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A estratégia da Latam Airlines para o viajante corporativo

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A estratégia da Latam Airlines para o viajante corporativo

24/10/2018 13:30 | Artur Luiz Andrade

 

Emerson SouzaIgor Miranda, diretor da Latam Airlines Brasil

Igor Miranda, diretor da Latam Airlines Brasil

O diretor comercial da Latam Airlines no Brasil, Igor Miranda, desenhou uma estratégia de comunicação de mudanças, produtos e facilidades que a empresa aérea está desenvolvendo ou já tem pronto para o viajante corporativo e toda a cadeia de profissionais em seu redor. Confira abaixo o que ele chama de fortalezas da companhia para o business traveller e também o que vem por aí.

 

NOVAS CABINES

Segundo Miranda, a renovação das poltronas e cabines não será um match up com o que já existe no mercado. Teremos a melhor classe executiva internacional, daremos um salto frente à concorrência. O investimento contemplará aeronaves de longo curso e também as que realizam voos domésticos e internacionais de curta distância.

 

DOMÉSTICO

Os passageiros corporativos vão ganhar de cinco a sete fileiras nos aviões que fazem rotas domésticas, com mais espaço entre as poltronas e algumas facilidades que ainda serão reveladas.

 

FIDELIDADE

Um dos três maiores do mundo, o programa de fidelidade da empresa tem no resgate fácil seu diferencial, de acordo com Igor Miranda. Tanto para resgate na Latam como em nossas parceiras, nosso programa é bem mais fácil (de resgatar) que os concorrentes. Oferecemos disponibilidade e preço, garante. Com o Latam Fidelidade você viaja mais.

 

MALHA

Maior hub aéreo da América Latina, Guarulhos, em São Paulo, é a joia da coroa na malha da Latam Brasil. Nossa diferença de oferta em relação aos concorrentes em Guarulhos é muito importante, conta Miranda. Além de GRU, Brasília, Lima e Santiago (crescendo em importância) são destaques na região. Guarulhos ganhou 17% mais operações este ano e Brasília 7%. No Brasil, a Latam ainda tem presenças chamadas de estratégicas por Igor Miranda em Congonhas (com os melhores slots do aeroporto), Confins (posição intermediária, mas importante) e Campinas (onde a Azul implantou sua estratégia de hub, mas com a Latam com boa presença). São quatro bancos de conexão em Brasília e Guarulhos, o que mostra a robustez de nossa conectividade no Brasil e na América Latina. E vamos continuar investindo nela em 2019.

 

MAIS VOOS

Foram 30 novas rotas em 2017 e 28 em 2018 (até dezembro), sendo que sete novas rotas são internacionais e seis saem de Guarulhos. Os resultados, de acordo com Igor Miranda, estão muito bons. Ele cita Las Vegas, Boston, Lisboa e Tel Aviv como destaques.

 

B2B

A Latam Brasil vai criar um Comitê de Negócios, com 12 profissionais de empresas distribuidoras. O presidente da companhia, Jerome Cadier, e o diretor comercial, Igor Miranda, irão interagir diretamente com esse comitê. Miranda promete ainda uma nova régua de relacionamento com a Abracorp e a realização de mais eventos com os travel managers (uma reunião com o TMG já ocorreu). Nosso foco será a eficiência, tanto para as TMCs quanto para os gestores.

 

PONTUALIDADE

Os índices da companhia estão entre 85% e 90%, mas o diretor comercial da Latam destaca que a indústria como um todo vive um bom momento quando o assunto é pontualidade e eficiência operacional.

 

TOQUE HUMANO

Ele está em nosso DNA. Fizemos várias mudanças mas somos sim uma empresa focada em serviço e atendimento. Investir em pessoas e atendimento é uma de nossas missões, resume Igor Miranda.

 

Leia a entrevista completa de Igor Miranda ao PANROTAS clicando aqui.

 

Fonte:Panrotas

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DOMÉSTICO
Os passageiros corporativos vão ganhar de cinco a sete fileiras nos aviões que fazem rotas domésticas, com mais espaço entre as poltronas e algumas facilidades que ainda serão reveladas.

 

 

O que sera que ele esta se referefindo?

 

Temos de reconhecer, este assento que eles optaram para classe C e muito bom Tompson Vantage XL [ Honeymoon ] alem do layout. Acaba com reclamacao do acesso ao corredor.

Edited by BLUE - SBKP -

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Tirando a QF que está no TOP 10 da Skytraxx desse ano, nenhuma das outras empresas usa Thompson Aero.

 

https://www.businessinsider.com/airlines-with-best-business-class-ranked-2018-7

 

https://www.godsavethepoints.com/2018/01/25/best-business-class-seats-design-qatar-singapore-delta-qantas/

 

E de que adianta o assento ser bom e ter privacidade se o serviço da LTM geralmente não acompanha.

Edited by TheJoker

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Bem colocado Joker, em materia de assento nada demais, acho ate bem acanhado o assento e estreito, prefeito e espinha de peixe.

Como primeira opção em questao de espaco e privacidade a BE Aerospace Apex Suite ganha de todas, ja voei na JAL de NY Tokyo.

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Bem colocado Joker, em materia de assento nada demais, acho ate bem acanhado o assento e estreito, prefeito e espinha de peixe.

Como primeira opção em questao de espaco e privacidade a BE Aerospace Apex Suite ganha de todas, ja voei na JAL de NY Tokyo.

 

 

Este assento nao tem nada de estreito com 23" 24" Maior que os assentos da QR no A350 com 22" e LH com 20" e ainda tem 1,98m comprimento

Vale lembrar que as imagens apresentadas pela LA sao de computador a real esta ai na QF

 

Ja voei 787 da QF por isto comentei.

Os assentos da AD sao muitos bons tambem mas sao mais estreitos

Screen-Shot-2018-08-24-at-16.07.30.png?r

 

QF

5b58d0022be4ab19008b45af-960-720.jpg

Edited by BLUE - SBKP -

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Acho que esse assento é o mesmo da SAS e se for, é um dos meus preferidos, achei muito confortável e com bom espaço pessoal. Mas o serviço da LATAM na C precisa acompanhar essa evolução.

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Acredito que o hard product está bem solucionado, mas o soft product precisa melhorar também. Por exemplo:

 

- Dine on demand: hoje o serviço é feito todo de uma vez, em alguns voos os comissários praticamente correm pela cabine para acabar o mais rápido possível. Além disso, todos os pratos são servidos de uma vez só em uma bandeja, não há espaço nem para cortar os alimentos. No meu último voo sequer colocaram toalha na mesa. Poderiam oferecer um opção express e outra normal, com o passageiro escolhendo a hora que vai comer.

 

- Roupa de cama: apesar do edredom ser muito bom, o travesseiro diminuiu e não há nada para forrar o assento. Também não há turn-down service. Em voos longos, como os GRU-Europa, poderiam oferecer pijamas e chinelos.

 

- Amenity kit: o atual é muito fraco. Ou melhoram o conteúdo, ou ofereçam mais produtos nos toaletes.

 

- Fones de ouvido: enquanto boa parte das empresas oferecem fones com cancelamento de ruídos e de marcas conhecidas, a Latam ainda usa fones de qualidade muito baixa.

 

- Embarque: Latam usa somente uma ponte de embarque, independentemente do modelo de avião. No 777 e no A350, onde é possível realizar o embarque por dias portas, deveriam fazê-lo dedicando uma delas apenas aos passageiros da Business e Fidelidade Platinum/Black.

 

- Refeições: nos últimos voos estiveram muito saborosas (exceto um frango com quinoa péssimo em um voo de BOG, prontamente substituído pela tripulação), mas podem melhorar em quantidade e em variedade, percebo que as opções acabam muito rápido, geralmente quem senta mais atrás fica sem opção. Sinto falta de máquina de café expresso, somente disponível no A350. Também falta um Snackbar nos voos mais longos.

 

- Fast-track: Latam não oferece aos seus passageiros. Em aeroportos como LHR é um benéfico e tanto!

 

Os novos assentos mais essas mudanças colocariam a business da Latam no topo.

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Creio que o conceito, baseado em pesquisas extensas com os clientes, seja priorizar o sono e o descanso. Então acho que o serviço deve continuar express mesmo.

Edited by Airbus-FA
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isso já foi mais verdade quando quase todos os voos inter da tam saíam no final da noite; hj com os varios voos diurnos/vespertinos, e com um catering melhorado (até os vinhos, que eram um destaque da LAN, caíram muito) tenho certeza que a percepção do serviço melhoraria bastante.

 

sobre o uso de uma única ponte, nunca havia reparado nisso, é real? tem diferença nas taxas aeroportuárias usar uma ou duas?

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Acredito que o hard product está bem solucionado, mas o soft product precisa melhorar também. Por exemplo:

 

- Dine on demand: hoje o serviço é feito todo de uma vez, em alguns voos os comissários praticamente correm pela cabine para acabar o mais rápido possível. Além disso, todos os pratos são servidos de uma vez só em uma bandeja, não há espaço nem para cortar os alimentos. No meu último voo sequer colocaram toalha na mesa. Poderiam oferecer um opção express e outra normal, com o passageiro escolhendo a hora que vai comer.

 

- Roupa de cama: apesar do edredom ser muito bom, o travesseiro diminuiu e não há nada para forrar o assento. Também não há turn-down service. Em voos longos, como os GRU-Europa, poderiam oferecer pijamas e chinelos.

 

- Amenity kit: o atual é muito fraco. Ou melhoram o conteúdo, ou ofereçam mais produtos nos toaletes.

 

- Fones de ouvido: enquanto boa parte das empresas oferecem fones com cancelamento de ruídos e de marcas conhecidas, a Latam ainda usa fones de qualidade muito baixa.

 

- Embarque: Latam usa somente uma ponte de embarque, independentemente do modelo de avião. No 777 e no A350, onde é possível realizar o embarque por dias portas, deveriam fazê-lo dedicando uma delas apenas aos passageiros da Business e Fidelidade Platinum/Black.

 

- Refeições: nos últimos voos estiveram muito saborosas (exceto um frango com quinoa péssimo em um voo de BOG, prontamente substituído pela tripulação), mas podem melhorar em quantidade e em variedade, percebo que as opções acabam muito rápido, geralmente quem senta mais atrás fica sem opção. Sinto falta de máquina de café expresso, somente disponível no A350. Também falta um Snackbar nos voos mais longos.

 

- Fast-track: Latam não oferece aos seus passageiros. Em aeroportos como LHR é um benéfico e tanto!

 

Os novos assentos mais essas mudanças colocariam a business da Latam no topo.

Acho que há algumas coisas a ponderar, vide:

- serviço on demand, a Latam reduziu o número de comissários nas aeronaves, hj isso não seria possível;

-serviço entregue de uma só vez, a Latam percebeu que os clientes querem descansar e não ficar 3 hs num serviço de bordo,vide o que ocorre na LH,por exemplo, ela quer priorizar o descanso;

-forro de assento, existiam futons que eram forrados nos A350, porem resolveram tirar, embora era um sucesso total;

-fast track é oferecido em Londres e Paris;

- fones de ouvido a Tam usava noise reduction, não sei porque após a fusão foi removido.

 

Acho que nessa nova fase de melhorias a empresa está revendo algumas coisas e melhorando em alguns quesitos, vamos aguardar as melhorias a serem anunciadas

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No soft product, o máximo que a LA pode fazer é se nivelar à AA, mas jamais alcançar a QF. Enfim, já era a qualidade que um dia tivemos na JJ.

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Creio que o conceito, baseado em pesquisas extensas com os clientes, seja priorizar o sono e o descanso. Então acho que o serviço deve continuar express mesmo.

 

Eu passo qualquer comida da Latam........

 

 

Mas acho RIDÍCULO não ter uma fruta ou sanduíche disponível na galley. Outro dia comprei um chocolate do duty free para não morrer de fome de madrugada.....

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No soft product, o máximo que a LA pode fazer é se nivelar à AA, mas jamais alcançar a QF. Enfim, já era a qualidade que um dia tivemos na JJ.

Talvez eles não façam questão de ser algo mais do que uma modesta AA, tarifas baixas, produto no mesmo nível, eles não querem ser uma Emirates da vida

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A Tam não consegue atrair aquele passageiro que voa F e C nas companhias estrangeiras, porque seu serviço decaiu muito e tem a métrica dos custos, principalmente após 2008.

 

Se ela quer atrair este público para poder cobrar mais, ela também tem que investir a mais e isto eles não querem, preferindo atender o perfil médio desses públicos do que ter um produto diferenciado.

 

Nas últimas vezes que tinha escolher, a Tam estava mais cara que muitas empresas de qualidade superior. E não era 10% ou 20%, chegava até uns 70% a diferença.

 

E hoje não vejo uma identidade, ao contrário das outras nacionais.

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A Tam não consegue atrair aquele passageiro que voa F e C nas companhias estrangeiras, porque seu serviço decaiu muito e tem a métrica dos custos, principalmente após 2008.

 

Se ela quer atrair este público para poder cobrar mais, ela também tem que investir a mais e isto eles não querem, preferindo atender o perfil médio desses públicos do que ter um produto diferenciado.

 

Nas últimas vezes que tinha escolher, a Tam estava mais cara que muitas empresas de qualidade superior. E não era 10% ou 20%, chegava até uns 70% a diferença.

 

E hoje não vejo uma identidade, ao contrário das outras nacionais.

 

A questão da identidade é um tema complexo, a LAN era referência em seu país assim como a Tam o fora, agora a empresa mudou muito, é a única nacional que praticamente não renovará a frota, com exceção de meia dúzia de A321 e A350, não renovava seus interiores desde a fusão ( com exceção da troca de tecidos dos A320 e o retrofit da C dos B777 ).

Agora ela vem com várias promessas , se cumprir, elevará a qualidade do seu produto hard, já a central de vendas e o Latam Pass não sei como ficará ...já do soft prudoct, não precisaremos esperar nada, nem nos A320( onde hj economizam 120 milhões anuais só por não oferecer refeições grátis) nem no serviço dos voos internacionais, que recém mudou completamente, com refeições na Y maiores e de melhor qualidade

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Eu passo qualquer comida da Latam........

 

 

Mas acho RIDÍCULO não ter uma fruta ou sanduíche disponível na galley. Outro dia comprei um chocolate do duty free para não morrer de fome de madrugada.....

Ruim mesmo é comer o pao frio que insistem em servir sem esquentar...absurdo

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Ruim mesmo é comer o pao frio que insistem em servir sem esquentar...absurdo

Ao menos na Y+ dos A320 dos voos do Mercosul parece, que voltaram a embarcar os pães em embalagens metalizadas que podem ir ao forno.

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Ruim mesmo é comer o pao frio que insistem em servir sem esquentar...absurdo

Mas pelo que soube em setembro isso mudou tudo, eles voltaram a aquecer no novo padrão de serviços da C

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Mas pelo que soube em setembro isso mudou tudo, eles voltaram a aquecer no novo padrão de serviços da C

Voei em setembro e continuavam gelados.

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