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Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 1]

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Se depender da maioria da sociedade e dos "experts" de plantão jamais teremos no Brasil casos de sucessos de empresas em RJ!!!

 

E pensar que outras tantas cias no mundo passaram por isso!

 

Jesus!!!

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A dívida da Avianca não é tão grande assim como a mídia dizia e alguns foristas por aqui. Pelo tamanho da empresa essa dívida é até dentro da normalidade, e nada absurdo de se renegociar, o problema maior me parece nos vencimentos futuros.

 

Um outro ponto que parece não estar tão bem é fluxo de caixa para empresa continuar pagando suas contas e fazer a malha rodar.

 

Hoepers,

 

A dívida não é grande, isso é fato. Ela é na sua maioria de curto prazo.

 

As dividas totais da empresa em 30-09 batiam em R$ 1,7 bilhão - sendo que ela tem depósitos por conta da compra dos Airbus de cerca de R$ 1,2 bilhão. E tem o PL negativo (que significa usar dinheiro dos outros para financiar seu dia-a-dia, de uns R$ 750 mm a R$ 1 bi). No fim falamos de R$ 1,5 bilhão.

 

você está certo quando diz que o problema é o fluxo de caixa - ninguém quer emprestar, o custo de tomar divida de curto prazo está bem alto (creio que paga mais de 10% ao mes) e pelo que fica claro para nós, o acionista majoritário não aparenta ter interesse em colocar mais $$$ na empresa.

 

Precisam colocar $$$ ontem no caixa ! Pagar as demissões, manter salários em dia, pagar hotéis, fornecedores, e a RJ prejudica tudo isso (vide abaixo).

 

 

 

Se depender da maioria da sociedade e dos "experts" de plantão jamais teremos no Brasil casos de sucessos de empresas em RJ!!!

 

E pensar que outras tantas cias no mundo passaram por isso!

 

Jesus!!!

 

Verdade.

 

Tem ampla literatura sobre isso na internet. Basta usar o Google e vai descobrir que tivemos pouquissimos casos de recuperação judicial de sucesso.

 

O pseudo capitalismo Brasileiro é perverso. Ele é fantástico para os casos de sucesso (cobertura da imprensa, oferta de produtos e serviços dos bancos, fornecedores interessados, parcerias mil) mas ele é nefasto com quem vai mal (criticas, publicidade mais que adicional do ponto de vista negativo, bancos correndo da empresa e tentando tirar o ouro deles, fornecedores querendo pagamento antecipado para entrega de preciosos e necessários insumos....)

 

Criaram a lei para dizer o que pode entrar na RJ. Ótimo!

 

Esqueceram que a partir daquele momento, a empresa não vai mais conseguir comprar do mesmo jeito, vai vender menos, vai pagar mais caro para se financiar, talvez não tenha capital de giro suficiente para suas vendas, e vai levar tempo para cortar sua estrutura.

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Verdade.

 

Tem ampla literatura sobre isso na internet. Basta usar o Google e vai descobrir que tivemos pouquissimos casos de recuperação judicial de sucesso.

 

O pseudo capitalismo Brasileiro é perverso. Ele é fantástico para os casos de sucesso (cobertura da imprensa, oferta de produtos e serviços dos bancos, fornecedores interessados, parcerias mil) mas ele é nefasto com quem vai mal (criticas, publicidade mais que adicional do ponto de vista negativo, bancos correndo da empresa e tentando tirar o ouro deles, fornecedores querendo pagamento antecipado para entrega de preciosos e necessários insumos....)

 

Criaram a lei para dizer o que pode entrar na RJ. Ótimo!

 

Esqueceram que a partir daquele momento, a empresa não vai mais conseguir comprar do mesmo jeito, vai vender menos, vai pagar mais caro para se financiar, talvez não tenha capital de giro suficiente para suas vendas, e vai levar tempo para cortar sua estrutura.

Eu acho que a lei de RJ é boa, o problema é que muito empresário só resolve apelar para ela quando a água já passou do nariz. Aí fica difícil, a situação fica insustentável. Veja o caso das aéreas nos EUA. Várias foram para o Chapter 11 (a LRJ deles) muita antes de apresentar os problemas da AVB. Aliás a AVB só foi para a RJ porque ia perder os aviões, já no desespero total, e mesmo assim, negando que iria fazer isso.

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Eu acho que a lei de RJ é boa, o problema é que muito empresário só resolve apelar para ela quando a água já passou do nariz. Aí fica difícil, a situação fica insustentável. Veja o caso das aéreas nos EUA. Várias foram para o Chapter 11 (a LRJ deles) muita antes de apresentar os problemas da AVB. Aliás a AVB só foi para a RJ porque ia perder os aviões, já no desespero total, e mesmo assim, negando que iria fazer isso.

Exato! As empresas apelam pra RJ quando já estão em situação que faz a recuperação apenas alongar o sofrimento antes da falência. A AVB deveria ter pedido lá no início de 2018, quando viu que teria problemas pra pagar as contas.

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Recuperação judicial pressupõe, ou deveria pressupor, um choque de gestão que envolva a completa substituição dos membros atuais da diretoria da empresa recuperanda. Sem isso, só alonga o processo de falência.

 

O administrador judicial nomeado pelo juiz - muitas vezes um contador ou advogado qualquer - não costuma representar esse "super novo gestor de crises" necessário nesse momento das empresas.

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Recuperação judicial pressupõe, ou deveria pressupor, um choque de gestão que envolva a completa substituição dos membros atuais da diretoria da empresa recuperanda. Sem isso, só alonga o processo de falência.

 

O administrador judicial nomeado pelo juiz - muitas vezes um contador ou advogado qualquer - não costuma representar esse "super novo gestor de crises" necessário nesse momento das empresas.

 

Exatamente essa é a realidade. Meu pai trabalha com recuperação extra-judicial, uma vez foi visitar uma fabrica de alimentos, que tinha bons ativos, uma marca até que forte e tinha lucro operacional, mas estava quebrada por causa da gestão. Foi proposta a parceria que incluía gente da consultoria para atuar dentro da empresa para fazer girar, mas o dono da fábrica disse: "Não quero ninguém aqui dentro, só preciso do dinheiro". A parceria não foi pra frente, e 6 meses depois a empresa abriu falência (o juiz negou o pedido de RJ).

Ou seja, muitas vezes o EGO do dono da Cia impede de pedir socorro quando ainda há salvação, só pedindo quando já é tarde demais.

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Mas quando quebra coloca o disco "culpa do governo, custo Brasil, etc.". Não que o governo não tenha culpa, mas é fácil acusar os outros e não reconhecer a responsabilidade.

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Há ou haverá algum dano com relação à permanência da empresa na Star Alliance?

 

Quando é que finalmente a Azul entra na aliança, sendo que Azul é TAP e ambas são meio que United???

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Há ou haverá algum dano com relação à permanência da empresa na Star Alliance?

 

Quando é que finalmente a Azul entra na aliança, sendo que Azul é TAP e ambas são meio que United???

 

As pessoas estão preocupadas com empregabilidade, ao contrário de ti que só pensa em milhagem

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Olá PT-KTR,

 

O drama da Avianca Brasil vem sendo largamente discutido aqui no fórum, por vezes com solidez nos comentários e por gente com experiência e conteúdo, porém na maioria das vezes apenas tendo ou a paixão "clubística" ou o achismo ditar o que se escreve!

 

É lógico que todos desejamos uma recuperação rápida para a empresa, sem escalonamentos prejudiciais a seus muitos funcionários.

 

Entretanto, meu questionamento não é de todo impertinente, se se quiserparar para pensar! Claro que a aliança tem interesse em tudo o que acontece com a O6 e não quer perder seu grande mercado no Brasil, o qual poderia ser "repassado" para a Azul, que é "dona" por assim dizer de um membro Star Alliance e já tentou se juntar à aliança outras vezes...

 

Pena que alguns preferem com frequência se deixar levar pelo clubismo e ofender sem justificativa, talvez o grande mal desta geração através de redes sociais e similares...

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A azul já tem acordos de code share com a united e tap e com muitas outras companhias

Qual o interesse dela de se juntar a star alliance?

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A azul já tem acordos de code share com a united e tap e com muitas outras companhias

Qual o interesse dela de se juntar a star alliance?

 

Bom, atualmente varias cias ja fazem code share de forma separada, porem é vergonhoso para os CLIENTES a rede de emissão de bilhetes premios com o programa azul.. star tem muito mais rede.

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Acho ja foi a época que fazer parte de uma aliança trazia alguma vantagem para as empresas. Hoje vale muito mais a pena ter bons acordos de distribuição com congêneres do que gastar uma fortuna pra estar numa lista de empresas sócias.

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Acho ja foi a época que fazer parte de uma aliança trazia alguma vantagem para as empresas. Hoje vale muito mais a pena ter bons acordos de distribuição com congêneres do que gastar uma fortuna pra estar numa lista de empresas sócias.

Exemplo disso é a Emirates.

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Acho ja foi a época que fazer parte de uma aliança trazia alguma vantagem para as empresas. Hoje vale muito mais a pena ter bons acordos de distribuição com congêneres do que gastar uma fortuna pra estar numa lista de empresas sócias.

 

Exatamente! E estamos vendo bem isso nessa crise da O6/ONE, será que sem Star Alliance ela teria afundado desse jeito? Sabemos que as alianças tem diversas exigências que a empresa é obrigada a cumprir (estando em seu planejamento ou não). Gostando ou não da Azul, ela é a empresa que "dita a moda" na aviação Brasileira, e não vemos ela no desespero de entrar em uma aliança.

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Caros, mais de 20 postagens foram apagadas por serem off-topic, provocativas e sem respeitar a opinião alheia, apesar dos avisos da moderação.

 

É incrível ter que dar puxões de orelhas em pessoas já adultas, que já passaram da fase da adolescência e que não tem a maturidade de respeitar uma opinião contrária a sua.

 

Querem discutir? Existe MP para isso.

 

Portanto, tópico trancado até os ânimos esfriarem ou surgir fato novo sobre a Avianca Brasil.

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Conforme reunião óntem, está em estudo o cancelamento da perna IOS-SSA e BSB-BEL, tão batendo lata. Está sendo negociada a permanencia na Star Alliance (a jóia, que é o termo que se usa para designar as licenças custa 5 milhões de Dólares). No operações estão colocando em prática aumentar a produtividade dos 18/19, e eventualmente diminuir o número de horas voadas lembrando a estratégia da Gol (voando menos, 16 dias, poucos SA). Fortaleza e Salvador-BOG a princípio ficam na malha e a cereja do bolo, o 330 Cargueiro fica, esse a grana é garantida pois são contratos top.

Corre a AFA de demissões de NEM(que eu não acredito pois os que descem copila do 30 não voltam Comando no 20), bem como a insarisfação a algumas cláusulas da LNR. Realmente não brigaram os representantes nossos no SNA para melhorar e brigar por algumas questões como manutenção da Amil, garantias se manterão um quadro de promoções, horas voadas mínimas e etc.

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Conforme reunião óntem, está em estudo o cancelamento da perna IOS-SSA e BSB-BEL, tão batendo lata. Está sendo negociada a permanencia na Star Alliance (a jóia, que é o termo que se usa para designar as licenças custa 5 milhões de Dólares). No operações estão colocando em prática aumentar a produtividade dos 18/19, e eventualmente diminuir o número de horas voadas lembrando a estratégia da Gol (voando menos, 16 dias, poucos SA). Fortaleza e Salvador-BOG a princípio ficam na malha e a cereja do bolo, o 330 Cargueiro fica, esse a grana é garantida pois são contratos top.

Corre a AFA de demissões de NEM(que eu não acredito pois os que descem copila do 30 não voltam Comando no 20), bem como a insarisfação a algumas cláusulas da LNR. Realmente não brigaram os representantes nossos no SNA para melhorar e brigar por algumas questões como manutenção da Amil, garantias se manterão um quadro de promoções, horas voadas mínimas e etc.

Demitir NEM, realmente não faz sentido, desrespeitaria a Convenção Coletiva, sem ganho nenhum operacional/financeiro para a empresa.

O NEM na Avianca-Brasil, nada mais é que um Copiloto, exercendo função de Copiloto e ganhando como copiloto. Porém por ter a carteira/Treinamento de Comandante se constitui em uma reserva técnica importante caso ocorra alguma necessidade de repor o quadro de Cmtes. Além de que, a empresa economiza um Inicial, quando comparamos com a Elevação norma de um copiloto. Simples assim!

 

O 330F ficar, apesar de ser contrato com a Tampa Cargo e aparentemente ser bem rentável, fiquei surpreso deles terem decidido assim. Não por questões operacionais, mas por mudanças radicais de estratégia que eu ainda espero ver. Mas torço por isso, pois serão menos demissões

 

Outra coisa, as negociações do SNA com a Empresa não devem está fáceis.

Não por culpa da empresa, por mais que pareça isso, mas por que tem muita coisa atrelada a decisões de aporte financeiro que estão em pleno andamento e que não podem ser divulgadas.

 

Vamos aguardar e torcer para que o resultado disso tudo se traduza em menos demissões e a continuação de mais uma opção para os paxs na hora de comprar passagem

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Ao que tudo indica, em meio ao "caos", há certa ordem.

 

É o momento da empresa se reorganizar e voltar a comer pelas beiradas.

 

No mais, qual a segurança para quem voará com a Avianca nos próximos 15 dias?

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Fiz 2 voos pela avianca recentemente

Os 2 primeiros que fiz com eles desde a rj

O que me chamou a atenção foi que só serviram água como bebida apesar que mantiveram os sanduíches quentes

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Sobre as tripulações Cmte e cop dos 330. Voltam pro 320?

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Sobre as tripulações Cmte e cop dos 330. Voltam pro 320?

Oficialmente, até o momento sim.

Os voos que o mesmo faz, Mia JfK e SCL estão informados que descontinuarão 31/03

O Bog é voo da Colombiana

 

O Cargueiro, oficialmente, ainda não foi comunicado nada para o grupo.

Acho que muita coisa só será definida melhor nos primeiros dias de Fevereiro

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Menos mal

Seria injusto cortar por equipamento. Um recém promovido ao 330 seria o azarado, enquanto que o antigão do 20 levou sorte.

 

Movendo as trips do 30 para o 20, incha ainda mais o quadro do 320 com as devoluções.

 

Dos males o menor agora: que a RJ seja aceita, o plano esteja a contento.. e segue a aviação. A passos brandos e largos, com altos e baixos como sempre foi

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Menos mal

Seria injusto cortar por equipamento. Um recém promovido ao 330 seria o azarado, enquanto que o antigão do 20 levou sorte.

 

Movendo as trips do 30 para o 20, incha ainda mais o quadro do 320 com as devoluções.

 

Dos males o menor agora: que a RJ seja aceita, o plano esteja a contento.. e segue a aviação. A passos brandos e largos, com altos e baixos como sempre foi

Exatamente, até por que na Convenção, não é prevista redução de força de trabalho por Equipamento.

Além de que, fazer um CCQ do 30 para o 20, na maioria dos casos custará menos que 1/10 de uma possível rescisão de Pilotos com média de mais de 10 anos de empresa

Sem contar o risco jurídico de uma possível reintegração e outros danos.

 

Acho que o que definirá o futuro da AVB, pelo menos no curto/médio prazo. Será a capacidade dos seus controladores levantarem Investidores nesses próximos dias

Se é que ainda não o fizeram Paralelo a um choque profundo de Gestão

A marca é forte, ou melhor, ainda da pra ser recuperada.

Tem Certificações que além de valer grana, demoram muito tempo pra serem obtidas

E sem falar, tinha até então 15% de um mercado em um país Estratégico que tem 200 mil de consumidores e com boas perspectivas.

Os números sao muito ruins mas não são tão absurdos quando comparados com as outras três. Ainda mais para uma empresa que não abriu capital

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