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LATAM’s LCC project is a response to ‘observed trend in the EU and US’ markets


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August 1, 2018


LATAM Airlines Group SVP global sales Nicolás Goldstein, speaking at the CAPA Australia Pacific Aviation & Corporate Travel Summit, commented (01-Aug-2018) on the carrier group’s outlined but not effectuated plan for an LCC, stating “we observed the trend in Europe and US, so before getting competitors at home we started analysing if should we open a second airline”. He added “we think our brand is powerful” and the LCC type offering is only being rolled out by the carrier in the short haul services but might be expanded to the mid haul.

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https://blueswandaily.com/latams-lcc-project-is-a-response-to-observed-trend-in-the-eu-and-us-markets/

August 1, 2018

 

LATAM Airlines Group SVP global sales Nicolás Goldstein, speaking at the CAPA Australia Pacific Aviation & Corporate Travel Summit, commented (01-Aug-2018) on the carrier group’s outlined but not effectuated plan for an LCC, stating “we observed the trend in Europe and US, so before getting competitors at home we started analysing if should we open a second airline”. He added “we think our brand is powerful” and the LCC type offering is only being rolled out by the carrier in the short haul services but might be expanded to the mid haul.

Replicando o que já está dando errado nas rotas curtas para as médias , que lastima

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Quero ver como vão comportar diante das novas empresas low cost/fare na região. É fato que a LATAM não consegue competir em preços com essas novatas, mesmo tendo uma estrutura maior.

 

A LATAM diante de igualdade de serviços com as concorrentes, só que com preços mais altos, qual a vantagem competitiva dela? Caso ela trabalhasse na criação de uma nova empresa mais enxuta a exemplo da Eurowings, deixaria a marca LATAM em serviços mais primorosos, como é o caso da Lufthansa.

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Verdade seja dita. Os chilenos nunca tiveram concorrentes. Nem no Chile, nem no Peru. Na Argentina o caso é diferente, e na Colômbia e no Brasil simplesmente não conseguem lidar com a situação.

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o fato de que somente agora a latam esteja acordando pras low cost, justamente quando estas começam a incomodar em sua sede, enquanto no Brasil (que corresponde a metade da operação) já eram uma realidade bem estabelecida em 2010, ano da "fusão", revelam a prevalência do dna chileno (monopolista) da empresa.

 

na outra ponta, no mercado premium/corporativo, a companhia também patina e parece só acordar agora quando se intensifica no Chile a presença das estrangeiras, como se não operasse também no mercado brasileiro, mais complexo e concorrido. até então, parece que a estratégia da empresa confiava que, por ser a "maior", os clientes viriam por gravidade e estão agora vendo que a concorrência acirrada deixa claro para estes onde seu dinheiro é mais bem gasto.

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Mas não iam reconfigurar os aviões para reconquistar o público corporativo?

Deveriam dividir de vez a LATAM:

 

- A internacional, premium, voando longhaul, ponte-aérea e alguns sulamericanos.

- A regional, LCC, voando narrow, em rotas da América do Sul.

 

Acaba com esta crise de identidade e de oferecer dois conceitos em um mesmo avião.

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Mas essa divisão já existe , mesmo que não seja explicita ... Hoje em dia existem 3 empresas dentro de uma :

LATAM "Premium" : LongHaul(767,787,A350 e 777) e Full Service

LATAM "Smart": Shorthaul (Basicamente A320 pois o A321 não possui Premium Economy) porem sem uma identidade bem definida , em algumas rotas e Low cost e em outras full service , oferece um serviço "premium"onde o passageiro para preço de Business por um assento de economia porem com um serviço diferenciado da economia .

LATAM "Express": Domestico(A319 ,A320 e A321) com identidade Low cost e serviço pago(Mercado LATAM).

 

Isso é ruim para empresa , péssimo para o funcionário e terrível para o passageiro ! Como foi dito acima a LATAM por muito tempo estufou o peito e achou que ia ganhar o passageiro por sua estrutura e conexões porem o jogo virou , até seria mais radical dizendo que a CASA CAIU !

Hoje se perde muito passageiro e parece que a empresa não tem vontade nenhuma de agradar para fidelizar os que ainda utilizam a companhia . Vejo uma certa arrogância do tipo "se não quer tem quem queiramos nenhuma outra oferece o que oferecemos" ou "Aqui não e GOL"(Avianca, Azul , whatever....) e isso tudo e fruto de uma gestão que nunca sofreu concorrência e acha que sabe de tudo e vive num pais que acreditam ser o centro do mundo e capital do Universo e o resto é o resto ....

Falta tudo na LATAM , competência , comprometimento , profissionalismo e até começar a faltar PASSAGEIRO eles vão continuar empurrando com a barriga ....

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Boeing, a ideia é deixar mais explícita a divisão. Criar "LATAM Plus" e "LATAM International", empresas separadas, com pinturas diferentes, só não sei como ficaria a questão dos tripulantes (seria bom ter uma empresa do grupo que agregasse os funcionários e terceirizaria para as duas unidades, talvez com a nova lei trabalhista seja possível).


Ficar criando diversos conceitos de produtos dentro da mesma cabine só gera confusão. E a bomba sempre sobra para os funcionários.
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