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BBC: "South African Airways está à beira da falência"


PP-CJC

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Fiz 04 voos com ela nos últimos 15 dias

GRU/JNB/NBO e DAR/JNB/GRU

 

Todos os voos estavam lotados.

Serviço impecável (para uma Y)

A330 novo / A346 velho

 

Gosto da cia. Ja voei algumas vezes, seria uma pena que passe por profundas reformulações ou que feche...

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O problema deve ser a concorrência com Ethiopian e das cias do oriente médio.

 

Além da localização muito ao Sul do mundo.

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Além da localização muito ao Sul do mundo.

 

Comparando este ano com as outras vezes que voei 2010/2012

 

Desta vez não vi nenhum pax oriental, há melhores opções de voos para HKG e PEK (nem sei se a SA ainda voa PEK)

Vi muitos argentinos (voo de EZE descontinuado)

Poucos africanos

Alguns americanos

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Mais uma empresa para o DN investir, assim como fez com a TP.

 

A SAA poderia trabalhar bem os destinos com praias lindíssimas do Índico como Maurício, Reunião, Seychelles... além de destinos de safári, Victoria Falls, praia da Tanzânia...

 

Falta aprender com a ET e RAM que tem preços competitivos e contando com voos pra HKG e Austrália pode muito bem pegar esse público com tarifas baixas, mesmo o destino na Austrália sendo PER, mas com cnx para o leste.

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Na verdade o voo para GRU é rentável.

 

O problema é o resto, incluindo os voos domésticos e regionais. Sofre com a concorrência da BA/Comair e com várias low-cost.

 

E, claro, perdeu muitos pax com destino à África do Sul e países vizinhos para as ME3.

 

Há 10 anos atrás, a SAA operava CDG, LHR-CPT, BOM e era uma das únicas opções para se chegar à Europa e EUA saindo de países como Moçambique, Namíbia e Botswana.

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Não existe mercado onde a SAA exerça um papel de unica concorrente

 

Na verdade o voo para GRU é rentável.

 

O problema é o resto, incluindo os voos domésticos e regionais. Sofre com a concorrência da BA/Comair e com várias low-cost.

 

E, claro, perdeu muitos pax com destino à África do Sul e países vizinhos para as ME3.

 

Há 10 anos atrás, a SAA operava CDG, LHR-CPT, BOM e era uma das únicas opções para se chegar à Europa e EUA saindo de países como Moçambique, Namíbia e Botswana.

 

Depende do ponto de vista.

Do ponto de vista econômico, hoje nenhum voo da SAA é rentável.

 

Agora se você não ponderar nada da cia além do puro resultado do voo, pode até ser que um ou outro voo seja rentavel, mas se a empresa acumula centenas de milhões de passivo com capital de terceiros, custos operacionais crescentes (paga-se leasing mais alto, o combustivel custa mais caro por ser financiado, as compras em geral são mais caras...) quando se coloca o quinhão do custo financeiro... todos devem dar prejuizo.

 

Todo voo carrega conexões, e essas conexões tem um custo que utilize-se ABC ou absorção, vai se chegar a conclusão que não dá pra cravar que A é rentável (pois assim B seria extremamente deficitário).

 

Em uma cia com prejuizo constante... que não corta rotas... dificil precisar qualquer coisa na malha. A unica certeza é que se perde dinheiro (muito). Pra mim isso é uma malha desequilibrada e volto a linha anterior. Não tem custeio ABC que ache lucro em uma rota, ainda mais agora que tem concorrência.

 

Se eu tivesse que cravar rentabilidade, diria que onde ela tem monopólio tem muito mais chances de ser algo menos ruim.

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  • 1 month later...

Meus prezados

Parece que as iniciativas governamentais ainda não deram resultados, ou os mesmos são muito tímidos...

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/120084-saa-recebe-ajuda-do-governo-e-passara-por-mudancas/?hl=%2Bsouth+%2Bafrican

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UPDATE 2-South African Airways to shrink services as part of revamp
Wendell Roelf

Published 8:35 AM ET Wed, 13 Sept 2017

 

Reuters

* To reduce flights by 23 percent, retire five aircraft

* Treasury considering a 13 billion rand bailout

* Treasury in talks to roll over SAA maturing debts (Adds special bill, CEO start)

CAPE TOWN, Sept 13 (Reuters) - South African Airways will fly 23 percent fewer flights by the end of the year as it retires five aircraft, the national carrier said on Wednesday, part of a revamp aimed at returning to profit.

Loss-making SAA, which flies one of Africa's largest fleets, received state funds in July to help it repay debts. It also depends on government debt guarantees of about 20 billion rand ($1.5 billion).

South Africa's Treasury is considering a 13 billion rand bailout to keep SAA going as bankruptcy could hurt an economy already reduced to "junk" status by ratings agencies Fitch and S&P Global Ratings.

"One narrow-body aircraft has left the fleet, with four more expected to leave the fleet by December 2017," acting chief executive Musa Zwane told a parliamentary committee.

Zwane said the impact of the reduced flights would mostly be felt among domestic passengers, although regional and international routes will also be affected.

As part of its turnaround strategy, he said the airline was making good progress in bringing down operational and aircraft maintenance costs.

However, liquidity constraints and exposure to volatile currency exchange rates remained a challenge, he said.

"So far there is a positive contribution by the initiatives that we have started and we are on the right footing," he said.

The Treasury last month appointed Vodacom Group executive Vuyani Jarana as SAA chief executive. He is the first permanent leader at SAA for two years.

The deputy minister of finance told Reuters there was a "strong possibility" that Jarana will take up his new role by 1 November.

South Africa's cabinet is considering selling its stake in landline provider Telkom, where government holds a 39 percent stake, to help raise 10 billion rand to cover a large part of SAA's total 13 billion rand bailout.

National Treasury director-general Dondo Mogajane told reporters they were planning to bring a special appropriation bill for 10 billion rand to parliament within a month.

"That is the plan," he said.

Treasury officials said discussions were continuing with lenders ahead of a Sept. 30 deadline when debts of around 6.8 billion rand are due to mature.

In July, the airline was provided state funds to repay loans of about 2.3 billion rand to Standard Chartered.

SAA is now in talks to make an initial part-payment on 1.8 billion rand owed to Citibank and help stave off a default by month-end, Mogajane said earlier.

"Currently, most of them are prepared to roll over and the issue is up to when," Mogajane said in relation to nine other lenders owed money by SAA.

SAA Chief Financial Officer Phumeza Nhantsi said they were negotiating to have the loans extended by at least 18 months.

($1 = 13.0415 rand) (Editing by James Macharia and Jason Neely)

 

 

https://www.cnbc.com/2017/09/13/reuters-america-update-2-south-african-airways-to-shrink-services-as-part-of-revamp.html

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Vendo os últimos resultados financeiros da SAA, https://www.flysaa.com/documents/51855150/51859528/SAA+IAR+2016.pdf/0276a1d0-2848-41bc-a62c-2a5a624605c5

 

Os mesmos problemas de JJ ou G3, excesso de funcionários, LF <78%, RASK/margens baixas que não cobrem depreciação, variação cambial e juros do endividamento, doméstico e regional (África) com resultados operacionais positivos, e prejuízo no LH, tudo igualzinho.

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Que loucura, o governo ter que vender sua parte na Telekom para angariar fundos pra cobrir o buraco da SAA

 

O governo vai ficar SEM a telekom e SEM a South African Airways em pouco tempo...

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