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faiojoffe

GRU anuncia expansão

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22 hours ago, CabinCrew said:

Toda vez que eu passo em GIG, POA e SSA eu juro que tenho vontade de pegar o projetista que fez aquilo e fazer o desgraçado usar de fato a ##### que projetou. No GIG se desembarcar no pier internacional, tem que caminhar que nem um condenado. Se embarcar idem, e se embarcar no nacional tem que descer um nível depois subir um nível novamente só pra obrigar o cidadão a passar 'no lujinha'. Fizeram exatamente a mesma imbecilidade em SSA que tinha espaço de sobra em um espaço que ficou livre sem nada, e que dava para a loja ser ali ao invés de fazer o caboclo subir e depois descer apenas para passar 'no lujinha'. Em POA idem. Em GYN a infrazero desativou o corredor de desembarque também para obrigar o cidadão a dar uma volta para passar na loja de novo. Sei que é o capitalismo e tá tudo certo, mas isso tinha que ser mais bem projetado. O usuário de aeroporto se sente um idiota tendo que caminhar mais para passar numa loja. As lojas tinham que ser um caminho natural entre o embarque e os aviões e não um desvio absurdo. 

Walking through shopping e longas caminhadas são coisas padrão nos aeroportos hoje em dia. Aqui na Europa praticamente todos os aeroportos são desta forma. STN em Londres mais parece um shopping que um aeroporto, sem contar com as caminhadas enormes e ainda a necessidade de se pegar o comboio para alguns dos concourses. Fora o facto de que os portões somente são alocados cerca de 20min antes do embarque, desta forma os passageiros são obrigados a aguardar no concourse central (onde ficam todas as lojas) até que seja disponibilizada tal informação. LIS idem, fazemos uma verdadeira via sacra por meio de lojas até chegarmos aos portões, seja no TPS 1 quanto no TPS 2. MXP o tempo de caminhada é absurdamente longo, se for fazer conexão lá é necessário no mínimo 2h30 para se localizar com calma, isto sem sair do airside. CDG é simplesmente gigantesco, se pousar no TPS 1 e precisar ir ao TPS 2F vais gastar ao menos 2h para chegar até o teu portão de embarque. FCO idem, qualquer voo INTL non-shengen normalmente estaciona no satélite, já as conexões domésticas/schengen são feitas no extremo oposto do aeroporto. É necessário atravessar todo o aeroporto e inclusive pegar um transporte via trilhos. FRA, por exemplo, é simplesmente gigantesco e em algumas partes se assemelha demais ao novo concourse do GIG, longos caminhos com absolutamente nada, apenas people mover e corredores. VCE que não é um aeroporto grande mais parece um shopping que um aeroporto de facto. Isto é tendência mundo afora, aeroportos grandes, com muitas lojas e longas caminhadas, desta forma o TPS acomoda confortavelmente o crescimento ao longo dos anos, chama-se planejamento estratégico. Coisa que nao existia no Brasil, ainda se fazem aeroportos com TPS muito pequenos  e que logo mais estarão saturados, novamente.  

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Todas as questões ilógicas do GIG se devem à improvisação que era aproveitar os terminais com desenhos antigos ao píer novo. Acho que diante do que há, os desvios não são um grande problema. Além disso, os portões são definidos com boa antecedência. O GIG é uma ótima opção para conexões de qualquer tipo, assim como para o uso O&D.

Sempre discordo também das críticas a FRA. Os portões são definidos com antecedência. O problema do aeroporto é a monotonia da arquitetura interna, que faz os caminhos parecerem mais longos do que são. Obviamente, a Lufthansa não faz nenhum favor colocando os voos para o Brasil partindo da asa C, que não deve passar por reformulação até conseguirem despejar tudo quanto é companhia para o T3.

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Ano passado fiz uma conexão em FRA para Viena. Eu, a madame e duas criancas pequenas conseguimos fazer tudo em menos de 2h, mas foi cansativo....

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Antes das festas, aeroporto de Cumbica tem dia mais movimentado

Terminal teve 911 voos nesta quinta (19), maior número do mês de dezembro

Por Dhiego Maia

(só os trechos interessantes)

Esse é o maior número de voos registrados no terminal num único dia deste mês de dezembro, segundo a concessionária GRU Airport, responsável pela gestão do espaço.

Entre pousos e decolagens, o terminal aeroportuário, considerado o maior da América do Sul, vai receber até as 23h59 cerca de 143 mil passageiros.

Mas esse volume deve ser ainda maior na sexta (20) ou na próxima segunda-feira (23). Segundo Miguel Dau, chefe de operações da GRU Airport, a estimativa é de que 145 mil passageiros passem por Cumbica em um dos dois dias.

“Isso representaria um recorde para o aeroporto desde o começo de suas operações”, diz.

O maior volume de passageiros já registrado até então ocorreu no dia 13 deste mês, quando o terminal recebeu 144.600 pessoas.

“O número de voos na sexta vai cair para 899, mas a taxa de ocupação deve passar com folga dos 90%.

Hoje [quinta-feira], cerca de 85% dos assentos das aeronaves que decolaram ou pousaram em Cumbica foram ocupados”, explica Dau.

Apesar do volume de voos, o aeroporto de Cumbica não registrou problemas quando a Folha esteve no local.

De acordo com a GRU Airport, o terminal se organiza para comportar situações variáveis, com fluxo de passageiros e voos acima da média —hoje de 120 mil pessoas e 830 partidas e decolagens diárias.

O saguão do terminal 2, que responde por 70% das operações de embarque e desembarque, não teve tumultos ou filas. Por volta das 16h, um voo havia sido cancelado. Outros 13% estavam atrasados.

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/12/antes-das-festas-aeroporto-de-sp-tem-dia-mais-movimentado.shtml

 

145k x 365 dias = 53 milhões/ano

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1 hour ago, C010T3 said:

Todas as questões ilógicas do GIG se devem à improvisação que era aproveitar os terminais com desenhos antigos ao píer novo. Acho que diante do que há, os desvios não são um grande problema. Além disso, os portões são definidos com boa antecedência. O GIG é uma ótima opção para conexões de qualquer tipo, assim como para o uso O&D.

Sempre discordo também das críticas a FRA. Os portões são definidos com antecedência. O problema do aeroporto é a monotonia da arquitetura interna, que faz os caminhos parecerem mais longos do que são. Obviamente, a Lufthansa não faz nenhum favor colocando os voos para o Brasil partindo da asa C, que não deve passar por reformulação até conseguirem despejar tudo quanto é companhia para o T3.

 

a verdade que GIG não tinha nem necessidade de outro terminal....

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Eu entendo toda a parte capitalista do negócio. Ok, mas, para mim isso em parte é um desvio de função. Esses espaços, tem como objetivo primeiro qual? A circulação de pessoas. Deveriam ser projetados com isso em mente e depois acomodarem as lojas, que em grande parte são até responsáveis pelo bem estar do passageiro, alimentação e outras necessidades durante a viagem devem ser atendidas. Mas tornar a circulação de pessoas por um aeroporto uma via crucis não me entra na cabeça. 

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9 hours ago, CabinCrew said:

Eu entendo toda a parte capitalista do negócio. Ok, mas, para mim isso em parte é um desvio de função. Esses espaços, tem como objetivo primeiro qual? A circulação de pessoas. Deveriam ser projetados com isso em mente e depois acomodarem as lojas, que em grande parte são até responsáveis pelo bem estar do passageiro, alimentação e outras necessidades durante a viagem devem ser atendidas. Mas tornar a circulação de pessoas por um aeroporto uma via crucis não me entra na cabeça. 

Sim, mas o problema é dar sustentação a esses negócios para eles sempre estarem à disposição. Em momentos de atrasos ou para quebrar galhos, damos graças a Deus, mas no dia a dia, reclamamos. Pensem que o caminho mais direto nunca existiu ou não é arquitetonicamente possível. Assim, não se estressam.

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A receita dos espaços comerciais é necessária para a viabilidade financeira do aeroporto.

Em um aeroporto construído do zero, as lojas são introduzidas de forma a fazer com que os passageiros passem por elas em seu caminho natural. 

No GIG, que foi projetado de outra forma, inventaram essa gambiarra de te fazer descer um andar para depois subir e voltar para o mesmo lugar.

O aeroporto precisa da receita, o passageiro quer se desviar o mínimo possível de seu caminho mais curto. Esse é o desafio. 

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Eu não me importo com lojas espalhadas pelo caminho, mas me incomodo com quiosques exatamente no meio do fluxo. 
Ontem havia muito movimento no T2 de GRU, achei que a loja da Dufry, em frente ao acesso as escadas de restituição de bagagens e ao acesso à sala VIP do Bradesco, atrapalha demais! Muitos passageiros tentando descobrir para onde ir e os passageiros que já conhecem bem o terminal, sendo presos em razão do movimento.
 

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1 hour ago, C010T3 said:

Sim, mas o problema é dar sustentação a esses negócios para eles sempre estarem à disposição. Em momentos de atrasos ou para quebrar galhos, damos graças a Deus, mas no dia a dia, reclamamos. Pensem que o caminho mais direto nunca existiu ou não é arquitetonicamente possível. Assim, não se estressam.

Um pouco difícil ficar feliz dando um P* ROLE sabendo que existe um caminho direto que foi limado de forma burra por conta 'do lojinha'. 

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19 hours ago, FCRO said:

 

a verdade que GIG não tinha nem necessidade de outro terminal....

Falando nisto, o T1 depois da quebra da AVB, tem sido utilizado por alguma das 3 cias domésticas ou não?

 

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13 minutes ago, TheJoker said:

Já aplicaram laminado em quase tudo, não?

a partir dos 07:00

https://www.youtube.com/watch?v=FeSUk6-ovb0


Excelente esse piso novo.

Mas percebe-se pelo vídeo como o fluxo é grande ali. Tomara que não coloquem quiosques no meio dos corredores porque o terminal já é entupido de lojas em detrimento de cadeiras e banheiros (que são minúsculos).


Como o teto é muito baixo, poderiam  deixá-lo todo branco e bem iluminado mas acho que já é esperar demais.

 

 

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42 minutes ago, Delmo said:


Excelente esse piso novo.

Mas percebe-se pelo vídeo como o fluxo é grande ali. Tomara que não coloquem quiosques no meio dos corredores porque o terminal já é entupido de lojas em detrimento de cadeiras e banheiros (que são minúsculos).

 

No minuto 5:21 se vê que há banheiros sendo reformados e ampliados, ainda na GRU Avenue. Nunca houve quiosques no meio deste grande corredor e duvido que colocarão agora. Todos os espaços comerciais estão ocupados pela primeira vez desde que unificaram as operações no T2 e criaram a GRU Avenue. No minuto 8:17 vê-se que os banheiros foram unificados (feminino de um lado e masculino do outro) ao chegar na ponta do Píer Oeste, e também reformados. Como já disse, havia funcionários da limpeza em todos os banheiros do T2 doméstico. A GRU Airport está trabalhando bem e é gratificante ver que o maior aeroporto do continente é um dos mais pontuais do mundo mesmo com as restrições de pistas que todos conhecemos. 

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2 minutes ago, boulosandre said:

 A GRU Airport está trabalhando bem e é gratificante ver que o maior aeroporto do continente é um dos mais pontuais do mundo mesmo com as restrições de pistas que todos conhecemos. 

Não tem restrição de pista, o que falta é movimento o ano todo.

O maior volume de passageiros já registrado até então ocorreu no dia 13 deste mês, quando o terminal recebeu 144.600 pessoas.

144.600 x 365 = 52.8 milhões/ano, em 2020 já deveria estar em 54 milhões pra justificar o início da fase 2.

Pelas projeções iniciais, a segunda fase de expansão seria entregue em 2022, aumentando a capacidade para 60 milhões/ano.

 

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1 hour ago, boulosandre said:

A GRU Airport está trabalhando bem e é gratificante ver que o maior aeroporto do continente é um dos mais pontuais do mundo

Concordo Boulos, que a GRU está trabalhando bem, mas poderia dá mais atenção ao auto de vistoria dos bombeiros, que o T1 e T2 ainda não tem, só o T3, e isso envolve segurança.

O do T1 expirou em abril do ano passado,  e o T2 nunca teve. O corpo de bombeiros informou que existe hidrantes sem água e escadas obstruídas, entre outras coisas. Em outubro os vereadores queriam pedir a interdição do aeroporto, imagina o caos...

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12 hours ago, MRN said:

Em outubro os vereadores queriam pedir a interdição do aeroporto, imagina o caos...

Interdição do aeroporto, taxa ecológica por tonelagem do avião, IPTU "atrasado" do aeroporto... parece que o aeroporto é inimigo do município não uma senhora fonte de renda.

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12 hours ago, MRN said:

Em outubro os vereadores queriam pedir a interdição do aeroporto, imagina o caos...

Os nobres vereadores podem fazer o que quiser, mas ali é jurisdição federal, ou seja... nada.

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14 minutes ago, Packo1 said:

Interdição do aeroporto, taxa ecológica por tonelagem do avião, IPTU "atrasado" do aeroporto... parece que o aeroporto é inimigo do município não uma senhora fonte de renda.

Outorgas 1.5 bi União

PIS/Cofins  256 milhões União    (parte ou tudo é compensado no recolhimento de outros impostos, devido aos prejuízos acumulados)

ISS  89 milhões

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@theJoker, eu sei quem parece não ver isso são os vereadores e prefeito de Guarulhos.

Como mencionado acima pelo LeaderShip por ser área de juridição federal não é passível de IPTU, a taxa ecológica é de responsabilidade da CETESB (estadual) ou Federal e a interdição do T2 traria mais impactos negativos para a cidade do que uma outra abordagem menos beligerante.

 

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On 10/01/2020 at 09:57, Packo1 said:

Interdição do aeroporto, taxa ecológica por tonelagem do avião, IPTU "atrasado" do aeroporto... parece que o aeroporto é inimigo do município não uma senhora fonte de renda.

E o prefeito vive cuspindo pra cima que não aumenta o IPTU da cidade há 3 anos. Todos sabemos que o aeroporto é uma excelente fonte pro município, e é um dos responsável por esse congelamento do IPTU, mas sabe como é político, querem sempre mais...

Se o aeroporto se expandir e crescer mais, melhor pro município.

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Cumbica planeja expansão, mas ainda precisa avançar em infraestrutura

Aeroporto faz 35 anos e concessionária prevê reformas e novas companhias aéreas, mas obras de monotrilho que ligaria CPTM aos terminais ainda não começou 

https://vejasp.abril.com.br/cidades/aeroporto-guarulhos-infraestrutura-nova-companhia-aerea/ 

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5 hours ago, Leandrinho said:

Cumbica planeja expansão, mas ainda precisa avançar em infraestrutura

Aeroporto faz 35 anos e concessionária prevê reformas e novas companhias aéreas, mas obras de monotrilho que ligaria CPTM aos terminais ainda não começou 

https://vejasp.abril.com.br/cidades/aeroporto-guarulhos-infraestrutura-nova-companhia-aerea/ 


Torcendo pra Air New Zealand nem q seja com uma escala, e com aquela executiva horrível mesmo rs

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O aeroporto entra em uma nova fase. Segundo Gustavo Figueiredo, presidente da concessionária, está previsto um pacote de 700 milhões de reais de investimentos, o que deve elevar a capacidade do complexo de 50 milhões para 60 milhões de passageiros por ano até 2025 (então é quando devem concluir o pier2). O primeiro passo da ampliação são as obras do sétimo pátio de aviões, próximo ao Terminal 3. “Metade foi entregue no fim do ano passado, com capacidade para seis aeronaves internacionais.”

O restante (do pátio 7) será concluído até 2023. Ainda na pista, a GRU projeta investir no procedimento chamado de Agile GRU, com a construção de mais saídas rápidas na área de pousos e decolagens, o que diminui o tempo que os aviões levam no trajeto até o pátio e agiliza a liberação da pista. Entre as mudanças mais visíveis para os passageiros estão a chegada de novas companhias aéreas, com opções mais baratas para países da América do Sul e Caribe, além de rotas para São Francisco, Austrália e Nova Zelândia, ainda em estudo.

 

Primeiro iam fazer +/-80% do pier2, usar só um lado, e depois o pátio 7.

spacer.png

 

Nesse de 2013, um sombreado no pátio 7 sugere que seria feito em etapas.

spacer.png

Maio de 2013, apresentação na Fiesp, sugere que ampliação do T2 (+1 pier) seria a última coisa a ser feita.

spacer.png

 

E o original da ADM/Consulting Vienna de 2011-12

spacer.png

Capacity

[1] 40 MAP,

[2] 51 MAP,

[3] 57 MAP,

[4] 60 MAP

https://www.ad-m.com/airports/sao-paulo-guarulhos/?portfolioCats=97%2C110

Resta saber se vão fazer o novo pier no T2 pra atingir os 60 M, ou dar uma de migué como (não) fizeram a expansão do pier oeste/retrofit.

Edited by TheJoker

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On 10/01/2020 at 10:12, A345_Leadership said:

Os nobres vereadores podem fazer o que quiser, mas ali é jurisdição federal, ou seja... nada.

Cabe a prefeitura o licenciamento de edificações e verificação das condições de segurança, podendo inclusive interdita-las, independente do ente federativo a quem pertença o imóvel ou a quem caiba a fiscalização da atividade.

No Brasil não existe "jurisdição" absoluta de um ente sobre o outro, o que existem são competencias por atividades.

On 10/01/2020 at 10:23, Packo1 said:

@theJoker, eu sei quem parece não ver isso são os vereadores e prefeito de Guarulhos.

Como mencionado acima pelo LeaderShip por ser área de juridição federal não é passível de IPTU, a taxa ecológica é de responsabilidade da CETESB (estadual) ou Federal e a interdição do T2 traria mais impactos negativos para a cidade do que uma outra abordagem menos beligerante.

 

A questão do iptu e complexa e uma decisao do STF abriu caminho para a cobrança das áreas comercializadas.

A competência ambiental e concorrente, municio, estado e união podem fiscalizar, valendo a regra mais restritiva

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