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Bombardier CSeries se tornará Airbus A200...


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Após compra pela Airbus, Bombardier CSeries irá se tornar Airbus A200

 

A Airbus tem planos para expandir a sua participação no projeto C Series da Bombardier, como reportamos em primeira mão em outubro do ano passado, seguindo uma dica do jornalista Jon Ostrower.

Porém agora os planos estão mais concretos, a fabricante que atualmente possui 50% no projeto após um investimento de mais de $6 bilhões de dólares deverá acabar com a marca CSeries, transformando o nome dos jatos em A210 e A230, respectivamente para o CS100 e CS300.

A série chamada de “A200” é a primeira designação da Airbus fora da série A300 que inclui o A300, A310, A318/19/20/21, A330, A340, A350 e A380. Apesar da nova designação ainda não estar 100% confirmada, é certo que a marca atual será retirada.

Um dos motivos da Airbus ter comprado a CSeries é ter um portifólio maior de aeronaves, podendo oferecer desde jatos regionais de 110 passageiros até 800 passageiros com o gigante A380. Desta maneira oferecendo descontos atrativos para clientes que levarem uma gama maior de aeronaves.

A nova marca dos jatos regionais irá ajudar na inserção do produto no mercado europeu, a mudança definitiva será anunciada após a conclusão final da compra do projeto CSeries, que está sob análise de orgãos reguladores. O anúncio deverá ser feito a tempo da feira de Farnborough, a mais importante do ano e segunda maior do setor, atrás do Paris Air Show – Salão de Le Bourget.

Outro motivo para a designação A200 seria a possibilidade de desenvolver novas versões no futuro, inclusive para competir com o Embraer E175 no mercado americano, que possui 75 assentos e está dentro do permitido de 76 assentos pelo convenção coletiva que rege a aviação regional americana.

Informações pela Bloomberg

http://www.aeroin.net/apos-compra-pela-airbus-bombardier-cseries-irao-se-tornar-a210-e-a230/

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Mcdonnel Douglas era um nome muito mais forte e o md95 virou boeing 717

No futuro Boeing 675,690 e 695 😁

Putz... É cada coisa que se lē aqui!!? Sem noção.

No futuro Boeing 675,690 e 695

 

 

Os E-Jets já são uma marca forte ... não duvido que a Boeing mantenha o nome da família (170/175/190/195 e 175E2/190E2/195E2).

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Os E-Jets já são uma marca forte ... não duvido que a Boeing mantenha o nome da família (170/175/190/195 e 175E2/190E2/195E2).

Mcdonnel Douglas era um nome muito mais forte e o md95 virou boeing 717

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Me tirem uma dúvida, por gentileza: os CRJs e Q400 permanecerão com a "marca" Bombardier ou deixarão de ser fabricados?

A Airbus só comprou o programa CSeries. Os outros modelos que a Bombardier fabrica não vão ter nada a ver com a Airbus. Portanto, não tem porque mudarem de marca.

Edited by Fabrício163
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Alarguem um pouco a fuselagem do CS300 para ficar com uma configuração 3+3, coloquem uma nova asa e motores da próxima geração e, pronto, temos um substituto para o A320neo.

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Alarguem um pouco a fuselagem do CS300 para ficar com uma configuração 3+3, coloquem uma nova asa e motores da próxima geração e, pronto, temos um substituto para o A320neo.

Isso nunca vai acontecer.

Primeiro que Alargar a fuselagem é praticamente criar um avião novo e eliminar a vantagem de comprar um projeto já existente.

Segundo que a sua fuselagem mais estreita é uma das vantagens que o tornam a aeronave mais aerodinamicamente limpa e consequentemente mais econômica.

 

O único investimento que acredito é uma versão alongada e se a Airbus for muito ousada, uma padronização na aviônica.

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Isso nunca vai acontecer.

Primeiro que Alargar a fuselagem é praticamente criar um avião novo e eliminar a vantagem de comprar um projeto já existente.

Segundo que a sua fuselagem mais estreita é uma das vantagens que o tornam a aeronave mais aerodinamicamente limpa e consequentemente mais econômica.

 

O único investimento que acredito é uma versão alongada e se a Airbus for muito ousada, uma padronização na aviônica.

Eu também pensava em uma versão alongada, mas não daria, pois o porão do CS300 não comporta containers do tipo AKH como nos A320, seria um retrocesso ao meu ver.

 

Sobre o custo ser tão alto que acabaria não sendo vantajoso, não sei, mas dá para fazer um aeronave aerodinâmicamente limpa mesmo com a fuselagem mais larga. Quer aeronave mais limpa que o 787? E o que realmente torna uma aeronave mais econômica é o seu peso. Me lembro de ter lido uma reportagem dizendo que os avanços aerodinâmicos do 787 fazem ele economizar cerca de 1% apenas. O que faz ele ser tão econômico é a fuselagem em grande parte feita com materiais compostos, assim como no CS300. Um CS300 mais largo ainda ficaria bem mais leve que um A320.

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Se acontecer o mesmo com os Embraer, tomara que a Boeing use a nomenclatura 717NG com os E170/175/190/195 sendo 717-600/700/800/900 respectivamente.

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Eu também pensava em uma versão alongada, mas não daria, pois o porão do CS300 não comporta containers do tipo AKH como nos A320, seria um retrocesso ao meu ver.

Cara, o que isso tem a ver? Quantos operadores do A320 que vc conhece que usam containers?

Alongar uma aeronave é um processo evolutivo presente em quase todos top sales da industria.

 

 

 

Sobre o custo ser tão alto que acabaria não sendo vantajoso, não sei, mas dá para fazer um aeronave aerodinâmicamente limpa mesmo com a fuselagem mais larga. Quer aeronave mais limpa que o 787? E o que realmente torna uma aeronave mais econômica é o seu peso. Me lembro de ter lido uma reportagem dizendo que os avanços aerodinâmicos do 787 fazem ele economizar cerca de 1% apenas. O que faz ele ser tão econômico é a fuselagem em grande parte feita com materiais compostos, assim como no CS300. Um CS300 mais largo ainda ficaria bem mais leve que um A320.

Vc está esquecendo completamente a questão da área frontal.

Evidente que o peso é um fator determinante, 787 e A350 estão ai para provar isso, mas ele é apenas um dos fatores em uma equação onde os projetistas buscam ganhos em tudo!

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Cara, o que isso tem a ver? Quantos operadores do A320 que vc conhece que usam containers?

Alongar uma aeronave é um processo evolutivo presente em quase todos top sales da industria.

 

Vc está esquecendo completamente a questão da área frontal.

Evidente que o peso é um fator determinante, 787 e A350 estão ai para provar isso, mas ele é apenas um dos fatores em uma equação onde os projetistas buscam ganhos em tudo!

Eu não estou esquecendo a área frontal, só não entendo você colocar como um dificuldade enorme manter o design frontal do CSeries em uma fuselagem mais larga. Os modelos russo e chinês possuem fuselagens mais largas e design parecido.

 

Todos os modelos mais recentes de aeronaves são compatíveis com o AKH, eu vejo sim como um retrocesso a Airbus parar de oferecer essa possibilidade de transporte de carga.

Edited by Fabrício163
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A fuselagem do CSeries é metálica, sendo apenas a porção traseira, não pressurizada, de material composto.

No site da BBD fala que as asas também são. Mas eu achava que a fuselagem era de materiais compósitos também. Na verdade, é de alumínio (advanced aluminium segundo eles).

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Meus prezados
Airbus e Bombardier fecharão acordo de jatos C Series em maio de 2018
C-Series.jpg
Bombardier C Series

A Airbus pode decidir mudar o nome da família C Series para a família A200, informa a Bloomberg. De acordo com fontes anônimas, o CS100 e o CS300 seriam respectivamente A210 e A230. Isto viria como uma forma do fabricante europeu harmonizar o seu catálogo.
A mudança de nome poderia ser anunciada durante a oficialização da parceria entre as duas empresas, o que poderia estar acontecendo até o final de maio de 2018, informa a Reuters. O acordo já deveria entrar em vigor em meados de 2018.
“Não podemos confirmar essa informação”, comentou Nathalie Siphengphet, porta-voz da Bombardier. “Esperamos que nossa parceria com a Airbus duplique o valor do programa da C Series. O poder de venda e a marca da Airbus darão à C Series uma vantagem competitiva invejável.”
Seria a primeira vez que a Airbus não nomeia um de seus aviões após o seu primeiro modelo, o A300.
Em outubro de 2017, a Airbus anunciou que compraria uma participação majoritária na C Series da Bombardier. A empresa estava lutando para reduzir seus custos e conseguir novos pedidos. “Não tenho dúvidas de que nossa parceria com a Bombardier impulsionará tremendamente as vendas e o valor desse programa”, disse Tom Enders, diretor-executivo da Airbus na época.
A C Series é atualmente operada por três empresas, a Swiss, a AirBaltic e a Korean Air. A Delta Air Lines começará a usá-lo no início de 2019. Atualmente, a Bombardier tem 372 pedidos para ambos os modelos.
C-Series-2.jpg
C Series
FONTE: AeroTime News Hub via site Poder Aéreo 27 ABR 2018[/i]

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  • 1 month later...

Meus prezados
Avião da Bombardier será um sucesso, diz Airbus
A Airbus prometeu empregar "toda a sua força" para fazer da aeronave C Series da Bombardier um sucesso, depois que as duas companhias firmaram um acordo para transferir o controle majoritário do problemático programa de US$ 6 bilhões para a fabricante europeia de aviões.
A Airbus e a Bombardier anunciaram na sexta-feira que todos os obstáculos reguladores foram contornados semanas antes do esperado. "O empenho de toda a organização Airbus estará por trás do C Series", disse Harald Wilhelm, diretor financeiro da Airbus.
A Airbus vai adquirir 50,01% do programa C Series em 1º de julho pelo preço simbólico de 1 centavo canadense, numa iniciativa que já vem sacudindo a indústria aeronáutica.
Meses após a Airbus e a Bombardier anunciarem seu acordo, a Boeing revelou que estava em discussões com a Embraer. Os dois lados estão perto de um acordo em que a americana assumirá uma participação de cerca de 80% nas operações de jatos comerciais da companhia brasileira.
As operações de defesa e jatos executivos da Embraer formarão um grupo separado. O formato do acordo está perto de ser definido, mas uma fonte a par do assunto disse que ele só deverá ser fechado no ano que vem.
Com Airbus e Boeing ampliando seus alcances para o segmento de jatos regionais de menor porte, o número de fabricantes ocidentais de aviões comerciais cairá de quatro para dois.
Enquanto isso, a Airbus prometeu que de 1º de julho em diante vai se concentrar em aumentar a produção do C Series, uma família de jatos regionais de 100 a 150 assentos, e melhorar os custos.
A Airbus deverá pressionar fornecedores para que reduzam significativamente preços em troca de sua permanência no programa. Mas ela poderá oferecer acesso a outros programas da Airbus para ajudar a dar escala aos fornecedores. A Airbus também poderá começar a comercializar a aeronave, que representa um avanço em termos de materiais e eficiência no consumo de combustíveis.
A procura dos clientes pelo jato tem sido lenta, afetada pela fragilidade financeira da Bombardier, que foi forçada a pedir um resgate financeiro público das autoridades federais e provinciais canadenses, depois que os custos do programa fugiram de controle.
Os clientes americanos foram dissuadidos pela taxa de importação de 300% recomendada pelo Departamento do Comércio, depois que a Boeing reclamou que o C Series havia sido beneficiado por subsídios ilegais. No entanto, a International Trade Commission dos EUA decidiu contra o imposto em janeiro.
A finalização do acordo vai depender da possibilidade do C Series ter acesso à rede mundial de reparos e manutenção da Airbus, e aproveitar sua organização de vendas e marketing.
Como parte do negócio, a Airbus ampliará sua linha de produção em Mobile, Alabama, para produzir até quatro jatos C Series por mês a partir de 2020. Todavia, a principal linha de produção e a sede do C Series continuarão em Méribel, Quebec, que emprega cerca de 2.200 pessoas e subempreiteiros.
A Bombardier também vai bancar até US$ 925 milhões de qualquer deficiência de financiamento incorrida pelo programa.
No ano passado, a Bombardier entregou 17 aeronaves C Series e o plano é mais que dobrar as entregas este ano. O programa tem encomendas de 403 aeronaves, enquanto cerca de 30 já entraram em serviço na Air Baltic, Lufthansa e Swiss Global Air Lines.
Juntamente com a participação majoritária da Airbus, a Bombardier controlará 31% da parceria do C Series e a Investissement Québec, um órgão estatal, ficará com 19%.
Fonte: Peggy Hollinger | Financial Times via Valor Economico 11 JUN 2018

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So uma pergunta de leigo. Os avioes A210 e A230 vai competir com o A320N e A321N? Ou seja disputa caseira? Abracos a todos.

Não compete, capacidades diferentes.

Em classe única com 30" de pitch e full galley e banheiros:

A210: 125 pax

A230: 150 pax

A320: 174 pax

A321: 220(?) pax

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Algumas perguntas:

 

- A Airbus vai manter para a Delta os mesmos valores de compra que a Delta negociou com a Bombardier (segundo a Boeing pouco mais de 20 milhões de dólares)?

- Que valores pagaram a Air Baltic e a Swiss? Os mesmos valores da Delta?

- Caso os valores Delta-Bombardier sejam mantidos pela Airbus, os novos compradores se sujeitarão a pagar preços mais altos pelas mesmas aeronaves?

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Algumas perguntas:

 

- A Airbus vai manter para a Delta os mesmos valores de compra que a Delta negociou com a Bombardier (segundo a Boeing pouco mais de 20 milhões de dólares)?

- Que valores pagaram a Air Baltic e a Swiss? Os mesmos valores da Delta?

- Caso os valores Delta-Bombardier sejam mantidos pela Airbus, os novos compradores se sujeitarão a pagar preços mais altos pelas mesmas aeronaves?

É impossível saber, porque são bem sigilosos os acordos de venda de aeronaves.

 

O que sei é que o acordo da Delta foi MUITO vantajoso para a companhia americana, que soube aproveitar a fragilidade da BBD e a necessidade desta de ter um grande cliente nos EUA.

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  • 4 weeks later...

Meus prezados

Airbus assume controle do programa CSeries da Bombardier

Jatos canadenses já aparecem no portfólio de aeronaves comerciais do grupo europeu

A Airbus e a Bombardier Aerospace confirmaram nesta semana o fechamento da transação do programa C Series, agora controlado pelo grupo europeu com participação majoritária de 50,01%, incluindo as divisões de produção e vendas dos jatos canadenses. A negociação entre as fabricantes havia sido iniciada em outubro de 2017. Com a conclusão do acordo, a Bombardier passa a ter 34% do capital sobre os aviões e o fundo de investimentos do Quebec detém outros 16%.

No início de junho, a Airbus já havia anunciado que todas as aprovações regulatórias para o acordo foram obtidas. O contrato prevê que a Bombardier financiará o défit de caixa da parceria para até US$ 225 milhões durante o segundo semestre de 2018, e até US$ 350 milhões em 2019, além de um total máximo de US$ 350 milhões nos dois anos seguintes.

A matriz, a equipe de comando e a montagem final dos jatos C Series em parceria com a Airbus ainda estarão localizados na fábrica da Bombardier em Mirabel, no Canadá. As duas empresas, porém, esperam que a demanda pelas aeronaves aumente nos próximos anos o suficiente para apoiar a criação de uma segunda linha de montagem das aeronaves canadenses na planta da Airbus em Mobile, nos Estados Unidos, com o objetivo claro de vender aviões para clientes nos EUA.

Com a conclusão da parceria, companhias aéreas interessadas nos modelos C Series terão de bater na porta da Airbus para comprá-los: os jatos CS100 e CS300 já constam no portfólio de aeronaves comerciais do grupo europeu

Segundo a Airbus, o nicho de jatos comerciais com capacidades entre 100 e 150 passageiros, como são os casos do CS100 e CS300, vai exigir cerca de 6.000 novas aeronaves nos próximos 20 anos. Outra fabricante que disputa esse mesmo mercado é a Embraer com os E-Jets.

Ainda é cogitada uma mudança no nome das aeronaves canadenses, que podem assumir as designações A210 e A220, seguindo o padrão de nomenclatura da Airbus.

Fonte: Thiago Vinholes para Portal Airway via CECOMSSAER 4 JUL 2018

Edited by jambock
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