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Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 1]

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Talvez um investidor né..... eu lembro que la atras num dos videos do German naquele jornal colombiano, falou que estavam negociando um investidor até 1 de fevereiro, pode ser coincidência?

 

Bem lembrado.

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Viajando na maionese, será que existiria alguma possibilidade da O6 fazer uma "troca" de aeronaves com a matriz colombiana, repassando as aeronaves novas para a Colômbia e trazendo os A319/A320 mais surrados (ex TACA), que provavelmente tem um leasing mais barato e não são equipados com PTV?

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Aos 14 de janeiro de 2018, às 14h00min, na sala de audiências da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível, Comarca de SÃO PAULO, Estado de São Paulo, sob a presidência do MM. Juiz de Direito Dr. Tiago Henriques Papaterra Limongi, comigo Assistente Judiciário ao final nomeado, foi aberta a audiência de conciliação. Cumpridas as formalidades legais e apregoadas as partes, compareceram a Administradora Judicial ALVAREZ E MARSAL Administração Judicial Limitada, representada pela Sra. Luciana Fagundes Gasques CRE - 30.146-9/SP e pelo Dr. Luis Augusto Roux Azevedo - OAB/SP 120528; a Recuperanda, representada pela Dra. Marcela Quental, OAB/SP 105107, acompanhada dos advogados Drs. Ivo Waisberg OAB/SP 146176, Joel Luis Thomaz Bastos, OAB/SP 122443 e Gilberto Gornati, OAB/SP 296778, bem como do assessor financeiro Sr. Bruno de Queiroz, CPF 043.034.547-02; AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, representada pela Sra. Luciana Ferreira da Silva, CPF 272.209.728/14, e acompanhada pelos advogados Drs. Gustavo Carneiro de Albuquerque, OAB/SP 22537 e Alice Serpa Braga, OAB/GO 24465; e os arrendadores Wells Fargo Trust Company National Association, ACG Acquisition 4891 LIc, ACG Acquisition 4913 LIc, ACG Acquisition 4941 LIc, ACG Acquisition 4942 LIc, ACG Acquisition 5193 LIc, ACG Acquisition 5278 LIc, ACG Acquisition 5754 LIc, ACG Acquisition 5941 LIc, ACG Acquisition 5299 LIc, Vermillion Aviation (Two) Limited, Constitution Aircraft Leasing (Ireland) 9 e 10 Limited, representados pelos advogados Dra. Renata Duarte Iezzi, OAB/SP 126825, Dra. Larissa Regina Souza Paganelli Torelli, OAB/SP 310864, Dr. Lucas Leite Marques, OAB/SP 415648; Sumisho Aero Engine Lease B.V., representada pelos advogados Drs. Paulo Fernando Campana Filho, OAB/SP 221090 e João Paulo de Carvalho Vianna Servera, OAB/SP 298744; ELFC - Engine Lease Finance Corporation, representada pela advogada Dra. Ana Carolina Crepaldi de Arruda Penteado, OAB/SP 208188; Celestial Aviation Trading 4 Limited, Celestial Aviation Trading 26 Limited e Celestial Aviation Trading 55 Limited, Wilmington Trust SP Services (Dublin) Limited e PK Airfinance S.A.R.L., representados por advogados Drs. Fabio Falkenburguer, OAB/SP 174862, Patrícia Yuriko Matsubara, OAB/SP 248771 e Glaucia Mara Coelho, OA/SP 173018; RRPF ENGINE LEASING LIMITED, representada pelo advogado Dr. Pedro Paulo Barradas Barata, OAB/SP 221727 e pela Sra. Joana Gomes Baptista Bontempo, CPF 059.923.536-58; como credor interessado, Manchester Elliot, representado pelos advogados Drs. Bruno Lardosa, OAB/SP 107633, Guilherme Vaz Leal da Costa OAB/SP 158892, Renata Machado Veloso, OAB/SP 192300, e, na qualidade de interessadas, AEROVIAS DEL CONTINENTE AMERICANO S.A. AVIANCA, AVIANCA HOLDINGS S.A., representadas pelos advogados Drs. Marcos Gomes da Costa, OAB/SP 173369 e Fernanda Neves Piva, OAB/SP 356170. Iniciados os trabalhos, não tendo sido possível a composição entre as partes e tendo os arrendadores reservado todos os seus direitos previstos na Convenção da Cidade do Cabo, a pedido deste Juízo restou consignada a prorrogação da suspensão das ordens de reintegração de posse das aeronaves e/ou motores e das ações judiciais de mesmo objeto até o dia 1º de fevereiro de 2019, nos seguintes termos: as Recuperandas se comprometem: (i) a apresentar, até a data acima, propostas de pagamento das dívidas vencidas anteriormente à data supra e/ou devolução escalonada das aeronaves/motores para exame de cada um dos arrendadores individualmente; (ii) a realizar os pagamentos vincendos a partir de 1º de fevereiro de 2019 nas datas previstas nos contratos originalmente firmados. Caso as Recuperandas não cumpram qualquer das obrigações acima expostas, o direito à reintegração das aeronaves poderá ser exercido automaticamente por todos e qualquer dos arrendadores em relação a todas as aeronaves, comprometendo-se as Recuperandas a realizar os atos necessários à devolução amigável das aeronaves e/ou motores, bem como todos os seus acessórios, a cada um dos arrendadores, incluindo todas as providências para exportação e cancelamento das respectivas matrículas. Caso cumpridas as obrigações acima assumidas pelas Recuperandas, mas não haja concordância por parte dos respectivos arrendadores acerca das propostas a serem apresentadas conforme o item (i) acima, as partes que não tenham chegado a um acordo retornarão a este juízo, que decidirá pela prorrogação ou não da suspensão das ações, bem como sobre a retomada das aeronaves e/ou motores. Para efeito do item (i) acima, as Recuperandas deverão informar nos autos até a data acima o cumprimento do referido item, podendo qualquer credor contestar o recebimento da referida proposta. Em razão do exposto, fica prorrogado o período de suspensão das ações e das medidas administrativas conforme determinado na decisão de fls. 4.417/4.428 até o dia 1º de fevereiro de 2019 para todos os credores, inclusive aqueles que não participaram desta audiência. Saem os presentes intimados. Publique-se o presente termo de audiência. Nada Mais. Lido e achado conforme vai por mim assinado. Eu, Lucia Moreira Roscio, digitei. MM. Juiz Administradora Judicial ALVAREZ E MARSAL Sra. Luciana Fagundes Gasques Dr. Luis Augusto Roux Azevedo Recuperandas Dra. Marcela Quental Dr. Ivo Waisberg Dr. Joel Luis Thomaz Bastos Dr. Gilberto Gornati Sr. Bruno de Queiroz AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC Sra. Luciana Ferreira da Silva Dr. Gustavo Carneiro de Albuquerque Dr. Alice Serpa Braga Wells Fargo Trust Company National Association, ACG Acquisition 4891 LIc, ACG Acquisition 4913 LIc, ACG Acquisition 4941 LIc, ACG Acquisition 4942 LIc, ACG Acquisition 5193 LIc, ACG Acquisition 5278 LIc, ACG Acquisition 5754 LIc, ACG Acquisition 5941 LIc, ACG Acquisition 5299 LIc, Vermillion Aviation (Two) Limited, Constitution Aircraft Leasing (Ireland) 9 e 10 Limited Dra. Renata Duarte Iezzi Dra. Larissa Regina Souza Paganelli Torelli Dr. Lucas Leite Marques Sumisho Aero Engine Lease B.V. Dr. Paulo Fernando Campana Filho Dr. João Paulo de Carvalho Vianna Servera ELFC - Engine Lease Finance Corporation Dra. Ana Carolina Crepaldi de Arruda Penteado Celestial Aviation Trading 4 Limited, Celestial Aviation Trading 26 Limited e Celestial Aviation Trading 55 Limited, Wilmington Trust SP Services (Dublin) Limited e PK Airfinance S.A.R.L. Dra. Patrícia Yuriko Matsubara Dra. Glaucia Mara Coelho Dr. Fabio Falkenburguer RRPF ENGINE LEASING LIMITED Dr. Pedro Paulo Barradas Barata Sra. Joana Gomes Baptista Bontempo Manchester Elliot Dr. Bruno Lardosa, Dr. Guilherme Vaz Leal da Costa, Dra. Renata Machado Veloso AEROVIAS DEL CONTINENTE AMERICANO S.A. AVIANCA, AVIANCA HOLDINGS S.A. Dr. Marcos Gomes da Costa Dra. Fernanda Neves Piva

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Erraram a data na ATA (2018), mas não faz diferença.

 

Dúvida: Por quê a parte citada é a Holdings? E não a OceanAir S.A. ?

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Lembro bem dessa época. Tinha até forista que acreditava tanto nessa história que ainda dizia: "Não é AFA. Estão duvidando? vão ter uma surpresa".... rs

em segundo lugar vem o 737ng novinho que a Boeing ofereceu em troca do PP-SMA

em terceiro vem a historia de "muita gente por trás" interessada em transformar VCP no maior aeroporto de "SP"

quarto o investidor portugues que ia comprar e salvar a Varig.

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Erraram a data na ATA (2018), mas não faz diferença.

 

Dúvida: Por quê a parte citada é a Holdings? E não a OceanAir S.A. ?

Bandeirante a Holding esta apenas como interessada, provavelmente pro ser fiadora/garante em algum contrato. a O6 esta citada nessa parte: a Recuperanda, representada pela Dra. Marcela Quental, OAB/SP 105107, acompanhada dos advogados Drs. Ivo Waisberg OAB/SP 146176, Joel Luis Thomaz Bastos, OAB/SP 122443 e Gilberto Gornati, OAB/SP 296778, bem como do assessor financeiro Sr. Bruno de Queiroz, CPF 043.034.547-02;

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Ou negociar a venda da empresa.

E se a Avianca colombiana comprar a OceanAir...

mas nao são justamente os acionistas do grupo avianca que nunca quiseram a união com a O6?

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ATA bem resumida como se não não tivessem colocado detalhes de possíveis acordos ou garantias. Observem que a Avianca Colômbiana está sim por trás desta história.

 

Existe garantias por trás dessas aeronaves da OceanAir que é a Avianca Colômbiana, observem a qtde de advogados representando.

 

Ao que parece, a Avianca pediu pra ficar com as aeronaves, pois o juiz já determinou o dia do pgto e caso seja seja feito, ele analisará um possível nova prorrogação ou devolução das aeronaves em questão.

Edited by SOUSA CPV

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em segundo lugar vem o 737ng novinho que a Boeing ofereceu em troca do PP-SMA

em terceiro vem a historia de "muita gente por trás" interessada em transformar VCP no maior aeroporto de "SP"

quarto o investidor portugues que ia comprar e salvar a Varig.

Investidor para a Varig na época eu nem duvido, pq José Dirceu ajudou e muito ao triste fim da empresa. Lembram que a Tam fez proposta extremamente interessada nos slots internacionais e ele não aceitou vendendo pra Gol por praticamente metade do preço?

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ATA bem resumida como se não não tivessem colocado detalhes de possíveis acordos ou garantias. Observem que a Avianca Colômbiana está sim por trás desta história.

 

Existe garantias por trás dessas aeronaves da OceanAir que é a Avianca Colômbiana, observem a qtde de advogados representando.

 

Ao que parece, a Avianca pediu pra ficar com as aeronaves, pois o juiz já determinou o dia do pgto e caso seja seja feito, ele analisará um possível nova prorrogação ou devolução das aeronaves em questão.

Se a Holding está por trás da negociação a AVB tem grandes chances de sair da RJ e seguir em frente tomara!

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A AVB ainda continua com a operação da AVA na rota para BOG ou já devolveu a operação?

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A AVB ainda continua com a operação da AVA na rota para BOG ou já devolveu a operação?

Sim. Operava 3 vezes ao dia, 2 com A330 e um com A320. Atualmente opera somente um voo por dia com A330 (voos 850/851).

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Viajando na maionese, será que existiria alguma possibilidade da O6 fazer uma "troca" de aeronaves com a matriz colombiana, repassando as aeronaves novas para a Colômbia e trazendo os A319/A320 mais surrados (ex TACA), que provavelmente tem um leasing mais barato e não são equipados com PTV?

Não, pois a maior prejudicada seria a Avianca Colombia. Não faria lógica ela trocar A32F próprios para pegar novos com leasing caro. Caso sejam leasings, vale a mesma lógica e os lessors não iam gostar de trocar de uma empresa adimplente para uma inadimplente. E é munição para a família Kriete, acionistas minoritários e a United Airlines processarem o Synergy Group.

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Viajando na maionese, será que existiria alguma possibilidade da O6 fazer uma "troca" de aeronaves com a matriz colombiana, repassando as aeronaves novas para a Colômbia e trazendo os A319/A320 mais surrados (ex TACA), que provavelmente tem um leasing mais barato e não são equipados com PTV?

 

Eu diria zero chance, pois se o leasing é mais alto, duvido que a Avianca Colombia tenha interesse em aumentar seus custos e colocar em risco sua rentabilidade, para ajudar a Avianca Brasil.

 

A Avianca Brasil teria que ter feito isso ao longo do tempo - pois agora certamente mesmo os aviões mais baratos custarão mais caro para a empresa.

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Se a Holding está por trás da negociação a AVB tem grandes chances de sair da RJ e seguir em frente tomara!

 

Creio que não seja o caso, se houvessem garantias e ela estivesse realmente por trás, primeiramente não teriam encarado a RJ, e as garantias já teriam sido executadas pelos credores antes de qualquer pedido de arresto ou retomada das aeronaves.

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Eu diria zero chance, pois se o leasing é mais alto, duvido que a Avianca Colombia tenha interesse em aumentar seus custos e colocar em risco sua rentabilidade, para ajudar a Avianca Brasil.

 

A Avianca Brasil teria que ter feito isso ao longo do tempo - pois agora certamente mesmo os aviões mais baratos custarão mais caro para a empresa.

Vai depender de como os irmãos vão olhar a avb daqui pra frente. Se eles quiserem o bem, farão leasing a partir da avianca Colômbia e avb repassa os valores pra eles enquanto aguarda a recuperação do crédito no mercado.

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https://m.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2019/01/avianca-brasil-garante-avioes-na-frota-por-mais-15-dias/161578

 

 

MPRESAS

Avianca Brasil garante aviões na frota por mais 15 dias

14/01/2019 17:55:00 | Danilo Teixeira Alves

 

 

 

 

Divulgação/Avianca BrasilJustiça prorrogou tutela de aeronaves da Avianca Brasil por mais 15 dias

Justiça prorrogou tutela de aeronaves da Avianca Brasil por mais 15 dias

A reunião de conciliação entre a Avianca Brasil e os lessores de aeronaves, que tentam retomar parte da frota da companhia, terminou há pouco sem nenhum acordo. Segundo o jornal O Globo, foi decidido que um novo encontro deverá ocorrer para regularizar os débitos da empresa.

 

De acordo com a publicação, a Avianca se comprometeu a regularizar os pagamentos a partir de 1º de fevereiro. Ou seja, por ora, não haverá retirada de aviões da frota da quarta maior companhia aérea do Brasil.

 

Até o dia 1º de fevereiro a empresa fundada por José Efromovich deverá apresentar um plano para quitar os débitos em aberto.

 

Segundo fontes do Portal PANROTAS, esse plano trará uma nova Avianca Brasil, com mudanças na quantidade de destinos operados e de aeronaves operacionais na frota. O internacional deve ser o mais afetado.

 

AVIANCA SE POSICIONA

 

Em nota, a Avianca Brasil confirmou a prorrogação da tutela de suas aeronaves por mais duas semanas. A empresa reforça que segue operando normalmente, com seus pousos e decolagens mantidos nos cronogramas estabelecidos anteriormente. "A companhia comunica ainda que, no momento, segue com foco total na continuidade de suas operações e na elaboração do Plano de Recuperação Judicial, que será apresentado em breve", finaliza.

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Segundo fontes do Portal PANROTAS, esse plano trará uma nova Avianca Brasil, com mudanças na quantidade de destinos operados e de aeronaves operacionais na frota. O internacional deve ser o mais afetado.

 

Talvez devolvam os A330 e volte ser uma operadora doméstica. Cortar a principal fonte de prejuízo.

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mas nao são justamente os acionistas do grupo avianca que nunca quiseram a união com a O6?

 

É mas observe a quantidade de advogados da colombiana na audiência, praticamente a avalista da história.

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Talvez devolvam os A330 e volte ser uma operadora doméstica. Cortar a principal fonte de prejuízo.

 

O mais correto seria permanecer na StarAlliance e focar apenas no mercado domésticos.

Se ficar apenas com o mercado doméstico rapidinho ela se estabelece. Diria que ao cortar rotas internacionais,

com mais duas aeronaves que sobraria ela poderia abrir 3 novas bases no Brasil.

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O mais correto seria permanecer na StarAlliance e focar apenas no mercado domésticos.

Se ficar apenas com o mercado doméstico rapidinho ela se estabelece. Diria que ao cortar rotas internacionais,

com mais duas aeronaves que sobraria ela poderia abrir 3 novas bases no Brasil.

 

Mas a primeira coisa que ela deve fazer numa recuperação é enxugar e não aumentar custos abrindo novas bases, muito pelo contrário, foca no que rende de verdade e sem medo passa o facão no restante, antes de agradar a Star ela deve é se manter viva.

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A partir de hoje mudanças na politica comercial:

 

AV_1401.png

Edited by SOUSA CPV
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A partir de hoje mudanças na politica comercial:

 

AV_1401.png

 

Desculpe a ignorância, mas o que isso significa? sou muito leito nessa parte.

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Talvez devolvam os A330 e volte ser uma operadora doméstica. Cortar a principal fonte de prejuízo.

 

Pois é, o internacional tem que tirar proveito de um binômio já montado e operacional: Bogotá e Lima.

 

Ligar mercados a Bogotá e de lá vender JFK, MIA, MCO, IAD, LAX, MAD, CDG, LHR, MEX, Caribe, etc etc

 

Não vai funcionar em todo mercado, mas tende a funcionar em alguns!

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O mais correto seria permanecer na StarAlliance e focar apenas no mercado domésticos.

Se ficar apenas com o mercado doméstico rapidinho ela se estabelece. Diria que ao cortar rotas internacionais,

com mais duas aeronaves que sobraria ela poderia abrir 3 novas bases no Brasil.

 

No modelo dela de hoje em dia, abrir base é criar custo fixo que não vai ser tão diluido. Abrir base pra operar 2 voos por dia é caro demais para os dias de hoje -

 

Eu diria que a Avianca precisa maximizar seus custos fixos - uma base como VIX por exemplo deveria ter mais voos para dividir o custo fixo (salarios de funcionarios, alugueis, etc). Os 2 voos tem que pagar todo o staff, esforço comercial e estrutura de suporte, além dos custos da operação (tripulantes inclusive, combustivel) e ajudar a pagar um pouco a conta de GRU.

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