivo e se livrar do abacaxi.

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É a chance da Passaredo encontrar alguem disposto a comprar passivo e se livrar do abacaxi.

E vale a pena? Dívidas na casa do três dígitos e poucas aeronaves?

 

Pode ser interessante para empresas pequenas, por causa do CHETA.

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MAs até onde entendi, o congresso não precisará aprovar a MP que tem seu efeito imediato. Ou não?!

 

A MP tem efeito imediato após a sua publicação no diário oficial. Após a publicação, o congresso tem 120 dias para confirmar a MP. Caso eles não confirmem, ou não discutam sobre, a MP perde o valor e tudo volta a ser como antes..

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Mas tem assento sobrando pra voar no Brasil. Resolver o custo Brasil ninguem quer.

 

E nao venha dizer que preco das passagens vao cair pois e sabido que isso nao vai remunerar o capital investido. Ao menos que alguem pague por isto por algum tempo.... depois quebra. Alias ja comecou a quebradeira de algumas das LC

 

Mas vamos ver o andar da carroagem

A AD foi impedida de ter mais que 50% da TAP, e foi aquele imbroglio da mesma forma nao consegue abrir uma empresa no USA ai vai...

Realmente vc está certo, custo Brasil não permite grandes sonhos

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Mas tem assento sobrando pra voar no Brasil. Resolver o custo Brasil ninguem quer.

 

 

Assento sobrando?

 

EU estava fazendo um levantamento hj a tarde.

Este ano fiz 68 voos pela LATAM, 34 pela Azul e 1 pela Avianca. Em apenas uns 4-5 tinha menos de 90%. Todos na LATAM no trecho CGH-CNF-CGH. No resto sempre entupido. Alem disto fiz 14 voos United, 6 AA e 4 LX. Todos entre 95 e 100%. La e aqui esta sempre lotado...Ja lucro e outra coisa....

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E vale a pena? Dívidas na casa do três dígitos e poucas aeronaves?

 

Pode ser interessante para empresas pequenas, por causa do CHETA.

 

Dependendo do que o cara queira ser no negócio, voce acelera o processo de certificação e "comprar" o passivo pode ser uma boa e talvez os donos queiram se livrar do abacaxi por um troco qualquer, isso é mera especulação claro.

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A MP tem efeito imediato após a sua publicação no diário oficial. Após a publicação, o congresso tem 120 dias para confirmar a MP. Caso eles não confirmem, ou não discutam sobre, a MP perde o valor e tudo volta a ser como antes..

Fim de ano, faltando menos de 2 meses para a aposentadoria forçada de metade deles.

É o congresso nao vai barrar essa MP.

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