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Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 1]

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Esperaram passar o carnaval e a entrada da baixa temporada para permitir a reinegraçaõ de posse

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Alguém sabe quais são os aviões da Constitution Aircraft Leasing?

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Uma empresa que saiu de uma RJ não pode entrar em outra, ou então há uma carência de tantos anos para pedir outra?

 

Uma carência de 5 anos

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A Avianca pediu a justiça 10 dias para regularizar o pagamento ou para devolver de forma "ordenada" e "coordenada" as aeronaves.

O que seria devolver de forma "ordenada" e "coordenada" as aeronaves? Entregar uma a cada 6 meses? Até quando a empresa vai ficar querendo usar o bem alheio sem pagar? Vergonhoso isso!

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A Avianca pediu a justiça 10 dias para regularizar o pagamento ou para devolver de forma "ordenada" e "coordenada" as aeronaves.

O que seria devolver de forma "ordenada" e "coordenada" as aeronaves? Entregar uma a cada 6 meses? Até quando a empresa vai ficar querendo usar o bem alheio sem pagar? Vergonhoso isso!

 

Na prática, ela pretende postergar até a Assembléia de Credores que deve deliberar sobre o plano de recuperação apresentado.

Sinceramente, dando uma rápida passada de olhos nos autos.

Bancos conseguindo através de Agravo de Instrumento reter 100% dos recebíveis em cartões.

Arrendadoras pleiteando a devolução de aeronaves, inclusive a que comeu grama no galeão, que estaria abandonada e criticando o acordo com a Azul (que no final emprestou "apenas" R$ 31 milhões para a folha de pagamento) que deu como garantia peças que pertencem aos Arrendadores.

Fraport acusando a Avianca de Apropriação indébita, pois esta retendo as tarifas de Embarque.

Seguradoras querendo adiar a assembléia.

Petrobras contrária ao plano de recuperação.

Funcionário cientes do calote.

 

Eu realmente gostaria de saber de onde vem tanto otimismo na aprovação do plano e na continuidade das atividades.

Esta tentativa de empurra a forceps o acordo com a Azul, que provavelmente é o único possível em soa um tanto quanto fora da realidade.

Mas enfim. a percepção do dia a dia pode ser diferente ou eles tem uma carta na manga.

 

Pelo que esta materializado nos autos é quase um devaneio.

 

Abraços

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e criticando o acordo com a Azul (que no final emprestou "apenas" R$ 31 milhões para a folha de pagamento) que deu como garantia peças que pertencem aos Arrendadores.

 

Como que uma empresa pega um empréstimo e dá como garantia coisas que não são suas?? Independentemente de ser legal ou não, sei lá, mas é uma picaretagem que não tem tamanho!!

PT-WRT, já que você é rico, me empresta 100 mil reais e se eu não consegui pagar, eu te dou a BMW do FCRO, é assim? kkkkkk Brincadeira isso...

Oceanair, se liga, para de querer voar a força, seja séria, pelo menos agora...

Edited by MRN

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Um dia vou fazer uma tese de doutorado para falar de como somos sui generis em gestão de quebrar as empresas aéreas.

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A impressão que dá é de que os velhos +80 e os espíritos dos defuntos oriundos da Fundação Rubem Berta se infiltraram e/ou reencarnaram dentro da Oceanair.

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Bom, a Avianca precisa se concentrar em defender seus slots. A Azul pode muito bem ajudar nisso, oferecendo capacidade ociosa em seus voos para garantir o remanejamento dos passageiros de voos longos.

 

A Avianca reduziria bem sua malha, concentrando-se no Centro-Sul, não voando nenhuma rota que não parta de GRU, CGH ou SDU ou vice-versa.

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A Avianca pediu a justiça 10 dias para regularizar o pagamento ou para devolver de forma "ordenada" e "coordenada" as aeronaves.

O que seria devolver de forma "ordenada" e "coordenada" as aeronaves? Entregar uma a cada 6 meses? Até quando a empresa vai ficar querendo usar o bem alheio sem pagar? Vergonhoso isso!

Querem tempo pra depenar e canabilizar os aviões.

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Como que uma empresa pega um empréstimo e dá como garantia coisas que não são suas?? Independentemente de ser legal ou não, sei lá, mas é uma picaretagem que não tem tamanho!!

PT-WRT, já que você é rico, me empresta 100 mil reais e se eu não consegui pagar, eu te dou a BMW do FCRO, é assim? kkkkkk Brincadeira isso...

Oceanair, se liga, para de querer voar a força, seja séria, pelo menos agora...

 

É mais ou menos isso...kkkkkkkk

E os credores estão endurecendo os termos em suas petições.

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:) :)

Hehehehe. Eu não duvido que isso venha a acontecer

 

Querem tempo pra depenar e canabilizar os aviões.

Edited by 2setão

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Uma das acfts solicitadas é aquela que saiu da pista do GiG...está lá largada e duvido que a AVb vai gastar dinheiro pra arrumar..... incrível ver uma empresa fazer tanta lambança e a justiça permitir que ela continue usando os aviões legalmente...

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Correto, bem observado

Não me referi aí hotel, e sim ao voo/cidade...

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Bom, pelo menos pra reembolsar os passageiros eles foram rápido, menos de 1 mês e o dinheiro já tava novamente na conta. Dica pra quem não conseguiu (e nem vai conseguir) ser realocado.

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Tá com cara de que - dado que só levarão a base de dados do Programa Amigo - todos aqueles com os pontos levarão FUMO!

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Tá com cara de que - dado que só levarão a base de dados do Programa Amigo - todos aqueles com os pontos levarão FUMO!

Tenho um JFK emitido com pontos.

Caso perdido?

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E pensar que eu fiz de tudo para ser chamado em uma seleção na Avianca no passado.. Que surreal isso tudo que veio a tona sobre a empresa.

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Tenho um JFK emitido com pontos.

Caso perdido?

 

Entendo que um bilhete emitido tenha mais prioridade, mais força que uma conta cheia de pontos. No pior dos casos, tudo dando errado, você ao menos entra na fila de credores. Que você tente ao máximo trocar o bilhete por uma parceira da O6.

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Não sei se ja foi postado em outro lugar...

https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/03/19/justica-aceita-pedido-de-empresa-para-retomar-avioes-arrendados-pela-avianca.ghtml

 

Justiça aceita pedido de empresa para retomar aviões arrendados pela Avianca
Irlandesa Constitution Aircraft Leasing alegou que aérea voltou a deixar de pagar aluguéis e manutenção. Avianca disse que recorreu da decisão e segue operando normalmente.
Edited by Rodolfo Rocha

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Ela recorre da decisão... quer continuar voando com o avião arrendado sem está pagando. É surreal!! Que canalhas...

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A Azul já está negociando direto com os arrendadores.

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Frase motivacional na sede da empresa: Devo NÃO nego, NÃO PAGO enquanto puder!

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As empresas CONSTITUTION AIRCRAFT LEASING (IRELAND) 9 LIMITED e CONSTITUTION AIRCRAFT LEASING (IRELAND) 10 LIMITED (arrendadoras de 10 A320-214) interpuseram recurso contra decisão proferida pelo juiz responsável pela RJ que, após receber informações acerca do inadimplemento de parcelas de leasing da Avianca, determinou apenas a intimação da companhia, embora a decisão proferida por ele, em 01.02.2019, tenha determinado o pagamento tempestivo das parcelas vincendas (futuras), sob pena de retomada dos bens.

As empresas de leasing apontaram dois agravantes, quais sejam, (i) o recebimento de notificação de uma das resseguradoras das Aeronaves sobre a falta de pagamento do prêmio do resseguro dos bens pela Oceanair. (ii) falta de contato da Avianca, mesmo após o incidente ocorrido em 04/03/2019 com uma de suas aeronaves (MSN 6813) no Aeroporto do Galeão.

No dia 18/03, o Desembargador Ricardo Negrão deferiu o pedido de tutela recursal (liminar em recurso), permitindo a retomada do trâmite da ação de reintegração de posse sob n. 1122896-92.2018.8.26.0100.

Adiante, determinou a intimação da Avianca, MP e Administradora Judicial.

Contra esta decisão, a Avianca ingressou com uma medida no STJ, a qual está pendente de julgamento.

 

As empresas Celestial Aviation, Wilmington Trust e PK Airfinance (arrendadoras de 11 (onze) aeronaves) entraram com recurso contra decisão proferida pelo juiz responsável pela RJ que, após receber informações do inadimplemento da Avianca, determinou apenas a intimação da companhia, embora a decisão prolatada por ele, em 01.02.2019, tenha determinado o pagamento tempestivo das parcelas vincendas, sob pena de retomada dos bens.

As empresas de leasing apontaram dois agravantes, quais sejam, (i) o recebimento de notificação de uma das resseguradoras das Aeronaves sobre a falta de pagamento do prêmio do resseguro dos bens pela Oceanair. (ii) a confissão da empresa quanto ao inadimplemento das parcelas.

Hoje, o relator Ricardo Negrão deferiu o pedido de tutela recursal (liminar em recurso), permitindo a retomada do trâmite das ações de reintegração de posse, bem como a adoção de medidas para o cancelamento das matrículas junto à ANAC.

Adiante, determinou a intimação da Avianca, MP e Administradora Judicial.

 

Situação se deteriorando muito rápido...

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Meus prezados

"Varig estava muito pior do que a Avianca", diz especialista
No último dia 11, a Azul Linhas Aéreas comunicou ao mercado o seu interesse em adquirir ativos da Avianca Brasil, que está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado, por US$ 105 milhões. Segundo o comunicado da divulgado pelas aéreas, o interesse estaria principalmente em 70 pares de slots e 30 Airbus A320 da companhia de José Efromovich. Após o anúncio, a semelhança com o processo de recuperação judicial enfrentado pela Varig, que foi comprada pela Gol em 2007, veio à mente de muitos integrantes da indústria. Há diferenças, porém. Entenda a seguir.

"O processo em si é semelhante, mas existem diferenças cruciais nos dois casos. A semelhança está no fato de uma concorrente apresentar a proposta para comprar a empresa em dificuldades. No entanto, na época, a situação da Varig era muito pior do que a enfrentada hoje pela Avianca Brasil”, explica o sócio e especialista em Recuperação Judicial do Vinhas e Redenschi Advogados, Tony Rivera (foto abaixo). “A Avianca ainda consegue realizar suas operações, a Varig nem isso conseguia mais.” Para Rivera, um dos erros da Varig foi a demora no pedido de recuperação judicial, erro este que a Avianca Brasil não cometeu, já que recorreu à medida no primeiro momento em que se sentiu ameaçada.

De acordo com a proposta, a compra, se concretizada, se dará por meio de uma Unidade Produtiva Isolada (UPI), cuja estrutura ainda será definida. O documento assinado prevê ainda um DIP Financing, empréstimo com caráter de investimento prévio, para que possa manter sua operação até a realização do leilão de venda da UPI, que será agendado pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

“A UPI é uma solução muito comum em processo de recuperação judicial em qualquer setor da economia. Claro, desde que a recuperanda coloque à venda os seus ativos mais interessantes. A chance de você conseguir vender um ativo que não tenha atratividade para o mercado é muito pequena. No caso da Avianca Brasil, não parece que é o que está acontecendo”, explicou.

A UPI é benéfica ao comprador porque ela opera de forma independente em relação à empresa em dificuldades financeiras. Ou seja, quem comprar os ativos não terá nenhuma responsabilidade com dívidas trabalhistas, comerciais ou de outras naturezas.

Rivera explica que a regra para venda da UPI é o leilão, desde que esteja no plano de recuperação judicial da empresa e que seja aprovado pelos credores. Com a venda em leilão, abre a possibilidade de que outras empresas façam as suas ofertas – fato este que deve acontecer – pela UPI a ser criada pela Avianca Brasil.

FUNCIONÁRIOS E SLOTS
Mas e os quase cinco mil colaboradores da Avianca Brasil? Permanecem na empresa ou vão para a nova administração? “A princípio, vai junto, mas isso é algo que depende do plano de recuperação judicial. Há vários tipos de negociações referentes a isso: funcionários que vão, concessão de prazo para que o comprador decida quem vai e quem fica. Não sabemos ainda qual será o utilizado pela Avianca, mas é muito provável que exista essa porta de saída. A compra da UPI não garante 100% dos postos de trabalho, infelizmente”, afirma.

Ainda conforme o especialista, o slot, em tese, é um bem que não poderia ser comercializado. No entanto, o poder concedente pode autorizar a transferência para outra empresa. “Mas também é outra coisa que depende de inúmeras autorizações e que abre oportunidades para que outras aéreas se sintam prejudicadas pela medida. E se isso acontecer, se levará mais tempo ainda para a concretização da venda”, opina.

Por fim, Rivera acha que, se a compra for concretizada, todo o processo levará mais de um ano. “São muitas aprovações, homologações e questões jurídicas envolvidas. O anúncio da Azul no início da semana é só o começo desta história”, finalizou.

Questionada sobre a data de apresentação do plano de recuperação judicial, a assessoria de imprensa da Avianca Brasil disse que não iria se manifestar.

Fonte: site PANROTAS 16/03/2019

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