Jump to content
Sign in to follow this  
jambock

Corte no orçamento do INPE ameaça novo Satélite Sino-Brasileiro o CBERS 4A

Recommended Posts

Meus prezados
Em sequencia a: forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/115446-brasil-e-china-vao-desenvolver-satelite-cbers-4a-em-conjunto/
Corte no orçamento do Inpe ameaça novo Satélite Sino-Brasileiro o CBERS 4A
Orçamento real do Instituto encolheu quase 70% nos últimos sete anos; dispositivo feito em parceria com a China corre risco de ficar pronto e não chegar ao espaço.
1511633023216.jpg
Engenheiros chineses estão no Inpe para iniciar montagem do CBERS 4A Foto: Werther Santana/Estadão
Herton Escobar
Na grande sala de integração de satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), um misto de engenheiros brasileiros e chineses se aglomera ao redor do corpo metálico e ainda nu do novo Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, o CBERS 4A. Vestindo jaleco, touca e sapatos especiais, eles examinam e testam cada um dos equipamentos que planejam enviar ao espaço.
Previsto para ser lançado em dezembro de 2018, mas já adiado para meados de 2019, o CBERS 4A é uma das vítimas mais ilustres da crise de recursos humanos e financeiros que ameaça paralisar projetos e serviços essenciais do Inpe. Entre eles, o monitoramento da Amazônia e as “previsões numéricas” do tempo, que são a base de toda a meteorologia nacional.
“A situação é terrível”, diz o diretor do instituto, Ricardo Galvão. O orçamento real do Inpe encolheu quase 70% nos últimos sete anos, de R$ 326 milhões, em 2010, para R$ 108 milhões, em 2017, segundo dados obtidos pelo Estado e corrigidos pela inflação. Já o quadro de funcionários encolheu quase 25% em dez anos.
Para 2018, a tendência é piorar. A proposta do governo é cortar 39% do orçamento de todos os institutos e autarquias ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, incluindo o Inpe e a Agência Espacial Brasileira.
“Esse corte certamente implicará a descontinuidade de alguns programas de grande relevância no instituto”, alerta Galvão. “Tenho sérias dúvidas se vamos conseguir renovar essa colaboração com a China.”
O CBERS 4A (pronunciado “cibers”, na sigla em inglês) é o sexto satélite produzido em parceria pelos dois países. Dotados de câmeras que escaneiam continuamente a superfície terrestre, eles produzem imagens essenciais para o planejamento e monitoramento de safras, gestão de recursos hídricos, planejamento urbano, controle do desmatamento e outras aplicações. As imagens são distribuídas gratuitamente online para milhares de usuários, principalmente do setor agrícola.
Cegueira espacial
Já existe a intenção de renovar a parceria para a construção de mais dois satélites, mas o CBERS 4, que é o único ainda operacional em órbita, dificilmente viverá o suficiente para isso – sua expectativa de vida útil se encerra agora, em dezembro. A partir daí, ele pode parar de funcionar a qualquer momento, deixando o Brasil “cego” no espaço.
“O CBERS 4A foi concebido para preencher essa lacuna entre o fim da vida do CBERS 4 e a concepção da próxima geração de satélites”, diz o coordenador do Segmento Espacial do programa, Antonio Carlos Pereira Junior. O projeto do 4A é quase idêntico ao dos CBERS 3 e 4, aproveitando peças sobressalentes para encurtar ao máximo o tempo necessário para colocá-lo em órbita. Ainda assim, os entraves burocráticos, jurídicos e financeiros são muitos, diz Pereira Junior.
Para voar em dezembro de 2018, diz ele, o contrato de lançamento deveria ter sido assinado em junho – com 18 meses de antecedência, pelo menos, por causa de todos os preparativos necessários. A dúvida agora é se haverá recursos suficientes nas contas do ano que vem para lançá-lo em 2019. “Corremos o risco de ter o satélite pronto e não conseguir lançá-lo.”
O orçamento aprovado para o programa CBERS neste ano foi de R$ 70 milhões. Em meio a cortes e contingenciamentos, porém, o Inpe recebeu menos da metade disso: R$ 31,5 milhões. O custo do lançamento é de US$ 15 milhões para cada país (cerca de R$ 50 milhões, pela cotação do dólar).
Impactos
Outro projeto ameaçado pelo aperto fiscal é o do Amazonia 1, primeiro satélite de observação da Terra 100% brasileiro, que está em construção no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Inpe.
A meta é ter o satélite pronto em janeiro de 2019, mas contratos e licitações que precisam ser feitos com antecedência estão caindo em atraso. Dos R$ 58 milhões previstos no orçamento deste ano, o projeto recebeu só R$ 15 milhões.
Tanto o CBERS quanto o Amazonia são considerados essenciais para que o Brasil não dependa exclusivamente de satélites estrangeiros para monitorar seu território. O Inpe gasta US$ 250 mil por ano comprando imagens dos satélites Landsat (americano) e Resourcesat (indiano), indispensáveis para o monitoramento do desmatamento na Amazônia – complementadas pelo CBERS 4.
Mas até para isso o Inpe está sem recursos, afirma Galvão. “Não paguei o contrato do Landsat este ano, e não sei como vou pagar no ano que vem.”
Fonte: Estadão 26 nov 2017

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados

O sexto satélite está em fase de testes e é desenvolvido em conjunto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a China Academy of Space Technology (Cast). O CBERS-4A garantirá a continuidade do fornecimento de imagens para monitorar o meio ambiente por meio da verificação de desmatamentos e de desastres naturais, da expansão da agricultura e das cidades, entre outras aplicações. O custo deste equipamento é de cerca de R$ 120 milhões para cada país.

Foram lançados com sucesso o CBERS-1 (1999), CBERS-2 (2003) e CBERS-2B (2007). O CBERS-3 foi perdido devido a uma falha ocorrida no lançamento, em dezembro de 2013. O CBERS-4 foi lançado em dezembro de 2014 e continua em operação.

Cooperação

Um dos pontos mais importantes do programa CBERS é a distribuição das imagens geradas pelos satélites, cobrindo as áreas ambiental e agrícola, e beneficiando não somente os estudantes universitários, mas toda a comunidade acadêmica. A distribuição das imagens é gratuita e, hoje, mais de 20 mil instituições brasileiras já receberam o material.

A cooperação entre Brasil e China é apenas uma parte do ambicioso programa espacial que vem sendo executado pela China. Nos próximos 20 anos, a China pretende enviar um homem à lua e uma sonda a Marte. Esta sonda, segundo o plano espacial chinês, deve retornar à Terra com amostra do solo de Marte para pesquisas.

Fonte: Defesanet 6 set 2018

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados

Embarque do satélite Cbers-4A para China é adiado
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que informou que houve um problema logístico e aguarda uma nova data para voo fretado que vai transportar o equipamento a Pequim. Cronograma de lançamento não será afetado.

O embarque do satélite Cbers-4A para a China, previsto para a última sexta-feira (10), foi adiado por problema logístico. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) aguarda a confirmação de uma nova data - a expectativa é que seja no próximo dia 27. A alteração do cronograma não vai impactar o lançamento, previsto para o próximo semestre.

O equipamento, o sexto da parceria espacial entre China e Brasil, precisa ser transportado de avião, a partir de São José dos Campos (SP), onde foi construído, para a base em Taiyuan, no nordeste da China. O desembarque será no aeroporto de Pequim.

Antes, o satélite, que custou R$ 190 milhões ao Brasil, passou nos últimos meses por testes no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Inpe.

Sobre o motivo do embarque adiado, o instituto informou que pelas dimensões e características do Cbers-4A, o transporte exige uma aeronave específica, sendo um Boeing -747 operado por empresa que oferece o serviço de voo charter - que é um tipo de aluguel da aeronave.

"São poucas as companhias aéreas que oferecem voo charter com autorização para operar no aeroporto de Pequim", explicou em nota o Inpe, que aguarda agora a confirmação de uma aeronave.

O satélite levou quatro anos para ser construído e vai substituir o satélite em órbita hoje, Cbers-4. A intenção é que o equipamento tivesse sido lançado no ano passado, quando venceu a vida útil do satélite em operação - apesar da vida útil esgotada, ele segue funcionando.

A nova versão foi programada para dar 14 voltas por dia ao redor do planeta e vai ter como foco a captação de imagens de desmatamento da Amazônia, mapeamento de queimadas, e fornecimento dados à agricultura.

Todas as áreas de monitoramento foram definidas pelos países envolvidos na construção e são apontadas como estratégicas.

Fonte: G1 via CECOMSAER 14 mai 2019

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados
Satélite CBERS-4A já está a caminho da China
IMG_20190528_181402-1140x815.jpg
O satélite CBERS-4A já está a caminho da China para o lançamento.

A operação de transporte aconteceu nesta segunda-feira (27), no Aeroporto de São José dos Campos (SP), com o embarque no Boeing 747 que o transportará até a China.
Uma das mais importantes iniciativas pela capacitação e crescimento do mercado de alta tecnologia no país, o CBERS é utilizado no monitoramento de biomas, agricultura, crescimento urbano, gerenciamento hídrico e de desastres naturais.
IMG_20190528_181356.jpg
Fonte e foto: INPE via Guilherme Wiltgen para site Defesa Aérea & Naval 28 mai 2019

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados
Brasil manda para China satélite que ajudará no monitoramento da Amazônia
O Brasil mandou o satélite CBERS-4A para a China nesta terça-feira (28). O aparelho sino-brasileiro, produto de uma parceria de 30 anos entre os dois países, deverá ser enviado para o espaço ainda neste ano e terá entre suas missões o monitoramento do desmatamento e das queimadas na Amazônia.
O satélite estava no Inpe (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais), em São José dos Campos (SP), para fazer a última bateria de testes em solo brasileiro. Ele foi levado para Pequim em um Boeing 747.
O objeto de 1.980 kg é o sexto fruto da parceria entre pesquisadores chineses e brasileiros CBERS (sigla em inglês para Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres).
O CBERS-4A substituíra o atual satélite (CBERS-4) com avanços na câmera do satélite, capacidade para gerar 900 megabits de dados por segundo --o satélite atual tem um terço da capacidade, gera 300 megabits de dados por segundo. A vida útil estimada do novo satélite é de cinco anos.
O principal objetivo da missão é ajudar o país a monitorar o desmatamento e queimadas, a agricultura, o crescimento das cidades, além de gerenciar rios, mares e desastres naturais por meio das fotos tiradas pelo equipamento, que ficará em órbita a uma distância de 628,6 km da Terra.
18 meses de testes
Antes de ser enviado para a China, o satélite passou por vários testes no Brasil nos últimos 18 meses. Segundo o Inpe, neste período, houve a montagem, verificação da estrutura, do painel solar, de sistemas e de câmeras.
Na China, o satélite ainda deve passar por novos testes antes de seu lançamento, previsto para o final do ano no Centro de Lançamento de Satélites de Tayuan, na província de Shanxi, a 700 km a sudoeste de Pequim.
O procedimento não pode ser feito da Base de Alcântara, no Maranhão, porque o local não tem a estrutura necessária.
30 anos de parceria
Quase vinte anos atrás, em outubro de 1999, foi lançado o CBERS, o primeiro dos seis satélites construídos até hoje pela parceria entre Brasil e China. Os outros partiram pro espaço em 2003, 2007, 2013 e 2014.
As tratativas, no entanto, começaram bem antes, em 1988, ano do primeiro acordo de cooperação entre dois países do hemisfério sul no setor de alta tecnologia. Com isso, o Brasil entrou para um seleto grupo de países detentores de tecnologia para sensoriamento remoto com a geração de dados primários.
Os bons resultados iniciais à época do CBERS-1 e CBERS-2 fizeram o programa ser ampliado, em 2002 os dois países resolveram expandir o acordo e incluir o 2-B, 3 e 4 na segunda etapa da parceria, e, por último, a fabricação do CBERS-4A.
Desde 2010, no entanto, cortes de verbas, de pessoal e erros estratégicos fizeram com que o Brasil atrasasse a fabricação de satélites e foguetes, segundo especialistas.
Investimento
Até agora, o investimento total de Brasil e China no programa CBERS é de aproximadamente US$ 300 milhões.
Desde o satélite CBERS-3, os dois países China dividem em 50% para cada lado a responsabilidade de fornecer subsistemas e equipamentos. Gravador Digital de Dados, Suprimento de Energia e Estrutura e outros cinco itens ficam a cargo do Brasil. A China deve garantir Controle Térmico, Sistema Transmissor de Dados e Monitor de Ambiente Espacial e outros dispositivos.
Fonte: Daniel Leite para UOL via CECOMSAER 29 mai 2019

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados

Satélite CBERS 04A é transportado para a torre de lançamento

São José dos Campos-SP, 13 de dezembro de 2019

O satélite CBERS 04A foi transportado na manhã desta quinta-feira (12/12) para a torre de lançamento da base de Taiyuan, na China, para ser acoplado ao lançador Longa Marcha 4B. O lançamento está previsto para o dia 20/12, à 00:21 (horário de Brasília) e será acompanhado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos, por áudio.

Este é o sexto satélite desenvolvido e a ser lançado pelo Programa Sino Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS), fruto de acordo firmado entre os governos do Brasil e da China, em 1988. O último satélite lançado pelo Programa, o CBERS 4, permanece em órbita e operacional. Com o lançamento do CBERS 04A, o fornecimento de imagens será duplicado, trazendo benefícios a uma série de aplicações, estudos e monitoramentos sobre recursos naturais e dinâmicas de uso do solo.

As imagens dos satélites CBERS vem sendo utilizadas no monitoramento do desmatamento da Amazônia, pelo sistema DETER, além de estudos e mapeamentos nas áreas de recursos hídricos, agricultura, vegetação, planejamento urbano, entre outras.

A menos de uma semana para a contagem regressiva, as equipes do INPE e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST) realizam os últimos preparativos para o lançamento do satélite. O foguete chinês Longa Marcha 4B é composto de três estágios que atingem uma altura aproximada de 45 metros. Todos os estágios utilizam combustível líquido, hidrazina e tetróxido de nitrogênio (N2O4) como oxidante.

O foguete vazio pesa cerca de 17 toneladas. Seus tanques têm capacidade para 232 toneladas de combustível. O peso total no instante do lançamento será de aproximadamente 250 toneladas, considerando o peso do CBERS 04A, de aproximadamente 1,8 tonelada.

O Programa CBERS, imagens e aplicações

O Programa CBERS, com mais de 30 anos de trabalhos conjuntos, está em sua segunda geração de satélites. Brasil e China dividem em 50% os investimentos e a participação no desenvolvimento do satélite.

O CBERS 04A leva a bordo duas câmeras brasileiras (MUX e WFI) e uma chinesa (WPM). A MUX irá gerar imagens de 16 metros de resolução, com revisitas a cada 31 dias. A WFI possui resolução de 55 metros, com revisitas a cada 5 dias, enquanto a WPM, conta com resolução de 2 metros em modo pancromático e de 8 metros em RGB (Red-Green-Blue, multiespectral). Por ter uma altitude de órbita mais baixa em relação ao CBERS-4, em operação atualmente, as imagens a serem geradas pelo CBERS 04A será de melhor resolução espacial.

Os dados do Programa CBERS estão disponíveis aos usuários no catálogo online do INPE. A oferta gratuita de imagens de satélites, a partir de uma política de dados abertos adotada pelo INPE, em 2004, traz benefícios aos diversos sistemas de gestão do território do país, desenvolvidos em instituições de pesquisa, universidades e empresas privadas.

Além disso, estudos apontam que o Programa CBERS, com base no desenvolvimento de tecnologias espaciais de sensoriamento remoto, geram empregos, novas oportunidades de negócio e maior lucratividade a empresas que utilizam suas imagens em seus serviços e produtos.

Mais informações sobre o Programa CBERS: www.cbers.inpe.br

 

CBERS04A_01.jpg

 

CBERS04A_02.jpg

 

spacer.png

Satélite CBERS 04A, na coifa do foguete Longa Marcha 4B, é transportado à torre de lançamento da Base de Taiyuan

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados

Satélite CBERS 04A é lançado com sucesso

São José dos Campos-SP, 20 de dezembro de 2019

spacer.png

O Satélite CBERS 04A foi lançado e colocado em órbita com sucesso no início da madrugada dessa sexta-feira (20/12), pelo foguete Longa Marcha 4B, a partir da base de lançamento de Taiyuan, na China, a 500 km de Pequim. O lançamento ocorreu à 00:22 (horário de Brasília), um minuto além do previsto, e cerca de 15 minutos depois, o terceiro estágio do foguete liberou o satélite na órbita prevista.

Outros oito satélites, de pequeno porte – um deles brasileiro, o FloripaSat-1, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina –, foram de “carona” no lançador chinês.

A primeira passagem do satélite CBERS 04A sobre o território brasileiro acontecerá na manhã desta sexta-feira por volta das 10h, quando as Estações Terrenas de Rastreio e Controle de Alcântara (MA) e Cuiabá (MT) irão receber os dados do CBERS 04A.

O satélite CBERS 04A é o sexto desenvolvido em parceria com a China, fruto de um acordo de cooperação tecnológica firmado entre os dois países em 1988. Brasil e China dividem em 50% os investimentos e a participação nos desenvolvimentos dos satélites do Programa Sino Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS), sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), pelo Brasil, e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST), pela China.

Os recursos utilizados para o desenvolvimento e fabricação do CBERS 04A, incluindo investimentos na área de controle do satélite em órbita e aplicações, foram de R$ 160 milhões para o Brasil. Para o lançamento, o custo foi de US$ 15 milhões para o país.
O CBERS 04A garante a continuidade no fornecimento de imagens que beneficiam o sistema de gestão do território do país (monitoramentos ambientais e de recursos terrestres), as pesquisas em universidades e os desenvolvimentos em empresas, que utilizam as tecnologias de geoinformação e de sensoriamento remoto.

Quando o CBERS 04A estiver plenamente operacional, os usuários do sistema CBERS terão o dobro de imagens disponíveis, já que o satélite CBERS-4, lançado em dezembro de 2014, continua em órbita. Desde a implementação da política de livre acesso a dados e imagens do INPE, em 2004, já foram distribuídas gratuitamente quase 2,4 milhões de imagens CBERS a cerca de 20 mil instituições do país.

Em outro setor da economia, o Programa CBERS vem estimulando a participação e capacitação da indústria nacional para o desenvolvimento e fabricação de sistemas e subsistemas de satélites. Os benefícios se estendem à criação de novos empregos e à geração de inovações tecnológicas e de processos, presentes em novos produtos e serviços.

Assista o vídeo do lançamento do CBERS 04A:  

 

Mais informações sobre o Programa CBERS: www.cbers.inpe.br

 


 

 

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Loading...
Sign in to follow this  

×
×
  • Create New...