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A345_Leadership

Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 1]

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PR-OCA parou em CGH 19/12. registro cancelado.

Os A330 operacionais PR-OCG PR-OCK.

PR-ONZ faz quase um ano que esta em SJK, desde então nunca mais saiu de lá. Era um dos que seria transferido para Argentina.

Valeu pela info do OCA, o ONZ vejo em SJK direto quando opero lá, já os 330 são OCG e OCX os operacionais mesmo, OCG decola do JFK daqui a pouco e OCX para MIA

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PR-ONZ parado há 1 ano? Um avião de 2014?

 

A falta de gestão chegou ao nível que eu não imaginava.

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PR-ONZ parado há 1 ano? Um avião de 2014?

 

A falta de gestão chegou ao nível que eu não imaginava.

 

ONZ realizou o último voo pela AVB no dia 16/06/2018, BSB-CGH O66063.

 

PR-OCA parou em CGH 19/12. registro cancelado.

Os A330 operacionais PR-OCG PR-OCK.

PR-ONZ faz quase um ano que esta em SJK, desde então nunca mais saiu de lá. Era um dos que seria transferido para Argentina.

 

OCA consta no RAB como: ARREND.OPERACIONAL/HIPOTECA/CESSAO DE GARANTIA , existe algum motivo para que ele não tenha sido retomado ainda? O que significaria em concretude a situação dele?

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ONZ realizou o último voo pela AVB no dia 16/06/2018, BSB-CGH O66063

Depois dia 25/06 fez CGH-SJK e tá lá até hoje

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É brilhante, mas falta combinar com os credores, que convenhamos, não são nada bobos.

 

Abraços.

Pois é, mas como o KTR disse, há laranjas e a cara de pau é manto de parte do empresariado brasileiro.

 

Talvez os grandes consigam algo, mas os pequenos, vai ser na conta do Abreu...

 

A345, creio que sua teoria seja completamente certa e para os credores? Laranjas existem no BR há décadas cumprindo esse papel!

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OCA consta no RAB como: ARREND.OPERACIONAL/HIPOTECA/CESSAO DE GARANTIA , existe algum motivo para que ele não tenha sido retomado ainda? O que significaria em concretude a situação dele?

Eu vi no FlightRadar que haviam alguns voos programados para ele neste mês, porém todos foram cancelados e a acft permanece groundeada.

Talvez (não tenho certeza) esteja como garantia de hipoteca, só aguardando os trâmites para retorno ao lessor.

Eu voei nele uns tempos atrás.. É um dos últimos fabricados em 2014 que não tem iluminação externa em leds.

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Seria de fato, uma possibilidade, mas quando as ações foram penhoradas, os irmãos já não tinham capacidade de fazer uma injeção com dinheiro "próprio", pois tanto suas pessoas físicas como o Grupo Synergy (oceanair, digex, opta, eisa, etc) já tinham sido objeto de execuções e tentativas de penhora.

Evidentemente que eles possuem muito dinheiro no exterior e em offshores por ai, mas se tem um lugar aonde eles não vão colocar dinheiro é nos próprios negócios, em que revelariam o caminho das pedras aos credores.

Enfim a penhora é efeito da bancarrota dos irmãos, que é a causa.

Sim, claro, mas convenhamos que, olhando por alto, a O6 não era um negócio inviável até o início de dezembro, nem tinha dívida impagável. Justamente o resto dos negócios deles é que estrangularam a O6.

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Menor custo do mundo! Não pagam aviões, hotéis, transportes, pilotos nem comissários

Daqui a pouco alguém da Rayanair virá saber com se gere uma empresa pra ter CASK tão baixo.

 

Point of no return já passou.

Estão só empurrando o defunto ladeira abaixo, infelizmente. Uma bela empresa, má gerida, que entrará para a história.

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Com uma dívida de 490 milhões, 200 já ajudava né? De repente seria mais fácil de sair do parafuso...

Mas não é só a dívida o problema. E o giro??

 

Já falei semanas atrás, AVB só saí se sair todos os cabeças atuais e alguém pra capitalizar. Precisaria aí desses 200 pra pagar a dívida de curto prazo e tornar o resto administrável. Mas precisaria tb aí de uma boa grana, chuto outros 150 a 200 pra girar a empresa, que precisará de um enxugamento (quadro e aeronaves) e mudar toda a estratégia. Tem que sair do olho do furacão, ela só se mete em todas saturadas

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Os credores agora nada podem fazer com a Ocean Air.....Já sabem que é cachorro morto!!

 

Restam verificar se ainda podem aproveitar alguma coisa da RJ, e se tiver alguma chance de recuperar alguma casca do fruto vão sim refletir muito em relação a aprovação a RJ.

 

No mais o Judiciário travou em cima do processo e sob chuvas e trovadas e a frota está aí...Do jeito que os irmãos queriam!

 

Resta saber se haverá fluxo de disponível até abril....Minha aposta que o $$$ vai brotar que nem água no Deserto do Saara e cabelo em cabeça de careca. Os "incêndios" até lá vão ser apagados, a marca vai ser ainda mais sacrificada e continua a idéia de que já estão iniciando um processo meio cabuloso de concepção e venda da unidade produtiva.

 

Ocean Air e Avianca já eram!! E com elas muitos e muitos empregos! E a filtragem já começou com os atrasos de salários, fgts e afins. A Tortura é agora! Serviço de bordo? Série na TV?....Isso nem passa mais pela cabeça desses caras.

 

Já vimos bem esse caso antes ( VARIG > VARIG LOG > GOL ), e se verificarem foi igual....E muitos dos credores da então falecida VARIG S.A continuaram fazendo normalmente seus negócios com os envolvidos na compra da UPV ! Tudo de uma forma de outra se ajusta.

 

Pois é, mas como o KTR disse, há laranjas e a cara de pau é manto de parte do empresariado brasileiro.

 

Talvez os grandes consigam algo, mas os pequenos, vai ser na conta do Abreu...

 

 

A questão é que provavelmente os credores não vão aceitar o plano de recuperação judicial como foi colocado, basicamente eles criam uma empresa nova a tal "up air" cujo único "ativo" (que ainda não esta claro se é possível a transferência, pois depende do posicionamento judicial sobre o tema) seriam os slots da AVB (e outros que a própria AVB julgar oportuno) o dinheiro da venda desta "unidade produtiva", vai primeiro para pagar o fundo abutre (Elliot), o que sobrar vai para pagar os credores, com prioridade para aqueles que concordaram com a engenharia financeira.

Se não sobrar nada, ninguém recebe nada, e ta tudo quitado e os irmãos ainda ficam com a Avianca sem as dívidas sujeitas ao concurso de credores.

Não precisa nem estudar muito para saber que estes slots só interessam para empresas aéreas, que receberiam boa parte deles pelos critérios de distribuição da ANAC se a AVB falir, ou seja além de duvidosa a possibilidade de transferência seu valor financeiro é bem discutível.

Ah pode ser que um "laranja" compre os slots, pague o fundo e depois os repasse para a AVB sem dívidas? Até pode ser! Mas existem inúmeras dificuldades práticas e jurídicas em fazer isso.

O problema e que neste caso a falência seria mais interessante para os credores, eles não teriam nenhum vantagem em aceitar este plano de recuperação.

Sinceramente é a primeira vez que vejo um plano de recuperação que parte do princípio que não via pagar os credores. É surreal. Estão vendendo uma mera ilusão e dificilmente os credores vão cair nessa.

Já vi planos bem ruins para os credores, mas era na base do "é melhor isso que nada".

Neste caso s[o vejo o "nada".

 

 

Sim, claro, mas convenhamos que, olhando por alto, a O6 não era um negócio inviável até o início de dezembro, nem tinha dívida impagável. Justamente o resto dos negócios deles é que estrangularam a O6.

 

Então, por alto sim!

Mas não sabemos o grau de dependência da AVB do dinheiro dos irmãos e se sua situação atual se deu por conta do fechamento do fluxo de dinheiro da Synergy para AVB ou se de mal gestão mesmo.

O que sabemos é que no ano passado, os irmãos tentaram de toda forma uma manobra acionária na AVB (fusão com a colombiana) para mitigar o impacto de bancarrota dos seus negócios no Brasil na AVB! Mas a irma Colombiana não aceitou, por conta do veto dos Kingsland. Provavelmente já sabiam do tamanho do buraco.

Enfim se eu tivesse que chutar...diria que a gestão ruim porquê sabia que entrava dinheiro quando precisava.....uma hora parou de entrar, mas é apenas exercício de achismo.

 

 

Abraços

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Então, por alto sim!

Mas não sabemos o grau de dependência da AVB do dinheiro dos irmãos e se sua situação atual se deu por conta do fechamento do fluxo de dinheiro da Synergy para AVB ou se de mal gestão mesmo.

O que sabemos é que no ano passado, os irmãos tentaram de toda forma uma manobra acionária na AVB (fusão com a colombiana) para mitigar o impacto de bancarrota dos seus negócios no Brasil na AVB! Mas a irma Colombiana não aceitou, por conta do veto dos Kingsland. Provavelmente já sabiam do tamanho do buraco.

Enfim se eu tivesse que chutar...diria que a gestão ruim porquê sabia que entrava dinheiro quando precisava.....uma hora parou de entrar, mas é apenas exercício de achismo.

 

Abraços

Eu acho que a ONE tinha uma "boa" gestão, preferiu crescer em oferta em vez de novas bases, diluindo o custo fixo das bases existentes.

 

Não sou do grupo que falam "ah sabia que não ia dar certo", pois muitos ficavam especulando e dizendo que a empresa deveria ser mais arrojada. Aqui no CR tem um monte.

 

Mas, vemos agora que a expansão internacional cobrou seu preço, em dois anos 3 novas bases internacionais, 6 novas domésticas e trazendo mais aviões enquanto que a frota tinha uma boa folga.

 

A empresa vai quebrar não pelos erros dos últimos anos, mas precisamente dos últimos meses, pois estamos vendo um show de falta de comunicação, presepadas e um cinismo do alto escalão, que encaram a crise na ONE como uma marolinha. Acham que haverá um salvador sendo que há um consenso crescente que o Brasil não tem capacidade para ter quatro companhias nacionais. LATAM tem o mercado internacional, Gol sua extensa malha doméstica, Azul a rede regional, e a ONE? O que ela tem de interessante para o mercado?

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Eu acho que a ONE tinha uma "boa" gestão, preferiu crescer em oferta em vez de novas bases, diluindo o custo fixo das bases existentes.

 

Não sou do grupo que falam "ah sabia que não ia dar certo", pois muitos ficavam especulando e dizendo que a empresa deveria ser mais arrojada. Aqui no CR tem um monte.

 

Mas, vemos agora que a expansão internacional cobrou seu preço, em dois anos 3 novas bases internacionais, 6 novas domésticas e trazendo mais aviões enquanto que a frota tinha uma boa folga.

 

A empresa vai quebrar não pelos erros dos últimos anos, mas precisamente dos últimos meses, pois estamos vendo um show de falta de comunicação, presepadas e um cinismo do alto escalão, que encaram a crise na ONE como uma marolinha. Acham que haverá um salvador sendo que há um consenso crescente que o Brasil não tem capacidade para ter quatro companhias nacionais. LATAM tem o mercado internacional, Gol sua extensa malha doméstica, Azul a rede regional, e a ONE? O que ela tem de interessante para o mercado?

 

Ótimas colocações. Talvez o único diferencial que a ONE poderia ter seria o público executivo, que com as reestruturações do produto da GOL, acabaram migrando para a laranja. Um pouco off-topic, mas uma coisa que sempre achei inconveniente foi o fato de que a antecipação de voos somente poderia ocorrer no balcão de check-in.

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LATAM tem o mercado internacional, Gol sua extensa malha doméstica, Azul a rede regional, e a ONE? O que ela tem de interessante para o mercado?

Talvez os irmãos já perceberam isso ha tempos.

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A O6 vai fazer os voos para Bogotá, saindo do Nordeste, conjugados. Vai ser CGH/SSA/BOG/FOR/BOG/SSA/CGH. Deveria ter feito isso desde o início, teria economizado combustível, ganhado as reduções fiscais e aumentado o cask.

 

Assim, a partir de outubro, a ONE descontínua o CGH/FOR/CGH, permanecendo somente o de SSA e o giro para Fortaleza vai ocorrer em Bogotá.

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Eu acho que a ONE tinha uma "boa" gestão, preferiu crescer em oferta em vez de novas bases, diluindo o custo fixo das bases existentes.

 

Não sou do grupo que falam "ah sabia que não ia dar certo", pois muitos ficavam especulando e dizendo que a empresa deveria ser mais arrojada. Aqui no CR tem um monte.

 

Mas, vemos agora que a expansão internacional cobrou seu preço, em dois anos 3 novas bases internacionais, 6 novas domésticas e trazendo mais aviões enquanto que a frota tinha uma boa folga.

 

A empresa vai quebrar não pelos erros dos últimos anos, mas precisamente dos últimos meses, pois estamos vendo um show de falta de comunicação, presepadas e um cinismo do alto escalão, que encaram a crise na ONE como uma marolinha. Acham que haverá um salvador sendo que há um consenso crescente que o Brasil não tem capacidade para ter quatro companhias nacionais. LATAM tem o mercado internacional, Gol sua extensa malha doméstica, Azul a rede regional, e a ONE? O que ela tem de interessante para o mercado?

 

Concordo com a leitura dos erros do passado recente.

 

O que a ONE tem de interessante para o mercado?: 19 pares de slots em CGH e 60 pares em GRU com bancos de conexão bem definidos. Para uma companhia que quer de crescer no maior aeroporto do Brasil e não consegue porque a capacidade está estrangulada, isso tem muito valor.

Ainda mais se considerarmos que GRU de amanhã é o CGH de hoje: capacidade no limite e yields altos.

 

Em um cenário de incorporação dos slots da O6 pela AD, por exemplo, esta passaria a ter a maior malha doméstica em GRU (em número de decolagens) e chegaria a 20% da fatia em CGH.

 

Ainda que a proposta da Life Air pareça mais um trambique dos irmãos, o mercado sabe que esses slots são, de fato, ativos com capacidade enorme de geração de lucros no presente e, principalmente no futuro.

Caso a O6 feche e seus slots sejam devolvidos eles serão novamente distribuídos, o que pode não ser interessante para uma certa empresa que tenta entrar forte em GRU e não consegue.

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Concordo com a leitura dos erros do passado recente.

 

O que a ONE tem de interessante para o mercado?: 19 pares de slots em CGH e 60 pares em GRU com bancos de conexão bem definidos. Para uma companhia que quer de crescer no maior aeroporto do Brasil e não consegue porque a capacidade está estrangulada, isso tem muito valor.

Ainda mais se considerarmos que GRU de amanhã é o CGH de hoje: capacidade no limite e yields altos.

 

Em um cenário de incorporação dos slots da O6 pela AD, por exemplo, esta passaria a ter a maior malha doméstica em GRU (em número de decolagens) e chegaria a 20% da fatia em CGH.

 

Ainda que a proposta da Life Air pareça mais um trambique dos irmãos, o mercado sabe que esses slots são, de fato, ativos com capacidade enorme de geração de lucros no presente e, principalmente no futuro.

Caso a O6 feche e seus slots sejam devolvidos eles serão novamente distribuídos, o que pode não ser interessante para uma certa empresa que tenta entrar forte em GRU e não consegue.

Mas a Azul não assumiria o passivo,só vai entrar no jogo se for para não pagar muito,vide Gol fez com a VRG e nunca precisou pagar as dívidas da VARIG, se for assim,até as concorrentes podem entrar na briga

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Será que até ela tá viva??

 

Avianca Brasil

Alteração no GRU-AJU-GRU (6196/6197)

Atualmente:

O6 6196 - GRU 15h05 - 17h45 AJU
O6 6197 - AJU 18h15 - 21h05 GRU

A partir de 31 de Março:

O6 6196 - GRU 22h30 - 01h10 AJU

A partir de 1 de Abril:

O6 6197 - AJU 04h30 - 07h20 GR

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Uma coisa é fato, se sobreviver, agora vão aprender a utilizar avião.

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Uma coisa é fato, se sobreviver, agora vão aprender a utilizar avião.

 

Parece que agora sim, pq pelo horário percebe-se que seria aeronave de pernoite em GRU

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A O6 vai fazer os voos para Bogotá, saindo do Nordeste, conjugados. Vai ser CGH/SSA/BOG/FOR/BOG/SSA/CGH. Deveria ter feito isso desde o início, teria economizado combustível, ganhado as reduções fiscais e aumentado o cask.

 

Assim, a partir de outubro, a ONE descontínua o CGH/FOR/CGH, permanecendo somente o de SSA e o giro para Fortaleza vai ocorrer em Bogotá.

 

Dei uma olhada em abril e tanto de SSA quanto de FOR estão todos via GRU ou GIG

Edited by SOUSA CPV

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Dei uma olhada em abril e tanto de SSA quanto de FOR estão todos via GRU ou GIG

Olha de novo... Você vai ver que o giro de FOR é em Bogotá agora. Vai ser uma única aeronave fazendo todos os trechos. Como dito acima, a O6 está tentando aprender usar avião.

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Visível tbm, as tarifas para abril, já bem diferentes

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Visível tbm, as tarifas para abril, já bem diferentes

Já era pra ter feito isso há pelo menos 2 anos quando a 1a incursão na Internacional já começou a dar ruim.

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Eu acho que a ONE tinha uma "boa" gestão, preferiu crescer em oferta em vez de novas bases, diluindo o custo fixo das bases existentes.

 

Não sou do grupo que falam "ah sabia que não ia dar certo", pois muitos ficavam especulando e dizendo que a empresa deveria ser mais arrojada. Aqui no CR tem um monte.

 

Mas, vemos agora que a expansão internacional cobrou seu preço, em dois anos 3 novas bases internacionais, 6 novas domésticas e trazendo mais aviões enquanto que a frota tinha uma boa folga.

 

A empresa vai quebrar não pelos erros dos últimos anos, mas precisamente dos últimos meses, pois estamos vendo um show de falta de comunicação, presepadas e um cinismo do alto escalão, que encaram a crise na ONE como uma marolinha. Acham que haverá um salvador sendo que há um consenso crescente que o Brasil não tem capacidade para ter quatro companhias nacionais. LATAM tem o mercado internacional, Gol sua extensa malha doméstica, Azul a rede regional, e a ONE? O que ela tem de interessante para o mercado?

 

Eu diria que ela tem/tinha um produto exclusivo - espaço, bom atendimento, entretenimento e alimentação "gratuita" - cobrando o preço errado por isso. Se fosse administrada com seriedade, teria lugar para ela no Brasil; talvez com uma malha menor, talvez fora do modelo de "hub", operando ponto a ponto somente o high yield; talvez até fora da Star Alliance. Mas teria.

Edited by F-GSPN
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Olha de novo... Você vai ver que o giro de FOR é em Bogotá agora. Vai ser uma única aeronave fazendo todos os trechos. Como dito acima, a O6 está tentando aprender usar avião.

 

Não necessariamente a saída do CGHFOR significa otimização da frota.

Ao deixar de voar esse voo, você abre um buraco na malha, ou seja, um período em que o avião fica sem voar.

Se você não colocar o avião para voar nesse espaço em outra rota, estará perdendo dinheiro - a não ser que o CGHFOR semanal não pagasse nem seus custos variáveis. Mas, se esse voo dava algum dinheiro e, depois do corte o avião ficar sem voar aos sábados (parado em CGH) isso significa perda de oportunidade.

Edited by PT-ING

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