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Pista de CNF está fechada após pouso de emergência do 777 da LATAM


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Updates do CENIPA: 24 de Maio de 2019

 

 

FOI ENCONTRADA EVIDÊNCIAS DE CURTO-CIRCUITO NO CONECTOR D7232, QUE TRANSPORTAVA A ENERGIA PMG DO BACKUP GENERATOR DO LADO DIREITO PARA O BACKUP CONVERTER. O BACKUP CONVERTER RESPONDEU AO CURTO-CIRCUITO ABRINDO OS QUATRO CONECTORES QUE ALIMENTAVAM OS DOIS TRANSFER BUSSES (DOIS TRANSFER BUS BREAKERS E DOIS CONVERTER CIRCUIT BREAKERS).

 

http://www.potter.net.br/show_fnco/201812201755581

Update 24 de Maio de 2019:

Edited by Dreamliner
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Curto-circuito causou pane em Boeing 777 da Latam que fez pouso forçado em Confins em 2018

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgou que um incidente com um Boeing 777, da Latam, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, em dezembro de 2018 foi causado por um curto circuito no sistema de energia da aeronave. O incidente foi classificado como grave.

O relatório foi divulgado no site do Cenipa na última sexta-feira (24).

No dia 20 de dezembro de 2018, uma aeronave Boeing, que fazia um voo de Guarulhos (SP) para Londres pela Latam, fez um pouso forçado no aeroporto de Confins, causando o fechamento total do terminal por 21 horas.

O comandante conseguiu pousar em Confins com 336 passageiros e mais 15 tripulantes em segurança. Ninguém se feriu. Oito dos 12 pneus do trem de pouso estouraram com um superaquecimento causado pela frenagem.

Por nota, a Latam informou que colabora com as investigações com autoridades e que aguarda o relatório final do Cenipa. A empresa aérea ainda disse que "a segurança é um valor imprescindível e todas as suas decisões visam garantir uma operação segura".

A reportagem procurou a Boeing e aguarda o retorno.

A investigação do Cenipa tem o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características aconteçam. A conclusão de qualquer apuração do centro depende da complexidade do incidente, mas sempre no menor tempo possível, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB).

Pouso forçado
À 1h43 do dia 20 de dezembro de 2018, o avião que ia de São Paulo para Londres fez um pouso forçado no Aeroporto de Confins após o comandante identificar uma pane elétrica.

Com o impacto e a frenagem, os pneus superaqueceram. Apesar do susto e da fumaça gerada pela manobra do comandante da aeronave, ninguém ficou ferido. O piloto desceu do avião chorando por causa da emoção.

Ao Jornal Nacional, o passageiro Sidnei Moura disse que nós só tivemos a dimensão da ocorrência quando a gente saiu e viu a pista cheia de espuma, bombeiros preparados para um incêndio, ambulâncias. Ali a gente sentiu como tinha sido importante. O comandante desceu chorando, ele estava emocionado.

A operação para retirar a aeronave envolveu um avião cargueiro da FAB e começou às 17h50 do mesmo dia e só terminou perto das 23h.

Até as 21h, 143 voos haviam sido cancelados no terminal, além do registro de atrasos em 47 pousos e 40 decolagens. Em média, 30 mil pessoas passam diariamente por Confins em cerca de 300 voos.

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O piloto desceu do avião chorando por causa da emoção.

 

O comandante desceu chorando, ele estava emocionado.

 

 

 

HAHAHAHAHA capaz...

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HAHAHAHAHA capaz...

Pq o aviador estava chorando, nao me interessa..

 

Mas tem videos desta cena na sala de desembarque em CNF

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HAHAHAHAHA capaz...

 

 

Verdade ou não, qual o problema se tiver chorado mesmo? Ele teve a calma e frieza quando necessário, botou o avião no chão com todos a salvo. Que saísse correndo pelado pelo aeroporto, cada um tem sua forma de extravasar e aviador não é diferente, não é um robô.

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Verdade ou não, qual o problema se tiver chorado mesmo? Ele teve a calma e frieza quando necessário, botou o avião no chão com todos a salvo. Que saísse correndo pelado pelo aeroporto, cada um tem sua forma de extravasar e aviador não é diferente, não é um robô.

To duvidando do relato do passageiro e não do possível choro do comandante, gênio

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To duvidando do relato do passageiro e não do possível choro do comandante, gênio

 

 

Não pareceu.

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Deixando o choro de lado, por que esse curto circuito mandou toda a equipe de manutenção embora? Foi um curto provocado por alguma ação de manutenção? Foi um curto por falha do componente? Por substituição de algum componente? Esse componente estava "ok for service" ou "bad from stock"? Qual o fator material? Quando for confeccionado o relatório final pode ser que tenha mais alguma informação.

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Deixando o choro de lado, por que esse curto circuito mandou toda a equipe de manutenção embora? Foi um curto provocado por alguma ação de manutenção? Foi um curto por falha do componente? Por substituição de algum componente? Esse componente estava "ok for service" ou "bad from stock"? Qual o fator material? Quando for confeccionado o relatório final pode ser que tenha mais alguma informação.

 

Mas mandaram embora toda equipe de manutenção? Por conta desse incidente?

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Verdade ou não, qual o problema se tiver chorado mesmo? Ele teve a calma e frieza quando necessário, botou o avião no chão com todos a salvo. Que saísse correndo pelado pelo aeroporto, cada um tem sua forma de extravasar e aviador não é diferente, não é um robô.

 

É gente, qual o problema do cara ter chorado? E se após o pouso uma criança foi até ele agradecer? Não tem quem aguente...

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Afirmo

Tu afirmas que mandaram embora toda equipe de manutenção em Gru, isso não faz sentido, porque no dia seguinte à demissão eles terceirizaram em caráter de emergência toda uma base?

Com certeza não, não tem como demitir todos, deve haver algum engano.....no máximo o responsável pela manutenção do MUG do dia e não todos.

Quando puder verificar essa informação,nos avise

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Tu afirmas que mandaram embora toda equipe de manutenção em Gru, isso não faz sentido, porque no dia seguinte à demissão eles terceirizaram em caráter de emergência toda uma base?

Com certeza não, não tem como demitir todos, deve haver algum engano.....no máximo o responsável pela manutenção do MUG do dia e não todos.

Quando puder verificar essa informação,nos avise

Não toda equipe de GRU, toda equipe que trabalhou no avião. Os chilenos queriam mandar embora por volta de 30 técnicos, mas finalizou em 6. O último foi quem fez o run-up no avião, um técnico exemplar. Bando de fdp...

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Se o relatório final não culpar a manutenção como fator contribuinte é uma boa prova para um possível processo. Mas os Chilenos fazem isso mesmo, mandam embora 'para dar o exemplo'.

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Não toda equipe de GRU, toda equipe que trabalhou no avião. Os chilenos queriam mandar embora por volta de 30 técnicos, mas finalizou em 6. O último foi quem fez o run-up no avião, um técnico exemplar. Bando de fdp...

Nossa, de qualquer forma não deixa de parecer um procedimento infantil por parte da empresa, ainda mais a aquela altura, onde não se sabia a causa

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Se a empresa demitiu, há uma razão fundamentada, principalmente quando não foram 2 ou 3, mas um grande grupo de profissionais supostamente capacitados. Se comprovado que houve erro, negligência, omissão ou uso de procedimento indevido, qualquer profissional que trabalhe numa empresa, quer seja um engenheiro mais qualificado ou o comandante mais experiente, corre esse risco, ainda mais quando a segurança de voo foi altamente comprometida.

 

Isso é lei (teoricamente cruel) de mercado e certamente não foi criada pelos chilienos.

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Se a empresa demitiu, há uma razão fundamentada, principalmente quando não foram 2 ou 3, mas um grande grupo de profissionais supostamente capacitados. Se comprovado que houve erro, negligência, omissão ou uso de procedimento indevido, qualquer profissional que trabalhe numa empresa, quer seja um engenheiro mais qualificado ou o comandante mais experiente, corre esse risco, ainda mais quando a segurança de voo foi altamente comprometida.

 

Isso é lei (teoricamente cruel) de mercado e certamente não foi criada pelos chilienos.

Muito bem observado
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Se a empresa demitiu, há uma razão fundamentada, principalmente quando não foram 2 ou 3, mas um grande grupo de profissionais supostamente capacitados. Se comprovado que houve erro, negligência, omissão ou uso de procedimento indevido, qualquer profissional que trabalhe numa empresa, quer seja um engenheiro mais qualificado ou o comandante mais experiente, corre esse risco, ainda mais quando a segurança de voo foi altamente comprometida.

 

Isso é lei (teoricamente cruel) de mercado e certamente não foi criada pelos chilienos.

 

Exatamente, não foi UM técnico que errou, foi a equipe. Infelizmente todos foram pra rua.

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Se a empresa demitiu, há uma razão fundamentada, principalmente quando não foram 2 ou 3, mas um grande grupo de profissionais supostamente capacitados. Se comprovado que houve erro, negligência, omissão ou uso de procedimento indevido, qualquer profissional que trabalhe numa empresa, quer seja um engenheiro mais qualificado ou o comandante mais experiente, corre esse risco, ainda mais quando a segurança de voo foi altamente comprometida.

 

Isso é lei (teoricamente cruel) de mercado e certamente não foi criada pelos chilienos.

 

 

Concordo plenamente, Certamente existiu uma razao uma falha grave que foi analisada pela Engenharia e verificou as responsabildades e tomou ama decisao. Nao se toma um posionamento deste apenas para sevir de exemplo mas pela conduta/conjunto de falhas no procedimento e sua gravidade.

 

O incidente foi classificado como grave.
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Exatamente, não foi UM técnico que errou, foi a equipe. Infelizmente todos foram pra rua.

 

 

 

 

 

Concordo plenamente, Certamente existiu uma razao uma falha grave que foi analisada pela Engenharia e verificou as responsabildades e tomou ama decisao. Nao se toma um posionamento deste apenas para sevir de exemplo mas pela conduta/conjunto de falhas no procedimento e sua gravidade.

 

O incidente foi classificado como grave.

 

 

Eles erraram?

A situação foi analisada pela engenharia? Você tem certeza?

Houve um conjunto de falhas no procedimento? Qual foi o procedimento? Qual foi a ação de manutenção realizada na aeronave que levou a essa falha? Alguém sabe?

O cenipa já se posicionou a respeito disso? Já saiu o relatório final?

Se alguém souber e queira compartilhar, serve de aprendizado...

Edited by MRN
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Eles erraram?

A situação foi analisada pela engenharia? Você tem certeza?

Houve um conjunto de falhas no procedimento? Qual foi o procedimento? Qual foi a ação de manutenção realizada na aeronave que levou a essa falha? Alguém sabe?

O cenipa já se posicionou a respeito disso? Já saiu o relatório final?

Se alguém souber e queira compartilhar, serve de aprendizado...

 

Exato, essas perguntas ainda não foram respondidas publicamente até onde sabemos.

 

Um outro ponto é, assumindo que tenham errado, qual foi a razão por trás deste erro?

 

a. Desrespeito aos procedimentos?

b. Displicência?

c. Excesso de carga de trabalho?

d. Um erro honesto de alguém que estava comprometido com o trabalho mas deixou algo passar despercebido?

 

 

Pode-se punir a displicência ou o desrespeito às regras, mas não deve-se punir o erro honesto, sob pena de gerar insegurança psicológica.

 

É importante haver um ambiente onde erros honestos possam ser discutidos sem medo, para que procedimentos possam ser melhorados.

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É como se eu dissesse que todo comando que pousou brusco ultimamente deveria ser demitido (PR-AUP, PR-PDB, PR-AQA, PR-AQI...) É correto?

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