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Qantas studying A220/E2s for regional fleet renewal

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Qantas Group has confirmed it has launched studies into the potential acquisition of Next Generation as well as Future Generation narrowbody aircraft.

 

According to its FY18 results presentation, in terms of Next Generation technology aircraft, Qantas Group is looking at the A220 from Airbus as well as the E2 series of jets from Embraer. Other NextGen types under review include the A321neo(LR) and the B737 MAX although it is recalled that the group's Jetstar Airways unit already has 18 of the former on order from Airbus with deliveries due from 2020 onwards.

 

The aircraft would be used to replace the seventy-five B737NextGens, twenty B717-200s, seventeen Fokker 100s, and forty-five Dash 8-200/-300/-400s (as well as Jetstar's five Q300s) currently in service with the group's mainline Qantas carrier, regional partner Cobham Aviation Services Australia and regional subsidiaries Eastern Australia Airlines, Network Aviation, and Sunstate Airlines which operate under the QantasLink banner.

 

The transition plan also showed Qantas was also looking at Future products under development including the A321neoXLR, an ultra-longrange variant of the A321neo, as well as Boeing's B797 proposal as potential repalcements for its A320 Family and B787 fleets.

 

In terms of its ultra-longhaul widebody plans, dubbed Project Sunrise, Qantas CEO Alan Joyce told Reuters this week that Qantas was still looking at both the A350 and B777X offerings.

 

Of the A350s, Joyce said Qantas was more partial to the A350-1000 given its greater capacity as well as range over the A350-900, in particular for its flagship Sydney Kingsford Smith-London Heathrow route. However, that advantage did not preclude an A350-900 order, he said, adding that Qantas may even factor in the -1000 into a -900 order, should one be placed. Airbus has previously stated it would consider developing an ultra-long-range variant of the A350-1000, akin to the A350-900(ULR), to suit Qantas's needs of flying 300 seats between Sydney and London non-stop.

 

In terms of Boeing, Qantas is considering the B777-8, which has a higher seating capacity, Joyce added.

 

Qantas currently operates ten B747-400s all of which are to be retired by 2020 and replaced by an incoming fleet of at least nine B787-9s. It also has purchase rights for thirty-nine more B787s.

 

The group has so far not commented on its retirement plans for the other widebody aircraft currently in its employ namely eighteen A330-200s (average age 10.3 years), ten A330-300s (average age 14.1 years), and twelve A380-800s (average age 9 years).

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Vamos ver quem leva.

 

Aliás, vamos ver se a Airbus seguirá dando seus belos descontos.

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Vamos ver quem leva.

 

Aliás, vamos ver se a Airbus seguirá dando seus belos descontos.

 

Quem lhe falou que a Airbus vende porque dá "belos descontos"?

 

TODAS dão "belos descontos" dependendo da quantidade de unidades vendidas e outros fatores.

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Quem lhe falou que a Airbus vende porque dá "belos descontos"?

 

TODAS dão "belos descontos" dependendo da quantidade de unidades vendidas e outros fatores.

é o velho mimimi do forum caravelle, só pq os A220 estão se mostrando melhores e vendando mais que os embraer E2 eles ficam assim...

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Quem lhe falou que a Airbus vende porque dá "belos descontos"?

 

TODAS dão "belos descontos" dependendo da quantidade de unidades vendidas e outros fatores.

É que foi um caso público, mas há outros casos famosos:

 

- Boeing recebeu os A343 da Singapore Airlines em troca dos Boeing 777-200ER. Inclusive a Boeing recebeu A343 em TLS;

- A mesma Boeing ofereceu os MD-11 com custo 20% menor que os A330 para que a TAM pudesse comprar os B77W;

- A NAMC aceitou os Convairs da Cruzeiro na compra dos YS-11;

- A Airbus - em vários momentos - teve ajuda dos governos, principalmente o francês, para vender os aviões. A empresa dividiu a compra do B787 e A350 para agradar Paris;

- O conceito Fly before you buy foi inventado pela Airbus, quando ela oferece os A300 white tail para Eastern, que comprou o modelo depois que testou;

- Outro acordo famoso foi com a PanAm. Quando ela precisava de aeronave intermediária, a Boeing ofereceu 767-200 e 737-300 e até entrega, iria alugar L1011 e A300 (ex-SQ) para ela. Entretanto, a Airbus ofereceu 16 A300 com leasing bem acessível até a empresa receber as encomendas.

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Quem lhe falou que a Airbus vende porque dá "belos descontos"?

 

TODAS dão "belos descontos" dependendo da quantidade de unidades vendidas e outros fatores.

E para a JetBlue não foi um belo desconto?

 

Eu considero que foi. Excelente!

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Quem lhe falou que a Airbus vende porque dá "belos descontos"?

 

TODAS dão "belos descontos" dependendo da quantidade de unidades vendidas e outros fatores.

Dar descontos é uma coisa, dumping é outra!!

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No caso Quantas vai ser bem curiosa a decisão , afinal a empresa opera aeronaves de todos os fabricantes,com exceção dos Embraer, como vão comprar eventualmente mais A321, talvez tendem a comprar A221, mas não é uma regra,poderá negociar para ambos os lados...assim como já tem B787 e agora está a decidir entre A350-1000 ou B777-8

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Não é mimimi. É fato. Alguns dos maiores contratos do CSeries foram fechados devido a preços abaixo mesmo dos custos de produção. Ou seja, não é desconto... É dumping.

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Não é mimimi. É fato. Alguns dos maiores contratos do CSeries foram fechados devido a preços abaixo mesmo dos custos de produção. Ou seja, não é desconto... É dumping.

E já teve gente cancelando contrato fechado antes da Airbus assumir. Se não me engano a Ethiopian foi uma das empresas.

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Não é mimimi. É fato. Alguns dos maiores contratos do CSeries foram fechados devido a preços abaixo mesmo dos custos de produção. Ou seja, não é desconto... É dumping.

Pois é. Delta, jetBlue, a nova empresa do Neeleman, são os super descontos mais famosos. Não sei se rolou algo também nos contratos da Air Canada, Air Baltic e Korean.

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- em dez/17 o governo americano acatou "denúncia" da boeing de que os jatos canadenses estavam sendo vendidos à delta com 80% de desconto, caracterizando dumping - e prejudicando as vendas do 737-7;

 

- o depto. de comércio trumpista impôs tarifas de 300% para importação de jatos canadenses;

 

- a bombardier se defendeu dizendo que descontos deste tipo eram prática comum em lançamentos de aeronaves;

 

- o governo britânico se meteu na briga porque as tarifas ameaçariam empregos na fábrica irlandesa da bombardier e outros fabricantes britânicos de peças do avião;

 

- em jan/18 a comissão de comércio internacional (ITC, algo como uma agência reguladora americana) decidiu que o programa canadense não prejudicava a indústria americana e derrubou as tarifas do orangotango.

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Pois é. Delta, jetBlue, a nova empresa do Neeleman, são os super descontos mais famosos. Não sei se rolou algo também nos contratos da Air Canada, Air Baltic e Korean.

 

A JetBlue tinha comprado A320Neo mas chegou a conclusao que precisava de um aviao maior. A Airbus fez a seguinte jogada: ofereceu o A321Neo (mais caros que o A320Neo) e de brinde vendeu uns A220 (CSeries) por preço de custo. A Airbus pode ter ficado no 0x0 na venda do CSeries mas ganhou uma bela grana com a troca de A320 por A321. Vale lembrar que a Aiburs tem 50% do programa CSeries, ou seja, ficaria com 50% do lucro enquanto todo o lucro dos NEOs vai para ela.

 

A tendência da Airbus e Boeing vai ser fazer isso com os CSeries e os E2, usá-los para catalizar vendas dos seus irmaos maiores.

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Toda venda de qualquer produto tem desconto.

Do varejo a industria aeronáutica.

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Acho que a Airbus paga para comprarem seus aviões, por isso vendem tanto.

 

 

(Ironia mode on)

 

Huahuahua...

 

É que foi um caso público, mas há outros casos famosos:

 

- Boeing recebeu os A343 da Singapore Airlines em troca dos Boeing 777-200ER. Inclusive a Boeing recebeu A343 em TLS;

- A mesma Boeing ofereceu os MD-11 com custo 20% menor que os A330 para que a TAM pudesse comprar os B77W;

- A NAMC aceitou os Convairs da Cruzeiro na compra dos YS-11;

- A Airbus - em vários momentos - teve ajuda dos governos, principalmente o francês, para vender os aviões. A empresa dividiu a compra do B787 e A350 para agradar Paris; (Qual empresa?)

- O conceito Fly before you buy foi inventado pela Airbus, quando ela oferece os A300 white tail para Eastern, que comprou o modelo depois que testou;

- Outro acordo famoso foi com a PanAm. Quando ela precisava de aeronave intermediária, a Boeing ofereceu 767-200 e 737-300 e até entrega, iria alugar L1011 e A300 (ex-SQ) para ela. Entretanto, a Airbus ofereceu 16 A300 com leasing bem acessível até a empresa receber as encomendas. (Mas a PanAm não comprou 737-300 enm 767. (Mas a PanAm não comprou 767 enm 737-300. Comprou sim A300/310. Poderias explicar melhor?)

 

- em dez/17 o governo americano acatou "denúncia" da boeing de que os jatos canadenses estavam sendo vendidos à delta com 80% de desconto, caracterizando dumping - e prejudicando as vendas do 737-7;

 

- o depto. de comércio trumpista impôs tarifas de 300% para importação de jatos canadenses;

 

- a bombardier se defendeu dizendo que descontos deste tipo eram prática comum em lançamentos de aeronaves;

 

- o governo britânico se meteu na briga porque as tarifas ameaçariam empregos na fábrica irlandesa da bombardier e outros fabricantes britânicos de peças do avião;

 

- em jan/18 a comissão de comércio internacional (ITC, algo como uma agência reguladora americana) decidiu que o programa canadense não prejudicava a indústria americana e derrubou as tarifas do orangotango.

 

Muito mimimi da Boeing.

 

Toda venda de qualquer produto tem desconto.
Do varejo a industria aeronáutica.

Simples assim!

 

[irony Mode ON]

 

Agora Embraer (e Boeing) vendem porque são bons pra caramba, os melhores, os imbatíveis, as escolhas naturais. Assim, têm o direito de cobrar o que querem, as empresas que se virem pra pagar; já os Airbus (incluindo quando o A220 ainda era Bombardier CSeries) vendem por causa de grandes descontos, dumping, governos ajudando, já que são ruins, tranqueiras, ninguém quer...

 

[irony Mode OFF]

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Caravelle.... Vc é que está de mimimi... Resposta de criança de 6 anos.

Alguns aqui teimam em entender.

Nao falei que o A220 é ruim. Aliás é muito bom.

A questão não ė dar desconto... Todo fabricante tem o list price (preço de tabela) e o Deal price. As vezes a diferença entre eles é bem grande.

O problema é vender abaixo do custo, sendo o rombo coberto pelo governo (ou por um big brother).

Os E2 são tão bons quanto os CSeries. Porém bem mais baratos. Então eles, apelaram para preços abaixo do custo de produção. Precisaram de ajuda do governo para poder vender para a Delta. O programa CSeries praticamente quebrou a Bombardier.

Os E2 também não estão vendendo bem. Mas o mercado parece que vai amadurecer agora... Acredito que veremos mais vendas dois modelos em breve.

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Caravelle.... Vc é que está de mimimi... Resposta de criança de 6 anos.

Alguns aqui teimam em entender.

Nao falei que o A220 é ruim. Aliás é muito bom.

A questão não ė dar desconto... Todo fabricante tem o list price (preço de tabela) e o Deal price. As vezes a diferença entre eles é bem grande.

O problema é vender abaixo do custo, sendo o rombo coberto pelo governo (ou por um big brother).

Os E2 são tão bons quanto os CSeries. Porém bem mais baratos. Então eles, apelaram para preços abaixo do custo de produção. Precisaram de ajuda do governo para poder vender para a Delta. O programa CSeries praticamente quebrou a Bombardier.

Os E2 também não estão vendendo bem. Mas o mercado parece que vai amadurecer agora... Acredito que veremos mais vendas dois modelos em breve.

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Caravelle.... Vc é que está de mimimi... Resposta de criança de 6 anos.

Alguns aqui teimam em entender.

Nao falei que o A220 é ruim. Aliás é muito bom.

A questão não ė dar desconto... Todo fabricante tem o list price (preço de tabela) e o Deal price. As vezes a diferença entre eles é bem grande.

O problema é vender abaixo do custo, sendo o rombo coberto pelo governo (ou por um big brother).

Os E2 são tão bons quanto os CSeries. Porém bem mais baratos. Então eles, apelaram para preços abaixo do custo de produção. Precisaram de ajuda do governo para poder vender para a Delta. O programa CSeries praticamente quebrou a Bombardier.

Os E2 também não estão vendendo bem. Mas o mercado parece que vai amadurecer agora... Acredito que veremos mais vendas dois modelos em breve.

 

Caro Ozires, deves ter percebido que foi uma ironia. Não foi específico ao caso E-Jet e CSeries. E se minha resposta foi de criança de 6 anos a sua foi de alguém de 60 anos.

 

Na minha opinião, a Airbus conseguirá otimizar os custos e produção do A220 e baixar o list price dele. O deal price vai depender da situação.

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Concordo. Mas pelo menos minha resposta foi compatível com a minha idade (risos).

 

Nesta briga os custos dos E2 também devem ser otimizados com a parceria com a Boeing. E deve ser ampliada a capacidade em dar descontos.

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Vamos voltar a falar de aviação?

 

Aproveitando o tópico, alguém sabe a quantas (piada proposital) anda o projeto "sunrise" da Qantas?

 

Pra quem não sabe é um projeto que visa realizar vôos diretos entre a Austrália e locais como Londres e Nova Iorque.

Edited by Schonarth

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Ja esta rolando voos entre perth e lomdres e dizem que os yields estao muito bons

Parecem que estao estudando outros destinos na europa

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