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Queda de aeronave mata quatro pessoas em Roraima


Macuxi

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mais uma empresa aérea que deveria ser fechada...é uma terra sem lei mesmo...tinha que prender o dono...mas tantos outros que tb não foram...só lembrar da rico, por exemplo, os donos estão soltos e ainda com a empresa...outro exemplo é o dono da map. enfim, os delinquentes endinheirados não são presos neste país...compram juízes, desembargadores e por ai vai...e as prisões só têm, em sua maioria, pobres e negros. precisa de uma revolução, mas quem quer se arriscar? morrer pela pátria? que nada...seguimos catatônicos...apenas em busca de defender o "seu".

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Meus prezados
Avião locado pelo Exército Brasileiro cai e deixa mortos em Roraima
Avião sobrevoava região de mata próximo à capital do Estado, Boa Vista
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Avião modelo Cessna 2010 matr. PR-FMR caiu logo após decolar (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)
Avião da Paramazônia caiu na manhã desta segunda-feira
Foto: Divulgação
JC Online
Quatro pessoas morreram após a queda de um monomotor que servia ao Exército Brasileiro no norte do Estado de Roraima nesta segunda-feira (3). As vítimas estavam na aeronave que sobrevoava a cidade de Cantá, distante 36km da capital, Boa Vista. Uma pessoa sobreviveu e as informações iniciais é de que ela teria pulado do avião antes do choque contra o chão. O monomotor é da companhia Paramazônia, a mesma do avião que caiu no Rio Catrimani no mês passado.
O avião caiu em uma região de mata fechada próxima à pista de pouso da Paramazônia. De acordo com a Defesa Civil, o único sobrevivente da queda foi resgatado e levado ao Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista. A Secretaria de Saúde de Roraima informou que o estado de saúde do sobrevivente é grave.

Técnicos do Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos foram ao local e iniciam o processo de investigação ainda nesta segunda-feira.
Exército
O monomotor foi contratado pelo Exército Brasileiro para transportar pessoas que trabalham em uma operação de repressão contra o tráfico de armas e drogas em Roraima.
Fonte: JC Online 3 JUL 2017
Obs.: conforme o RAB, a matrícula PR-FMR corresponde à aeronave Piper modelo PA-34-220T, sendo de propriedade de Clovis Ferreira de Morais.

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O sobrevivente teria pulado do avião antes dele bater no solo?!!! Caramba, como conseguiu fazer isto!


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Fonte: JC Online 3 JUL 2017

Obs.: conforme o RAB, a matrícula PR-FMR corresponde à aeronave Piper modelo PA-34-220T, sendo de propriedade de Clovis Ferreira de Morais.

Meus prezados

 

a imprensa que tem preguiça de checar... deve ser erro de digitação.

 

PR-MFR

Cessna 210M Centurion II

 

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Circula no zap o audio com depoimento de um mecânico.

 

informação é de que no acidente anterior(pouso no rio) desta empresa a helice estava condenada e foi reaproveitada.alem disso tentaram fazer resgate por conta propria ao inves de acionar bombeiros ou fab.detalhe:fretamento me parece que era para funasa(fundação nacional de saude,orgao federal)

 

neste ultimo, a manutenção do motor estava vencida(motor "xoxo" na linguagem dele). outro comte havia se negado a voar este aviao que teve pane na decolagem.

 

aviação padrao garimpo em um taxi aereo baseado em uma capital de estado em pleno 2017.

 

vergonha para o orgao fiscalizador que permite que isso aconteça.

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Após dois acidentes aéreos, Paramazônia suspende voos por tempo indeterminado

 

A Paramazônia Táxi Aéreo LTDA anunciou a suspensão, por tempo indeterminado, dos voos após dois acidentes aéreos em menos de um mês com aeronaves da empresa. A informação foi repassada à Folha pelo proprietário da empresa, Arthur Neto, que não se pronunciou sobre as tragédias, que vitimaram cinco pessoas.

 

Procurada pela Folha para informar a situação da empresa, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que, até o momento, não houve a suspensão do certificado da Paramazônia junto ao órgão. Entretanto, ressalta-se que as áreas técnicas da Agência estão realizando auditoria na empresa, que será concluída até o final da próxima semana, frisou.

 

Antes da suspensão dos voos, agentes de saúde que prestam serviços nas comunidades indígenas assistidas pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Leste e Yanomami se recusam a embarcar em aeronaves da empresa Paramazônia. Eles dizem se sentir inseguros após os acidentes aéreos.

 

Para tentar contornar a situação, o Sindicato dos Trabalhadores em Setor Privado do Serviço de Saúde de Roraima realizou, na manhã de ontem, 7, uma reunião com os agentes para tratar sobre a segurança no translado dos servidores que atuam nas áreas indígenas e que é feito regularmente por meio de voos da Paramazônia, contratada pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) para prestar o serviço.

 

Segundo a presidente em exercício do Sindicato, Joana Gouveia Mendes, a entidade solicitou do órgão indigenista documentos que comprovassem a certificação das manutenções das aeronaves e autorizações de voos dos pilotos. O pedido foi atendido por representantes dos distritos que prestam assistências aos indígenas, que enviaram ao Sindicato relatórios mensais comprovando que não há irregularidades nos contratos de prestação de serviço para translado dos agentes de saúde, que são servidores terceirizados, assim como nas autorizações de voos da empresa. Estamos preocupados com essa situação e emitimos um ofício para os distritos, que são os órgãos responsáveis, para que solicitassem da Paramazônia as documentações e revisões das aeronaves, disse Joana.

 

Ela chegou a informar à reportagem que os voos por parte da empresa teriam sido suspensos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A informação, porém, não foi confirmada pela Anac. A única coisa que o sindicato fez foi cobrar os órgãos competentes para que seja feita uma fiscalização rigorosa. A nossa preocupação e questionamento é saber por que, em menos de 20 dias, houve dois acidentes, destacou.

 

INQUÉRITO Na terça-feira, 4, um dia após uma das aeronaves cair próximo à pista de pousa da Paramazônia, no Cantá, região centro-leste do Estado, vitimando quatro pessoas, o Ministério Público Federal em Roraima (MPF) instaurou procedimento investigatório para apurar as circunstâncias dos acidentes aéreos envolvendo a empresa de táxi aéreo.

 

O inquérito vai averiguar os contratos administrativos da companhia entre os órgãos e entidades federais no aspecto cível, prevenção e combate à corrupção. Haverá paralisação das atividades se for comprovada que há irregularidades da empresa com relação aos voos, porque estamos lidando com vidas. Nós poderemos fazer paralisação até para cobrar que haja punição dos responsáveis. Ainda não temos nada que prove, mas estamos cobrando dos órgãos responsáveis para que haja agilidade nas perícias, informou Joana.

 

http://www.folhabv.com.br/noticia/-Apos-dois-acidentes-aereos--Paramazonia-suspende-voos-por-tempo-indeterminado/30141

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