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A345_Leadership

Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 1]

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Na empresa da minha esposa (setor de telecomunicações) foi expedido um comunicado às gerencias e diretorias hoje, 09/01, proibindo para as viagens corporativas e reuniões a emissão de passagens na Avianca em voos a partir de 14/01.

A Oceanair deve está mais preocupada agora em apresentar tanto para os credores quanto para a Justiça um plano convincente de Recuperação

Ou seja, uma proposta de pagamento que não deixe margem para ser contestada.

O ideal seria pagar tudo à vista

Será que ainda não pagaram?? 😂😂😂

 

Paralelo a isso de apresentar um Investidor que injete dinheiro e se inicie a restruturação que dará novos rumos a empresa

 

Depois é correr atrás do prejuízo que toda essa crise causou. O publico corporativo, muito importante, compra muita passagem para o curto e médio prazo.

A empresa continuando operando dentro de uma normalidade, conveniências de preço/ horário falarão mais alto.

Eu me preocuparia mais em resgatar a confiança do viajante que compra pela Internet e passagens com datas mais distantes

Outra preocupação Tb que eu teria, se a empresa continuar, seria a retomada da confiança dos funcionários, pois o atraso do salário, compromete muita essa relação.

 

Eu acho, se a Avianca-Brasil parar, não será bom para ninguém. Nem para os passageiros e nem para os profissionais da área, inclusive de outras empresas

Quanto mais profissionais desempregados, menores serão as baganhas por melhorias no futuro

Não é que mundo vai acabar, longe disso, mas não vejo nada de bom.

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Veremos qual será o plano de recuperação da empresa, afinal de contas todas as cias ja fizeram a lição de casa e ficaram mais enxutas durante a Crise...

A Avianca era um mundo à parte, cresceu a oferta na pior recessão do país.

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O estranho é que Avianca Argentina como fica? Eles não dependem da Brasileira para sobreviver?

 

Tudo muito estranho, numa crise seria, a Avianca Argentina nem decolaria

 

Não necessariamente.

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ja existem AFAs do grupo de voo de que o eframovich não vai pagar nada e abrirão licenças não remuneradas para os tripulantes, os números estão desencontrados....mas é algo entre 70 cops e uns 30 a 40 cmtes, fala-se em redução em 14 aeronaves...podendo ser mais.

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Já efetuaram o pagamento dos tripulantes?

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Os irmãos Efromovich são sabidamente empresários de transporte rodoviário, aventureiros ricos que resolveram brincar de avião sem nenhuma experiência no assunto. Me lembra o Canhedo como o 'Vasp Air System', o Constantino Jr. que teve que deixar a presidência da GOL para ela poder voar e a Itapemirim que largou a aventura da aviação...

Teoricamente era para o German Efromovich ter mais know-how em empresas aéreas em concordata. Ele pagou USD 75 milhões por 75% da Avianca em 2003 ou 2004, que estava no Chapter Eleven americano.

 

Não acho que o pensamento de um setor pode influenciar o outro, um ou dois casos sim. A Gol era a segunda com a melhor margem de lucro do mundo até se aventurar a comprar a Varig; a Itapemirim achou que o modelo da Fedex e UPS funcionaria bem aqui, só não temos a infraestrutura para tal; Canhedo melhor nem comentar...

 

O estranho é que Avianca Argentina como fica? Eles não dependem da Brasileira para sobreviver?

 

Tudo muito estranho, numa crise seria, a Avianca Argentina nem decolaria

Tudo que envolve os Efromovich é misteriosa. A Avianca Brasil teoricamente não é do German, e sim do José. A Avianca Holdings tem os dois irmãos como acionistas por meio de trusts, enquanto a Aeromar tem investimento pessoal do German e, salvo engano, parte da Avianca Argentina é ligada diretamente a um deles, com o restante nas mãos da ONE.

 

Depois é correr atrás do prejuízo que toda essa crise causou. O publico corporativo, muito importante, compra muita passagem para o curto e médio prazo.

A empresa continuando operando dentro de uma normalidade, conveniências de preço/ horário falarão mais alto.

Eu me preocuparia mais em resgatar a confiança do viajante que compra pela Internet e passagens com datas mais distantes

Outra preocupação Tb que eu teria, se a empresa continuar, seria a retomada da confiança dos funcionários, pois o atraso do salário, compromete muita essa relação.

Tenho pouca familiaridade com as majors americanas que entraram no Chapter Eleven (US, UA, DL, NW, AA...), mas em algumas delas eu vi algo como "concordata programada", ou seja eles corriam atrás de linhas de crédito junto aos bancos e buscavam garantias com investidores antes mesmo de entrar em concordata, de tal modo passavam confiança ao mercado. Não é o que ocorreu aqui. Não sei se o arcabouço jurídico deles permite uma maleabilidade melhor.

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Vi um Fokker 100 ainda nas cores da Avianca nos hangares próximos ao terminal 2 de BSB. Achei bizarro, fazia mais de ano que não via um F100 deles por aqui.

 

Não tinham ido todos embora?

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Sobre os lucros iniciais da G3, todo mundo esquece que era muito mais fácil nos anos 2000 com as tarifas lá em cima. Depois da quebra da RG, a massificação e concorrência com a JJ ficou quase impossível com os níveis atuais de tarifa.

 

SUPERINTEND%C3%8ANCIA+DE+REGULA%C3%87%C3

 

Sem-t%C3%ADtulo-2.jpg

Edited by TheJoker

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Por coincidência também vi o F-100, hoje, próximo aos Boeings 737 da Sideral

 

 

Vi um Fokker 100 ainda nas cores da Avianca nos hangares próximos ao terminal 2 de BSB. Achei bizarro, fazia mais de ano que não via um F100 deles por aqui.

 

Não tinham ido todos embora?

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Por coincidência também vi o F-100, hoje, próximo aos Boeings 737 da Sideral

 

 

 

Vão ressuscitar????

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Teoricamente era para o German Efromovich ter mais know-how em empresas aéreas em concordata. Ele pagou USD 75 milhões por 75% da Avianca em 2003 ou 2004, que estava no Chapter Eleven americano.

 

Não acho que o pensamento de um setor pode influenciar o outro, um ou dois casos sim. A Gol era a segunda com a melhor margem de lucro do mundo até se aventurar a comprar a Varig; a Itapemirim achou que o modelo da Fedex e UPS funcionaria bem aqui, só não temos a infraestrutura para tal; Canhedo melhor nem comentar...

 

Tudo que envolve os Efromovich é misteriosa. A Avianca Brasil teoricamente não é do German, e sim do José. A Avianca Holdings tem os dois irmãos como acionistas por meio de trusts, enquanto a Aeromar tem investimento pessoal do German e, salvo engano, parte da Avianca Argentina é ligada diretamente a um deles, com o restante nas mãos da ONE.

 

Tenho pouca familiaridade com as majors americanas que entraram no Chapter Eleven (US, UA, DL, NW, AA...), mas em algumas delas eu vi algo como "concordata programada", ou seja eles corriam atrás de linhas de crédito junto aos bancos e buscavam garantias com investidores antes mesmo de entrar em concordata, de tal modo passavam confiança ao mercado. Não é o que ocorreu aqui. Não sei se o arcabouço jurídico deles permite uma maleabilidade melhor.

Mas o German sempre apareceu como o cabeça da história.

Uma pergunta, por onde anda o Tarcísio Gargioni??

Edited by SOUSA CPV

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Por onde anda o Frederico Pedreira, né?

Quase todo dia tinha post no LinkedIn. Desde a RJ, sumiu!

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Por onde anda o Frederico Pedreira, né?

Quase todo dia tinha post no LinkedIn. Desde a RJ, sumiu!

 

Ocupou-se, rssssss

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Vão ressuscitar????

Já faz um certo tempo que esse F100 está por lá. Sempre que passo por lá eu o vejo. Acredito que esse nem chegou a ser vendido.

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Ainda tem 2 F100 em CGH tambem.. alem dos de Bsb.

 

Em BSB um deles é o do evento com trem de pouso

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Tão fácil que a Varig, Vasp e Transbrasil (entre outras) quebraram no mesmo período...

 

Sobre os lucros iniciais da G3, todo mundo esquece que era muito mais fácil nos anos 2000 com as tarifas lá em cima. Depois da quebra da RG, a massificação e concorrência com a JJ ficou quase impossível com os níveis atuais de tarifa.

 

SUPERINTEND%C3%8ANCIA+DE+REGULA%C3%87%C3

 

Sem-t%C3%ADtulo-2.jpg

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Breve teremos mais translado de aeronaves. As empresas de leasing estão contratando alguns demitidos para os voos de translado.

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Ainda tem 2 F100 em CGH tambem.. alem dos de Bsb.

 

Em BSB um deles é o do evento com trem de pouso

 

Esses F-100 estão em condições de voar?

Avianca deixou por muito tempo A330 parados, como que pagam por isso e deixam parados, que tantas despesas....

Não vou nem falar dos A-318 que deve ter dado muito prejuízo, mesmo tendo aluguel barato, deixam de gerar receita

para a cia.

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Esses F-100 estão em condições de voar?

Avianca deixou por muito tempo A330 parados, como que pagam por isso e deixam parados, que tantas despesas....

Não vou nem falar dos A-318 que deve ter dado muito prejuízo, mesmo tendo aluguel barato, deixam de gerar receita

para a cia.

 

Os A318 não deram porque quando estavam parados por algum motivo, não precisava pagar o leasing.

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Os A318 não deram porque quando estavam parados por algum motivo, não precisava pagar o leasing.

 

Os A318 são próprios. São bens da Avianca.

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Os A318 são próprios. São bens da Avianca.

 

Quanto possuem?

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Avianca desde segunda começou com mídia patrocinada em redes sociais, aparece direto.

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Quanto possuem?

 

Nunca foram da Avianca, são Airbus leasing.

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