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Air New Zealand planeja voo direto ao Brasil com 777X ou A350


Toga!

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A Air New Zealand está planejando fazer uma encomenda com a Airbus ou com a Boeing para aeronaves de longo curso que permitam à companhia voar diretamente do seu hub em Auckland para a costa leste dos EUA e a América do Sul. Os planos anunciados pelo CEO Christopher Luxon é mais um passo da companhia rumo ao Brasil, sendo que o primeiro passo foi anunciado em março e publicado aqui com exclusividade.


O plano vem na hora em que a companhia neo-zelandesa anunciou com cautela o aumento nos ganhos, mas vem observando que a competição acirrada começou a diminuir à medida que seus rivais reduzem a capacidade de assentos na Nova Zelândia.

Os novos Airbus A350 ou Boeing 777X irão substituir no mínimo oito de seus atuais 777-200, porém pode ser incluídos aviões adicionais para permitir à Air New Zealand iniciar voos diretos para Nova Iorque e Brasil, oferecendo rotas que a sua rival Qantas não serve atualmente.

Quando a notícia veio à tona em março, falava-se de estender para São Paulo a rota atual entre Auckland e Buenos Aires. Atualmente, 40% dos passageiros desta rota são australianos. A recente entrada da Avianca Brasil na Star Alliance irá beneficiar a Air New Zealand, que poderá oferecer conexões diretas para diversos destinos da Avianca no Brasil a partir do seu hub em Guarulhos.

“Existem diversas opções tanto da Airbus quanto da Boeing que nos interessam”, disse Christopher em referência ao Airbus A350-900/1000 e ao Boeing 777-8/9. A aérea espera que ambas as fabricantes respondam a sua requisição de informação até o final deste ano “antes que a empresa faça um requerimento formal para uma proposta no próximo ano”, completou Luxon.

As aeronaves deverão ser encomendadas no próximo ano e com entregas para a Air New Zealand em 2021. Atualmente as opções da companhia para a possível rota Auckland – São Paulo são os Boeing 777-200ER, 777-300ER e o 787-9 Dreamliner.

Informações por Jamie Freed, da Reuters.

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UPDATE 3-Air New Zealand flags long-haul aircraft order as competition abates

 

AUGUST 22, 2017

 

* Annaul pretax profit down 21 pct, in line with expectations

* Flags improved earnings this year

* Plans to order A350 or 777X aircraft for delivery from 2021: CEO (Recasts on aircraft order, adds CEO comments)

By Jamie Freed

SINGAPORE, Aug 23 (Reuters) - Air New Zealand Ltd is planning a new order for long-haul Airbus SE or Boeing Co aircraft to enable it to fly directly from its Auckland hub to the east coasts of North and South America, its chief executive said.

The plans come as the airline cautiously flagged improving earnings and lifted its dividend after a 21 percent drop in core annual profit, noting that fierce competition has begun to abate as rivals reduce capacity to New Zealand.

The new A350 or 777X aircraft would at a minimum replace eight 777-200s but could include additional planes to allow Air New Zealand to add direct flights to destinations like New York and Brazil - offerings that rival Qantas Airways Ltd also currently lacks.

Around 40 percent of passengers on Air New Zealand's Buenos Aires flights are Australian. It has a small home market so it has turned to Australian traffic for growth.

The airline reported its second-highest profit of NZ$527 million ($383 million) in the year ended June 30 in line with expectations.

Revenue per available seat kilometre, a measure combining ticket prices and seats filled, fell by 9 percent in the first half but rose by 2 percent in the final quarter and by 4.3 percent in July.

"We are very comfortable with the revenue environment." Chief Executive Christopher Luxon said in a telephone interview with Reuters on Wednesday.

The airline said it planned to spend about NZ$1.5 billion on aircraft and associated assets over the next four years, including A320neo family narrowbodies, 787-9s and ATR72 turboprops, although that does not include a potential new order for long-haul aircraft to be delivered from 2021.

"There is a set of options from both Airbus and Boeing that we would be interested in,” Luxon said in reference to the A350 and 777X aircraft families.

Air New Zealand expects Airbus and Boeing to respond to a request for information by the end of this year before the airline issues a formal request for a proposal next year, Luxon said.

The airline announced an NZ$0.11 fully imputed dividend, contrasting with the NZ$0.10 cent ordinary dividends paid in recent periods, a measure that Forsyth Barr Head of Research Andy Bowley said "clearly highlights the board's confidence on the medium-term earnings outlook".

"We see scope for small increases to market consensus forecasts, albeit these are already factored into the share price at current levels," Bowley added in a note to clients.

Air New Zealand shares were down 1 percent in afternoon trade, below a 0.2 percent rise in the broader market, after earlier falling as much as 3 percent.

The stock has recorded strong gains this year, reaching a nearly 16-year high last month underpinned by growth in passenger numbers. ($1 = 1.3740 New Zealand dollars) (Reporting by Jamie Freed in Singapore, Shashwat Pradhan in Bengaluru, and Tom Westbrook and Jane Wardell in Sydney; Editing by Stephen Coates and Edwina Gibbs)

https://www.reuters.com/article/us-asia-storm-macau-idUSKCN1B406F

Pra 2021, ainda está bem longe.

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Eu não me animei em testar o PER-LHR que estreia ano que vem. Talvez pra quem use essa rota seja interessante. Mas AKL-GRU nem se compara a esta. ULH deve ser bem chato.

 

Tentei por um ano disponibilidade pra torrar +200k do LifeMiles na Air New Zealand. Pense numa empresa com disponibilidade abaixo de zero pra bilhetes reward.

 

Quando a GRU, que ela comece com tag-on até ampliar.

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Exato Delmo. um tag-on já vem sendo ventilado mas nada confirmado ainda.

 

O numero de Brasileiros na Nova Zelândia e Austrália só cresce e uma vantagem para o publico do Brasil e Oceania seria a facilidade de se conectar às principais cidades do S, SE, CO e NE do Brasil através da parceira AVB que vem reforçando seu hub em GRU para atender às cias da Star no Brasil.

 

A cia se tornando mais conhecida no Brasil, dai sim, a médio prazo, poderá lançar um nonstop GRU-AKL. Até la, nossa economia deve estar melhor e haverá um fluxo mais intenso de turistas e negócios nos dois sentidos.

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Acho que não por causa da altura de GRU

 

A minha dúvida, somente do ponto de vista técnico (não considerando yield), é a seguinte: a EK operava GRU-DXB com o B773, que tem range inferior ao B789, sendo que GRU-DXB é mais longo que GRU-AKL.

 

Por que GRU-AKL fica inviável com o B789?

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A minha dúvida, somente do ponto de vista técnico (não considerando yield), é a seguinte: a EK operava GRU-DXB com o B773, que tem range inferior ao B789, sendo que GRU-DXB é mais longo que GRU-AKL.

 

Por que GRU-AKL fica inviável com o B789?

Tem que ver qual o ETOPS para essa rota.

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Tem que ver qual o ETOPS para essa rota.

 

Exato, mas imaginei que esse não fosse o problema, porque SCL-MEL é pouco menor que GRU-AKL, e se fosse em linha reta passaria muito mais longe de aeroportos alternativos. Observe:

 

http://www.gcmap.com/mapui?P=SCL-MEL,+AKL-GRU

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O problema não é fazer com de 77W, 77L, 789 ou 359, todos são capazes. E sim ter avião sobrando pra fazer essa rota. Nem NZ, muito menos QF, têm aviões encomendados, por isso os planos da QF são pra 2022. Ainda estão decidindo o que comprar.

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