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Embraer e Boeing assinam memorando para joint venture em aviação comercial..

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Atualizando...

Em 11/7/2018 a carteira de pedidos para a EMBRAER era de US$ 18 BILHÕES.

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Meus prezados
Sobre Embraer, Boeing afirma que "futuro da aviação ficará no Brasil"
Em artigo enviado a O VALE, Greg Smith, vice-presidente Executivo e Financeiro e de Estratégia e Desempenho da Boeing, declara que o acordo comercial com a Embraer "potencializará nossas carteiras de produtos e serviços"; leia a carta

A Boeing admite, pela primeira vez, que a produção de aeronaves ficará no Brasil após a finalização do acordo com a Embraer, cujo término das negociações e autorizações está previsto para o próximo ano.
Tal garantia não foi dada pelas duas companhias na ação civil pública que o MPT (Ministério Público do Trabalho) de São José dos Campos move para evitar a perda de empregos no Brasil com o acordo entre as fabricantes.
As duas companhias irão criar uma joint venture que absorverá todo o segmento de aviação comercial da Embraer, hoje baseado em São José.
A nova empresa terá 80% de controle da Boeing, no entanto terá sede no Brasil e também equipe brasileira. Em artigo enviado ao jornal OVALE, Greg Smith, vice-presidente Executivo, Financeiro e de Estratégia e Desempenho da Boeing, enaltece o acordo com a Embraer, dizendo que "potencializará nossas carteiras de produtos e serviços", e afirma que: "O futuro da aviação continuará sendo construído no Brasil".
Foi a primeira menção direta de um executivo da Boeing sobre a permanência da produção de aviões no Brasil.
O MPT teme, por exemplo, que após o acordo a linha de produção da Embraer possa ser transferida para os Estados Unidos, gerando desemprego no Brasil.
"Como a nova empresa que seria criada a partir da venda de parte da Embraer seria uma subsidiária da Boeing, poderia ela ser cobrada pelo governo norte-americano, principal cliente da Boeing, a produzir apenas nos Estados Unidos", informou o MPT na ação.
"A Boeing está investindo no Brasil a longo prazo, e a parceria com a Embraer é um reflexo desse nosso compromisso com o país", apontou Smith.
"A parceria ampliará este relacionamento [entre Embraer e Boeing], criando mais empregos e oportunidades", afirmou o executivo em outro trecho do texto.
COMPROMISSO.
Com relação ao acordo com a Embraer, o termo "compromisso com o Brasil" também foi usado pelo presidente da Boeing, Dennis Muilenburg, durante a feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra, no começo de julho.
Ao lado de Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer, Muilenburg afirmou que a Boeing que a negociação com a empresa brasileira reflete na relação da companhia com o país.
"Nosso investimento ressalta nosso compromisso com o Brasil", disse Muilenburg.
Procurada, a Boeing informou que o acordo com a Embraer "deverá gerar um novo ciclo virtuoso para a indústria aeroespacial brasileira, com maior potencial de vendas, aumento de produção, geração de emprego e renda, investimentos e exportações, agregando maior valor para clientes, acionistas e empregados".
Uma parceria estratégica para o futuro (por Greg Smith, Vice-presidente Executivo Financeiro e vice-presidente de Estratégia e Desempenho da Boeing)
"Tive a honra de estar ao lado de Paulo Cesar de Souza e Silva, CEO e Presidente da Embraer, e Dennis Muilenburg, CEO e Presidente da Boeing, na Feira de Aviação Internacional de Farnborough, no Reino Unido, onde compartilhamos nossa visão de como planejamos construir uma parceria profunda entre nossas duas empresas beneficiando nossos funcionários, clientes e nossos países.
A Boeing teve momentos decisivos ao longo do século passado -- decisões que definiram quem somos como empresa e nossa visão de líderes globais do setor que buscamos ser. Considero este mais um desses momentos: uma oportunidade histórica para a Boeing e Embraer, para nossos talentosos companheiros de equipe e para nossos países, à medida em que buscamos uma parceria que irá criar a mais importante empresa aeroespacial do mundo.
Essa parceria potencializará nossas carteiras de produtos e serviços complementares, criará oportunidades de negócios nos mercados comercial, de defesa e de serviços, fortalecerá nossas equipes no mundo todo e atenderá melhor a nossos clientes.
Estive no Brasil diversas vezes ao lado de Paulo Cesar e de muitos líderes da Embraer: desenvolvemos laços comuns e tenho profunda admiração pela importância histórica da Embraer para o Brasil. Nossas empresas não são estranhas, pelo contrário, nós nos conhecemos muito bem.
Uma das razões pelas quais estamos convictos de que esta parceria faz sentido são os valores que compartilhamos. Nosso respeito mútuo e certeza de termos um futuro juntos só vem crescendo ao longo de décadas de trabalho conjunto. Os produtos de aviação de alto nível, talento na área de engenharia e design, capacidades de manufatura e gestão da Embraer, associados à nossa capacidade, tornarão nossas excelentes empresas ainda melhores.
Também estou otimista com o significado que essa parceria tem para nossos funcionários. A Boeing tem clientes comerciais e governamentais em mais de 150 países e funcionários em 66 países. Os colaboradores da Embraer se beneficiarão de mais oportunidades como parte de uma empresa dinâmica com escala global e recursos extraordinários para investir em crescimento. Com culturas de inovação e excelência semelhantes, focadas nas pessoas, nossas equipes trabalharão juntas com naturalidade, trocarão ideias e inovações livremente e oferecerão desempenho e valor superiores aos nossos clientes.
Por meio desta parceria estratégica, o negócio de aviação comercial da Embraer será o centro de excelência da Boeing para desenvolvimento de projetos e fabricação de aeronaves comerciais de passageiros com menos de 150 assentos. Juntos, vamos buscar novos mercados para produtos e serviços de Defesa, especialmente a aeronave multimissão KC-390.
O investimento significativo que a Boeing está fazendo nessa parceria também ressalta nosso forte compromisso com o Brasil. Temos um relacionamento forte e duradouro com clientes brasileiros, tanto governo quanto companhias aéreas.
A parceria ampliará este relacionamento, criando mais empregos e oportunidades. Historicamente, nunca se viu uma indústria mais forte e resiliente do que a aeroespacial e a joint venture entre nossas duas empresas manterá e aumentará as capacidades de pesquisa e desenvolvimento da Embraer e ampliará as atuais colaborações com institutos de pesquisa e universidades. O futuro da aviação continuará sendo construído no Brasil.
A Boeing está investindo no Brasil a longo prazo e a parceria com a Embraer é um reflexo deste nosso compromisso com o país. Estou certo que esta parceria nos aproximará ainda mais, pois permitirá que Boeing e Embraer enfrentem melhor o atual ambiente competitivo, além de trazer sucesso a longo prazo para ambas as empresas.
Nos próximos meses, ao lerem e ouvirem mais sobre este importante negócio, tenham certeza de que a Boeing está empenhada e entusiasmada para estabelecer uma empresa aeroespacial genuinamente global que torne nossas companhias mais competitivas e inovadoras, criando mais oportunidades para todos".
Fonte: Xandu Alves para jornal O VALE (SP) via CECOMSAER 14 AGO 2018

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o Brasil não é para amadores empreendedores:

 

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Justiça de SP impede venda de área comercial da Embraer para Boeing

 

Por Ricardo Brito 06/12/2018 17h37

Por Ricardo Brito BRASÍLIA (Reuters) - A Justiça Federal de São Paulo concedeu liminar impedindo o conselho de administração da Embraer de tomar qualquer decisão que permita a separação da área comercial da empresa para formar uma joint venture com a Boeing.

 

A decisão do juiz Victorio Giuzio Neto, obtida na íntegra pela Reuters, foi tomada em ação movida por quatro deputados federais petistas que defendiam a suspensão imediata das tratativas entre Embraer e Boeing para a criar a nova companhia.

 

Os deputados petistas autores da ação, que pede a suspensão das negociações das empresas, são Paulo Pimenta (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA) e Vicente Cândido (SP). Em julho, a Embraer havia informado que tinha sido intimada a se manifestar sobre a ação popular.

 

Procurada nesta quinta-feira, a Embraer não pode comentar o assunto de imediato.

 

Boeing e Embraer anunciaram em julho assinatura de memorando de entendimento para um acordo pelo qual a companhia norte-americana assumirá controle sobre 80 por cento de uma joint venture a ser criada por meio da separação da divisão de jatos comerciais da Embraer, a principal da companhia brasileira.

 

O acordo precisa de aprovação do governo brasileiro, que detém direito veto sobre decisões estratégicas da Embraer.

 

O memorando de entendimentos avaliou as operações de aviação comercial da Embraer em 4,75 bilhões de dólares. A fatia da Boeing no negócio é avaliada em 3,8 bilhões de dólares. A Embraer, terceira maior exportadora do Brasil, ficará com os 20 por cento restantes da nova empresa.

 

As ações da Embraer renovaram mínima perto do fim do pregão. Às 17h52, tinham queda de 2,4 por cento. No mesmo instante, o Ibovespa recuava 0,4 por cento.

 

Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2018/12/06/justica-de-sp-concede-liminar-que-impede-venda-de-area-comercial-da-embraer-para-boeing.htm

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posso estar enganado, prefiro a Embraer continunado como independente, sei que as vendas do E-Jets 2 estão dando problema, mas acho que isso vai melhorar quando o E195-E2 começar a ser entegue à Azul. O problema maior que vejo é o E175-E2, que não vende, não estou contando as encomendas de regionais americanas, por motivos óbvios

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Bom, pelo o que foi noticiado ontem no Jornal da Band, a suspensão é provisória.

 

Suspenso até o final de janeiro devido ao recesso de final de ano e para o novo presidente assumir e continuar com as negociações.

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Judiciário no Brasil é uma zona! Que decisão mais sem pé nem cabeça.

 

Já existe a CVM onde o investidor pode reclamar se se sentir prejudicado, e existe também a golden share que dá poder de veto ao governo. Para que a justica vai entrar no meio?

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Brazil issues injunction to block Boeing-Embraer JV

 

 

06 DECEMBER, 2018

SOURCE: FLIGHT DASHBOARD

BY: GHIM-LAY YEO

WASHINGTON DC

A federal court in Brazil has issued an injunction to stop the proposed commercial aviation joint venture between Embraer and Boeing, following a lawsuit filed against the deal by four lawmakers in Brazil.

The judge who granted the injunction says that Embraer would be giving up its profitable commercial aviation business if it embarks on the deal with Boeing, says a Reuters report.

Embraer says it will seek to overturn the injunction. It calls the injunction a "provisional measure to suspend the effects" of an eventual decision by Embraer's board to approve the Boeing tie-up.

The injunction does not impose "any kind of obstacles to the continuance of the negotiations between both companies", says Embraer.

Boeing declines to comment when contacted by FlightGlobal.

The injunction could further hold up the process for the approval of the proposed joint venture, which was officially announced in July.

Embraer had previously said it planned to secure Brazil government approval for the partnership within the current administration of Brazil president Michel Temer, whose term ends on 31 December. Brazil President-elect Jair Bolsonaro is reportedly supportive of the planned partnership between the two companies.

While previous reports have said that Embraer will finalise talks with Boeing by 5 December, the Brazilian company subsequently said it could not specify a deadline for when talks would conclude.

Embraer has said that it plans to close the deal with Boeing by end-2019.

Under the proposed tie-up, Boeing will purchase an 80% share of Embraer's commercial aircraft business for $3.8 billion, leaving Embraer with the remaining 20%. Brazil's government, which has a golden share in Embraer, has the right to veto the deal

 

 

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Judiciário no Brasil é uma zona! Que decisão mais sem pé nem cabeça.

 

Já existe a CVM onde o investidor pode reclamar se se sentir prejudicado, e existe também a golden share que dá poder de veto ao governo. Para que a justica vai entrar no meio?

 

´raque, so vai ficar mais um mes nao tomar uma decisao tao importante, melhor deixar para o proximo presidente, achei certa esssa decisão, seria estranho um governo que esta de saida tomar uma decisao tao crucial

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É medíocre ver como governo e oposição não tem uma visão ampla da realidade.

 

A questão não é se a Embraer vai virar estrangeira ou mudará o nome para Boeing, mas como setores importantes para o país, como desenvolvimento de produto, o R&D serão mandados para o exterior. É a chave para manter empregos de alto nível e incentivar a mão-de-obra. Vai tudo para Chicago ou Seattle enquanto SJK e GPX viram meras montadoras ou fornecedores de peças?

 

Basta lembrar que a aviação comercial brasileira, por anos reconhecida por sua capacidade técnica, foi feita a partir de capitais estrangeiros ou parte dele (SC, PB e RG).

 

Mas preferem brigar para manter a unidade militar em "mãos nacionais". Grande m****, principalmente para a Boeing, uma das maiores fornecedoras do Pentágono.

 

Caindo a golden share não duvido levar a produção dos E-Jets para Flórida ou a OGMA.

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Tribunal derruba liminar que suspendia negócio Boeing-Embraer Desembargador afirmou que ação de deputados do PT é precipitada e movida por ideologia

 

Uma liminar do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) derrubou
a decisão da Justiça Federal que suspendia o acordo para a criação de uma joint
venture entre a americana Boeing e a brasileira Embraer.
Na semana passada, uma liminar que atendia um pedido feito por deputados
petistas em uma ação popular foi concedida pelo juiz federal Victorio Giuzio Neto,
da 24ª Vara Cível de São Paulo, para suspender a negociação entre as companhias.
Os autores da ação foram os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Carlos Alberto
Zarattini (PT-SP), Nelson Pellegrino (PT-BA) e Vicente Cândido (PT-SP).
A compra de 80% da divisão de jatos comerciais da Embraer por US$ 3,8 bilhões
pela Boeing foi acertada em julho deste ano com a assinatura de um memorando de
entendimentos, mas a conclusão do negócio continua em aberto.
Na decisão desta segunda-feira (10), o desembargador Luiz Alberto de Souza
Ribeiro disse que "a invasão do Judiciário na autonomia privada das partes causa
insegurança jurídica, o que gera, no contexto do caso em análise, reflexos no
mercado nacional e internacional".
Segundo o magistrado, "a suspensão das negociações acarreta graves prejuízos,
podendo, de fato, até mesmo ensejar a desistência do negócio".
O desembargador também considerou que a ação apresentada pelos deputados
petistas é precipitada e infundada.
"Esta ação apenas estaria a basear-se em meras cogitações de supostas violações a
interesses públicos, sem base concreta, talvez movidas apenas por motivações
meramente ideológicas", escreveu o desembargador.

 

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/12/liminar-do-trf-3-derruba-acao-que-suspendia-negocio-boeing-embraer.shtml

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Brazil court overturns injunction against Boeing-Embraer deal

 

 

10 DECEMBER, 2018

SOURCE: FLIGHT DASHBOARD

BY: GHIM-LAY YEO

WASHINGTON DC

A Brazilian federal appeals court has overturned the injunction issued last week to stop the commercial aviation tie-up between Embraer and Boeing.

Embraer says the "provisional measure" was revoked by a panel of a federal appeals court.

"The company will keep its shareholders and the market informed on any material developments related to the class action," it adds.

A federal court in Brazil issued an injunction last week to block the proposed commercial aviation joint venture between the two companies, following a class action lawsuit brought against the planned deal by a group of Brazilian lawmakers in July.

Boeing and Embraer have yet to finalise a deal, which requires approval from Brazil's government and company shareholders.

Embraer had said it planned to secure Brazil government approval for the partnership within the current administration of Brazil president Michel Temer, whose term ends on 31 December. Incoming president Jair Bolsonaro is reportedly supportive of the planned partnership between the two companies.

The two companies plan to close the deal by end-2019. Under the proposed tie-up, Boeing will purchase an 80% share of Embraer's commercial aircraft business for $3.8 billion, leaving Embraer with the remaining 20%

 

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Embraer e Boeing aprovam termos da parceria estratégica aeroespacial e aguardam aprovação do governo brasileiro
Boeing-Embraer.jpg
São Paulo e Chicago, 17 de dezembro de 2018 – A Embraer [b3: EMBR3, NYSE: ERJ] e a Boeing [NYSE: BA] aprovaram os termos da parceria estratégica que irá possibilitar ambas as empresas a acelerar o crescimento em mercados aeroespaciais globais.
Os termos aprovados definem que a joint venture contemplando a aviação comercial da Embraer e serviços associados terá participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer. A parceria está sujeita à aprovação do governo brasileiro, após o que as empresas deverão assinar o acordo. A parceria estratégica será, então, submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo.
De acordo com a parceria proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de US$ 4,2 bilhões. A expectativa é que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes. A joint venture deve gerar sinergias anuais de cerca de US$ 150 milhões – antes de impostos – até o terceiro ano de operação.
Após concluída a transação, a joint venture da aviação comercial será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Dennis Muilenburg, presidente e CEO da Boeing. A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil.
“A Boeing e a Embraer possuem um relacionamento estreito graças a mais de duas décadas de colaboração. O respeito mútuo e o valor que enxergamos nesta parceria só aumentou desde que iniciamos discussões conjuntas no começo deste ano”, disse Dennis Muilenburg, presidente, chairman e CEO da Boeing.
“Estamos confiantes que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo. Esta aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer.
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Embraer KC-390

As empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. De acordo com a parceria proposta, a Embraer deterá 51% de participação na joint venture e a Boeing, os 49% restantes.
A transação está sujeita à aprovação do governo brasileiro, ratificação pelo Conselho de Administração da Embraer e autorização deste para assinatura dos documentos definitivos da transação. Após a celebração dos documentos definitivos pelas partes, a parceria estratégica será submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. Caso as aprovações ocorram no tempo previsto, a expectativa é que a negociação seja concluída até o final de 2019.
Informações prospectivas estão sujeitas a riscos e incertezas
Certas declarações neste comunicado podem ser “prospectivas” dentro do significado da Lei de Reforma de Litígios de Títulos Privados de 1995, incluindo declarações relativas aos termos propostos da operação, a capacidade das partes cumprirem as condições para celebração ou consumação da operação e o respectivo prazo, bem como acerca dos benefícios e sinergias decorrentes da operação, e qualquer outra declaração que não se refira diretamente a qualquer fato histórico ou atual. As declarações prospectivas são baseadas em suposições atuais sobre eventos futuros que podem não ser precisos. Estas declarações não são garantias e estão sujeitas a riscos, incertezas e mudanças em circunstâncias difíceis de prever. Muitos fatores podem fazer com que os resultados reais sejam concretamente diferentes das declarações prospectivas. Como resultado, essas declarações são válidas somente a partir da data em que forem feitas e nenhuma das partes assume a obrigação de atualizar ou revisar qualquer declaração prospectiva, exceto conforme exigido por lei. Fatores específicos que podem fazer com que os resultados reais sejam concretamente diferentes dessas declarações prospectivas incluem o efeito das condições econômicas globais, a capacidade das partes de chegar a um acordo final sobre uma transação, consumar tal transação e obter sinergias antecipadas e outros fatores importantes divulgados anteriormente e periodicamente nos registros da The Boeing Company e/ou da Embraer junto à Securities and Exchange Commission.
Fonte: Embraer e Boeing via site Poder Aéreo 17 dez 2018

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Boeing and Embraer agree on terms for planned tie-up

 

 

17 DECEMBER, 2018

SOURCE: FLIGHT DASHBOARD

BY: MICHAEL GUBISCH

LONDON

Boeing and Embraer have agreed the terms of their planned joint venture under which the US manufacturer is set to take control of Embraer’s commercial aircraft activities in 2019.

The deal still is subject to approval by Brazil’s government, shareholders and regulatory authorities, the two airframers say.

Under the plan, Boeing will acquire for $4.2 billion an 80% shareholding in the joint venture comprising Embraer’s commercial’s aircraft activities, including aftermarket support services, while Embraer will hold the balance.

The new company is to have a Brazil-based management, including a chief executive and president. But Boeing will have operational and management control of the business.

“Embraer will retain consent rights for certain strategic decisions, such as transfer of operations from Brazil,” the manufacturers say.

Boeing foresees that the acquisition will be neutral to its earnings-per-share from 2020 and accretive thereafter.

The joint venture is expected to generate annual pre-tax cost savings worth $150 million from the 2022, the manufacturers say.

Boeing and Embraer have targeted the end of 2019 for completion of the transaction.

As part of the tie-up, the two manufacturers have also agreed a separate joint venture to market and sell Embraer’s KC-390 military transport

Embraer is set to have a 51% shareholding in that business, with Boeing holding the remainder.

The airlifter in October received its type certification from Brazilian regulator ANAC and is expected to reach Final Operation Capability and military certification by the end of 2019.

"We are confident that this partnership will deliver great value to Brazil and the Brazilian aerospace industry as a whole,” states Embraer chief executive Paulo Cesar de Souza e Silva.

“This alliance will strengthen both companies in the global market and is aligned with our long-term sustainable growth strategy.

Noting that Boeing and Embraer have collaborated for more than two decades, Boeing chief executive Dennis Muilenburg says the “respect we have for each other and the value we see in this partnership has only increased since we announced our joint efforts”.

Earlier this month, a Brazilian federal appeals court overturned an injunction against the planned commercial joint venture, which had been brought about by a group of Brazilian lawmakers in July.

 

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Justiça Federal de SP suspende pela 2ª vez acordo entre Boeing e Embraer
Decisão em caráter liminar é novamente do juiz Victorio Giuzio Neto. No início do mês, ele já havia concedido liminar para suspender a negociação, mas a decisão foi derrubada.
O juiz Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, concedeu uma nova liminar (decisão provisória) para suspender o acordo entre as empresas Boeing e Embraer. A nova ação foi apresentada por sindicatos de trabalhadores em regiões onde a Embraer mantém fábricas no país.
A decisão é desta quarta-feira (19) e foi tomada pelo mesmo juiz que já havia concedido uma outra liminar para suspender a negociação no início do mês ao analisar a ação movida por dois deputados federais. A primeira liminar foi derrubada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região de São Paulo no última dia 10.
Nesta segunda-feira (17), a Embraer informou que aprovou junto à fabricante norte-americana de aeronaves Boeing os termos do acordo, que prevê a criação de uma nova empresa (joint venture) de aviação comercial no Brasil.
O novo negócio é avaliado em US$ 5,26 bilhões. Inicialmente, quando as duas empresas assinaram um memorando, o valor era estimado em US$ 4,75 bilhões. Nos termos do acordo, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes.
Nesta quarta-feira, Giuzio Neto suspendeu novamente a fusão ao analisar uma ação apresentada pelos sindicatos de trabalhadores em regiões onde a Embraer mantém fábricas no país, como São José dos Campos e Botucatu.
O juiz federal suspendeu qualquer ato concreto de decisão da Embraer que concorde com transferência da parte comercial da empresa a outra empresa.
"Nesta decisão, como na anterior, não visualiza o juízo qualquer ameaça ou comprometimento da economia do país ou situação provocadora de crise na medida que busca conservar uma situação que se encontra consolidada no tempo e eventual oscilação em preços de ações da Boeing ou da Embraer são considerados efeitos metajurídicos normais de qualquer decisão judicial sem a tônica de representar repercussão nos interesses do paí", afirmou o juiz.
Procurada pelo G1, a Embraer informou que "tomará todas as medidas judiciais cabíveis para reverter a referida decisão". Informou ainda que manterá seus acionistas e o mercado informados sobre os desdobramentos da ação.
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que vai recorrer contra liminar da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo que determinou a suspensão das negociações entre as empresas. A Boeing informou que não vai comentar a decisão. suspende acordo entre a Embraer e a Boeing
Jornal Hoje

Ação civil
O advogado que representa os sindicalistas, Aristeu Pinto Neto, sinalizou que a ação movida pelas entidades trabalhistas tem como objetivo defender os interesses da sociedade, não apenas os corporativos e dos trabalhadores da própria Embraer.
"A empresa gera empregos e divisas no país e isso recai sobre interesses nacionais. Fundamentei a ação não apenas contra o ataque aos interesses trabalhistas, mas principalmente no que tange ao negócio jurídico desatender as regras de sociedades anônimas. Não é uma 'joint venture', que é uma comunhão de empresas para desenvolver um projeto especifico. O que se tem é a aquisição da Embraer pela Boeing ou, nos termos das leis da S.As [sociedades anônimas] é uma incorporação, quando vc dissolve uma empresa em outra maior", avaliou.
Ele ainda destacou o que considera a 'assimetria do negócio' e traçou, em entrevista coletiva na sede do sindicato em São José, um paralelo com a negociação entre a Airbus e a Bombardier.
"Com toda dificuldade que a Bombardier vem enfrentando, ali existiu parceria de 51% a 49%, então há um equilíbrio completo de uma parceria que está ocorrendo ali. Aqui não, daqui a 10 anos a Boeing pode ainda comprar esses 20%, restantes da Embraer", disse Neto.
O diretor do sindicato, Herbert Claros, reforçou a preocupação que as entidades sindicais têm, sobretudo com o setor de defesa.
"Fabricamos o KC-390 [cargueiro militar], projeto feito com dinheiro público do governo brasileiro, não podemos fechar os olhos à entrega deste patrimônio aos americanos. Mesmo sendo a Embraer hoje privatizada, ainda recebe dinheiro público, do governo, do BNDES. O KC foi uma encomenda do governo brasileiro, sem o Brasil não existiria o projeto, então lesa a pátria 49% desse projeto ir para os Estados Unidos", concluiu.
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Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. — Foto: Claudia Ferreira / G1
Acordo
A Boeing será controladora da empresa, com 80% de participação, ao fazer um pagamento de US$ 4,2 bilhões (o equivalente a R$ 16,4 bilhões), cerca de 10% maior que o inicialmente previsto. Este valor também supera em mais de 7% o valor de mercado da Embraer no fechamento do pregão da última sexta-feira (R$ 15,2 bilhões). O maior valor de mercado já registrado pela Embraer foi em novembro de 2015, quando a companhia atingiu R$ 22,39 bilhões, segundo dados da Economatica.
Os 20% restantes serão da fabricante brasileira, que poderá vender sua parte para a norte-americana a qualquer momento, por meio de uma opção de venda.
O acordo ainda precisa ser aprovado pelo governo brasileiro, que é dono de uma "golden share" na companhia e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa.
Caso o governo aprove o negócio, o acordo ainda será submetido à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, "bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo", informou a Embraer.
Negócio da área de defesa
As empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados na área de defesa, envolvendo o avião multimissão KC-390.
De acordo com a parceria, a Embraer será a controladora neste negócio, com 51% de participação, e a Boeing, os 49% restantes. O valor total do negócio não foi informado.
Caso a parceria seja aprovada no tempo previsto, a Embraer espera que a negociação seja concluída até o final de 2019.
Por que Boeing e Embraer estão unindo forças
A Boeing e a Embraer anunciaram no fim de 2016 que estudavam unir seus negócios. A expectativa era de que um acordo entre as duas poderia criar uma gigante global de aviação, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional, e capaz de fazer frente a uma união similar entre as maiores concorrentes, Airbus e Bombardier, que também se uniram.
A americana e a brasileira tentam consolidar em um mesmo negócio duas operações fortes, uma em aviação de longa distância, outra para deslocamentos regionais. Enquanto a Boeing é a principal fabricante de aeronaves comerciais para voos longos, a Embraer lidera o mercado de jatos regionais, com aeronaves equipadas para voar distâncias menores.
A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (valores da época), quando o governo obteve o poder de decisão sobre a companhia.
A Embraer está avaliada atualmente na bolsa em cerca de US$ 3,9 bilhões, e a Boeing, em US$ 181 bilhões, segundo dados da Economatica.
Fonte: G1 Vale do Paraíba e Região 20/12/2018 10h57 Atualizado há 4 horas

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Que piada é esse país.

Segurança jurídica aqui é zero.

 

Uma hora um ministro do STF resolve liberar por conta própria os presos em segunda instância.

 

Agora tem esse juiz toda hora barrando o acordo entre Boeing e Embraer.

 

Difícil alguém querer investir aqui, mesmo liberando 100% de capital estrangeiro.

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Justiça derruba 2ª liminar que suspendia negociações entre Embraer e Boeing

 

A Justiça Federal derrubou na madrugada deste sábado (22) a liminar que suspendia a negociação entre a Embraer e a Boeing. A decisão é da desembargadora

Therezinha Cazerta, presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), e atende a recurso da Advocacia-Geral da União.
As duas companhias firmaram acordo para unir forças e criar uma nova empresa de aviação civil no Brasil.
As tratativas estavam paralisadas desde o último dia 19 por ação movida pelo sindicato de trabalhadores onde a Embraer mantém fábricas no país.
Esta é a segunda vez que as negociações voltam a ser autorizadas após serem interrompidas.
No último dia 10, o TRF3 havia suspendido outra liminar que impedia o andamento das transações, concedida pela 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, em ação movida pelos deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e Carlos Zaratini (PT-SP).
Dá pra ver porque não tá sobrando nenhuma empresa grande no BR.. Daqui a pouco a Boeing vai desistir.

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Meus prezados
O que sobra da Embraer depois da venda para a Boeing
A Força Aérea levanta dúvidas sobre o futuro da Embraer que sobrará após a venda da área comercial aos americanos da Boeing
Por Denyse Godoy – Exame
Enquanto avança o processo de formação da sociedade entre as fabricantes de aviões Boeing e Embraer na aviação comercial, novos detalhes sobre a negociação têm emergido.
Em um parecer sigiloso apresentado em dezembro, ao qual EXAME teve acesso, o comando da Aeronáutica diz que a primeira proposta feita pela empresa americana, no final de 2017, previa a aquisição de toda a operação da Embraer.
Na ocasião, segundo o documento, o governo avisou que vetaria a compra para preservar seu interesse estratégico na divisão militar, responsável por 8% das receitas da Embraer.
No formato final da transação, aprovada em fevereiro pelos acionistas, a seção de defesa e a de jatos executivos continuam sob controle nacional. Mas a Força Aérea levanta dúvidas sobre o futuro da Embraer que sobrará após a venda da área comercial aos americanos.
O relatório aponta que a área de desenvolvimento de produtos é atualmente compartilhada entre as unidades e deve ser transferida para a divisão comercial. Isso ameaçaria a competitividade das restantes.
O comando militar ainda indica que, pela competência da equipe de engenharia, a empresa brasileira teria papel fundamental em ajudar a Boeing a substituir seu modelo 737 Max, envolvido em duas grandes tragédias nos últimos meses. A parceria também resolveria “do dia para a noite” as dificuldades da Embraer em levantar capital para crescer. Para a efetivação do negócio, só falta a apreciação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica.
Fonte: Exame via site Poder Aéreo 23 mai 2019

Edited by jambock

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"O relatório aponta que a área de desenvolvimento de produtos é atualmente compartilhada entre as unidades e deve ser transferida para a divisão comercial. Isso ameaçaria a competitividade das restantes."

 

Isso não é verdade!!!

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Não gostaria, mas se forem renomear, acho que serão os B717-XXX!

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Meus prezados

AGU diz ao STF que acordo entre a Boeing e Embraer não fere soberania nacional

https://www.aeroflap.com.br/agu-diz-ao-stf-que-acordo-entre-boeing-e-embraer-nao-fere-soberania-nacional/

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