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Salgado

Falha em radar que afetou voos de SP nesta sexta foi causada por 'transição' em fornecimento de energia, diz FAB

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Problema ocorreu durante mudança do fornecimento de energia elétrica do abastecimento comercial para o do gerador próprio, segundo a FAB. Causas não têm relação com defeito no radar em junho.

 

A Aeronáutica informou nesta sexta-feira (20), por meio de nota, que a falha no radar que afetou voos nos aeroportos de São Paulo foi provocada por instabilidades causadas pela "transição do fornecimento de energia elétrica do abastecimento comercial para o do gerador próprio".

Mais de 200 voos atrasaram e mais de 20 foram cancelados, afetando aeroportos em várias cidades do país. Por conta da falha e das filas no Aeroporto de Congonhas, que permaneciam até o início da noite, o terminal deverá funcionar até 1h da madrugada de sábado (21). O Aeroporto Santos Dummont, no Centro do Rio, também vai estender o horário de funcionamento.

Segundo a nota da Aeronáutica, as instabilidades foram registradas às 23h30 de quinta-feira (19), às 4h30 e às 10h30 desta sexta-feira (20). "O abastecimento de energia elétrica foi normalizado ao meio-dia", diz a Aeronáutica.

A Eletropaulo informou que não detectou falha no fornecimento de energia no endereço do radar.

O radar já havia registrado falhas no último 16 de junho, que provocoram transtorno a passageiros nos terminais de Cumbica e Congonhas. A Aeronáutica citou o caso na nota divulgada nesta sexta, informando que os dois casos não tem relação.

Naquela ocasião, em Congonhas, uma peça de um gerador de energia ligado ao sistema de controle do radar queimou, provocando uma pane inesperada e sem precedentes no gerenciamento dos voos, que durou das 8h15 às 9h20.

Nesta sexta, as falhas causaram a paralisação de voos nos aeroportos de Cumbica, em Guarulhos, de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, e Viracopos, em Campinas. Outros aeroportos do país, como os internacionais de Brasília e de Belo Horizonte foram afetados com atrasos ou cancelamentos (veja detalhes abaixo).

 

No início da noite, o balanço de atrasos e cancelamentos apontava:

 

Em Cumbica:

605 voos programados

297 sofreram atrasos

25 foram cancelados

 

Em Congonhas:

113 atrasados

21 cancelados

 

Atrasos pelo Brasil

 

Outros voos com destino à São Paulo também tiveram atrasos e cancelamenos durante a tarde desta sexta-feira (20).

Segundo a Infraero, no Rio de Janeiro, até o meio-dia, quatro voos tinham sido cancelados, e outros três atrasados, no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio. Já no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, um voo estava atrasado. O Rio Galeão não registrou problemas no terminal.

Em Campinas, um voo foi desviado para Navegantes (SP), devido à falha no radar.

De acordo com a Inframerica, o Aeroporto Internacional de Brasília registrou nove atrasos e dois cancelamentos.

No Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, a assessoria informou que ao menos seis voos para São Paulo sofreram atrasos.

Em Curitiba, no Aeroporto Afonso Pena, um voo com destino a Guarulhos atrasou três horas.

 

Falhas de junho

 

Em 16 de junho, quando ocorreu a falha em Congonhas, uma peça de um gerador de energia ligado ao sistema de controle do radar queimou, provocando uma pane inesperada e sem precedentes no gerenciamento dos voos, que durou das 8h15 às 9h20.

Por mais de uma hora, foram tomadas ações de contingenciamento entre as aeronaves nas áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba.

Enquanto isso, no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, estava sendo registrado uma falha no controle de aproximação de aeronaves quando não há visibilidade, chamado de ILS (Instrument Landing System).

O ILS consiste em um conjunto de sistemas e programas, com rádios, câmeras e softwares e possui várias categorias de uso e controle. O sistema é acionado para ajudar o piloto a realizar o pouso e a decolagem de aviões quando há chuva, nevoeiro ou em condições de degradação, quando não é possível para o piloto realizar as operações com visibilidade da pista, e possui várias categorias de controle.

O maior problema concentrava-se em uma das 4 cabeceiras da pista, a cabeceira 09R, onde o sistema de aproximação para pouso de precisão só voltou a operar totalmente quatro dias depois, em 19 de junho, segundo a FAB.

 

Investigação sobre interferência em sistema

 

A investigação começou quando pilotos começaram a relatar interferências no ILS e o sistema era desligado quando as interferências eram notadas. Uma das suspeitas era que os trens da Linha 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), recém-inaugurada para ligar São Paulo a Guarulhos, poderia estar interferindo no controle de pousos no aeroporto.

A hipótese, no entanto, foi descartada após testes. Entre 16 e 19 de junho, aviões-laboratório da FAB, chamados de IU-50 e coordenadas pelo Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), fizeram testes e voos de inspeção em Guarulhos, tentando descobrir as causas do problema.

Durante as verificações, não houve nenhuma interferência no avião laboratório e uma investigação ainda está em andamento para tentar descobrir o que provoca o problema. Entre as suspeitas estão rádios piratas e até a qualidade da energia recebida em Guarulhos. Oficialmente, as apurações ainda estão em andamento.

 

Fonte: G1

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Aviação hoje foi um caos.

 

E pra piorar quando o radar estava em funcionamento o ATC pouco fez pra conseguir agilizar a situação e minimizar os impactos, a ponto de um setor do APP SP te mandar reduzir e fazer espera e o setor seguinte te encurtar e pedir pra acelerar.

 

Enfim, em plenas férias de Julho com os voos todos lotados e uma situação dessas na terminal mais movimentada do país. Prejuízos pra todo mundo.

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tive um voo hoje cgh-sdu, 2horas e meia atrasado mas pior foo terminal de congonhas abarrotado de gente e sem ar condicionado!!!

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Aviação hoje foi um caos.

 

E pra piorar quando o radar estava em funcionamento o ATC pouco fez pra conseguir agilizar a situação e minimizar os impactos, a ponto de um setor do APP SP te mandar reduzir e fazer espera e o setor seguinte te encurtar e pedir pra acelerar.

 

Enfim, em plenas férias de Julho com os voos todos lotados e uma situação dessas na terminal mais movimentada do país. Prejuízos pra todo mundo.

Até ai, nao vi novidade, em situações normais eles nao se conversam sendo sempre a ladainha do reduza..sem falar em como essas controladoras sao fracas..esta cada vez mais difícil voar no Brasil, todo dia é enrolado, as wmpresas nao se juntam e nsda fazem, questão de tempo para o nosso espaço aereo entrsr em colapso.

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Meus prezados

Pane em voos em 24 h equivale a 1/3 do impacto de greve de caminhoneiro
Falha afetou 107 voos e deixou aéreas em alerta; para Aeronáutica, foi pontual

As principais companhias aéreas do Brasil sentiram em menos de 24 horas um impacto equivalente a um terço do golpe acumulado com a suspensão de voos na paralisação dos caminhoneiros, que deixou aeroportos sem combustível. Desta vez, a razão foi uma instabilidade na visualização de radares nos aeroportos de São Paulo.

Somadas as três maiores linhas aéreas brasileiras (Latam, Gol, Azul), foram cancelados 107 voos nesta sexta-feira (20) devido a um problema que, segundo a Aeronáutica, foi provocado por questões ligadas à energia elétrica.

Dois meses atrás, após a paralisação das estradas, as três companhias reportaram um total de 332 cancelamentos.

Entre os dias 25 e 30 de maio, a Latam teve 151 voos cancelados —ou seja, uma média diária de 25 cancelamentos. Só nesta sexta, a pane obrigou a empresa a cancelar 55 voos — ou seja, mais que o dobro do impacto diário sentido na paralisação dos caminhoneiros.

Na Azul, que teve 169 voos cancelados durante os protestos nas rodovias do país entre os dias 24 e 27 de maio (média de 42 cancelamentos por dia), o impacto desta sexta-feira foi de 33 cancelamentos.

As instabilidades aconteceram às 23h30 de quinta-feira (19), às 4h30 e às 10h30 de sexta (20) e atingiram toda a APP-SP, que é a Área de Controle Terminal de São Paulo, ou seja, o principal ponto de conexões de voos do país.

O abastecimento de energia elétrica foi normalizado às 12h, segundo a Aeronáutica, mas os cancelamentos e alterações de destinos se desenrolaram até o fim da tarde.

O caso tem sido visto com preocupação pelas empresas aéreas, que estão calculando os prejuízos desta sexta. Durante a greve dos caminhoneiros, a Azul anunciou perdas em torno de R$ 50 milhões. Na Latam o registro foi de US$ 13 milhões (R$ 49 milhões) pelos dias de estradas paradas. Além dos prejuízos à malha aérea, as empresas têm custos com os passageiros em solo, como hospedagem e remarcação de viagens.

Internamente, as empresas avaliam o caso como alarmante porque se trata de uma infraestrutura básica e envolve a segurança dos voos. Executivos das linhas aéreas listaram outros problemas semelhantes que aconteceram recentemente e consideraram insuficiente a resposta da Aeronáutica, que tratou a questão como um caso pontual.

Há menos de um mês, a Abear (associação das empresas do setor) divulgou nota comentando sobre outro problema elétrico na alimentação do sistema de radares do controle de tráfego aéreo de São Paulo —que, em junho, foi responsável por atrasar e cancelar dezenas de voos nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Campinas (Viracopos).

Segundo a Abear, os radares servem para fornecer informações de localização, altitude, velocidade, direção de deslocamento e meteorologia, ou seja, “informam precisamente ao piloto e ao controle de tráfego a posição de uma aeronave no espaço aéreo”.

Em maio, houve um outro caso que ficou mal explicado na percepção de membros de companhias aéreas. Ele voltou a ser comentado pelas empresas nesta sexta-feira.

Na ocasião, o chamado ILS (Instrument Landing System), o sistema de aproximação para pouso de precisão, do aeroporto de Guarulhos, apresentou falhas e precisou passar por avaliação.

Pilotos e engenheiros chegaram a cogitar, naquele momento, que poderia haver interferência magnética com sistemas dos trens da linha 13-jade da CPTM, entregue pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ligar a capital paulista ao aeroporto de Cumbica. Na época, CPTM, Aeronáutica e concessionária do aeroporto negaram a versão. O problema foi atribuído a um nevoeiro.

Procuradas para comentar a pane desta sexta, as assessorias de imprensa das companhias evitaram entrar em detalhes. Informaram apenas os números de voos perdidos e as orientações para que seus passageiros que tenham viagens marcadas de ou para São Paulo verifiquem a situação de seus voos antes de se dirigirem aos aeroportos.

Em nota, a Aeronáutica afirmou que o CGNA (Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea) adotou nesta sexta as medidas necessárias para regularizar o fluxo aéreo e que em nenhum momento a segurança foi comprometida.

As instabilidades, diz, “decorreram da transição do fornecimento de energia elétrica do abastecimento comercial para o do gerador próprio”.

Uma das medidas adotadas foi a ampliação do horário das operações dos aeroportos Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP) nesta sexta.

Segundo a Aeronáutica, não há relação entre o fato desta sexta, envolvendo o fornecimento de energia elétrica, com a instabilidade de 16 de junho, quando uma das placas de telecomunicações precisou ser substituída.

Fonte: portal UOL via CECOMSAER 21 JUL 2018

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Fiz CNF-BSB ontem à noite e na porta da aeronave quando o cmdte foi perguntado pelo DOV sobre o suposto problema no radar em SP, respondeu irritado - que radar que nada! É o trem na cabeceira de Guarulhos...

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Fiz CNF-BSB ontem à noite e na porta da aeronave quando o cmdte foi perguntado pelo DOV sobre o suposto problema no radar em SP, respondeu irritado - que radar que nada! É o trem na cabeceira de Guarulhos...

Trem na cabeceira pode até alimentar as teorias de oscilação no ILS, agora tombar uma terminal inteira?

 

Aprendi com a aviação que comandante nem sempre sabe de tudo (pra não dizer que quase nunca sabe rs)

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Ai um dia em um futuro muito distante, o ATC brasileiro sai das mãos da aeronautica para uma agencia civil.
Alguma coisas melhoram, outras pioram, a maioria continua ruim do mesmo jeito.

Passado alguns meses: "saudade do Decea".

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Eu hoje considero o ATC o maior gargalo para o crescimento da aviação no Brasil. Tá cada dia pior.

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Sem investimento, não tem como fazer milagre, ne?

E se passar pra civil, bem, já vimos esse filme ....

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Nada no Brasil é capaz de superar os APPs do Rio e de Salvador.

 

A disputa é acirrada para descobrir qual é o pior...

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Rio já foi muito ruim mas hoje acho injusto considerar dos piores. Melhoraram bastante com as últimas circulações. Acho São Paulo pior e Belo Horizonte, pelo pouco volume de tráfego proporcionalmente à qualidade do serviço, um desastre.

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O Rio melhorou muito nesse sentido.

 

A maioria das minhas aproximações no GIG hoje são "desça via e reporte estabilizado".

 

Raramente vejo pedirem pra reduzir ou vetorar. Às vezes até pedem pra acelerar ou encurtar.

 

O que precisa mudar é a filosofia de treinamento dos nossos controladores, tem coisas que são incompreensíveis.

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O Rio melhorou muito nesse sentido.

 

A maioria das minhas aproximações no GIG hoje são "desça via e reporte estabilizado".

 

Raramente vejo pedirem pra reduzir ou vetorar. Às vezes até pedem pra acelerar ou encurtar.

 

O que precisa mudar é a filosofia de treinamento dos nossos controladores, tem coisas que são incompreensíveis.

O que tem que mudar é o plano de carreira do controlador que não fica nem 10 anos no escopo. Mas milico não tem vez no país...

 

Been there, done that...

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O Rio melhorou muito nesse sentido.

 

A maioria das minhas aproximações no GIG hoje são "desça via e reporte estabilizado".

 

Raramente vejo pedirem pra reduzir ou vetorar. Às vezes até pedem pra acelerar ou encurtar.

 

O que precisa mudar é a filosofia de treinamento dos nossos controladores, tem coisas que são incompreensíveis.

 

Será que tal melhora no GIG não se deve ao fato da instalação de um apron control por parte da concessionária do RIOGIG?

 

Fazendo uma gestão de pátio mais eficiente, raramente haverá gargalos na final...

 

É só comparar como são as coisas em algum aeroporto de porte semelhante sem apron control.

 

Saudações.

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É só comparar como são as coisas em algum aeroporto de porte semelhante sem apron control.

 

Saudações.

Definivamente, não.

O controle do pátio Galeão é enrolado, fonia despadronizada e, via de regra, prolixos. Aquelas pessoas, claramente, não tem treinamento adequado para estarem ali.

É uma vergonha. Aquela mania de pedir para ligar ALT/ON chega a ser absurda. Eles até hoje não entenderam como o sistema funciona e vivem falando isso, aumentando o falatório sem necessidade.

 

Somando tudo, concordo com os colegas que dizem que Confins é o pior controle, hoje, no Brasil. As separações de 10/12 milhas em um aeroporto com saída rápida utilizada pela maioria dos tráfegos chega a ser impressionante.

 

Guarulhos é ruim, operando na 27 é pior ainda. Infelizmente falta uma saída rápida na 27. Já levei controlador da torre em voo de jump e, conversando com ele, fica claro como nós mesmos somos responsáveis por atrapalhar o fluxo de tráfego. Separação de 5nm deveria ser suficiente na 27L, mas não é. O índice de arremetidas fica alto e eles operam com 7nm. Tudo pela incapacidade de uns poucos livrarem a pista a tempo. O mais incrível é que Congonhas opera de forma dinâmica, separação de 5-6nm com decolagem no meio. Não consigo entender.

 

Quanto ao Galeão, não acho que melhorou o controle. Ainda são feitas separações absurdas de 8/10nm. Só que isto ficou raro porque o fluxo de tráfego no aeroporto despencou. Muito raro ter mais que 2 ou 3 aviões na terminal, só mesmo nos horários de pico. Há 2 anos, se tanto, não tinha horário tranquilo no Galeão.

 

My 2 cents.

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Definivamente, não.

O controle do pátio Galeão é enrolado, fonia despadronizada e, via de regra, prolixos. Aquelas pessoas, claramente, não tem treinamento adequado para estarem ali.

É uma vergonha. Aquela mania de pedir para ligar ALT/ON chega a ser absurda. Eles até hoje não entenderam como o sistema funciona e vivem falando isso, aumentando o falatório sem necessidade.

 

Somando tudo, concordo com os colegas que dizem que Confins é o pior controle, hoje, no Brasil. As separações de 10/12 milhas em um aeroporto com saída rápida utilizada pela maioria dos tráfegos chega a ser impressionante.

 

Guarulhos é ruim, operando na 27 é pior ainda. Infelizmente falta uma saída rápida na 27. Já levei controlador da torre em voo de jump e, conversando com ele, fica claro como nós mesmos somos responsáveis por atrapalhar o fluxo de tráfego. Separação de 5nm deveria ser suficiente na 27L, mas não é. O índice de arremetidas fica alto e eles operam com 7nm. Tudo pela incapacidade de uns poucos livrarem a pista a tempo. O mais incrível é que Congonhas opera de forma dinâmica, separação de 5-6nm com decolagem no meio. Não consigo entender.

 

Quanto ao Galeão, não acho que melhorou o controle. Ainda são feitas separações absurdas de 8/10nm. Só que isto ficou raro porque o fluxo de tráfego no aeroporto despencou. Muito raro ter mais que 2 ou 3 aviões na terminal, só mesmo nos horários de pico. Há 2 anos, se tanto, não tinha horário tranquilo no Galeão.

 

My 2 cents.

Dodomaha,

Não sei qual aeronave vc voa, mas quando vc disse que "atrapalha o fluxo" imagino que seja um turboélice.

Isso seria facilmente melhorado colocando vcs na aproximação da 09L-27R.

Aeronaves de mesma categoria operando em uma separação maior do que 3nm é uma vergonha!

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Será que tal melhora no GIG não se deve ao fato da instalação de um apron control por parte da concessionária do RIOGIG?

 

Fazendo uma gestão de pátio mais eficiente, raramente haverá gargalos na final...

 

É só comparar como são as coisas em algum aeroporto de porte semelhante sem apron control.

 

Saudações.

Muito pelo contrário, se ao menos o pátio e o solo se entendessem nos limites de autorização e transição de cada área de responsabilidade já seria um bom começo.

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Dodomaha,

Não sei qual aeronave vc voa, mas quando vc disse que "atrapalha o fluxo" imagino que seja um turboélice.

Isso seria facilmente melhorado colocando vcs na aproximação da 09L-27R.

Aeronaves de mesma categoria operando em uma separação maior do que 3nm é uma vergonha!

 

Não é turboélice não... E eu já arremeti com 5nm de separação para 737/320/195 na 27L, infelizmente. Já arremeti com 7nm para 145 na 11R em Brasília....

O que eu disse não é opinião minha, foi o que um controlador da torre me disse. Eles devem ter estatística (espero eu!!) para tomar a decisão de aumentar a separação para evitar arremetidas. Mas baseado no que vejo no dia a dia, acredito que ele deva ter razão.

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Não é turboélice não... E eu já arremeti com 5nm de separação para 737/320/195 na 27L, infelizmente. Já arremeti com 7nm para 145 na 11R em Brasília....

O que eu disse não é opinião minha, foi o que um controlador da torre me disse. Eles devem ter estatística (espero eu!!) para tomar a decisão de aumentar a separação para evitar arremetidas. Mas baseado no que vejo no dia a dia, acredito que ele deva ter razão.

Concordo. Saída rápida que o cara livra a 10kts, ou então ja configura para pouso com 8nm, enquanto a galera não evoluir nisso, os controladores vão segurar a separação em no mínimo 5nm!

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Concordo. Saída rápida que o cara livra a 10kts, ou então ja configura para pouso com 8nm, enquanto a galera não evoluir nisso, os controladores vão segurar a separação em no mínimo 5nm!

eu acho isso uma via de duas mãos.

assim como tem cara que vem se arrastando, tem controlado que já manda reduzir para a minima de aproximação lá atrás.

assim não tem piloto na terra que aprenda a ser eficiente!

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Não é turboélice não... E eu já arremeti com 5nm de separação para 737/320/195 na 27L, infelizmente. Já arremeti com 7nm para 145 na 11R em Brasília....

O que eu disse não é opinião minha, foi o que um controlador da torre me disse. Eles devem ter estatística (espero eu!!) para tomar a decisão de aumentar a separação para evitar arremetidas. Mas baseado no que vejo no dia a dia, acredito que ele deva ter razão.

ta louco! Já vi controladores bons em CGH operando na 35L (sem saida rapida) 3nm de separação e todo mundo pousando sem nenhum problema!

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