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Praça, fast food e área vip devem mudar a cara do aeroporto de Campo Grande


jecsantos

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Empreendimentos, cujos processos licitatórios têm início no segundo semestre, devem reconfigurar o Aeroporto Internacional de Campo Grande até o próximo ano.


Loja de fast-food, praça, aeroporto executivo para aeronaves de pequeno e médio portes, locadora de veículos, estacionamento e lava rápido, hangar para aviões comerciais e posto de combustíveis são projetos em fases avançadas e já aprovados pela Infraero.


Diretamente pelo terminal devem ser criados 2,2 mil novos empregos, além das vagas a serem geradas pelas empresas parceiras.


“O aeroporto não é só para embarque e desembarque. O aeroporto oferece uma grande gama de negócios”, enfatiza o superintendente do Aeroporto Internacional de Campo Grande, Richard Aldrin Fernandes Custódio.


De acordo com ele, circulam diariamente no local aproximadamente 4 mil passageiros, além de familiares e amigos (média de dois) que os buscam e os levam. São cerca de 12 mil pessoas, consumidores potenciais.


Custódio e o gerente comercial do Aeroporto Internacional de Campo Grande, Luciann de Aquino Evangelista, falaram sobre os projetos, que serão executados via PPPs (Parceria Público-Privadas) e cujas primeiras licitações têm início em até dois meses.


“Antes de assumir aqui eu era gestor comercial do Aeroporto de Congonhas. Quero trazer muita coisa de lá para cá”, afirmou Custódio, que está há quatro meses à frente do aeroporto da Capital. No entanto, os projetos são muito anteriores a isso. Começaram a ser esboçados há cerca de três anos.


"Pequeno aeroporto" – Um dos empreendimentos é o aeroporto executivo, uma espécie de “miniaeroporto”, com infraestrutura para atender clientes de pequenas e médias aeronaves. “Os pilotos, por exemplo, terão local para descansar”, ilustra o gerente comercial.


“O projeto está pronto, finalizado”, disse Evangelista. Ele e Custódio estimam que a construção deva ser concluída até o primeiro semestre de 2018.


O aeroporto executivo terá 27,76 mil m². A maior área será do pátio, com 17,428 mil m². O local também terá um hangar (4,79 mil m²) e um estacionamento (5,391 mil m²).


Na avenida – A parte externa, na Avenida Duque de Caxias, também contará com novos empreendimentos. Um deles é uma loja de fast-foood, possivelmente um drive thru, a ser construído em área de 1,36 mil m². O contrato será de dez anos. Ao lado dessa loja, está prevista uma praça, com quatro quiosques.


Também há projeto, na avenida, de um posto de combustíveis, com previsão de comercialização de 400 mil litros por mês e possibilidade de instalação de conveniência e serviços automotivos. O espaço é de 6,3 mil m².


Outros – Além desses empreendimentos, também estão em fases adiantadas, prestes a entrarem em processos licitatórios, outros projetos. Um deles é de um estacionamento para mensalista com área total de 3,15 mil m².


Um hangar para aeronaves comerciais está prevista para um espaço de 4,52 mil m². O aluguel estimado é de R$ 12 mil por mês. A vigência do contrato é de 15 anos.


Há, ainda, projeto de uma locadora de veículos, pois, de acordo com o aeroporto, a “operação atual não atende a demanda”. Será construído em uma área de 2,5 mil m², com concessão de áreas externa e interna. O contrato, neste caso, vai vigorar por cinco anos.


No saguão – Evangelista disse, ainda, que, fora esses projetos, existe trabalho constante de atração de empresas. De acordo com ele, serão licitados dois espaços no terminal de passageiros para drogaria e loja do segmento de alimentação. "Será a primeira farmácia aqui", afirmou.


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https://www.campograndenews.com.br/economia/praca-fast-food-e-area-vip-devem-mudar-a-cara-do-aeroporto-da-capital


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Com esses novos serviços, como o posto de combustível e a unidade de fast-food, na área externa do atual terminal tendo contratos de dez anos, duvido que façam um novo terminal pelos próximos dez anos. É certo que aquela região da cidade tem como comportar esses empreendimentos sem o movimento do aeroporto, mas a reportagem fala claramente que estão contando com o fluxo de 12 mil pessoas/dia, então não acho que vão mudar o terminal de lugar tão cedo.

 

Poderiam pelo menos aumentar a sala de embarque. O terminal de Campo Grande tem uma certa infraestrutura (3 esteiras de bagagens, 24 balcões de check-in, 5 portões para embarques simultâneos), mas é tudo muito acanhado, o terminal é como um corredor, a área de check-in poderia ser mais ampla se transferissem aquelas lojas do lado contrário ao dos balcões para outro lugar e o estacionamento também é pequeno. A sala de desembarque ficou razoável depois da ampliação, falta a de embarque. E fechar aquele terraço e climatizá-lo também seria uma boa, com certeza teria muito mais fluxo e daria para manter quiosques de alimentação e lojas lá.

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