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C919: primeiro grande avião chinês é símbolo do "Made in China 2025"


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Chineses ja dominam muitas tecnologias de ponta e avançaram muito por exemplo nas telecomunicações. 

Ainda existe um hiato de pelo menos uns 10 anos entre os EUA e a China em algumas áreas como defesa e por mais criativos que os Chineses sejam, precisam avançar em áreas como design próprio. 

Sem dúvida o C919 é um projeto e tanto, mas como alguns já comentaram, por enquanto me parece cópia, sem contar que ainda necessitam dos motores ocidentais por uma questão bem simples, vai ser dificil estabelecer alguma empresa de motores que não seja objeto de aquisição pela GE ou RR. 
E por mais que pensem em fazer um futuro C9X9 com motores locais, qualquer iniciativa vai ser travada pela Boeing e pela Airbus com impedimento de acesso aos seus produtos mais modernos. 

Aqui existe uma discussão gigantesca com muita pressão do governo para que não sejam abertas tecnologias dos motores GE para a China, mas a própria GE tem uma visão diferente. 

A China vai chegar lá, mas com apoio das multinacionais.

 

 

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On 29/08/2017 at 23:11, PT-KTR said:

 

A arma principal eles tem: Motores "iguais dos outros"... não é um Cherry ou JAC voador... ele tem LEAP!

De que adianta ter uma baita arma e não saber atirar.

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2 hours ago, A345_Leadership said:

Não duvidaria dos chineses, a Kawasaki Heavy Industries e outras fabricantes de trem de alta velocidade que o digam.

Nunca duvidaria, mas eles precisam tirar este ranço que eles deixaram ao fazerem produtos não tão confiáveis nas últimas décadas.

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1 hour ago, Bonotto said:

Nunca duvidaria, mas eles precisam tirar este ranço que eles deixaram ao fazerem produtos não tão confiáveis nas últimas décadas.

Pois é Bonotto, mas isto leva tempo, como foram os produtos japoneses nos anos 60 e coreano nos anos 90. Hoje eles têm tecnologia 5G e a um custo bem inferior que os padrões americanos e, salvo engano, estão ganhando mercado na Europa.

Às vezes eles têm que fazer via aquisições: IBM/Lenovo, Motorola, Volvo Cars, produtos de linha branca...

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Trump administration flip-flops on C919 de-engining idea

By Greg Waldron19 February 2020

  • The Trump administration may (or may not) be considering blocking the sale of CFM International Leap-1C engines and other technology for the developmental Comac C919.

A Wall Street Journal report on 16 February surprised the aerospace community, with sources telling the newspaper that the administration was contemplating not approving GE Aviation’s export licence for the engines. Honeywell, supplier of the C919’s avionics and other systems, was also cited as potentially being banned from further exports.

Comac C919 roll out - by Comac

Source: Comac

The six C919 test aircraft are all powered by the Leap-1C

The story has a ring of truth. What better way to damage a growing economic rival than to cripple a flagship aerospace programme — one that could threaten the narrowbody duopoly enjoyed by Boeing and Airbus? 

With six Leap-1C-powered C919s conducting flight tests and the indigenous AVIC Commercial Aircraft Engine CJ-1000AX likely years away, the denial of Leap engines would all but destroy the nascent C919. GE has not, apparently, had any issue obtaining licences in past years.

Then, on 18 February, Trump appeared to kybosh the idea of denying export licences in a series of tweets. He contended that the USA should be easy to do business with, and that “I want China to buy our jet engines, the best in the World….”

The supposed rationale of the licence denial is protecting the Leap’s intellectual property. No other issue vexes the Chinese aerospace sector more than the development of jet engines. Washington’s fear, apparently, is reverse engineering.

GE, the joint venture partner of Safran in CFM, has this to say about IP concerns: “GE has provided products and services in the global marketplace for decades. We aggressively protect and defend our intellectual property and work closely with the US government to fulfil our responsibilities and shared security and economic interests.”

Curiously, the Leap and other advanced engines have been in service within China for years. China’s airline sector would not exist without such engines. Cirium fleets data shows that Chinese airlines operate nearly 3,500 aircraft. The vast majority of these are produced by Airbus and Boeing and powered by GE, Rolls-Royce, and Pratt & Whitney engines.

“Reverse engineering of a complex commercial aero-engine is extremely challenging,” says Rob Morris, global head of consultancy at Ascend by Cirium.

“If China wished to understand the architecture of the Leap engine, there are already almost 100 737 Max aircraft with Leap engines installed with airlines in China, plus further Leap-powered A320 aircraft. These will all require maintenance at some point, which will often be in shops within China. However, part of the key to these engines is the manufacturing technologies inherent in the engine components which GE and its supply chain have perfected over many years. This cannot be reverse engineered.”

He points out that Ascend forecasts deliveries of about 1,300 C919s through 2038, making this a huge market for CFM and other suppliers.

Trump engine tweets

Source: Twitter

Trump tweets contradict reports that GE will be denied licence to export Leap-1C engine to China

A source at one of the top three engine makers notes that even were Beijing’s engineers to get their hands on the detailed blueprints of an engine, they would find it packed with references to esoteric proprietary processes, making it challenging for a copycat to develop a complete picture.

That said, Beijing is not beyond acquiring advanced knowledge through alternative means. Periodically charges have emerged about Chinese spying in the aerospace sector. One area of clear interest is jet engine technology. This issue is separate, however, from reverse engineering.

The Wall Street Journal story and Trump’s tweets have emerged amid several other story threads related to China’s aviation sector. In mid-January Washington and Beijing signed a trade agreement that could greatly benefit Boeing and the broader US aerospace sector in the next 24 months, with Beijing committed to buying $77.7 billion worth of US manufactured goods during a two-year period.

The deal, announced before the coronavirus crisis gripped China, created hopes that China’s de facto boycott of US aircraft since 2017 would be lifted.

And while killing the C919 would ostensibly be long-term positive for Airbus and Boeing, the Seattle manufacturer’s top priority globally and in China is the return to service the grounded 737 Max. The recertification of the 737 Max in China could suffer were any Leap-1C sales ban to emerge.

Moreover, companies such as CFM, Honeywell and other USA suppliers would also fail to recoup their investment in the C919 programme, potentially impacting US jobs.

“If they go forward with this, it will demonstrate a complete misunderstanding of how aircraft, and indeed technology, works,” says Teal Group analyst Richard Aboulafia.

“Either China has access to these engines for their own aircraft and for imported aircraft or not. The idea of stopping them from buying both seems impractical, so the upshot would be to cut them off from all aircraft imports, and therefore to eliminate the biggest single export market for Airbus and Boeing,” he adds.

Source: www.flightglobal.com

 

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Os chineses já fazem obras incríveis na construção Civil.  Não duvido nem um pouco dos Chineses em perder a fama de fabricante de muambas / cópias baratas, para produtos de alta qualidade agregada. Foi assim com Japão e Coreia do Sul.

Se esse novo avião Chinês já estivesse voando e se mostrando confiável, seria um espinho no pé da Boeing com o Max.

Não sei o que o mundo pensou quando o Brasil anunciou que iria construir aviões (através da Embraer), mas o resto da história nós já conhecemos. 

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O maior exemplo disso é a Hyundai

Meu tio teve um Hyundai accent há uns 25 anos atrás 

Era um baita "mico" na época 

Recebia críticas diárias 

Hoje é uma das marcas mais desejadas por brasileiros 

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  • 9 months later...

Meus prezados

Nova aeronave chinesa está próxima de certificação

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A fabricante estatal chinesa Comac finalizou em grande parte o projeto de sua nova aeronave intitulada C919. Projetado para acomodar aproximadamente 150 passageiros, o jato de fuselagem estreita surgirá como opção ao duopólio da Airbus e da Boeing. A China Eastern Airlines, cliente de estreia da aeronave, deveria receber o C919 em 2018, mas a data foi adiada para 2020, para então sofrer novos atrasos devido à pandemia.

De acordo com informações do portal Business Traveller, a Comac agora aguarda pela certificação da Administração de Aviação Civil da China (CAAC), órgão regulador da aviação do país, em 2021, o que daria permissão para o início das entregas. A nova aeronave já recebeu uma autorização de inspeção de tipo da CAAC, o que significa que sua estrutura não sofrerá grandes alterações.

Enquanto isso, o CAAC ainda não concedeu a aprovação para o retorno ao serviço do concorrente Boeing 737 Max. No início deste mês, o B737 Max recebeu autorização da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos e de reguladores europeus, o que permitirá que ele voe comercialmente após uma paralisação de quase dois anos.

O novo jato de fabricação chinesa surge em meio a uma rápida recuperação nas viagens domésticas chinesas. Em outubro, as companhias aéreas do país transportaram 50 milhões de passageiros, representando 88% do tráfego do ano passado.

Fonte: Victor Fernandes para PANROTAS 30 nov 2020

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On 22/02/2020 at 13:08, FCRO said:

O maior exemplo disso é a Hyundai

Meu tio teve um Hyundai accent há uns 25 anos atrás 

Era um baita "mico" na época 

Recebia críticas diárias 

Hoje é uma das marcas mais desejadas por brasileiros 

Desenterrada braba ! rsrsrssrs
Mas Hyundai é Sul Coreana, um baita país há muitos anos. Tive um Daewoo Lanos durante 15 anos, só vendi porque a patroa comprou uma Meriva e tivemos que alugar
uma garagem em meu prédio ( garagem super disputada...e cara) Foi-se o Lanos....

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