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Norwegian considera operar voos domésticos no Brasil


TheJoker

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Por Pedro Menezes em

22/08/2018

 

Além de já estar pronta para operar voos internacionais entre Brasil e Europa, a Norwegian também considera operar trechos internos no País. A informação foi divulgada pela diretora de Comunicação e Relações Públicas da Norwegian, Charlotte Jacobsson, em reunião com o ministro do Turismo do Brasil, Vinicius Lummertz, na Suécia. A investida da Norwegian poderia acontecer caso o Brasil aprove a abertura das companhias ao capital estrangeiro.

A quinta maior empresa de passagens de baixo custo no mundo foi a primeira a obter autorização da Anac para operar no Brasil. Ainda não se sabe qual será a primeira rota a ser implementada. A briga está entre Rio de Janeiro e São Paulo, mas o Ceará iniciou uma ofensiva para atrair a Norwegian para Fortaleza. No pacote de benefícios, está o investimento de US$ 500 mil por rota nos três primeiros anos para promoção e atração de passageiros.

“A entrada das empresas com tarifas de baixo custo é fundamental para conseguirmos desenvolver o turismo num país de dimensões continentais sem tantas opções de locomoção como o Brasil”, comentou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz. Na Europa, as low-costs chegam a comercializar passagens por menos de 30 euros.

Para o ministro do Turismo, é fundamental que o Congresso Nacional permita a abertura total das companhias aéreas ao mercado internacional. Com a medida, empresas estrangeiras poderão voar no mercado doméstico se abrirem uma filial em território brasileiro. Enquanto Argentina e Colômbia têm nove e oito companhias aéreas operando as rotas domésticas, no Brasil quatro empresas concentram mais de 99% do mercado.

CEARÁ NA BRIGA

 

Durante o encontro, o secretário de Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, apresentou os diferenciais competitivos do estado na tentativa de captar mais uma rota entre Fortaleza e Europa. O Ceará promete isenção do ICMS do querosene da aviação, assim como todos os fornecedores e o reabastecimento das aeronaves com produtos alimentícios. “Temos trabalhado fortemente para transformar Fortaleza num hub do norte da América do Sul”.

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/norwegian-considera-operar-voos-domesticos-no-brasil-veja-detalhes/

A DI sempre começa com alguns voos por semana pra testar o mercado, não sei porque não coloca logo 4 vps pra GRU, 2 pro GIG e 1 pra FOR, e depois vai aumentando.

Pra que tanto suspense! :o

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Norwegian Air Brazil...

Muito barulho para pouca coisa.

Só acho bonito gastar R$ 2 milhões para atrair uma empresa. Se for privado, ok, mas se é do Estado, o valor poderia ser gasto para melhorar as condições de segurança.

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Podiam alterar a lei para passarem a permitir somente empresa estrangeira low cost operar no Brasil, desde que mantivessem tal modalidade aqui. Tal lei poderia ser integrada por novo regulamento da Anac que definisse o que é e o que não é empresa low cost. As não low cost seguiriam restritas ao capital nacional e ao regime de concessão.

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Podiam alterar a lei para passarem a permitir somente empresa estrangeira low cost operar no Brasil, desde que mantivessem tal modalidade aqui. Tal lei poderia ser integrada por novo regulamento da Anac que definisse o que é e o que não é empresa low cost. As não low cost seguiriam restritas ao capital nacional e ao regime de concessão.

Qual a lógica disso? Até porque o que é full service hoje já foi low cost uns 10/15 anos atrás. Tem que desregular mais, e não regular mais.

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Falar é fácil, eu quero ver empresas estrangeiras operando aqui com os nossos custos: combustível, impostos e falta de produtividade.

 

FR no seu último balanço tinha 431 B737s, 14.500 funcionários e transportou 130 milhões de pax, LF 95%.

G3 119 14.500 32 80%

 

euro médio ano 2017 R$3,6088

 

Etapa média FR 775mi = 1247kms

Tarifa média 39.4 euros x 3,6088 = R$142,192

Auxiliar 15.8 = R$57,02

Total 55.2 = R$199.21 simulando 737-800 189 x95% = 179,6 x 199,21 = R$35.768,20 receita

Custo por pax 42.8 = R$154.46 27.733,29 despesa

 

 

Etapa média G3 1094kms

Tarifa média = R$283,69

Auxiliar/carga = R$42,93

Total = R$326,62 737-800 177 x 79,7% = 141,1 x 326,62 = R$46.076,00 +28,8% receita

Custo por pax = R$296,07 41.775,71 +50,6% despesa (sem os custos financeiros)

 

 

 

FR G3

Receita total 100% 100%

. passagens 72% 86,9%

. auxiliares 28% 13,1% (incluindo carga)

 

Despesas 77% 90,6%

. Combustíveis 27% 27,3%

. Airport&handling 13% 12,4%

. Pessoal 10% 16,1%

. Tarifas pouso&nav 10% 6,3%

. Depreciação 8% 4,8%

. Marketing&vendas/outros 6% 11,3%

. Manutenção 2% 3,5%

. Leasing operacional 1% 8,9%

 

Lucro operacional 23% 9,4%

. Despesas financeiras 1% 8,7%

. Impostos sobre lucro 2% (2,9%) usou créditos pra abater

 

Lucro líquido 20% 3,6%

 

Balanço 2017/18 FR (pag. 99) https://investor.ryanair.com/wp-content/uploads/2018/07/Ryanair-FY-2018-Annual-Report.pdf

 

 

Um dado interessante,

 

FR despesa anual com Leasing operacional 82.3 milhões de euros + depreciação 561 milhões = 643.3 / 431 aviões = 1.5 ano x 12 = 17.9 milhões de euros preço de um 737

G3 260.4 140 = 400.4 / 119 = 3.4 = 40.4

 

prefiro nem comentar....

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Podiam alterar a lei para passarem a permitir somente empresa estrangeira low cost operar no Brasil, desde que mantivessem tal modalidade aqui. Tal lei poderia ser integrada por novo regulamento da Anac que definisse o que é e o que não é empresa low cost. As não low cost seguiriam restritas ao capital nacional e ao regime de concessão.

 

vc quer um marco regulatório com 2 tipos de empresas, sob estruturas e legislações diferentes ?

 

Isso non ecziste.

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Norwegian Air Brazil...

 

Muito barulho para pouca coisa.

 

Só acho bonito gastar R$ 2 milhões para atrair uma empresa. Se for privado, ok, mas se é do Estado, o valor poderia ser gasto para melhorar as condições de segurança.

 

Sem falar que 500 mil dólares é nada para uma empresa lançar uma base em um mercado menor.

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Aérea de baixo custo deverá operar voos para três destinos no Brasil
Empresa de low-cost foi autorizada a operar no Brasil no começo do mês
BRASÍLIA
23.ago.2018 às 17h45
A empresa aérea de baixo custo norueguesa Norwegian Air deverá operar voos diretos da Europa para o Brasil em três destinos: São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza.
Nesta quinta-feira (23), representantes do Ministério do Turismo se reuniram em Estocolmo, na Suécia, com a diretora de Comunicação e Relações Públicas da empresa, Charlotte Jacobsson, para discutir a atuação do grupo no país.
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Boeing 737-800, da Norwegian Air, no aeroporto Ezeiza, em Buenos Aires - Reuters
A companhia já havia informado que estudava eleger como destinos Rio de Janeiro e São Paulo.
No encontro com representantes do governo, a capital cearense também foi mencionada. Segundo o assessor de Gestão Estratégica da Embratur, Rafael Felismino, que também participou da reunião, uma visita técnica à cidade com integrantes da empresa norueguesa será organizada dentro de um mês.
A Norwegian teve a atuação no país autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) no início do mês. Ela foi a primeira companhia internacional de baixo custo a obter uma permissão para operar voos regulares para o Brasil. A empresa é a terceira maior nesta modalidade na Europa, atrás de EasyJet e RyanAir.
AGÊNCIA BRASIL
*******
Norwegian demonstra intenção de operar voos internacionais para Fortaleza
23 de agosto de 2018
Além de declarar que Fortaleza poderia ser um hub da companhia, caso venha implementar uma filial no Brasil, a Norwegian também está inclinada a realizar um voo ligando o Ceará com o Reino Unido.
“Não há nada definido. Mas existe a possibilidade do voo”, disse Arialdo Pinho, titular da Secretaria do Turismo do Estado (Setur).
O voo discutido seria um Fortaleza-Londres, com possibilidade de ligação para todos os países escandinavos[/b]. Vale ressaltar que a companhia já recebeu autorização para fazer a rota Londres-Rio de Janeiro, e também está focada em um voo para São Paulo.
A companhia evitou destacar outros detalhes de um voo desse tipo, como as frequências semanais e o horário de operação. Isso é algo que será definido posteriormente, quando as conversas entre o Governo do Estado e a companhia estiverem alinhadas.
Atualmente Fortaleza tem uma ligação direta com a Europa através de voos da KLM e da Air France, para Amsterdam e Paris, respectivamente. A receptividade do voo, aliada com um hub em parceria com a GOL, foi tão boa que as duas companhias aumentaram as frequências semanais.
*******
NORWEGIAN AIR CONFIRMA PLANOS DE SUBSIDIÁRIA BRASILEIRA
EM REUNIÃO COM AUTORIDADES BRASILEIRAS, COMPANHIA DE BAIXO CUSTO ADMITIU QUE PODE OPERAR VOOS DENTRO DO PAÍS CASO A LEGISLAÇÃO PERMITA CAPITAL ESTRANGEIRO NAS EMPRESAS NACIONAIS
RICARDO MEIER — 23 DE AGOSTO DE 2018
norwegian-738.jpg
A Norwegian Air planeja entrar no mercado doméstico de aviação no Brasil. A afirmação partiu da diretora de relações públicas da companhia aérea norueguesa, Charlotte Holmbergh Jacobsson, em reunião com ministro do turismo brasileiro, Vinicius Lummertz, na Suécia.
A companhia de baixo custo, que recebeu luz verde do governo brasileiro para voar entre Londres e o Brasil, disse ter interesse em operar trechos internos caso o país aprove a abertura do setor para o capital estrangeiro. Em outras palavras, a Norwegian poderia tornar-se sócia majoritária de alguma empresa brasileira ou então fundar uma divisão local assim como fez na Argentina.
Se depender do governo Temer, essa barreira será derrubada se houver tempo hábil. Para Lummertz, “a entrada das empresas com tarifas de baixo custo é fundamental para conseguirmos desenvolver o turismo num país de dimensões continentais sem tantas opções de locomoção como o Brasil”. O ministério lembra que na Argentina e na Colômbia, mercado desregulamentados, há entre oito e nove companhias aéreas disputando o mercado interno contra apenas quatro empresas dominando 99% do mercado brasileiro.
Fortaleza na disputa
O governo revelou também que a Norwegian Air ainda analisa qual será seu primeiro destino internacional no Brasil. A disputa estaria entre o Rio de Janeiro e São Paulo, mas que o governo do Ceará também tenta atrair a companhia com um pacote de incentivos que inclui isenção de impostos como o ICMS do querosene de aviação além de outros serviços como catering. A ideia é colocar Fortaleza no páreo aproveitando investimentos que estão sendo feitos no aeroporto pela concessionária privada.
O aeroporto da capital cearense tem ampliado o número de voos internacionais, sobretudo com a chegada das frequências da KLM e da subsidiária da Air France, a Joon. A LATAM também ampliou as partidas de Fortaleza e hoje o aeroporto Pinto Martins já possui 48 decolagens internacionais por semana.
aeroporto-fortaleza.jpg

 

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Como falam de fazer vôo de Fortaleza ao Reino Unido de B738 ???

 

Não dá né?? Já seria dificil encher os ultra high-density 787-8/-9 deles em GIG, imagina em FOR.

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Norwegian Air interested in domestic Brazil flights -official

 

SAO PAULO, Aug 23 (Reuters) - Low-cost Norwegian Air is interested in operating domestic flights within Brazil, a government official said on Thursday, as it plans its debut in Latin America’s largest economy in March with a flight between Sao Paolo and England.

 

The airline’s interest was made public by Brazil’s tourism minister Vinicius Lummertz, who said Norwegian can start operating international flights with approval earlier this month from Brazilian flights regulator Anac.

Norwegian has not specified the destination in England.

Foreign airlines cannot incorporate in Brazil, but Congress is reviewing a proposal to change the law. If approved, Lummertz said, Norwegian could slash domestic flight costs by half.

The Brazilian domestic market is dominated by four main airlines, Latam Airlines Group SA, Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA, Azul SA and Avianca Holdings SA, all of which posted net losses in the most recent quarter, due to higher oil prices and local currency devaluation.

(Reporting by Alberto Alerigi Jr; Writing by Marcelo Rochabrun; Editing by Richard Chang)

 

 

https://www.reuters.com/article/brazil-airlines/norwegian-air-interested-in-domestic-brazil-flights-official-idUSL2N1VE1M2

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Tudo marketing barato. Olha a repercussão que a empresa está ganhando com esse anúncio de voo doméstico caso mude a legislação. Tudo isso antes de começar a anunciar seus voos para a Europa. Fizeram o mesmo teatro na Argentina.

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Será que o povo acredita mesmo que, caso tudo dê certo, a Norwegian vai conseguir oferecer passsagens tipo entre 40 e 100 reais aqui no Brasil de forma regular porque é "uma verdadeira low cost"????

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Vão operar de 787 em FOR, certamente o -8, que possui um pouco menos de assentos que a Air Europa, por exemplo, e são empresas do mesmo perfil. Seria sem problemas operar uns 2 ou 3 semanais para cá, com conexões domésticas poderia ser até mais.

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Já que tudo é hub, incentivo, sinergia, etc., deveriam fazer LGW-FOR/GIG/GRU-EZE.

 

- Garante a viabilidade das rotas na primeira perna;

- Pode vender quinta liberdade;

- No lado portenho, se a Norwegian Air Argentina sair do papel, pode vender o trecho BR-AR, sem precisar de aeronaves.

 

Aí já joga lá embaixo o yield da rota GRU-BUE. A Qatar anunciou que está cobrando USD 165 por perna até dezembro.

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A Norwegian tem acordo com alguma cia., ou trabalha em voos de ponta a ponta por conta própria?

Não tem codeshare, tem sistema de milhagem próprio, mas os únicos parceiros são hotéis, lojas, locadoras de carros, groupon.

 

https://en.norwegianreward.com/about-us/how-it-works

 

Mapa de rotas a partir de LGW https://www.norwegian.com/uk/route-map/LondonGatwick-Alldestinations?D_Month=201808&IncludeTransit=False&ShowPrice=False

 

O voo EZE-LGW chega as 04:00.

 

Tem poucas conexões da própria D8/DI/DY, a maioria das conexões possíveis são todas com outras empresas, principalmente U2.

 

D8 CPH 06:25

ARN 06:30

PMI 08:25 Palma de Mallorca

CPH 08:45

ARN 09:20

HEL 09:50

AGP 09:50 Malaga

MAD 10:05

 

 

DY OSL 09:20

BGO 10:50 Bergen

 

DI SIN 10:30

 

https://www.flightradar24.com/data/airports/lgw/departures

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  • 2 weeks later...

Norwegian Air pode entrar com o pé esquerdo no Brasil

Companhia aérea de baixo custo já pode operar no Brasil, mas vai esbarrar na legislação rígida do país. A dúvida é: será que ela vai ficar?

Por Christiana Sciaudone, Vinícius Andrade e Fabiola Moura, da Bloomberg

4 set 2018, 06h00

Bem-vindo ao Brasil e aperte o cinto, Norwegian Air.

 

A companhia aérea europeia conseguiu aprovação do governo brasileiro para começar a operar no país, expandindo sua malha de voos transatlânticos de baixo custo para a América do Sul. Mas a empresa pode se deparar com uma regulação cada vez mais rígida que cria obstáculos para seu modelo de negócio de baixo custo.

 

 

O Senado brasileiro aprovou um projeto de lei em 8 de agosto que proíbe a cobrança pela escolha de assentos. E uma grande vitória das aéreas em 2016 — a possibilidade de cobrar por bagagens — também corre o risco de ser revertida devido a reclamações de que as cobranças são excessivas.

 

A Norwegian Air avança com cautela. “Para entrar em um novo mercado — e consequentemente criar novos empregos e estimular a economia — é fundamental para a Norwegian poder operar como uma empresa moderna e não como uma aérea do passado”, disse Matias Maciel, porta-voz da Norwegian Air Shuttle.

 

 

Introduzir novas formas de fazer negócio no Brasil não é tarefa fácil. Enquanto algumas aéreas internacionais obtêm até 40 por cento de suas receitas com cobranças extras para itens como bagagem ou assentos prioritários, no Brasil elas têm enfrentado dificuldades para conseguir permissão para cobrar por estes serviços.

 

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NEGÓCIOS

O novo passo das aéreas: cobrar bagagem de mão

24 ago 2018 - 16h08

Receitas auxiliares

 

No ano passado, as 10 empresas aéreas que mais lucraram com receitas auxiliares tiveram quase US$ 30 bilhões em vendas adicionais — contra US$ 2,1 bilhões em 2007, segundo relatório da CarTrawler e da IdeaWorks.

 

 

Depois que os órgãos reguladores do Brasil autorizaram as empresas aéreas a começarem a cobrar a bagagem, em 2016, a Gol Linhas Aéreas Inteligentes, maior aérea do País, viu a linha de receitas que engloba as vendas auxiliares subir 15 por cento, para R$ 370 milhões, no quarto trimestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo balanços da empresa.

 

Agora essa receita está em risco, com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fazendo campanha pela eliminação da cobrança de bagagens, classificando a prática como ilegal e abusiva para os consumidores.

 

As empresas aéreas que operam no Brasil têm defendido abertamente uma menor interferência do governo. Durante evento em São Paulo, o presidente da Gol, Paulo Sérgio Kakinoff, elogiou a decisão de 2002 de desregular os preços das passagens.

 

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NEGÓCIOS

O plano da Azul para lucrar mais num “estalar de dedos”

9 ago 2018 - 14h08

Livre concorrência

 

“Sempre fomos favoráveis à livre competição”, disse Kakinoff. “A Gol não existiria se não houvesse o regime de liberdade tarifária.”

 

Desde a desregulamentação, o preço médio da passagem caiu de R$ 600 para R$ 200, disse o presidente da Avianca Brasil, Frederico Pedreira, em entrevista. “Está mais do que provado que a liberdade tarifária traz mais concorrência e mais desenvolvimento econômico”, disse.

 

A Latam Airlines Group afirmou em comunicado que “lamenta a proposta de uma regulação que vai contra o modelo de serviço adotado pelas empresas aéreas globais”.

 

O projeto de lei agora segue para a Câmara dos Deputados e, se for aprovado, será encaminhado à Presidência da República para sanção.

 

Se a proposta virar lei, representará um revés para o plano da Norwegian Air de implementar um modelo de baixo custo no Brasil com voos de São Paulo para Londres a partir do ano que vem — uma rota que normalmente tem custo elevado. Um voo de ida e volta sem escalas para essa rota, em outubro, hoje custa no mínimo US$ 760.

 

“Para nós é fundamental, é muito importante oferecer ao passageiro a opção de pagar pela comida, pelos lugares”, disse Maciel.

 

Fonte:Exame

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Papinho furado, pois a restrição ou flexibilização vdas regras valerão para todas. E outra, nenhuma empresa aérea assume o custo, passam para as tarifas

Se passar todos esses custos extras para as tarifas,não vão ser uma low cost, low fare de fato

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Papinho furado, pois a restrição ou flexibilização vdas regras valerão para todas. E outra, nenhuma empresa aérea assume o custo, passam para as tarifas

Não é papo furado, é segmentação. E isso é fundamental para o desenvolvimento do mercado. Quanto mais opções e quanto mais diferenças entre as opções, melhor.

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