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Pista de CNF está fechada após pouso de emergência do 777 da LATAM


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Bom era ter performance para decolar da 11 de CWB e conseguir decolar antes de todo mundo!

 

 

10 anos atrás dava pra fazer de SFP com muita folga.

 

Uma uva!

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Eu estava no voo. De repente todas as luzes e o sistema de entretenimento apagaram. Ficaram apenas as luzes de emergência. Ele começou a descer logo depois e uma das conversas com a torre/controle s

Rafael Santos, piloto de Triple Seven da Korean. Ao que me lembro, ele foi o segundo Cmte. mais jovem da Varig e o mais jovem Cmte, da Pioneira no Internacional (WB). Alem da enorme experiencia, é

A concorrência entre empresas aéreas é limitada às questões mercadológicas.   Quando envolve safety, security, cooperação em caso de contingência/acidentes com ou sem vítimas ou qualquer situação e

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Cenipa investiga causas do pouso de emergência de Boeing 777 no aeroporto de Confins
De acordo com o Cenipa, os investigadores fizeram levantamento de dados e fotos, retiraram partes da aeronave para análise, ouviram testemunhas e reuniram documentos.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) abriu investigação nesta quinta-feira (20) para apurar as causas do pouso de emergência do Boeing 777 da Latam. A aeronave aterrissou na madrugada desta quinta no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Região Metropolitana.

De acordo com o Cenipa, os investigadores fizeram levantamentos de dados e fotos, retiraram partes da aeronave para análise, ouviram testemunhas e reuniram documentos.

Ainda segundo o Cenipa, o objetivo da investigação é prevenir que novos casos como o da Latam aconteçam.

O órgão não informou em quanto tempo a investigação será concluída, mas afirmou que será no menor prazo possível, dependendo da complexidade do caso.

A Latam informou que a aeronave permanece em Confins, onde passa por manutenção, nesta sexta-feira (21). Em nota, a empresa não esclareceu o que aconteceu com a aeronave e disse que a apuração é feita pelas autoridades competentes.

Funcionamento normal

O aeroporto funciona normalmente nesta sexta-feira (21), de acordo com a BH Airport. A concessionária orienta que os passageiros que tiveram o voo cancelado nesta quinta liguem para a companhia antes de irem para o terminal.

Na noite passada, a pista foi totalmente liberada às 22h45, isto é, 21 horas após o pouso de emergência de um Boeing 777 da Latam, com 339 passageiros e 16 tripulantes. Houve problemas elétricos.

Até as 6h desta sexta, havia um voo cancelado e um com atraso no terminal dentre os sete previstos até o horário. A concessionária não infomou se houve uma redução na quantidade de voos, e afirma que todas as operações solicitadas pelas companhias aéreas estão sendo realizadas.

Em média, 30 mil pessoas passam diariamente por Confins em 300 voos, segundo a BH Airport.

Pouso de emergência

Nesta quinta, após o pouso de emergência, a pista foi fechada à 1h43. Passageiros relataram susto e choro dentro do avião. Desde as 12h, o funcionamento foi parcial, com pousos e decolagens partindo da mesma cabeceira. Aviões menores foram priorizados, que não precisam usar toda a pista, que tem 3 mil metros de extensão.

Um avião cargueiro da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou, por volta das 17h50 ao terminal com dois macacos hidráulicos e oito pneus, pesando 250 quilos cada. O equipamento, que tem seis toneladas.

Em nota, a empresa não esclareceu o que aconteceu com a aeronave e afirmou que não estava medindo esforços para minimizar impactos a passageiros. Os passageiros que estavam no voo LA8084 embarcaram, no final desta tarde, para Guarulhos, de onde seguiriam novamente com destino a Londres.

A TV Globo apurou que os pneus foram danificados durante o pouso de emergência por problemas elétricos. Como o avião estava pesado por estar com tanque cheio para chegar a Londres, o sistema de sensores e plugues que esvazia pneus para evitar que eles estourem e causem acidente grave foi acionado. Na chegada a Confins, o avião foi recebido por brigadistas, que jogaram espuma para evitar explosão. Oito dos 14 pneus estavam vazios.

Até as 23h30, foram registrados 146 cancelamentos, além de atrasos em 71 pousos e em 61 decolagens.

A Azul chegou a transferir voos para o Aeroporto da Pampulha, que atualmente opera apenas para voos regionais e executivos por determinação do Tribunal de Contas da União.

Fonte: G1 MInas e TV Globo via CECOMSAER 22 dez 2018

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Coincidência ou não, ontem pela manhã o PT-MUI (MIA-GRU) alternou BSB. Não sei o motivo, mas acredito que tenha sido algo com um pax, já que o avião prosseguiu viagem normalmente horas depois.

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No meio do atlântico sem luz do luar, dar meia volta ou continuar indo?blink.png

 

Depende do aeroporto alternativo mais proximo na sua localizacao. As estrelas ainda estariam no ceu para alguma referencia espacial.

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Como se orientaram em relação ao solo, ao pitch e às curvas sem o horizonte?

 

Segundo o AvHerald as telas da esquerda mais um rádio VHF estavam operando no barramento standby, e as da direita possivelmente também estavam em função da RAT, então tudo apagado não estava.

 

100t acima do MLW acho exagerado pois 100t é justamente a diferença entre o MLW e o MTOW do 77W. Considerando que para LHR ele não deve decolar no MTOW e que já tinha voado quase duas horas, o excesso de peso não poderia ser 100t. Eu ouvi dizer por aí que teria pousado com 96t de combustível (sinceramente não lembro onde vi isso). Se for verdade, supondo o improvável de estar carregado no MZFW (237t), teria pousado com 333t. Eu realisticamente estimaria umas 290/300t no máximo de LW, no máximo, o que seria umas 40/50t acima do MLW.

 

Também achei excessiva essa Vapp de 220. O playback do FR24 indica 200kt de GS na curta final, o que deve ser corrigido em função do vento e afins para algo tipo 180kt de IAS no máximo, possivelmente menos, até porque o playback do FR24 só roda a 12x ou mais então gera imprecisão na leitura destes dados.

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Segundo o AvHerald as telas da esquerda mais um rádio VHF estavam operando no barramento standby, e as da direita possivelmente também estavam em função da RAT, então tudo apagado não estava.

 

100t acima do MLW acho exagerado pois 100t é justamente a diferença entre o MLW e o MTOW do 77W. Considerando que para LHR ele não deve decolar no MTOW e que já tinha voado quase duas horas, o excesso de peso não poderia ser 100t. Eu ouvi dizer por aí que teria pousado com 96t de combustível (sinceramente não lembro onde vi isso). Se for verdade, supondo o improvável de estar carregado no MZFW (237t), teria pousado com 333t. Eu realisticamente estimaria umas 290/300t no máximo de LW, no máximo, o que seria umas 40/50t acima do MLW.

 

Também achei excessiva essa Vapp de 220. O playback do FR24 indica 200kt de GS na curta final, o que deve ser corrigido em função do vento e afins para algo tipo 180kt de IAS no máximo, possivelmente menos, até porque o playback do FR24 só roda a 12x ou mais então gera imprecisão na leitura destes dados.

Eu tbm li 96 ton!!
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Vapp de 220 pode ser normal

Volto a dizer, não conheço a performance do 777, mas, deviam estar sem flap, sem isso sem aquilo. Pesados ...

Fica fácil chegar nos 220

 

Um embraer com overweight chega a aproximar com 204kt sem flap, considerando pouso com o peso máximo de decolagem.

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Bem lembrado, foi na conversa com o ATC mesmo.

 

Pelas fotos da pra ver que estava flapeado, mas não sei se estavam no máximo. Lembrando que não houve falha hidráulica, portanto flaps, controles de voo e trem de pouso em tese não teriam problemas. A notícia de trem baixado por gravidade não procede.

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Não sabia dos flaps

 

Com vários sistemas elétricos fora, eventualmente cai hidráulico junto, pois é energizado por determinado gerador / barramento

 

Pelo menos tinha tudo isso

Sem falo e sem trem ia ser muito pior

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O despreparo da torre é gritante! Absurdo! Digno de punição dos controladores!

Não sabiam o protocolo a ser seguido, eram confusos nas comunicações, não passavam informações essenciais ao comandante.

Já é inadmissível que não haja comunicação direta entre comandante e bombeiros, situação piorada pela inaptidão da controladora.

Não houve feridos, mas poderia haver muitos se o comandante inicia uma evacuação com base nas informações desencontradas que recebeu.

O comandante e todos os pilotos do voo merecem uma medalha! Só não aconteceu uma tragedia em razão do profissionalismo e do preparo deles. Pousar uma máquina como essa no braço e com poucos instrumentos operacionais não é para qualquer um.

Parabéns, comandante!

Meus prezados

Audios das conversas entre o piloto da LATAM e a torre de controle de Confins.

https://www.milhasedestinos.com.br/audios-das-conversas-entre-piloto-da-latam-e-torre-em-confins/

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Os flaps do B777 são alimentados hidraulicamente pelo sistema central. São duas bombas elétricas, e para alta demanda do sistema ou no caso de falha das bombas elétricas, existem duas bombas pneumáticas, e o RAT ainda pode ser uma opção para operar o sistema.

 

Dependendo da sequência de falhas que os colegas tiveram de administrar, o pouso pode ter sido feito com flaps na posição 20, e com um LW de 320,000, digamos, a Vref será 190 nós, isso explica algumas informações completamente extra-oficiais do AvHerald.

 

O Cenipa certamente apresentará dados mais precisos do que um site interessante, mas que se baseia em informações geralmente (bem) parciais e às vezes carentes de fundamento.

Edited by Longreach
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Depende do aeroporto alternativo mais proximo na sua localizacao. As estrelas ainda estariam no ceu para alguma referencia espacial.

Com certeza que as estrelas ainda estariam lá... só que estamos no ano de 2018 e não era um DC-3 equipado com sextante e uma janela panorâmica para o céu...

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Com certeza que as estrelas ainda estariam lá... só que estamos no ano de 2018 e não era um DC-3 equipado com sextante e uma janela panorâmica para o céu...

Faltaria outra pecinha essencial....o Navegador....kkk

Mas creio que o colega se referiu "alguma orientação" o que pilotos mais antigos e apreciadores de astronomia, poderiam recorrer.

 

Mas na situação hipotética de "tudo apagado" sem nem uma bussula, cartas ou cronômetro....EU, no meio do oceano e soubesse que antes do apagão estava em uma prova "direta" para algum continente....acho que mantinha a proa e rezava muito para conseguir comunicação do outro lado da lagoa...e quem sabe voar em formacao com caças...(o que TB aconteceria se não tivesse comunicação) a menos e claro que tivesse a sorte de entrar no espaço aéreo de um país sem cobertura radar adequada nem capacidade de responde rapidamente a invasões doe espaço aéreo....(conhecem algum?)

 

 

Abracos

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Faltaria outra pecinha essencial....o Navegador....kkk

Mas creio que o colega se referiu "alguma orientação" o que pilotos mais antigos e apreciadores de astronomia, poderiam recorrer.

 

Mas na situação hipotética de "tudo apagado" sem nem uma bussula, cartas ou cronômetro....EU, no meio do oceano e soubesse que antes do apagão estava em uma prova "direta" para algum continente....acho que mantinha a proa e rezava muito para conseguir comunicação do outro lado da lagoa...)

 

Abracos

Numa situação hipotética dessas de manter a proa às cegas, com o fiofó travado de medo, corre-se o risco de desviar a proa pelos ventos laterais ou não teria porque se preocupar já que a bússola segue operante por ser analógica??

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As proas não necessariamente ficam às cegas. Se não me falha a memória, o B777 ainda possui bússola analógica no cokcpit.

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Meus prezados

Notícia veiculada na globonews , com a simpática e bela jornalista Maria Beltrão ( a do Estúdio 1)

http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/gravacoes-mostram-dificuldade-na-comunicacao-entre-torre-de-controle-de-confins-e-piloto/7252967/

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O diretor de Operações da Latam no Brasil deu entrevista ao Jornal Nacional.

Disse que não houve falha na geração da energia do avião, mas sim na distribuição da energia e que quando desligou motores, os sistemas de energia voltaram a funcionar

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Eu tenho uma dúvida.

 

O que acontece com esta aeronave agora? Ela será periciada, após serão feitas as devidas manutenções, e assim ela voltará para a malha?

 

A aeronave ficará parada enquanto há investigação e só depois é liberada para manutenção? Ou a manutenção pode ser feita sem prejuízo para a investigação?

 

Como a malha será ajustada até o mug voltar a malha?

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O diretor de Operações da Latam no Brasil deu entrevista ao Jornal Nacional.

Disse que não houve falha na geração da energia do avião, mas sim na distribuição da energia e que quando desligou motores, os sistemas de energia voltaram a funcionar

Eu vi a reportagem. Estranho essa falha, que se "resolveu" ao cortar os motores. Seria possível a enegia dos geradores estarem dando um "curto" nos barramentos?

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