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GRU anuncia expansão


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2 hours ago, Caravelle said:

Quanto à resistência e durabilidade não sei, mas no antigo apareciam vários remendos devendo à remoção da divisória. Muito feio!

O laminado me parece mais bonito.

Tambem concordo piso novo imitando madeira deixa o aeroporto mais leve e aconchegante falta a troca do forro reforma dos banheiros e o saguao receber uma cara nova. 

Ja andei pelo pier pos alteracao a retirada das divisorias amplia o espaco para circulacao. Pode-se dizer que o aeroporto e outro.

Um grande pulo seria retirar as remotas entre os terminais e fazer concourses com pontes de um lado full para voos domesticos e do proximo ao T3 para aeronaves 2 4C ou 1 4D jogar area patio de espera estadia e carga para a parte Norte .

Ai so falta a 3 pista.  Capacidade bateria facilmente os 100KK Ai e fazer estrutura de acesso com trens de GRU para o centro e CGH e VCP  parece que finalmente vai andar a linha entre SP e Campinas com trem de media velocidade. Muito $$$ investimento

Dobradinha GRU VCP ( com a Zurich ) + aeroporto Gruaruja/Santos - Parace que vai para o pacote Doria de novas concessoes, mais um novo CGH concedido e o Catarina  executivo completariam o eixo da terminal SP.

Mais uma reducao do ICMS a 7% a medio prazo impulsionairia todo o trafego.

Edited by BLUE - SBKP -
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Tem dois pares de trilho com alta ociosidade - não vejo qualquer problema em rodar uma linha até a Luz A linha que vai para Mogi tem intervalos altos , acima de 5 minutos. Impossível não ter capacida

https://www.instagram.com/azulpilot/

Bonita imagem de GRU.     A pista teria por volta de 1.800 m, destinada aos voos domésticos. Alguns tiros longos não seriam possíveis full.   A área da terceira pista ilustra bem um dos problema

SP publica decreto com redução do ICMS sobre combustível de aviação São Paulo 19/07/2019

 O governo do estado de São Paulo publicou no Diário Oficial desta sexta-feira (19) decreto que regulamenta a redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) de 25% para 12% sobre o combustível de aviação no estado de São Paulo. A medida, proposta pelo governador João Dória e já aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo, tem por objetivo aumentar para pelo menos 490 o número de partidas semanais em São Paulo. Em nota, o governo paulista informa ainda que a desoneração tributária será compensada pelas contrapartidas geradas pela ampliação dos serviços oferecidos pelas companhias. "Sendo assim, será formado um fundo de R$ 40 milhões para custear ações de marketing com o objetivo de incentivar que os visitantes ampliem os dias de permanência em São Paulo", acrescenta o comunicado.

https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/07/19/governo-de-sp-publica-decreto-com-reducao-do-icms-sobre-combustivel-de-aviacao.htm

Então vamos considerar a partir de agosto:

GRU doméstico                                                                                                  enquanto isso....BSB dom.     

ago18     2.274.415        ago19      2.368.792   +4,1%     +94.377                 -16,6%    -247.186

set          2.212.698         set           2.408.153    +8,8%    +195.455               -10,4%    -147.151

out          2.351.840         out          2.526.521    +7,4%    +174.681               -3,4%      -50.933

nov         2.374.521         nov          2.483.669    +4,6%    +109.148               -1,9%      -27.472

dez         2.567.660        dez           2.838.298    +10,5%  +270.638               -4,8%     -73.127

acum. 11.781.134                         12.625.433   +7,2%     +844.299                             -545.869

https://www.gru.com.br/pt/institucional/sobre-gru-airport/informacoes-operacionais

 

 

 

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2 hours ago, BLUE - SBKP - said:

Tambem concordo piso novo imitando madeira deixa o aeroporto mais leve e aconchegante falta a troca do forro reforma dos banheiros e o saguao receber uma cara nova. 

Ja andei pelo pier pos alteracao a retirada das divisorias amplia o espaco para circulacao. Pode-se dizer que o aeroporto e outro.

Um grande pulo seria retirar as remotas entre os terminais e fazer concourses com pontes de um lado full para voos domesticos e do proximo ao T3 para aeronaves 2 4C ou 1 4D jogar area patio de espera estadia e carga para a parte Norte .

Ai so falta a 3 pista.  Capacidade bateria facilmente os 100KK Ai e fazer estrutura de acesso com trens de GRU para o centro e CGH e VCP  parece que finalmente vai andar a linha entre SP e Campinas com trem de media velocidade. Muito $$$ investimento

Dobradinha GRU VCP ( com a Zurich ) + aeroporto Gruaruja/Santos - Parace que vai para o pacote Doria de novas concessoes, mais um novo CGH concedido e o Catarina  executivo completariam o eixo da terminal SP.

Mais uma reducao do ICMS a 7% a medio prazo impulsionairia todo o trafego.

Que novo aeroporto seria esse para São Paulo no pacote do Doria?

Onde seria construído? Qual cidade e/ou região?

Se puder dar mais detalhes, agradeço.

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7 hours ago, TheJoker said:

No início, o LH 359 sendo tratorado do pátio 7 pro T3, providencial terem criado essa ligação entre os pátio 6 e 7, não estava prevista no masterplan inicial.

https://www.youtube.com/watch?v=A5yPoRcH-T8

Verdade. É a GRU Airport atenta em otimizar todos os processos no aeroporto. 
Bonito de se ver no minuto 6:00 o 773 da UA e o Dreamliner da AC, além do 380 em suas visitas diárias ao aeroporto. 

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Jesus Amado, a JJ não tinha outro lugar pra colocar as suas câmaras frias? E a GRU Apt aprovou isso...

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Edited by TheJoker
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Passei por GRU hoje assumindo uma chave e achei os novos pisos melhores do que no vídeo. No entanto, o ambiente ficou um pouco carregado devido à cor (mais escura do que parece -- parece um "café com leite"). 

Se tivessem utilizado um mármore de cor mais clara certamente ficaria bastante harmônico. Combinado com um teto rebaixado com gesso poderia dar um visual mais interessante. 

Imagino que a GRU tenha utilizado aquele material pelas limitações da escolha do "piso sobre piso", como imagino ter sido feito nesse pequeno retrofit. 

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57 minutes ago, TheJoker said:

Jesus Amado, a JJ não tinha outro lugar pra colocar as suas câmaras frias? E a GRU Apt aprovou isso...

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Economia de combustível 

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Acho que é mais lugar disponível do que outra coisa. Antes a Tam usava um container como câmara fria lá perto da sala dos fiscais da GRU, lugar apertado e precário. Aí ficou muito bom

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On 1/25/2020 at 4:39 PM, TheJoker said:

Jesus Amado, a JJ não tinha outro lugar pra colocar as suas câmaras frias? E a GRU Apt aprovou isso...

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Qual o problema deste lugar?

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  • 2 weeks later...
On 2/4/2020 at 11:36 PM, TheJoker said:

Primeiro trem com bagageiros  https://www.youtube.com/watch?v=womDmr0KjLc

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gru-airport-vence-routes-awards-pelo-segundo-ano-consecutivo/

GRU Airport vence Routes Awards pelo segundo ano consecutivo

 

O GRU Airport foi reconhecido com o prêmio Routes Americas Awards pelo fomento à conectividade aérea global e por promover experiências aos seus passageiros. A premiação aconteceu nessa quarta-feira (5), durante a feira Routes Americas, que acontece em Indianápolis, nos EUA. O aeroporto conquistou o prêmio na categoria “acima de 20 milhões de passageiros processados por ano”. Esta é a segunda vez que o aeroporto vence o prêmioe a quarta vez em que foi indicado.

A premiação analisou a performance de 2019, quando a GRU Airport registrou o recorde histórico de 43 milhões de embarques e desembarques e 297 mil pousos e decolagens. Em relação ao fomento do setor aéreo, foram 26 novas rotas aéreas, dez internacionais e 16 domésticas e 81 estabelecimentos, entre restaurantes e quiosques. Em 2018, a GRU Airport criou 13 voos diretos e processou 42,2 milhões de passageiros – o motivo que lhe rendeu o Routes Awards 2019.

A categoria “acima de 20 milhões de passageiros” foi disputada com três aeroportos americanos – de Tampa, Washington e Mineapolis – e um canadense, de Vancouver. O RioGaleão foi o único aeroporto que disputou o Routes Awards representando o Brasil, além da GRU Airport, mas na categoria de “4-20 milhões de passageiros”, vencida pelo Aeroporto Internacional Austin-Bergstrom, dos Estados Unidos.

Representações de destino também são reconhecidas por suas ações de incentivo ao Turismo local. A vencedora foi o escritório Myrtle Beach Chamber, do litoral do Sul da Califórnia.

Agenda internacional

Logo após o Routes Americas 2020, em Indianápolis, nos Estados Unidos, os executivos do departamento de Negócios Aéreos e Comercial da GRU Airport que estão representando o Aeroporto Internacional de São Paulo, partem para outro compromisso que destacará o Brasil em seu segmento de atuação.

O gerente de negócios aéreos da concessionária, João Pita, será um dos palestrantes convidados no Outlook Forum 2020 – Visit California, que acontecerá de 9 a 12 de fevereiro, em San Diego. O executivo participa da mesa “Discussing the Runway Ahead”, que vai abordar novas tendências e demandas de tecnologia e inovação entre aeroportos e empresas aéreas, em 11 de fevereiro (terça-feira), ao lado de Melissa Andretta, diretora de Marketing e Aviação Internacional do aeroporto de São Francisco (EUA); Andres Jonsson, diretor de Network Planning & Scheduling da cia. aérea islandesa Icelandair; e Howard Mann, vice-presidente do Campbell Hill Aviation Group.

 

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https://brasilturis.com.br/aeroporto-de-guarulhos-novas-rotas-multiplas-funcoes/

Desde que foi concedido à iniciativa privada, em novembro de 2012, o Aeroporto de Guarulhos – que completa 35 anos nesta segunda-feira (20) -, em São Paulo, vem apresentando melhorias na estrutura e novas rotas que hoje conectam o estado paulista a 104 destinos – 51 internacionais e 53 domésticos – de 40 companhias aéreas. No ano passado, o aeroporto registrou 42,2 milhões de passageiros, com share doméstico de 64%. Para se ter uma ideia, no ano anterior à concessão, o número de viajantes em Guarulhos chegou a 32 milhões.

João Pita, gerente de Negócios Aéreos, afirma que parte do sucesso se deve à abertura para uma maior diversidade de operações, o que permite estender o atendimento a diferentes perfis de público – de adeptos do modelo low costs até clientes da aviação executiva. Depois de inaugurar o terminal 3 (em maio de 2014) e melhorar a experiência do passageiro no terminal 2, a concessionária investe na ampliação do mezanino do terminal 1, além de trabalhar na operação do pátio 7, novo espaço para aeronaves de grande porte.

O Aeroporto de Guarulhos, que entrou em operação em 1985 como o mais importante hub aéreo do País, hoje é considerado o principal complexo aeroportuário da América do Sul, com uma média de movimentação de 120 mil passageiros nos 830 pousos e decolagens diários. Para seguir a expansão, Pita reforça o compromisso de atuar em conjunto com poder público, empresas de Turismo e companhias aéreas. E anuncia: Há negociações em andamento para inaugurar uma rota direta do Brasil com a Oceania e estrear um novo destino nos Estados Unidos.

Aeroporto de Guarulhos: entrevista com João Pita

Brasilturis Jornal – Qual é o maior desafio na administração de um aeroporto do porte de Guarulhos, tendo em vista os gargalos que ainda impactam a aviação brasileira?

João Pita – Essa pergunta envolve várias questões. Há o preço do querosene, que continua sendo o principal entrave à expansão. Com a redução do ICMS no estado de São Paulo, tivemos resultados incríveis, o que prova que uma eventual liberalização do combustível e da cadeia de distribuição e refino pode ter impactos ainda maiores. Na comparação entre setembro de 2018 e o mesmo mês de 2019, a Azul cresceu de 11 destinos domésticos para 19; Gol operava 34 e agora tem 39; e a Latam subiu de 29 para 33.

A questão regulatória e as incertezas que pairam sobre os negócios no País é outro gargalo, pois faz com que companhias aéreas internacionais e investidores estrangeiros nos olhem com alguns pontos de interrogação. E o terceiro ponto é a necessidade de ter mais marcadores para expansão e para a melhoria contínua de companhias e aeroportos. Seguimos com otimismo e somos proativos na busca do negócio e do aumento de capacidade, pois entendemos que a aviação é um mercado global extremamente competitivo.

BJ – Essa estratégia de expansão, aliada a políticas públicas, permitiu a chegada das companhias low cost a Guarulhos. Como o Aeroporto de Guvem se preparando para receber essas operações?

JP – Somos um aeroporto que consegue receber qualquer tipo de companhia aérea. O que uma low cost quer eficiência. É isso que conceitua o modelo de negócios, ela quer ser mais ágil e o aeroporto dá todas as condições para que isso aconteça. Estamos preparados para pousos e decolagens em 40 minutos, no máximo, e processo rápido de embarque.

BJ – E em relação às aéreas internacionais que anunciaram recentemente a retomada ou o início de voos? Como essas operações vão impactar o fluxo de passageiros neste ano?

JP – Essas operações que foram anunciadas já se enquadram na estrutura. Temos como estratégia diversificar destinos e fortalecer rotas de grandes mercados a partir de São Paulo, como é o caso da Virgin, com Londres. Todas as operações têm horários atrativos, o voo da Air Canada para Montreal chega e retorna pela manhã, o que permite rápidas possibilidades de conexão, assim como a ligação da Gol com Lima, no Peru. A Lufthansa vai voltar a servir Munique, na Bavária, uma das regiões mais ricas da Europa. É um voo que tem apelo enorme, foi uma pena quando a frequência foi suspensa. Agora, com o avião certo, teremos sucesso.

BJ – Como é feita a prospecção de novas rotas? Quantas pessoas trabalham exclusivamente para isso e quanto tempo leva, em média?

JP – Vou usar o caso da Virgin. Falamos com eles pela primeira vez em 2014 e a rota só se tornou realidade agora, em 2020. O desenvolvimento de mercado para novas rotas é um trabalho de longo prazo porque analisamos o fluxo de passageiros em São Paulo e no destino que pretendemos servir. Em seguida, procuramos a companhia aérea com capacidade para atender ao mercado e falamos conjuntamente com aeroporto do destino para mostrar os possíveis resultados dessa rota em termos de receita, número de passageiros, número de voos e horários. Temos duas pessoas ligadas diretamente a esse trabalho em Guarulhos e todo um time de suporte que fornece análise de PIB e dados econométricos.

BJ – Que novidades os brasileiros podem esperar em termos de destinos conectados?

JP – Um mercado que está preparado para ter uma rota direta é, sem dúvidas, São Francisco, nos Estados Unidos. Essa é uma das nossas grandes prioridades, junto com Auckland, na Nova Zelândia, que é uma enorme porta, tanto para os brasileiros como também para receber turistas da Oceania. O segredo é a alma do negócio, mas posso dizer que estamos conversando com companhias aéreas nos destinos e seguimos bem confiantes. Devemos anunciar novidades em cerca de quatro meses, mas isso também depende muito de questões internas como a retomada da economia e o câmbio. São duas apostas estruturantes para a malha aérea não apenas de São Paulo, mas do Brasil. 

BJ – E em relação à América do Sul? Já existem resultados concretos?

JP – Estamos nos aproximando dos agentes de viagens para entender quais são os mercados mais aquecidos para trabalharmos no continente. Vivemos um momento desafiador porque, hoje, viajar para Argentina e Chile é mais barato para brasileiro, mas os mercados destes países estão com economias instáveis. Adoraríamos ter ligações diretas com Ushuaia (Argentina), Calama (Chile), Cartagena (Colômbia) e Cusco (Peru), só para mencionar alguns, mas estamos na fase de planejamento e trabalhando junto com o mercado para ampliar as conexões com a América do Sul que é, sim, prioridade. Depois, queremos desenvolver Cancún (México) e a região do Caribe que tem forte apelo entre os brasileiros.

BJ – Em termos de diversificação de formatos, vocês iniciaram a operação internacional do terminal executivo. Quanto tempo levou para transformar a ideia em realidade e como funciona a estrutura?

JP – Foram mais de dois anos para concretizar a ideia deste que é o primeiro terminal do gênero que funciona dentro de um aeroporto deste porte, em um esforço coordenado com as autoridades migratórias e aduaneiras que fazem os procedimentos no local. O hangar tem de 10 a 12 aeronaves permanentemente estacionadas, um sinal que o mercado da aviação executiva entende o potencial de São Paulo para esse cliente. Mais do que aumentar número de passageiros, entretanto, queremos expandir a circulação desse perfil de cliente que vem ao Brasil em busca de negócios. Temos capacidade para atender de 20 a 30 pessoas, entre processos de embarque e desembarque, mas é raro ter mais de um voo ao mesmo tempo.

BJ – O que esperar para 2032, quando termina a concessão?

JP – Seguiremos com postura proativa, em busca do negócio, e investindo em ferramentas tecnológicas, como os e-gates, que facilitam a vida do passageiro, além de oferecer cada vez mais conforto para todos os que estão no aeroporto. Mais do que tudo, queremos dar condições para que cada passageiro, com perfil e demandas próprios, consiga ser servido de maneira eficiente. Atender desde o cliente de low cost, que busca agilidade, até a pessoa que viaja com jato executivo ou que vem de helicóptero e quer poupar cada minuto da sua viagem. Entendemos que o futuro é esse.

 

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