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Gol fechará o capital da Smiles

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Gol propõe reorganização societária unificando base acionária da Smiles

Estadão Conteúdo

15/10/18 - 07h49 - Atualizado em 15/10/18 - 09h46

A Gol anuncia plano de reestruturação societária para unificar as bases acionárias da companhia aérea e da empresa de programas de fidelidade Smiles e, ao final, levar a Gol ao Novo Mercado da B3. Em fato relevante na noite deste Domingo dia 14, a Gol explica que “a concorrência em ambos mercados de aviação e programas de fidelidade tornou-se mais desafiadora nos últimos anos.”

Ao final, a companhia terá uma única espécie de ação com direito a voto negociada no Novo Mercado e na New York Stock Exchange (NYSE) via programa de ADS (American Depositary Share), além de integração de resultados financeiros e operacionais das empresas, dos balanços e fluxos de caixa.

Além disso, a Gol comunicou à Smiles Fidelidade sua intenção de não renovar o contrato operacional e o de prestação de serviços de backoffice, com data de validade de 2032, e pediu assembleia geral extraordinária da Smiles para incluir em seu estatuto previsão para a constituição de um comitê especial independente para negociar os termos da reorganização, que se dará em etapas.

Primeiro, a Gol Linhas Aéreas S.A. (GLA) criará ações preferenciais especiais com direitos econômicos majorados em relação às ordinárias. Outro passo é a venda das ON de GLA ao acionista controlador da Gol, o Fundo de Investimento em Participações Volluto. Depois, haverá a incorporação da Smiles pela Gol, com a emissão de ações PN da companhia aérea e de uma nova classe de PN resgatáveis. Após o resgate dessas ações, com pagamento em dinheiro (em prazo a ser determinado), o passo seguinte será o aumento de capital da GLA e, por fim, a migração da Gol para o segmento Novo Mercado.

A previsão é que as assembleias gerais das companhias sejam convocadas em aproximadamente 100 dias.

Para chegar a esta decisão, a Gol estudou também uma oferta pública unificada de aquisição (OPA) de até a totalidade das ações da Smiles para cancelar o registro de companhia aberta da e sair do Novo Mercado. “Caso a reorganização não seja aprovada, a Gol poderá ou não reverter para estruturas alternativas para alcançar seus objetivos a esse respeito, incluindo por meio de uma oferta pública de aquisição”, diz o comunicado.

Passos

A Gol Linhas Aéreas passará a ser controlada diretamente pelo Volluto, hoje controlador direto da Gol Linhas Aéreas Inteligentes e indireto da GLA e da Smiles.

O capital social da GLA passará a ser representado por ações ordinárias e pelas PN especiais GLA. Depois, as ON da GLA serão vendidas ao Volluto, que deterá 100% do capital social votante da GLA.

Na incorporação da Smiles pela Gol, os acionistas da empresa de fidelidade receberão uma combinação de ações PN e PN resgatáveis Gol – a relação de substituição e os termos serão negociados com o comitê independente da Smiles.

Em ambas as etapas será garantido direito de recesso. Em seguida, será aprovado um aumento de capital da GLA na forma das Ações PN Especiais GLA, a ser integralmente subscrito e integralizado pela Gol, com os ativos e passivos da Smiles.

Por fim, a Gol será listada no Novo Mercado, com a versão das PN em ON. A Gol fará um grupamento das ON na proporção de 35 para 1, de forma a manter a base de precificação de suas ações no mercado. Os acionistas PN dissidentes terão o direito de retirar-se, pelo seu valor patrimonial.

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Alguém entende desse assunto? Poderia explicar melhor essa movimentação? Pra que fariam isso?

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A Gol vai comprar o restante do Smiles usando suas ações a serem emitidas?

Parece um bom negócio para a G3, sem gastar caixa, mas para os minoritários do Smiles talvez não.

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Copiando a JJ....a GLAI não vai ter mais que distribuir lucros do Smiles ao mercado, vai usar tudo pra cobrir o prejuízo da G3.

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Copiando a JJ....a GLAI não vai ter mais que distribuir lucros do Smiles ao mercado, vai usar tudo pra cobrir o prejuízo da G3.

Uma mudança drástica do perfil de trabalho, onde antes viam vantagem em ter uma empresa como Smiles e Multiplus, de custo baixo e lucro alto, para unir tudo dentro da mesma empresa agora.....ao menos pagarão em ações, menos pior que a Multiplus , onde a Latam vai ter que desembolsar 1,2 bilhão de reais para tirar a empresa da bolsa, já os acionistas do Smiles devem estar furiosos

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Atenção: Depois da Latam, GOL NÃO irá renovar com Smiles

ELOY FONSECA NETO

15 OUT 2018

A GOL comunicou ontem em fato relevante ao mercado que, assim como a Latam, pretende não renovar o contrato com a Smiles em 2032. A GOL também informou que irá fechar capital da Smiles e irá pagar a Smiles como????? Com ações da GOL!!! Para quem acompanha o blog entenderá que o Dr.Henry acaba de virar profeta.

 

Veja o extrato do Fato Relevante ao mercado:

 

…a incorporação da SMILES na GOL, com a emissão pela GOL, aos acionistas da SMILES, de ações preferenciais da GOL da classe atualmente existente (“Ações PN GOL”), e de uma nova classe de ações preferenciais resgatáveis da GOL (“Ações PN Resgatáveis GOL”);…

 

No documento a empresa cita a competitividade do mercado nacional, basicamente culpa a Livelo, e afirma que a reorganização ocorrerá em 100 dias. Na foto de capa você verifica como era e como ficará a estrutura.

 

Basicamente o mercado de fidelidade está morrendo no Brasil, e tudo sendo absorvido por um mercado de “Cashback”, onde será cada vez mais difícil acumular e resgatar pontos, e que esses pontos somente servirão para dar um “desconto” nas emissões das passagens.

 

 

Parece que tudo isso é um presságio para correr para um programa internacional ou pelo momento apostar as fichas no Amigo da Avianca que está em uma posição muito confortável. É preciso bater palmas para o Dr.Henry que enxergou de longe essa jogada.

 

FONTE: Mestre das milhas

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desabam quase 30% após proposta da Gol de incorporar companhia

Plano da Gol indica que acionistas da Smiles receberiam parte das ações em dinheiro e outra parte em papéis da Gol

Por Redação

15 out 2018, 12h20 - Publicado em 15 out 2018, 11h43

As ações da Smiles desabaram quase 30% na bolsa de valores de São Paulo, a B3, nesta segunda-feira, 15. Sua controladora, a companhia aérea Gol, anunciou uma reorganização societária, com planos de incorporar a empresa de programa de fidelidade e, em uma segunda etapa, migrar para o Novo Mercado da B3.

 

A proposta prevê a troca de ações da Smiles por ações preferenciais da Gol, em favor dos acionistas da Smiles. O resgate de parte dessas ações será feito em dinheiro, e o valor da transação não foi anunciado. A Smiles é a segunda maior empresa de fidelidade do país e nasceu como gestora de milhas dos passageiros da Gol. Depois, tornou-se independente e abriu capital na bolsa.

 

 

Logo na abertura do pregão, o papel da companhia entrou em leilão. Isso acontece quando a volatilidade é excessiva e a bolsa retira o papel das negociações regulares. Após mais de 50 minutos em leilão, os papéis da Smiles caíam 28%, a 37,30 reais, por volta das 11:05, após terem tocado 36,90 reais na mínima. Esta é a menor cotação que o papel já atingiu desde dezembro de 2016. As preferenciais da Gol subiam 4,65%. No mesmo horário, o Ibovespa avançava 0,57%.

 

Fonte: VEJA

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Nota acima postada veio incompleta, agora essa é a versão completa, vide:

 

 

SIMLES desabam quase 30% após proposta da Gol de incorporar companhia

 

Plano da Gol indica que acionistas da Smiles receberiam parte das ações em dinheiro e outra parte em papéis da Gol

Por Redação

15 out 2018, 12h20 - Publicado em 15 out 2018, 11h43

As ações da Smiles desabaram quase 30% na bolsa de valores de São Paulo, a B3, nesta segunda-feira, 15. Sua controladora, a companhia aérea Gol, anunciou uma reorganização societária, com planos de incorporar a empresa de programa de fidelidade e, em uma segunda etapa, migrar para o Novo Mercado da B3.

 

A proposta prevê a troca de ações da Smiles por ações preferenciais da Gol, em favor dos acionistas da Smiles. O resgate de parte dessas ações será feito em dinheiro, e o valor da transação não foi anunciado. A Smiles é a segunda maior empresa de fidelidade do país e nasceu como gestora de milhas dos passageiros da Gol. Depois, tornou-se independente e abriu capital na bolsa.

 

 

Logo na abertura do pregão, o papel da companhia entrou em leilão. Isso acontece quando a volatilidade é excessiva e a bolsa retira o papel das negociações regulares. Após mais de 50 minutos em leilão, os papéis da Smiles caíam 28%, a 37,30 reais, por volta das 11:05, após terem tocado 36,90 reais na mínima. Esta é a menor cotação que o papel já atingiu desde dezembro de 2016. As preferenciais da Gol subiam 4,65%. No mesmo horário, o Ibovespa avançava 0,57%.

 

Veja também

 

Economia

Bolsa sobe e dólar cai à espera de novas pesquisas eleitorais

15 out 2018 - 10h10

 

Economia

Previsão de economistas para inflação sobe para 4,43%

15 out 2018 - 08h10

Analistas da corretora Mirae Asset afirmam que a perspectiva para o desempenho da Gol é negativa. “A Gol se encontra endividada e a expectativa é de que encerre o ano com prejuízo. Ela é extremamente sensível à variação cambial, devido ao impacto que tem no custo com combustíveis”, diz em nota.

 

 

O BTG Pactual cortou a recomendação das ações da Smiles para ‘neutra’ após o anúncio e reduziu o preço-alvo a 50 reais, citando que a “Gol aparentemente não está mais alinhada com os interesses da Smiles”, conforme relatório a clientes.

 

Em relação à companhia aérea, assumindo que os planos se concretizem, os analistas do BTG avaliam que ela deve se beneficiar da maior flexibilidade nas transações relacionadas à Smiles e de sinergias significativas relacionadas a impostos. Eles estimam que as eficiências fiscais trazidas a valor presente podem superar 1,5 bilhão de reais para a Gol.

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Uma mudança drástica do perfil de trabalho, onde antes viam vantagem em ter uma empresa como Smiles e Multiplus, de custo baixo e lucro alto, para unir tudo dentro da mesma empresa agora.....ao menos pagarão em ações, menos pior que a Multiplus , onde a Latam vai ter que desembolsar 1,2 bilhão de reais para tirar a empresa da bolsa, já os acionistas do Smiles devem estar furiosos

 

 

Ao contrario da LATAM a G3 nao tem grana para bancar a aquisicao... Na verdade a operacao da G3 e uma troca de acoes... vai apropriar ou pretende 100% do resultado mas os atuais acionistas do Smiles vao ficar sujeiros aos prejus da G3. Parece um mal negocio para os Smiles mas bom para a G3...

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Não atoa que as ações despencaram 40% hj e a tendência é cair mais 40% amanhã, até virar pó.

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Não atoa que as ações despencaram 40% hj e a tendência é cair mais 40% amanhã, até virar pó.

Claro, ao passo que o Multiplus vai pagar 27 por ação gerando um bom lucro aos 27% de acionistas que a Multiplus tem, os 47% do Smiles vão ganhar uma ação de uma empresa que acabou de apresentar um mega preju, ao invés de dinheiro, vão ver suas ações virarem mico, com certeza irão processar a Gol, quero ver quanto mais cairão as ações do Smiles até a saída da bolsa

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Com queda de quase 40%, Smiles perde R$ 2,5 bilhões na Bolsa

Ações da Smiles caíram quase 40% após a GOL anunciar uma nova reestruturação

Por Karla Mamona

15 out 2018, 17h17 - Publicado em 15 out 2018, 17h15

São Paulo – A desvalorização de quase 40% das ações da Smiles nesta segunda-feira fez com que a empresa perdesse 2,50 bilhões de reais em valor de mercado. A companhia terminou o dia sendo avaliada em 3,92 bilhões de reais. Na última quinta-feira (último pregão antes do feriado do dia 12 de outubro), o valor estimado era de 6,42 bilhões de reais.

 

No domingo, a GOL, controladora da Smiles, anunciou reorganização societária. A companhia aérea irá incorporar a Smiles, o que resultará em sua extinção. A decisão foi tomada pensando na migração para o Novo Mercado da B3.

 

 

A reorganização depende da aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil e dos acionistas das companhias. Caso a reorganização não seja aprovada, a Gol disse que poderá reverter para “estruturas alternativas para alcançar seus objetivos a esse respeito, incluindo por meio de uma oferta pública de aquisição.”

 

Após o anúncio, a equipe de analistas do BTG Pactual cortou a recomendação das ações da Smiles para ‘neutra’ e reduziu o preço-alvo a 50 reais, citando que a “GOL aparentemente não está mais alinhada com os interesses da Smiles.”

 

 

Disse ainda que a iniciativa deve beneficiar a GOL e dar maior flexibilidade nas transações relacionadas à Smiles e de sinergias significativas relacionadas a impostos. Eles estimam que as eficiências fiscais trazidas a valor presente podem superar 1,5 bilhão de reais para a Gol. Hoje, as ações da GOL fecharam em alta de 4,14%.

 

Fonte: EXAME

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Claro, ao passo que o Multiplus vai pagar 27 por ação gerando um bom lucro aos 27% de acionistas que a Multiplus tem, os 47% do Smiles vão ganhar uma ação de uma empresa que acabou de apresentar um mega preju, ao invés de dinheiro, vão ver suas ações virarem mico, com certeza irão processar a Gol, quero ver quanto mais cairão as ações do Smiles até a saída da bolsa

 

 

Essa adm da GOL e uma piada.

 

Primeiro levaram o Smiles da finada VARIG a preco de banana influencia do PT precisa falar mais nada...

Arrecaram centenas de milhoes com operacoes de venda partc Smiles na bolsa fora as antecipacoes de receita feitas pelo Smiles - bote salva vidas da G3.

 

Agora quer forcar os acionista - minoritarios participar do aumento do capital da GLA e de lambuja os prejuizos da empresa. E de matar! :suicide_anim:

 

AInda bem que nao tenho mais acoes do Smiles.

Edited by BLUE - SBKP -
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Essa reportagem resume bem, e não à toa os minoritários estão furiosos: https://braziljournal.com/gol-vai-para-novo-mercado-e-tira-smiles-da-bolsa-entenda-o-passo-a-passo

 

O CFO dar uma declaração dessa é um tapa na cara de quem era acionista: "Azedando ainda mais o clima, a GOL disse que o mercado estava sobreavaliando os resultados da Smiles. “Os analistas de mercado projetam que a Smiles continuará crescendo o faturamento em dois dígitos por ano e que suas margens continuarão se expandindo. Mas, graças ao aumento da concorrência e aos limites de governança da empresa, isso não deve acontecer," o CFO da GOL, Richard Lark, disse numa teleconferência agora há pouco."

 

Só não fizeram pior que Qualicorp há pouco tempo atrás.

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Totalmente esperado o movimento, pois o que a Latam fez deixou a Gol sem opção - o programa estava fadado a ser desacreditado cedo ou tarde.

 

E para quem era minoritário, que aprenda a lição.... jamais compre ações de uma empresa criada a partir da cisão de parte dos ativos da outra mas que continua a depender em sua grande maioria da empresa mãe, que controla financeiramente a nova empresa e usa seu caixa ao seu critério e necessidade...

 

Perguntas como " por que fizeram Smiles e Multiplus " deveriam ter ocorrido antes de acionistas estarem agora revoltados.

 

Disse e repito no topico do Multiplus x Latam... operação construida por bancos de investimento, sem pé e sem cabeça para quem conhece empresa aérea , para resolver problema de curto prazo - não existe caso igual nem na Europa, nem na Asia e nem nos Estados Unidos (e nunca existiu depois do " ouro " ter sido encontrado nos cases Brasileiros.... ) e mesmo assim nenhum analista jamais criticou abertamente suas existências.

 

Por isso eu tenho minhas proprias crenças sobre o mercado de capitais.

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Disse e repito no topico do Multiplus x Latam... operação construida por bancos de investimento, sem pé e sem cabeça para quem conhece empresa aérea , para resolver problema de curto prazo - não existe caso igual nem na Europa, nem na Asia e nem nos Estados Unidos (e nunca existiu depois do " ouro " ter sido encontrado nos cases Brasileiros.... ) e mesmo assim nenhum analista jamais criticou abertamente suas existências.

Lipe, usaram o exemplo da Air Canada/Aeroplan. É como você disse, operação de curto prazo para levantar capital.

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Pode até ser que amanhã suba um pouco do pessoal fechando posição, mas mesmo assim, a tendência é o pó.

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Isso não pode gerar processos por parte dos minoritários?

Pode e vai....principalmente se houver investidores americanos...

Mas o valor dos acordos nas ações vai compensar de qualquer forma.

Até pq os minoritários sabiam do risco...depois do movimento do.multiplus...quem apostou achava que iria demorar mais...

 

Abracos

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Quem ganha e quem perde com a incorporação da Smiles pela Gol

"A operação veio do controlador, que irá colocar no bolso uma empresa geradora de caixa", afirma analista

Por Karin Salomão

16 out 2018, 06h00

São Paulo – O anúncio da GOL, de incorporar a Smiles, pegou o mercado de surpresa: desagradou investidores e acionistas minoritários e confundiu analistas. A operação resultará na extinção da empresa de fidelidade, da qual a aérea é acionista controladora, com migração da base acionária da Smiles para a GOL.

 

O cenário ainda é incerto, já que os detalhes da transação ainda precisam ser acordados. Mas, entre consumidores, viajantes, investidores e empresas envolvidas, ganha a GOL e perdem acionistas minoritários, afirmam analistas ouvidos por EXAME.

 

 

Para o consumidor, a operação deve ter pouco ou nenhum impacto, avaliam os analistas. A GOL teria mais poder de decisão sobre os preços das passagens resgatadas pela Smiles e poderia ajustar o valor para ter mais vantagens. Mas Max Oliveira, cofundador e CEO da MaxMilhas, acredita que isso é improvável, uma vez que a estratégia da companhia aérea tem sido valorizar o consumidor com seus produtos, como rede wifi, facilidades pelo aplicativo ou assentos com mais conforto.

 

De acordo com a companhia, “a reorganização proposta não afetará em absolutamente nada as milhas ou benefícios dos membros da SMILES. Eles continuarão a desfrutar dos mesmos termos e condições, independentemente do resultado da nossa proposta”. “Vale lembrar que a GOL é o maior parceiro comercial da SMILES, já que mais de 90% das milhas resgatadas são utilizadas em passagens aéreas em nossa rede (GOL e parceiros)”, afirmou a empresa por email.

 

Fonte :EXAME

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Gol decola na bolsa - às custas dos acionistas da Smiles

 

Ações da aérea têm forte valorização desde o anúncio de que não renovará seu contrato com a Smiles e que pretende incorporar a companhia

 

17 out, 2018 05h54

Por: Weruska Goeking

SÃO PAULO - Enquanto minoritários da Smiles (SMLS3) estão decepcionados pela troca, literalmente da noite para o dia, de um negócio rentável e promissor para ser acionista de uma companhia aérea, que carrega todos os "poréns" históricos do setor, os investidores da Gol (GOLL4) comemoram.

 

O valor de mercado da companhia saltou 20% em três pregões, passando de R$ 3,614 bilhões na quinta-feira (11) para R$ 4,337 bilhões contando a alta de 2,20% dos papéis nesta quarta-feira (17) com a forte valorização das ações da Gol após a companhia anunciar que não renovará seu contrato com a Smiles, companhia de programa de fidelidade da empresa.

 

Fonte:infomoney

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Reestruturação da Gol enfraquece direitos dos minoritários da Smiles

Depois do anúncio da transação, as ações da Smiles despencaram 40 por cento na segunda-feira

Por Reuters

17 out 2018, 10h55 - Publicado em 17 out 2018, 10h54

São Paulo – A planejada incorporação da Smiles pela Gol num negócio pago com dinheiro e ações vai forçar os acionistas minoritários da empresa de redes de fidelidade de clientes a receberem ações da Gol com direito de voto menos abrangente do que tinham, segundo documentos relacionados à transação e cinco fontes com conhecimento do assunto.

 

As ações da Smiles despencaram 40 por cento na segunda-feira, depois do anúncio da transação, com minoritários enfrentando a incerteza em relação ao preço estabelecido para a companhia.

 

 

Veja também

 

NEGÓCIOS

Quem ganha e quem perde com a incorporação da Smiles pela Gol

16 out 2018 - 06h10

A Smiles é listada no Novo Mercado da B3, que proíbe a estrutura societária comum com grande volume de ações preferenciais sem direito a voto e um pequeno número de ações ordinárias com direitos votantes para os controladores. No Novo Mercado as empresas podem ter apenas ações ordinárias e só podem ser adquiridas em dinheiro ou ações de empresas também listadas no segmento ou com nível de governança semelhante.

 

Mas essa é a estrutura de capital da Gol, na qual todas as ações com direito a voto são controladas pela família do fundador Constantino de Oliveira Junior por meio de um veículo de investimento chamado Volluto, para atender a restrições legais de participação de investidores estrangeiros em companhias aéreas brasileiras. Outras participações, incluindouma fatia de 12 por cento detida pela Delta Air Lines, correspondem a ações preferenciais.

 

 

Sob a nova estrutura pretendida pela Gol, a companhia aérea vai migrar para o Novo Mercado após a incorporação da Smiles. Compradores listados em outros segmentos da B3 são obrigados a fazer oferta em dinheiro aos minoritários para deslistagem,como a usada pela Latam para incorporar seu programa de fidelidade Multiplus. Uma transação como essa seria difícil para a Gol, que tem 600 milhões de reais em caixa e dívida líquida ajustada de 12,1 bilhões de reais. A Smiles tem um valor de mercado de 3,9 bilhões de reais atualmente.

 

A Gol listada no Novo Mercado oferecerá aos investidores detentores de suas ações ordinárias direitos formais de voto. Mas a companhia listada terá como único ativo ações referenciais da GLA, a companhia operacional que controlara as atividades da companhia aérea e do programa de fidelidade Smiles.

 

 

Isso representa uma redução dos direitos dos atuais acionistas da Smiles, que são donos da empresa operacional de fidelidade e têm direito de voto relativo às decisões da administração da companhia. Na Gol listada no novo mercado, os acionistas não terão direito de voto diretamente na empresa operacional. Em parte, a estrutura atende às restrições da legislação brasileira sobre propriedade estrangeira de linhas aéreas nacionais.

 

Um dos acionistas da Gol que pediu para não ser identificado afirmou que tal estrutura é inédita no Novo Mercado e pode abrir espaço para questionamento de investidores. “O Novo Mercado deveria representar uma estrutura de governança melhorada”,afirmou a fonte.

 

Outros acionistas reclamaram sobre a decisão da Smiles emmarço, que cortou a distribuição de dividendos da empresa de 100para 25 por cento do lucro. Na ocasião, analistas disseram que adecisão fortaleceria a liquidez da Gol.

 

As ações da Smiles acumulam queda de quase 60 por cento desde então, incluindo o tombo de segunda-feira, e algunsacionistas estão questionando o quanto as quedas recentes vãoafetar a taxa de conversão por ocasião da troca de ações. Entreos maiores acionistas da Smiles estão fundos administrados porBaron Capital, Morgan Stanley e XP Gestão.

 

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu uma análiseformal da operação pretendida pela Gol, mas ainda não identificou qualquer irregularidade, disse uma fonte comconhecimento do assunto. A fonte acrescentou que até aterça-feira nenhum acionista fez uma reclamação formal aoregulador.

 

A Gol afirmou em resposta a questionamentos da Reuters quetodos os detalhes da transação são legais e não há espaço para questionamento por minoritários. “Quanto ao racional da transação, acreditamos que nosso movimento está em linha com decisões recentemente tomadas por outras linhas aéreas e a constante mudança no cenário competitivo do setor de fidelidade”, afirmou a companhia.

 

Fonte: EXAME

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A aterrissagem forçada da Smiles

A Gol é a mais recente companhia aérea a anunciar planos para incorporar o seu programa de fidelidade. O que justifica esse movimento?

 

A aterrissagem forçada da Smiles

Valéria Bretas

 

19/10/18 - 11h00

16

 

No fim de abril de 2013, os executivos da Gol comemoravam o sucesso da decolagem da Smiles na bolsa de valores. A estreia da empresa de fidelidade no mercado de capitais havia sido um sucesso – a captação de sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) foi de R$ 1,1 bilhão. Em pouco mais de um ano como companhia independente, a Smiles registrou mais de 100% de alta nas ações e seu valor de mercado saltou de R$ 1,5 bilhão para R$ 5,2 bilhões. Em outubro de 2017, por exemplo, alcançou o pico de R$ 11,5 bilhões. Até a semana passada, os acionistas não tinham muito o que reclamar. Quem comprou o papel da empresa no dia do IPO tinha um retorno cerca de quatro vezes maior que o da principal concorrente, a Multiplus.

 

Nesses cinco anos, o lucro líquido cresceu quase 170% e a base de clientes passou de 14,1 milhões. Mas, na semana passada, uma aterrissagem forçada arranhou a fuselagem. Em fato relevante publicado no domingo 14 de outubro, a Gol informou que não vai renovar o contrato com sua controlada (que venceria somente em 2032) e que a incorporação resultará na migração de todo patrimônio e base acionária da Smiles pela Gol. “Essa proposta minimizará ineficiências e gerará um valor significativo aos acionistas de forma a melhorar nossa posição competitiva no futuro”, disse Paulo Kakinoff, CEO da companhia aérea, em teleconferência com analistas.

 

A decisão fez as ações da Smiles desabarem 38,8% no primeiro pregão após o anúncio. A empresa perdeu, aproximadamente, R$ 2,5 bilhões em valor de mercado. Esse não é um caso isolado em que a companhia de fidelidade sofreu com as decisões de sua controladora. Em março deste ano, a governança corporativa foi posta em xeque. O vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Gol, Richard Lark Jr., disse na teleconferência de resultados da companhia aérea que a Smiles poderia ajudar a Gol a melhorar a sua própria classificação de risco. Haveria uma mudança na política de distribuição de dividendos de 100% para ajudar a turbinar a melhoria do caixa da Gol. Isso fez a ação da Smiles cair 9,9%. Em 12 meses, os papéis da empresa de fidelidade encolheram quase dois terços (confira gráfico ao final da reportagem). “A Gol vai colocar no bolso uma empresa que gera muito caixa”, diz Tatiana Brandt, analista da corretora Eleven Financial. “Além disso, com a Smiles dentro de casa, ela consegue diminuir a alíquota do imposto de renda e ter mais controle das ofertas.”

 

 

Tudo em casa: as ações da Gol são controladas pela família do fundador Constantino Júnior

DINHEIRO apurou que a equipe da Smiles foi pega de surpresa com o anúncio da incorporação. A companhia tinha internacionalizado sua operação há cinco meses e trabalhava para criar um marketplace do entretenimento. Agora, as prioridades mudaram. “Nunca fui envolvido em nenhuma discussão a respeito”, diz Leonel Andrade, presidente da Smiles. “Só fiquei sabendo da proposta junto com o mercado, com a divulgação do fato relevante.” O caso da Smiles indica uma tendência do setor aéreo. Depois de abrir o capital de seus programas de fidelidade, as empresas agora estão reintegrando as suas operações. Há dois meses, a Latam fez o mesmo movimento ao anunciar a incorporação da sua empresa de fidelidade Multiplus aos programas controlados pelo grupo, como o Latam Pass e o Latam fidelidade.

 

A justificativa foi que a empresa de fidelidade já não reportava resultados positivos – no balanço do segundo trimestre, a receita líquida da Multiplus caiu 37,2% em relação ao mesmo período de 2017. No mundo, o caminho é o mesmo. As companhias aéreas AirCanadá e AirMéxico também decidiram não renovar os seus contratos com as parceiras PLM Premier e Aeroplan, respectivamente. Todas, inclusive a Gol, afirmam que nada muda aos membros de seus programas. Seguindo os passos das concorrentes, a promessa é reduzir custos e aumentar a liquidez no mercado. “Dentro ou fora da companhia aérea, os programas de fidelidade não sofrem nenhum impacto e continuam existindo. Há um espaço grande de crescimento para esse mercado no País”, afirma Roberto Chade, presidente da Associação das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf).

 

 

Como a empresa da família Constantino não pretende fazer uma oferta pública de aquisição de ações (OPA), especialistas afirmam que os acionistas minoritários serão os prejudicados. A proposta é a troca de ações do programa de fidelidade para os papéis da companhia aérea. Os analistas do BTG Pactual são pessimistas. O banco cortou a recomendação de compra para neutra das ações da empresa de fidelidade e afirmou que a Gol “aparentemente não está mais alinhada com os interesses da Smiles”. Por ora, a companhia não detalhou a estratégia da reorganização, mas disse que os termos serão negociados entre a administração da companhia e um comitê independente da Smiles, a ser criado.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: ISTOÉDINHEIRO

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Comunicado ao Mercado

 

São Paulo, 21 de fevereiro de 2019 - GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (“GOL” ou “Companhia”), (B3: GOLL4 e NYSE: GOL), em cumprimento ao disposto no §4º do artigo 157 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”) e na Instrução CVM nº 358/2002 (“ICVM 358”), em face da publicação nesta data, no jornal Valor Econômico, de matéria intitulada “Família Constantino deixará controle da Gol para fusão com Smiles” (“Matéria”), vem esclarecer o que segue: (i) a Matéria foi elaborada sem qualquer contribuição da GOL; (ii) não há, na presente data, fatos concretos que sustentem as afirmações contidas na Matéria com relação à potencial operação de reestruturação societária envolvendo a controlada Smiles Fidelidade S.A. (B3: SMLS3) (“Smiles” e “Operação Smiles”, respectivamente), em especial, no tocante (a) à uma alteração da estrutura de controle da GOL, (b) à Família Constantino deixar de controlar a GOL; e © à listagem da GOL no Novo Mercado; e (iii) não há, na presente data, qualquer acordo (a) com relação à estrutura para a implementação da Operação Smiles ou (b) com relação aos termos e condições da potencial Operação Smiles. A GOL recomenda a seus acionistas e ao mercado que não sejam tomadas decisões de investimento baseadas nas informações constantes da Matéria. A GOL confirma que está observando os procedimentos descritos no Fato Relevante do dia 16 de dezembro de 2018, e que manterá seus acionistas e o mercado informados na medida em que o assunto em questão evolua.

 

Release: http://ri.voegol.com.br/download_arquivos.asp?id_arquivo=2798CEA7-95CA-49B0-89CD-173E041A3BF8

 

 

Matéria no Valor: https://www.valor.com.br/empresas/6130933/familia-constantino-deixara-de-ser-majoritaria-da-gol

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