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Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 1]

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Pode ser no hotel mesmo, aí faz sentido..

Mas explico, tripulantes se referem ao pernoite ou cidade como no lugar...

Ex: saímos no Brasília; nos conhecemos no Madri, e por aí vai... portanto, no Marabá poderia ser um voo pra Marabá...

Quem voa entende

 

Nunca vi tripulante falar assim, se referir ao HOTEL como NO XYZ ok, mas cidade... sempre ouvi pessoas falando EM... Peguei fulana EM RECIFILIS, comi moqueca EM VITÓRIA...

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Nunca vi tripulante falar assim, se referir ao HOTEL como NO XYZ ok, mas cidade... sempre ouvi pessoas falando EM... Peguei fulana EM RECIFILIS, comi moqueca EM VITÓRIA...

Correto, bem observado

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"Varig estava muito pior do que a Avianca", diz especialista
15/03/2019 17:53 | Da Redação
No último dia 11, a Azul Linhas Aéreas comunicou ao mercado o seu interesse em adquirir ativos da Avianca Brasil, que está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado, por US$ 105 milhões. Segundo o comunicado da divulgado pelas aéreas, o interesse estaria principalmente em 70 pares de slots e 30 Airbus A320 da companhia de José Efromovich. Após o anúncio, a semelhança com o processo de recuperação judicial enfrentado pela Varig, que foi comprada pela Gol em 2007, veio à mente de muitos integrantes da indústria. Há diferenças, porém. Entenda a seguir.


Divulgação/Avianca Brasil
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"O processo em si é semelhante, mas existem diferenças cruciais nos dois casos. A semelhança está no fato de uma concorrente apresentar a proposta para comprar a empresa em dificuldades. No entanto, na época, a situação da Varig era muito pior do que a enfrentada hoje pela Avianca Brasil”, explica o sócio e especialista em Recuperação Judicial do Vinhas e Redenschi Advogados, Tony Rivera (foto abaixo). “A Avianca ainda consegue realizar suas operações, a Varig nem isso conseguia mais.” Para Rivera, um dos erros da Varig foi a demora no pedido de recuperação judicial, erro este que a Avianca Brasil não cometeu, já que recorreu à medida no primeiro momento em que se sentiu ameaçada.

De acordo com a proposta, a compra, se concretizada, se dará por meio de uma Unidade Produtiva Isolada (UPI), cuja estrutura ainda será definida. O documento assinado prevê ainda um DIP Financing, empréstimo com caráter de investimento prévio, para que possa manter sua operação até a realização do leilão de venda da UPI, que será agendado pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

“A UPI é uma solução muito comum em processo de recuperação judicial em qualquer setor da economia. Claro, desde que a recuperanda coloque à venda os seus ativos mais interessantes. A chance de você conseguir vender um ativo que não tenha atratividade para o mercado é muito pequena. No caso da Avianca Brasil, não parece que é o que está acontecendo”, explicou.

A UPI é benéfica ao comprador porque ela opera de forma independente em relação à empresa em dificuldades financeiras. Ou seja, quem comprar os ativos não terá nenhuma responsabilidade com dívidas trabalhistas, comerciais ou de outras naturezas.

Rivera explica que a regra para venda da UPI é o leilão, desde que esteja no plano de recuperação judicial da empresa e que seja aprovado pelos credores. Com a venda em leilão, abre a possibilidade de que outras empresas façam as suas ofertas – fato este que deve acontecer pela UPI a ser criada pela Avianca Brasil.
default.jpgO sócio e especialista em Recuperação Judicial do Vinhas e Redenschi Advogados, Tony Rivera

FUNCIONÁRIOS E SLOTS Mas e os quase cinco mil colaboradores da Avianca Brasil? Permanecem na empresa ou vão para a nova administração? “A princípio, vai junto, mas isso é algo que depende do plano de recuperação judicial. Há vários tipos de negociações referentes a isso: funcionários que vão, concessão de prazo para que o comprador decida quem vai e quem fica. Não sabemos ainda qual será o utilizado pela Avianca, mas é muito provável que exista essa porta de saída. A compra da UPI não garante 100% dos postos de trabalho, infelizmente”, afirma.

Ainda conforme o especialista, o slot, em tese, é um bem que não poderia ser comercializado. No entanto, o poder concedente pode autorizar a transferência para outra empresa. “Mas também é outra coisa que depende de inúmeras autorizações e que abre oportunidades para que outras aéreas se sintam prejudicadas pela medida. E se isso acontecer, se levará mais tempo ainda para a concretização da venda”, opina.

Por fim, Rivera acha que, se a compra for concretizada, todo o processo levará mais de um ano. “São muitas aprovações, homologações e questões jurídicas envolvidas. O anúncio da Azul no início da semana é só o começo desta história”, finalizou.

Questionada sobre a data de apresentação do plano de recuperação judicial, a assessoria de imprensa da Avianca Brasil disse que não iria se manifestar.

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Vai vender por 400 milhões e dar calote de 1,1bilhao ?

A nota não abre

Vamos nem usar esse termo calote visto que a AVB seguirá de pé, só que com uma dúvida de 1 bi.

Aí pergunto aos universitários, como vc poderá pagar uma dívida de 1 bi com uma empresa de porte reduzido ( perde parte para a UPI) e com geração menor de fluxo de caixa ??

Nem fazendo malabarismo mais conseguir empurrar pra frente por muito tempo. Até onde ela vai resistir? Vide a Passaredo que vai resistindo no seu calvário, mas sem sinal de se reerguer e poder expandir para ganhar musculatura e reduzir seu endividamento.

 

Sem dúvidas o setor aéreo não é pra amadores. Não há perdão para erros consecutivos.

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Dizem que a Passaredo tem dias contados, pois não está pagando leasing e a NAC dona dos aviões pretende levar-los embora.

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Dizem que a Passaredo tem dias contados, pois não está pagando leasing e a NAC dona dos aviões pretende levar-los embora.

Fora a quantidade de cancelamentos que está absurda.

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Vamos nem usar esse termo calote visto que a AVB seguirá de pé, só que com uma dúvida de 1 bi.

Aí pergunto aos universitários, como vc poderá pagar uma dívida de 1 bi com uma empresa de porte reduzido ( perde parte para a UPI) e com geração menor de fluxo de caixa ??

Nem fazendo malabarismo mais conseguir empurrar pra frente por muito tempo. Até onde ela vai resistir? Vide a Passaredo que vai resistindo no seu calvário, mas sem sinal de se reerguer e poder expandir para ganhar musculatura e reduzir seu endividamento.

 

Sem dúvidas o setor aéreo não é pra amadores. Não há perdão para erros consecutivos.

 

 

Coloca consecutivos nisso. Foram anos de erros na administração, os pequenos foram se somando desde o início da década, pioraram quando novos erros trouxeram consigo um valor muito alto, pagou o preço de querer crescer como a Azul, mas concorrendo com a TAM e a GOL em GRU e BSB, no meio da crise e com uma estrutura interna totalmente diferente.

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Dizem que a Passaredo tem dias contados, pois não está pagando leasing e a NAC dona dos aviões pretende levar-los embora.

E alguém consegue levar embora aviões depois do episódio avianca?

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Fora a quantidade de cancelamentos que está absurda.

Tem apenas 3 aeronaves rodando na malha atualmente

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Tem apenas 3 aeronaves rodando na malha atualmente

 

Vixi, estão rodando o que então?

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Três ATR voando na Passaredo apenas? Meu Deus!

 

2019 terminar com duas cias aéreas a menos vai ser tenso hein.

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Em se tratando de Passaredo, só acredito quando parar... Definição de resiliência

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Sério que tu considera a perda da passaredo uma perda para o mercado!

O produto é péssimo, relação com funcionários um horror

Edited by HudA3

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Em se tratando de Passaredo, só acredito quando parar... Definição de resiliência

 

É, não sabemos se resiliência ou função contábil sendo exercida a pleno e a gente achando que algo está errado.

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É, não sabemos se resiliência ou função contábil sendo exercida a pleno e a gente achando que algo está errado.

Né...

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E alguém consegue levar embora aviões depois do episódio avianca?

 

A passaredo não esta mais em RJ e n'ao pode pedir de novo então....pelo menos em tese, conseguem levar os aviões.

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O PR-OBF tá parado há alguns dias no pátio 9 em GRU. Será que vai embora?

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A passaredo não esta mais em RJ e n'ao pode pedir de novo então....pelo menos em tese, conseguem levar os aviões.

Uma empresa que saiu de uma RJ não pode entrar em outra, ou então há uma carência de tantos anos para pedir outra?

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Empresa de leasing pode retomar aeronaves da Avianca

 

https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/03/19/justica-aceita-pedido-de-empresa-para-retomar-avioes-arrendados-pela-avianca.ghtml

 

10 aeronaves...

Edited by MRN

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Se pararam de pagar até depois da autorização da suspensão de posse das aeronaves, então chutaram o balde mesmo.

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Se pararam de pagar até depois da autorização da suspensão de posse das aeronaves, então chutaram o balde mesmo.

 

Acho que confiaram que a justiça não iria mais se pronunciar sobre isso até abril

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