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Secretário de Segurança do Rio proíbe rajadas a partir de helicópteros

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Secretário de Segurança do Rio proíbe rajadas a partir de helicópteros

Rio de Janeiro – O secretário estadual de Segurança do Rio, general Richard Nunes, proibiu que helicópteros da polícia atirem em forma de rajada durante operações em comunidades e que somente sejam feitos disparos em legítima defesa da tripulação, das equipes em terra e da população. A medida consta em uma instrução normativa editada assinada por ele no dia 2 de outubro e tornada pública nesta sexta-feira (5).
Em seu Artigo 7º, o documento traz normas sobre o emprego de aeronaves nas operações em áreas consideradas sensíveis, definidas como “localidades onde se presume que possa ocorrer elevado e iminente risco de confronto armado com infratores da lei, em razão do desencadeamento de uma operação policial, colocando em risco, acima do tolerável, os policiais e a população em geral”.
Entre as localidades estão aquelas próximas a unidades de ensino, creches, postos de saúde e hospitais. As normas especificam que “o emprego de arma de fogo embarcado em aeronave somente seja utilizado quando estritamente necessário para legítima defesa dos tripulantes, equipes terrestres e população civil. Somente tripulante habilitado com treinamento específico para ação poderá efetuar disparos de arma de fogo do interior de aeronave.
Em caso de emprego de arma de fogo embarcado, seja utilizada apenas arma de fogo longa e calibre que respeite as normas técnicas dos órgãos reguladores. E que no disparo de arma de fogo efetuado pela tripulação do interior de aeronave, sejam efetuados no modo intermitente [com intervalos, ao contrário de rajadas], observando o número mínimo de disparos para o atingimento do objetivo almejado”.
Entre as justificativas para as normas, Richard pontua no documento que “as policias Civil e Militar, no cumprimento de suas missões, devem pautar-se essencialmente na preservação da vida, respeitando, além da lei, os princípios de proteção e promoção de direitos humanos”.
Em outro trecho das normas, fica definido que as operações policiais em áreas sensíveis deverão obedecer a determinadas regras, como “evitar preferencialmente os horários de maior fluxo de entradas e saídas de pessoas de tais estabelecimentos, principalmente, entrada e saída de alunos nos estabelecimentos de ensino; e o não baseamento de recursos operacionais nas entradas e interior de tais estabelecimentos, de maneira a evitar que os mesmos tornem-se alvos em potencial de infratores armados”.
Ambulância
Além disso, é feita recomendação para a presença, sempre que possível, de uma ambulância no local das operações. Foi estabelecido um prazo de 15 dias, a contar da publicação das normas, “para que as polícias Civil e Militar revisem os seus atos normativos relacionados ao tema ou editem novos [atos], de forma a incorporar o presente conteúdo, nos seus respectivos conjuntos de regras, protocolos operacionais e procedimentos”.
As ações policiais com uso de helicóptero voando a baixas altitudes em comunidades vinham sendo criticadas por lideranças comunitárias e organizações humanitárias. Em junho deste ano, uma operação no Complexo da Maré, com uso de aeronave, resultou na morte de sete pessoas, sendo seis supostos criminosos, e o estudante Marcos Vinícius, atingido em meio ao fogo cruzado, no caminho da escola, embora as investigações não tenham apontado que ele foi alvejado pelo helicóptero.
Fonte: jcnet via Thiago Pedrezani – site Piloto Policial 8 out 2018

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Incrível.
Isso é como responsabilizar um policial pelos danos que possa ocorrer a uma viatura em caso de perseguição: o cara vai tirar o pé....não vai na faca nos dentes.
É um absurdo.
E também uma resolução idiota, que não permite que outras aeronaves, exceto das FFAA, possa ter armamento acoplado à aeronave.
Ou seja, os caras tem de atirar com arma na mão... ao invés de ter uma browning instalada no vetor.
Enquanto isso, bandido dá risada, pois tem um poderio de fogo absurdo no topo do morro.
É o POSTE mijando no cachorro.

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O incrível desta noticia não é que ele proibiu. Era que era permitido antes.....

Mesmo sendo permitido, foi incrível não terem aproveitado a oportunidade quando uma multidão de traficantes fugiu de uma favela para a outra, sob os olhares do helicóptero de uma rede de TV. Ah se tivesse sido o "caveirão aéreo" com duas .30mm ...

Abatendo o inimigo de fuzil antes que mais inocentes morram

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Artigo de Marco Antônio Souza Assombroso*

Segurança pública não é assunto para sociólogos, “especialistas” do complexo PUC-USP, teóricos e amadores em geral. Os números da violência criminosa estão aí e não deixam dúvidas. A alternativa sniper é sem dúvida a melhor solução para neutralizar criminosos fortemente armados dentro do seu território de atuação.

A medida não somente teria um efeito pontual, seletivo, como dissuasório – um sniper treinado tem totais condições de abater um indivíduo à 300, 600, 800 metros. Isso significa um bandido morrer por um disparo que veio de fora do ambiente onde ele vive.

Em poucos dias não veríamos mais cenas de criminosos com fuzis nas comunidades do Rio de Janeiro, com uma consequente redução do campo de atuação, prejudicando drasticamente o domínio do território pelas quadrilhas.

É preciso ressaltar que, tão importante quanto não se improvisar em Segurança Pública, é não abrir mão do emprego do sniper qualificado. Somente um profissional altamente treinado, condicionado e devidamente armado estará capacitado para executar um tiro à longa distância com o mínimo de risco para inocentes.

* Assombroso, codinome famoso por suas façanhas retratadas no livro DoPaz, escrito pela jornalista Tahiane Stochero, que conta como a Tropa de Elite do Exército Brasileiro pacificou a favela mais violenta do Haiti. Marco é sargento R1, tem os mais cobiçados cursos do EB: Comandos & Forças Especiais. Atualmente faz palestras em todo o país e consultorias de segurança, sobrevivência urbana, mar e selva. Foi Caçador de grande precisão, como se chama no Brasil quem atua militarmente como sniper, denominação norteamericana popularizada pelo cinema.

Fonte: Folha 1 via Ghost – site Plano Brasil 2 nov 2018

Edited by jambock

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É como dizer que o policial que está lá não tem discernimento, ou treinamento. para saber quando atirar ou não. O quando usar rajada ou tiro único.

Esse vídeo dá pra ver como, apesar da precariedade de nossas instituições, eles conseguem fazer um bom trabalho.

 

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Meus prezados

Com o novo governador do Rio, o GRAER vai ter mais liberdade de ação, inclusive "neutralizando" bandido que estiver portando fuzil.

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Meus prezados

Novos tempos...

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