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Bombardier CSeries se tornará Airbus A200...


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Uma dúvida: aqueles que já operam os "novos aviões" da Airbus, como SWISS, AirBaltic e Korean Air, continuarão com a denominação CSeries ou já podem chamá-los de A220?

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Mcdonnel Douglas era um nome muito mais forte e o md95 virou boeing 717

No futuro Boeing 675,690 e 695 😁

Putz... É cada coisa que se lē aqui!!? Sem noção.

Como curiosidade, nos anos 70, a Aerospatiale (uma das precursoras da Airbus) lançou um modelo chamado A200, que mais tarde foi a base para o programa A320.

 

5-4.jpg

 

Uma dúvida: aqueles que já operam os "novos aviões" da Airbus, como SWISS, AirBaltic e Korean Air, continuarão com a denominação CSeries ou já podem chamá-los de A220?

Podem chamar de qualquer nome, vide Avianca chamando Fokker 100 de MK.28. É mero detalhe.

 

A priori, ATR é Airbus, mas ninguém chama de Airbus 72-200.

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Por favor corrijam-me se estiver errado, mas esse novo Airbus não ira de alguma forma canibalizar as vendas do A319?

O 319neo tem cerca de 50 encomendas apenas. Não é interessante operar ele tendo o 320neo tão econômico quanto e levando cinco fileiras de pax a mais. O 220-300 tem capacidade semelhante ao 319neo, mas é mais de 5t mais leve entre outras coisas que o fazem ser mais eficiente.

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  • 4 weeks later...

 

 

Leonardo renegotiating A220 supply terms with Airbus

 

 

02 AUGUST, 2018

SOURCE: FLIGHTGLOBAL.COM

BY: MICHAEL GUBISCH

LONDON

Italian aerospace group Leonardo is negotiating with Airbus to secure new terms for the supply of A220 components.

Leonardo chief executive Alessandro Profumo said during a results briefing on 30 July that the group had initiated legal proceedings against Bombardier before Airbus took over control of the A220 programme – previously known as the CSeries – in July, and that the case had now been redirected at the European airframer.

Having previously admitted that Leonardo was "losing money" on the programme, Profumo says the price the manufacturer receives for A220 components is below a "cost structure discussed with Bombardier".

Leonardo supplies the vertical and horizontal stabilisers for the A220.

Profumo is hopeful that the dispute can be resolved. "We have a very open talk on that with our Airbus friends," he says.

Airbus said in July that it was seeking double-digit cost efficiencies for the A220 programme through renegotiation of supplier terms and increases in the aircraft's production volume.

Leonardo and Airbus jointly own turboprop manufacturer ATR.

 

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O 319neo tem cerca de 50 encomendas apenas. Não é interessante operar ele tendo o 320neo tão econômico quanto e levando cinco fileiras de pax a mais. O 220-300 tem capacidade semelhante ao 319neo, mas é mais de 5t mais leve entre outras coisas que o fazem ser mais eficiente.

 

Tudo depende.

O 319 é útil em locais com restrições e principalmente se a empresa for operar poucos. O treinamento de tripulação dele é o mesmo do A320/321. Já o A220 demanda um treinamento completamente diferente.

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Tudo depende.

O 319 é útil em locais com restrições e principalmente se a empresa for operar poucos. O treinamento de tripulação dele é o mesmo do A320/321. Já o A220 demanda um treinamento completamente diferente.

Pois é, foi exatamente o que eu disse recentemente no thread de frota da Latam

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Exatamente, a LATAM não iria investir em uma frota que demanda treinamento de tripulação diferenciado para operar poucas unidades.

Edited by giuli
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Exatamente, a LATAM não iria investir em uma frota que demanda treinamento de tripulação diferenciado para operar poucas unidades.

A não ser que resolvam voltar a focar no regional, aí uma frota de uns 30 já tornaria vantajoso operar.

 

Aliás, não entendo como ninguém tenta bater com a Azul nesses destinos menores.

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A não ser que resolvam voltar a focar no regional, aí uma frota de uns 30 já tornaria vantajoso operar.

 

Aliás, não entendo como ninguém tenta bater com a Azul nesses destinos menores.

A Azul não tem concorrente em 70% dos,destinos,cobra o que quer e ninguém está correndo atrás desse mercado

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A Azul não tem concorrente em 70% dos,destinos,cobra o que quer e ninguém está correndo atrás desse mercado

Talvez porque não haja mercado para dividir.

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Talvez porque não haja mercado para dividir.

 

Eu acho que em alguns poucos locais até tem mercado para mais uma empresa, o que não tem é infraestrutura.

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Podem chamar de qualquer nome, vide Avianca chamando Fokker 100 de MK.28. É mero detalhe.

 

Fokker 100, que tinha como nome completo F28 MK 0100... e o Fokker 70 era F28 MK 0070

 

ou seja.... nem Fokker 100, nem MK 28. :yeah:

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  • 3 months later...
  • 1 year later...
On 18/11/2018 at 08:28, riclima said:

Arkia: "Airbus disse que o CSeries era ruim".

 

https://www.aeroflap.com.br/arkia-airbus-disse-que-cseries-era-ruim/

Difícil competir com as gigantes Boeing e Airbus. Além da maior capacidade de negociação, ainda tem que lidar com essas narrativas duvidosas por debaixo dos panos. 

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