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Leandrinho

Governo Bolsonaro autorizará estudos para nova concessão de Viracopos

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Governo Bolsonaro autorizará estudos para nova concessão de Viracopos

 

 

Para a área técnica do futuro governo, processo de recuperação judicial da concessionária do aeroporto de Campinas pode acabar em falência, o que abre espaço para um novo leilão

 

BRASÍLIA - O governo de Jair Bolsonaro vai autorizar, já no próximo mês, estudos para uma nova concessão do aeroporto de Viracopos. O leilão está previsto para o fim do ano. Entregue para exploração pela iniciativa privada em 2012, o terminal está com as finanças desequilibradas e atravessa uma grave crise. Em maio passado, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos (ABV) entrou com pedido de recuperação judicial, com dívidas de R$ 2,9 bilhões.

O consórcio que administra o aeroporto, formado por Infraero, Triunfo e UTC, ainda aposta em uma solução de mercado para suas dificuldades, com a chegada de novos sócios. Um aporte de recursos daria fôlego ao empreendimento. “É o que preferimos, e torcemos para que isso aconteça”, disse ao Estado o futuro secretário de Aviação Civil, Ronei Glanzmann.
No entanto, Glanzmann não está otimista quanto ao fechamento desse acordo privado. O mais provável, na avaliação da área técnica do atual e do futuro governo, é que o processo de recuperação judicial desemboque na decretação da falência da concessionária no início de 2019. Com isso, o contrato de concessão será encerrado, conforme preveem suas cláusulas. Daí os preparativos para um novo leilão.

Há ainda um terceiro possível caminho para Viracopos: a caducidade do contrato. Existe um processo administrativo em curso na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), aberto em fevereiro, que poderá levar ao encerramento da concessão. Ele foi iniciado porque a concessionária estava em atraso no pagamento de taxas de outorga, devidas ao governo. Esse processo, porém, caminha mais lentamente que o da falência.

“O mundo inteiro está olhando o que faremos com Viracopos, para ver se daremos um jeitinho”, comentou Glanzmann. “Não vamos dar jeitinho, vamos cumprir o contrato.”

Os estudos para a nova concessão serão os primeiros a serem autorizados pelo futuro ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Serão na modalidade Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), no qual os interessados fazem os estudos e o governo seleciona o melhor para utilizar. O custo é depois ressarcido pelo futuro concessionário.

A ideia é que a nova concessão seja totalmente blindada da primeira. Não haverá, em nenhum caso, pagamentos da nova concessionária para a velha ou vice-versa. Todas essas transações envolvendo indenizações por investimentos feitos, pagamentos de dívidas, encontro de contas e outros itens serão feitos por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), administrado pelo governo.

Viracopos foi concedido na mesma rodada em que foram leiloados os aeroportos de Guarulhos (SP) e Brasília. Modelado num período de crescimento econômico, o negócio partiu de premissas otimistas de aumento da demanda que não se concretizaram. A decretação da falência deverá impor prejuízo à Infraero, que detém 49% da concessão. Será também um problema para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que é o maior credor do negócio.

Consultada, a ABV informou que não se manifestará sobre o assunto por ora.

O caso Confins

 

O futuro governo espera também resolver, em 2019, o problema de outro aeroporto federal: Confins. O terminal foi leiloado em 2013 e seria, supostamente, o único da capital mineira a operar voos comerciais para outras capitais. No entanto, neste ano, o governo federal autorizou a retomada das frequências no Aeroporto da Pampulha, que vinha operando apenas voos regionais. Assim, Confins encara a perspectiva de disputar passageiros com um aeroporto mais central.

Na visão do governo federal, não há demanda em Belo Horizonte para dois aeroportos comerciais, informou Glanzmann. Mas a solução do conflito passa por uma discussão sobre a estratégia de desenvolvimento da região metropolitana.

Por isso, a intenção é dialogar com o futuro governador de Minas, Romeu Zema, sobre a melhor forma de solucionar o impasse. O mineiro terá em sua equipe Marco Aurélio Barcelos Silva, hoje integrante da equipe do Programa de Parcerias de Investimento (PPI), que cuida das concessões do governo federal.

 

https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,governo-bolsonaro-autorizara-estudos-para-nova-concessao-de-viracopos,70002660809

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“UFA”

Finalmente uma luz no fim do túnel, VCP merece um novo consórcio que venha para retomar o investimento e coloque SBKP na rota certa.

 

Sugestão a moderação:

Poderiam tornar esse tópico fixo para que possamos postar e acompanhar as novidades de Viracopos.

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Tomara que apresente algo de fato concreto, governo novo aliado de dezenas de promessas, é um filme mais do que repetido aí Brasil.

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O único investimento que VCP precisa no momento é reforma pra terminar tudo que está inacabado e malfeito no terminal. Depois sentar, e esperar o movimento crescer após a saturação de CGH e GRU.

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O único investimento que VCP precisa no momento é reforma pra terminar tudo que está inacabado e malfeito no terminal. Depois sentar, e esperar o movimento crescer após a saturação de CGH e GRU.

Se a solução pra VCP é esperar GRU e CGH saturarem é melhor fechar a concessão. Campinas tem que crescer com as próprias pernas. Não é impossível.

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Se a solução pra VCP é esperar GRU e CGH saturarem é melhor fechar a concessão. Campinas tem que crescer com as próprias pernas. Não é impossível.

Exatamente;

VCP Tem um potencial muito grande, governo deveria liberar a construção de um trem de alta velocidade conectado à estaca da SÉ ao aeroporto de Viracopos, o construtor e operador deveria obrigatoriamente ser a concessionária do Aeroporto.

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Se a solução pra VCP é esperar GRU e CGH saturarem é melhor fechar a concessão. Campinas tem que crescer com as próprias pernas. Não é impossível.

 

 

Exatamente;

VCP Tem um potencial muito grande, governo deveria liberar a construção de um trem de alta velocidade conectado à estaca da SÉ ao aeroporto de Viracopos, o construtor e operador deveria obrigatoriamente ser a concessionária do Aeroporto.

 

Realmente, VCP precisa de um trem rápido ligando a RMSP pra quando CGH e GRU saturarem. Quem vai construir? só Governo, depois ele até pode privatizar a operação.

 

RMC não tem tanto potencial assim, haja visto que 51,4% do movimento doméstico é conexão, internacional então... VCP depende exclusivamente da boa vontade da AD, igual a CNF.

 

VCP tirando cargas, é mais complicado do que GIG pra crescer. Não tem apelo de turismo local, só funciona pra conexões, e aí todo mundo também quer GRU/GIG/FOR/REC/BSB/SSA etc, etc.

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Realmente, VCP precisa de um trem rápido ligando a RMSP pra quando CGH e GRU saturarem. Quem vai construir? só Governo, depois ele até pode privatizar a operação.

 

RMC não tem tanto potencial assim, haja visto que 51,4% do movimento doméstico é conexão, internacional então... VCP depende exclusivamente da boa vontade da AD, igual a CNF.

 

VCP tirando cargas, é mais complicado do que GIG pra crescer. Não tem apelo de turismo local, só funciona pra conexões, e aí todo mundo também quer GRU/GIG/FOR/REC/BSB/SSA etc, etc.

 

Joker,

 

Eu já penso que VCP tem um potencial bem grande, mas segue mal explorado.

 

Eu citei que o GIG precisa sair da zona de conforto, VCP está na mesma categoria. Ambos precisam dar as mãos a cidade e a sua região de influência e deixar de ser reativos ou meramente, passivos.

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Joker,

 

Eu já penso que VCP tem um potencial bem grande, mas segue mal explorado.

 

Eu citei que o GIG precisa sair da zona de conforto, VCP está na mesma categoria. Ambos precisam dar as mãos a cidade e a sua região de influência e deixar de ser reativos ou meramente, passivos.

 

Todos tem potencial, mas dependeriam de uma empresa aérea local. O problema é que só temos 4 empresas de médias pra baixo, 3 em CGH/GRU e AD em VCP que também é SP, estado com maior população, PIB, influência política, etc.

O problema é muito complexo e chama-se Brasil, ou seriam "os brasileiros" ? O país só é grande em território e população, mas fraco em turismo e distribuição de renda. De 85 milhões de pax domésticos embarcados nos 11M18, 22% são as pontes entre RIO-SAO-CNF-BSB. Dos 78% restantes, grande parte faz 1-2 conexões. Então não são 85 milhões de passageiros, talvez +/-70.

O GIG tem potencial se tirar as conexões de outros aeroportos, idem pra VCP. Mas GRU e BSB também tem suas contas (e bem altas) pra pagar, e aí entra o peso político...

O Brasil tem enorme potencial de turismo sim, mas não é só liberar visto.

 

O Messias assume dia primeiro, quem sabe ele consiga fazer algum milagre.

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Todos tem potencial, mas dependeriam de uma empresa aérea local. O problema é que só temos 4 empresas de médias pra baixo, 3 em CGH/GRU e AD em VCP que também é SP, estado com maior população, PIB, influência política, etc.

O problema é muito complexo e chama-se Brasil, ou seriam "os brasileiros" ? O país só é grande em território e população, mas fraco em turismo e distribuição de renda. De 85 milhões de pax domésticos embarcados nos 11M18, 22% são as pontes entre RIO-SAO-CNF-BSB. Dos 78% restantes, grande parte faz 1-2 conexões. Então não são 85 milhões de passageiros, talvez +/-70.

O GIG tem potencial se tirar as conexões de outros aeroportos, idem pra VCP. Mas GRU e BSB também tem suas contas (e bem altas) pra pagar, e aí entra o peso político...

O Brasil tem enorme potencial de turismo sim, mas não é só liberar visto.

 

O Messias assume dia primeiro, quem sabe ele consiga fazer algum milagre.

 

Concordo.

 

A saida para todas as concessões é uma ligação maior de todas as concessionárias na solução dos problemas do turismo.

 

A conta fecha se trouxermos gente de fora (turistas estrangeiros) ainda mais que esses são os passageiros que pagam mais caro para as concessionárias ao embarcar.

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Vou fazer quando um off, o problema do turismo não é so passagem, aeroporto, e local, e segurança pública, atendimento ao turista sem o mesmo ser sacaneado o tempo todo por todos os lados, taci, restaurante etc. as pessoas não vão pro rio pq o Rio é perigoso, por isso cada vez menos tem voo para o rj. Simples.

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Vou fazer quando um off, o problema do turismo não é so passagem, aeroporto, e local, e segurança pública, atendimento ao turista sem o mesmo ser sacaneado o tempo todo por todos os lados, taci, restaurante etc. as pessoas não vão pro rio pq o Rio é perigoso, por isso cada vez menos tem voo para o rj. Simples.

 

Sim, e eu repito sempre que os aeroportos precisam se associar as cidades e estados.

 

O Rio é o caso mais claro entre um aeroporto que poderia movimentar 40 milhões de passageiros e só movimenta 15. O hiato de 25 milhões são os 12,5 milhões de turistas que poderiam estar passando na cidade e não aparecem pela questão da violência.

 

Mas os governos (3 esferas) não enxergam isso nunca. Os empresários só apontam para os governos e tudo segue na mesma.

 

RioGaleão é uma empresa que um Rio mais seguro valorizaria pelo menos algumas vezes.

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A imagem do Brasil e especialmente a do Rio está muito abalada pela violência. O governo subestima os danos causados pela criminalidade desfreada. A maioria dos turistas estrangeiros nem cogita vir para cá.

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A imagem do Brasil e especialmente a do Rio está muito abalada pela violência. O governo subestima os danos causados pela criminalidade desfreada. A maioria dos turistas estrangeiros nem cogita vir para cá.

Quem disse isso ? Os turistas estrangeiros continuam vindo para cá. A violência prejudica sim e muito o turismo na cidade, mas acho que afeta mais o turismo doméstico do que internacional.

 

E sobre cada vez ter menos vôos para cá (e saindo daqui), vamos lembrar que o Estado do RJ está FALIDO. Ou seja, um grande problema também é a redução de pessoas daqui que deixaram de voar.

 

Os estrangeiros (principalmente da Am do Sul) continuam e continuarão a vir. A questão é o que o número poderia ser bem maior.

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Um ponto que acredito ser de extrema importância, é a de licitar VCP em um bloco, junto com aeroportos deficitários, exigindo menor outorga, mas obrigando o investimento nos outros aeroportos também. Por exemplo, poderiam colocar Miranga ou Uberlândia.

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Um ponto que acredito ser de extrema importância, é a de licitar VCP em um bloco, junto com aeroportos deficitários, exigindo menor outorga, mas obrigando o investimento nos outros aeroportos também. Por exemplo, poderiam colocar Miranga ou Uberlândia.

 

Exigir outorga em infra-estrutura é um erro e tanto.

 

GRU, GIG, VCP, CNF e BSB foram licitados com a visão de levar dinheiro ao governo por bens que eram o sustento de uma estatal - Daí quiseram obter o máximo possivel mas a questão é que dificilmente será recebido e ainda pior, isso limita o investimento para que a infra-estrutura melhore.

 

O erro é que deviam ter licitado TODOS os aeroportos em grupos, como fizeram com a Telefonia - e de uma vez.

 

E deveriam ter feito diferente, ponderar o resultado com base em ganhos de escala:

 

 

1) Investimento Mínimo - Exigido de qualquer participante para cada aeroporto envolvido no grupo , não pode ser substituido por investimento em outros

2) Tarifa de Embarque menor - A tarifa basica seria de R$ 28,00 mas para cada redução de 10 centavos o grupo ganha 1 ponto

3) Ajuste Anual - O default seria inexistência de reajuste e de indexação, mas o item seria de livre arbitrio, para uso de um indexador o grupo perde 500 pontos, para um percentual pre determinado , cada 0.01% o grupo perde 1 ponto

4) Garantia de Perfomance - Igual a soma do investimento mínimo + preço da concessão com valor mínimo de R$ 1 bilhões válida durante o periodo de concessão a favor do Governo Federal - Incondicional e irrevogável -

5) Preço Mínimo: R$ 1,00

 

 

 

Receita cresce com aeroporto maior e mais eficiente e em volume maior que os custos como manda as melhores práticas de finanças.

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Quem disse isso ? Os turistas estrangeiros continuam vindo para cá. A violência prejudica sim e muito o turismo na cidade, mas acho que afeta mais o turismo doméstico do que internacional.

 

E sobre cada vez ter menos vôos para cá (e saindo daqui), vamos lembrar que o Estado do RJ está FALIDO. Ou seja, um grande problema também é a redução de pessoas daqui que deixaram de voar.

 

Os estrangeiros (principalmente da Am do Sul) continuam e continuarão a vir. A questão é o que o número poderia ser bem maior.

 

Os próprios estrangeiros dizem. O fato de alguns virem pra cá não indica muita coisa. O número deveria ser bem maior!

Edited by Neo

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Exatamente;

VCP Tem um potencial muito grande, governo deveria liberar a construção de um trem de alta velocidade conectado à estaca da SÉ ao aeroporto de Viracopos, o construtor e operador deveria obrigatoriamente ser a concessionária do Aeroporto.

 

O trem/acessos tem de ser feito pelo governo com Investimentos concessionaria especifica, outorga deveria fica em 2 plano. O que a nova concessionaria do aeroporto tem de fazer e finalizar o aeroporto e a 2 pista seguindo o plando diretor do aeroporto, que pode crescer conforme demanda.

O trem tem de ser feiro pelo governo e outra concessionaria o quanto antes. O Doria ja mencionou que vai fazer.

E 85 milhões de pax domésticos e muito pouco para o potencial do Brasil.

Alias a grana arrecadada por GRU e VCP que nao e pouco, e que vai para o fundo, deveria ser usado para financiar/viabilizar desapropriacao da aerea para expansao de GRU e a estrutura de acesso a VCP trem media velocidade entre SP VCP/Campinas.

Grana nao falta!

 

 

3dvRkaZ.jpg

 

 

Bom 2019 a todos!

Edited by BLUE - SBKP -

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Exatamente;

VCP Tem um potencial muito grande, governo deveria liberar a construção de um trem de alta velocidade conectado à estaca da SÉ ao aeroporto de Viracopos, o construtor e operador deveria obrigatoriamente ser a concessionária do Aeroporto.

 

Se tivesse tarifa acessível né? Por que se fosse cobrando 100 reais o bilhete como se previa com o ''trem bala'' do proo o pessoal vai continuar usando CGH e GRU mesmo...

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Ministério publica edital de chamamento de estudos para Viracopos


Empresas têm 30 dias para manifestarem interesse. A autorização para os estudos dependerá do desfecho da recuperação judicial ou da caducidade do contrato atual
Publicado: 25/01/2019
O Ministério da Infraestrutura publicou, nesta sexta-feira (25), no Diário Oficial da União, o Edital de Chamamento Público de Estudos para o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). A chamada pública é voltada para empresas e consórcios interessados em elaborar os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a nova concessão do terminal campinense. O prazo para manifestarem interesse é de 30 dias.

Para o secretário nacional de Aviação Civil do ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, nova licitação é uma alternativa, mas o governo é favorável a que haja uma solução de mercado para o Aeroporto de Viracopos. Porém, é importante ressaltar que as regras do contrato atual não serão alteradas, ou seja, a concessionária terá que realizar os investimentos programados, como a construção da segunda e terceira pistas de pouso e decolagem do aeroporto.

“Somos entusiastas para que haja uma solução para Viracopos dentro do próprio mercado, mas vamos exigir o cumprimento do contrato vigente. A ideia de uma nova concessão é o plano B”, pontuou Glanzmann.

Esta é a primeira fase do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para o desenvolvimento de estudos técnicos preparatórios que irão subsidiar a eventual modelagem de uma nova concessão do aeroporto, caso o consórcio não encontre soluções para os problemas financeiros da concessão.

Segundo o secretário, a chamada pública do PMI será realizada para que as empresas apresentem a documentação necessária para serem habilitadas. “A autorização de início dos estudos só será dada em uma etapa posterior, após a conclusão do processo de recuperação judicial ou do processo administrativo aberto pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por não cumprimento contratual”, disse.

Para Glanzmann, a realização de uma nova concessão para o Aeroporto de Viracopos somente será realizada diante da eventual extinção da concessão atualmente em vigor. Caso uma nova licitação do terminal seja necessária, os trâmites para realização do leilão durariam ainda cerca de um ano. Assim, o leilão poderia acontecer no início de 2020. Nesse cenário, a empresa que apresentar o melhor EVTEA poderá ser ressarcida pelo futuro concessionário em até R$ 13,8 milhões.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Infraestrutura

 

https://www.anac.gov.br/noticias/ministerio-publica-edital-de-chamamento-de-estudos-para-viracopos

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“Somos entusiastas para que haja uma solução para Viracopos dentro do próprio mercado, mas vamos exigir o cumprimento do contrato vigente. A ideia de uma nova concessão é o plano B”, pontuou Glanzmann.

 

Não tem como, quem vai assumir 3 bi em dívidas e a obrigação de construir 3 pistas + novos terminais num aero que não cresce.

 

Pelas projeções da ABV, VCP deveria ter fechado 2018 com 17.4 milhões em 2018, quase o dobro do movimento realizado (9.3 milhões).

Edited by TheJoker

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Ministério publica edital de chamamento de estudos para Viracopos

Empresas têm 30 dias para manifestarem interesse. A autorização para os estudos dependerá do desfecho da recuperação judicial ou da caducidade do contrato atual
Publicado: 25/01/2019
O Ministério da Infraestrutura publicou, nesta sexta-feira (25), no Diário Oficial da União, o Edital de Chamamento Público de Estudos para o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). A chamada pública é voltada para empresas e consórcios interessados em elaborar os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a nova concessão do terminal campinense. O prazo para manifestarem interesse é de 30 dias.

Para o secretário nacional de Aviação Civil do ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, nova licitação é uma alternativa, mas o governo é favorável a que haja uma solução de mercado para o Aeroporto de Viracopos. Porém, é importante ressaltar que as regras do contrato atual não serão alteradas, ou seja, a concessionária terá que realizar os investimentos programados, como a construção da segunda e terceira pistas de pouso e decolagem do aeroporto.

“Somos entusiastas para que haja uma solução para Viracopos dentro do próprio mercado, mas vamos exigir o cumprimento do contrato vigente. A ideia de uma nova concessão é o plano B”, pontuou Glanzmann.

Esta é a primeira fase do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para o desenvolvimento de estudos técnicos preparatórios que irão subsidiar a eventual modelagem de uma nova concessão do aeroporto, caso o consórcio não encontre soluções para os problemas financeiros da concessão.

Segundo o secretário, a chamada pública do PMI será realizada para que as empresas apresentem a documentação necessária para serem habilitadas. “A autorização de início dos estudos só será dada em uma etapa posterior, após a conclusão do processo de recuperação judicial ou do processo administrativo aberto pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por não cumprimento contratual”, disse.

Para Glanzmann, a realização de uma nova concessão para o Aeroporto de Viracopos somente será realizada diante da eventual extinção da concessão atualmente em vigor. Caso uma nova licitação do terminal seja necessária, os trâmites para realização do leilão durariam ainda cerca de um ano. Assim, o leilão poderia acontecer no início de 2020. Nesse cenário, a empresa que apresentar o melhor EVTEA poderá ser ressarcida pelo futuro concessionário em até R$ 13,8 milhões.

 

Assessoria de Comunicação

Ministério da Infraestrutura

 

https://www.anac.gov.br/noticias/ministerio-publica-edital-de-chamamento-de-estudos-para-viracopos

 

A 2 pista em VCP e se tiverem coragem fazer a 3 pista em GRU vao desafogar a terminal SP e preparar os aeroportos para o retorno do crescimento.

 

Torcendo para que isto ocorra.

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A 2 pista em VCP e se tiverem coragem fazer a 3 pista em GRU vao desafogar a terminal SP e preparar os aeroportos para o retorno do crescimento.

 

Torcendo para que isto ocorra.

 

3ª pista em GRU só se for na próxima concessão, em 2032. Se com 2 já tira movimento de todos os outros aeroportos imagina com 3...capaz da AD mudar de VCP pra GRU.

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3ª pista em GRU só se for na próxima concessão, em 2032. Se com 2 já tira movimento de todos os outros aeroportos imagina com 3...capaz da AD mudar de VCP pra GRU.

 

Pra nao dizer que quase impossivel vou falar improvavel VCP E GRU estao crescendo simultaneamente... Cada aeroporto tem de se desenvolver com base na pontencialidade da regiao onde opera e nao ficar contando com a limitacao do outro para crescer. Ate porque se GRU nao crescer outra solucao ocorrera e nao sera fora de SP

Tem de se mexer e trabalhar pra coisa acontecer.

 

Alem do mais voos saem de SP e tem destino os demais aeroportos. Tem varios aeroportos no Brasil com forte O & D mas falta estrutura e o crescimento da economia ainda em banho maria existe muito espaco para crescer.

Temos aeroportos que estavam sucateados e agora que vao inaugurar expansoes POA FLN FOR e SSA e aeroportos medios sendo ampliados

Edited by BLUE - SBKP -

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