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jambock

USAF planeja desativar bombardeiros B-1 e B-2, mas B-52 continuará

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B-52 pode ser remotorizado
Elevado custo com combustível reacende propostas para modernização do principal bombardeiro da USAF
b-52h_big.jpg
A USAF (força aérea dos EUA) estuda a remotorização dos veteranos Boeing B-52H. O projeto prevê a troca dos atuais Pratt & Whitney TF33 (derivados do JT3D, usados no Boeing 707) por motores mais modernos e derivados de modelos civis.
De acordo com o General Stephen Wilson, comandante do Global Strike Command, o objetivo é garantir a continuidade das operações dos B-52 até meados de 2040. Atualmente um dos entraves na operação do bombardeiro é o elevado custo com combustíveis, assim como a manutenção constante exigida pelos TF33.
Atualmente a USAF analisa o uso dos GE CF34-10, similares aos utilizados nos Embraer 190, que possuem 20.000 lbf, praticamente a mesma potência dos atuais TF33. A substituição exigiria diversas modificações estruturais, mas manteria parte dos sistemas, já que manteria os 8 motores.
Outra opção em estudo é a substituição por uma versão derivada do Pratt & Whitney PW1135G-JM, que serão empregados no Airbus A321neo e que oferecem a 35.000-lbf.

O que permitiria o uso de apenas quatro motores, reduzindo o peso e o consumo.
A remotorização dos B-52 permitirá uma drástica redução nos custos operacionais e um aumento significativo no alcance sem reabastecimento em voo.
Segundo dados do Defense Science Board, em 2004, o custo dos reabastecimentos em voo era de US$ 17,50 por galão, valor quase 14 vezes maior que o custo de reabastecer o avião em solo. Atualmente os custos com combustível são quase três vezes maiores ao estimados em 2004.
No entanto, essa não é a primeira vez que a força aérea estuda substituir os motores dos B-52. Em 1982 foi cogitado utilizar os motores Pratt & Whitney PW2000, similares aos empregados no Boeing 757, mas o projeto foi cancelado devido ao plano de aposentar os B-52 após a entrada em serviço dos B-1 Lancer e B-2 Spirit.

Já em 1996, a Boeing em parceria com a Rolls-Royce ofereceu a remotorização, através de contrato de leasing, com os motores RB211, mas o Pentagono rejeitou a proposta devido ao elevado valor do contrato.
Fonte: aeromagazine.uol.com.br

É. País pobre faz isso. Já país rico, como o Brasil, simplesmente aposenta seus KC-137, sem ao menos tentar (ao que se saiba) um upgrade. E olhem que os Boeing's da Varig era bem mais modernos que os B-52H da USAF...

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É. País pobre faz isso. Já país rico, como o Brasil, simplesmente aposenta seus KC-137, sem ao menos tentar (ao que se saiba) um upgrade. E olhem que os Boeing's da Varig era bem mais modernos que os B-52H da USAF...

 

Rebastecedor tem várias opções (a USAF está substituindo os seus por 767), bombardeiro estratégico não.

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É. País pobre faz isso. Já país rico, como o Brasil, simplesmente aposenta seus KC-137, sem ao menos tentar (ao que se saiba) um upgrade. E olhem que os Boeing's da Varig era bem mais modernos que os B-52H da USAF...

Sem falar que uma coisa é diluir o custo do projeto trocentos aviões. Outra bem diferente é bancar uma modificação para 3 aviões. O custo de se projetar tal modificação é gigantesco. E existem outras variáveis a serem consideradas tais como disponibilidade da célula (os 707s já eram bem rodados quando foram adquiridos pela FAB). No caso dos B-52, o plano é usar o avião por mais 25 anos, até 2040....

Se no caso deles estão fazendo as contas pra ver se compensa, no nosso caso nem precisa fazer as contas, não compensa.

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Eu ja tinha pensado nas minhas viagens em um B52 modernizado com apenas 4 motores. Acho que é totalmente possivel.

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Se alguém quiser saber o que pode fazer um B-52 remotorizado e com um monte de outros sistemas, recomendo a leitura da série de livros de Dale Brown:

1 - Flight of the Old Dog

2 - Night of the Hawk

3 - Fatal Terrain

4 - WIngs of Fire

Já li todos e são bem divertidos. Technothrillers para zerar o Q.I. Ele até criou um novo avião, o EB-52M Megafortress:

mega32.jpg

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Meus prezados

4 CFM56-5C4¹ ou o PW1100G² fariam o serviço dos 8 TF33-P-3³ em termos de empuxo (136.000¹/140.000lbs² x 136.000lbs³), porém demandariam algumas modificações mais severas na estrutura da asa.

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Mas dariam uma bela economia de combustivel !

 

E para um pais que precisa olhar para seus gastos militares, parece fazer todo o sentido.

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USAF planeja desativar bombardeiros B-1 e B-2, mas B-52 continuará
B-52-e-B-2-1024x599.jpg
Bombardeiros B-52 e B-2

 

A Força Aérea dos EUA (USAF) anunciou que pretende aposentar os bombardeiros B-1 Lancer e B-2 Spirit no início da década de 2030, com a entrada em serviço do sucessor B-21 Raider.
De acordo com a Air Force Magazine, a USAF prevê a retenção de todas as bases de bombardeiros existentes, trocando as aeronaves B-1 e B-2 à medida que os B-21 ficarem disponíveis.
Além disso, a Força Aérea planeja atualizar sua atual frota de B-52, atualizando o bombardeiro e financiando o desenvolvimento de motores de substituição.
A Força Aérea delineou planos para sua frota de bombardeiros em sua Solicitação de Orçamento ao Presidente, do Ano Fiscal de 2019.
A secretária da Força Aérea Heather A. Wilson disse em uma declaração que “se a estrutura da força que propusemos for apoiada pelo Congresso, as bases aéreas que têm bombardeiros agora continuarão a ter bombardeiros no futuro”
O B-21, que a Força Aérea planeja começar a operar em meados da década de 2020, acabará por se tornar a espinha dorsal da frota de bombardeiros estratégicos dos EUA e servirá de “dissuasão visível e flexível para adversários e garantia a parceiros e aliados dos EUA”, de acordo com a USAF.
B-21-raider.jpg

Uma vez que as aeronaves B-21 suficientes estejam operacionais, os B-1 e os B-2 serão gradualmente aposentados. Os prazos de entrega e aposentadoria dependem dos programas de produção e entrega do B-21.
As modificações nos B-1 e B-2 manterão essas aeronaves relevantes até que os B-21 estejam operacionais. Mesmo com o cronograma acelerado anunciado, a transição do B-1 para o B-21 será gradual.
A Força Aérea está buscando uma frota de bombardeiros de cerca de 175 aeronaves, retirando os B-1 e os B-2 mais jovens do que o planejado enquanto estende a vida do B-52 para 90 anos de serviço.
A decisão de manter os B-52 baseia-se em vários fatores, incluindo métricas de manutenção e sustentabilidade, como disponibilidade de aeronaves, capacidade de missão, suprimentos, horas de manutenção por hora de voo e perspectivas de custo total, de acordo com a Força Aérea.
Fonte: site Poder Aéreo 12 FEV 2018

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Como o A-10 o B-52 vai enterrar varios modelos nos proximos 30 anos . Tem tudo para aproximar dos 80/90 anos em serviço. Impressionante sob qualquer aspecto.

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Meus prezados

Parece que, em relação ao B-1, mudaram de idéia...
Boeing vai modernizar bombardeiros B-1 e B-52 por US$ 14,3 bilhões
A-B-52-Stratofortress-B-1-Lancer-and-B-2
A Boeing garantiu um contrato de US$ 14,3 bilhões para o trabalho de atualização dos bombardeiros B-1 e B-52 da Força Aérea dos EUA
“Este contrato de Aquisição e Sustentação Flexível B-1/B-52 prevê os próximos esforços de modernização e sustentação para aumentar a letalidade, melhorar a capacidade de sobrevivência, melhorar a capacidade de suporte e aumentar a capacidade de resposta”, afirma o Departamento de Defesa dos EUA na adjudicação de contrato de 12 de abril.
O trabalho, encomendado sob contrato de fonte única, será conduzido em Oklahoma City, Oklahoma, e será concluído em 11 de abril de 2029. Foi concedido pelo Centro de Gerenciamento de Ciclo de Vida da Força Aérea.
O contrato segue a notícia em março de que a Boeing ganhou um contrato de US$ 250 milhões para integrar o Long Range Stand-Off Missile (LRSO) na B-52H.
A Lockheed Martin e a Raytheon estão desenvolvendo versões concorrentes do LRSO, com a USAF agendada para conceder um contrato de produção por volta de 2022. O serviço planeja iniciar o lançamento do míssil no final dos anos 2020.
O LRSO é um substituto do míssil de cruzeiro Boeing AGM-86, lançado em meados da década de 1970 e lançado pela primeira vez em 1982. O novo míssil também será integrado ao próximo bombardeiro stealth Northrop Grumman B-21 da USAF. .
Em fevereiro, a USAF começou a testar uma versão atualizada do Lançador Convencional do B-52, que permitiria que ele lançasse oito munições de ataque direto de sua baia interna de bombas.
Segundo o FlightGlobal, a USAF opera 76 B-52Hs com uma idade média de 57,2 anos, e 61 B-1Bs com uma idade média de 31,6 anos.
Fonte: FlightGlobal via site Poder Aéreo 20 abr 2019

Quanto à substituição dos motores do B-52...

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Abrir o bomb bay do B-52 é que nem abrir os portões do inferno.

 

É chuva de fogo.

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