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AIRBUS: Venda de 120 A220 para JetBlue e Moxy


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Airbus bags orders for Canadian jet in last-minute sales push

 

PARIS (Reuters) - Airbus finalized orders for a total of 120 of the former Bombardier CSeries jetliner on Thursday, narrowing a gap in sales against Boeing thanks to the arrival in its portfolio of the smaller jets but leaving it trailing in core orders.

 

An Airbus A220-300 aircraft flies during its unveiling in Colomiers near Toulouse, France, July 10, 2018. Airbus A220 is the new brand for the small CSeries passenger jet acquired from Canada's Bombardier.

 

Airbus, which took over the loss-making CSeries in July last year and rebranded it the A220, said it had finalized deals to sell 60 each of the planes to U.S.-based JetBlue and to Moxy, a U.S. start-up backed by JetBlue founder David Neeleman.

They are the first formal orders for the 110-130-seat plane since Airbus took majority control of the Montreal-based program with Bombardier and Quebec as partners.

 

That realignment sets the stage for a broader confrontation with Boeing, which last month closed a deal to take over 80 percent of the commercial unit of Bombardier’s competitor Embraer, subject to Brazilian government approval.

 

For 2018, most attention is on the core sales battle between the transatlantic plane giants, with Boeing so far in the lead.

Airbus ended November with 35 percent of net sales in the main jetliner market against its U.S. rival after 11 months overshadowed by

management changes and delivery delays.

 

Since then it has picked up speed with formal deals for 220 aircraft, including a 100-plane order from Irish lessor Avolon, leaving it 90 short of Boeing’s end-November total of 690 jets.

 

On a like-for-like basis, excluding the former CSeries model, Airbus has reached a total of 480 net sales for the year against Boeing’s most recent tally of 690, while reaching a market share of 41 percent, based on reported orders.

Airbus plans to give full-year figures on Jan. 11. Both companies often pull in last-minute deals to lift annual totals, with announcements delayed until early the following year.

 

Airbus is meanwhile preparing a keenly awaited delivery tally, amid growing doubts over whether it has been able to achieve a 2018 target of 800 deliveries, or 782 without counting any of the Canadian A220 jets, industry sources said.

 

One said it was “more than likely” Airbus had missed the target by a handful of jets, marking the first time it has done so since it was reshaped through European mergers in 2000.

 

An Airbus spokesman declined to comment.

 

Deliveries are closely watched by investors since they mark the point at which most cash and operating profit are generated.

Planemakers worldwide have been struggling with supplier problems in the past 12 months and Airbus has faced some production snags and quality problems, though any shortfall in deliveries is not expected to have a significant profit impact.

 

https://www.reuters.com/article/us-aiirbus-orders/airbus-bags-orders-for-canadian-jet-in-last-minute-sales-push-idUSKCN1OX13T?utm_campaign=trueAnthem:+Trending+Content&utm_content=5c2e33e204d3014fdda117d2&utm_medium=trueAnthem&utm_source=twitter

 

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Google translator:

 

Encomendas de bolsas da Airbus para o jato canadense na última compra de vendas
PARIS (Reuters) - A Airbus finalizou pedidos para um total de 120 do ex-jatinho da Bombardier CSeries na quinta-feira, estreitando uma lacuna nas vendas contra a Boeing graças à chegada de jatos menores ao seu portfólio, mas deixando as encomendas básicas em baixa.
Um avião Airbus A220-300 voa durante sua inauguração em Colomiers, perto de Toulouse, na França, em 10 de julho de 2018. O Airbus A220 é a nova marca do pequeno jato de passageiros CSeries, adquirido da canadense Bombardier. REUTERS / Regis Duvignau / Arquivo de Fotos
A Airbus, que assumiu a sucata CSeries em julho do ano passado e reformulou a A220, informou que finalizou acordos para vender 60 dos aviões à JetBlue, dos Estados Unidos, e à Moxy, uma empresa norte-americana apoiada pelo fundador da JetBlue. David Neeleman.
Eles são os primeiros pedidos formais para o avião de 110 a 130 assentos desde que a Airbus assumiu o controle majoritário do programa de Montreal com a Bombardier e Quebec como parceiros.
Esse realinhamento prepara o terreno para um confronto mais amplo com a Boeing, que no mês passado fechou um acordo para assumir 80% da unidade comercial da concorrente da Bombardier, a Embraer, sujeita à aprovação do governo brasileiro.
Para 2018, a maior parte da atenção está na principal batalha de vendas entre os gigantes do avião transatlântico, com a Boeing até agora na liderança.
A Airbus encerrou novembro com 35% das vendas líquidas no principal mercado de jatos contra sua rival nos EUA após 11 meses ofuscada por mudanças na administração e atrasos na entrega.
Desde então, acelerou com acordos formais para 220 aeronaves, incluindo um pedido de 100 aviões do locador irlandês Avolon, deixando 90 unidades aquém do total de 690 jatos da Boeing no final de novembro.
Em uma base similar, excluindo o modelo anterior da CSeries, a Airbus atingiu um total de 480 vendas líquidas para o ano contra o registro mais recente da Boeing de 690, enquanto alcançou uma participação de mercado de 41%, com base nos pedidos reportados.
A Airbus planeja divulgar números para o ano inteiro em 11 de janeiro. Ambas as empresas costumam fechar acordos de última hora para elevar os totais anuais, com os anúncios adiados até o início do ano seguinte.
Enquanto isso, a Airbus está preparando um anúncio de entrega muito aguardado, em meio a dúvidas crescentes sobre se foi capaz de atingir uma meta de 800 entregas em 2018, ou 782 sem contar nenhum dos jatos A220 canadenses, disseram fontes do setor.
Preços do petróleo caem devido ao excesso de oferta, mercados voláteis
Um deles disse que era “mais do que provável” que a Airbus tivesse perdido o alvo por um punhado de jatos, marcando a primeira vez que o fez, desde que foi reformulado através de fusões européias em 2000.
Um porta-voz da Airbus se recusou a comentar.
As entregas são acompanhadas de perto pelos investidores, uma vez que marcam o ponto em que mais dinheiro e lucro operacional são gerados.
Fabricantes de planos em todo o mundo têm lutado com problemas de fornecedores nos últimos 12 meses e a Airbus enfrentou alguns problemas de produção e problemas de qualidade, embora não seja esperado que qualquer queda nas entregas tenha um impacto significativo no lucro.
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60 da JetBlue e 60 da Moxy no mesmo dia: mera coincidência?
sds
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Meus prezados

Jetblue acerta compra bilionária de 60 Airbus A220-300
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Modelo A220 da fabricante francesa em exibição na Farnborough Show, em 2018

 

A companhia norte-americana Jetblue encomendou 60 aeronaves Airbus A220-300, o maior modelo da nova família A220 da fabricante. Caso o valor da aeronave mantenha-se em 2019 o mesmo do ano passado, de US$ 91,5 milhões, o valor da encomenda pode bater os US$ 5,1 bilhões.

O pedido foi concluído na última semana de dezembro, e a fabricante francesa produzirá as aeronaves do pedido em uma nova instalação de montagem em Mobile, Alabama (EUA), que deve começar a ser construída no final de janeiro. Ela ficará ao lado da instalação de montagem já existente do Airbus 320.

A frota da Jetblue inclui 193 aeronaves A320 e A321neo da Airbus em operação; outras 85 aeronaves A321neo estão na carteira de pedidos da aérea estadunidense junto à Airbus.

"A Jetblue provou que não há contradição entre eficiência econômica e um produto de alta qualidade", comentou o diretor comercial da Airbus, Christian Scherer, sobre a nova encomenda. “O endosso da A220 prova que essa aeronave atende a esses dois critérios melhor do que qualquer alternativa em seu segmento. Obrigado à Jetblue e parabéns por este grande marco no seu crescimento.”

O A220 conta com alcance de pouco mais de cinco mil quilômetros, além de materiais avançados e nova aerodinâmica que promete oferecer pelo menos 20% menos queima de combustível por assento em comparação com as aeronaves da geração anterior.

Até o momento, a carteira de encomendas de aeronaves A220 já passa de 500, e o plano da Airbus é que o jato domine o mercado de aviões com capacidade entre 100 e 150 passageiros nos próximos 20 anos.
Fonte: Leonardo Ramos - PANROTAS 3 jan 2019

Detalhe que me chamou a atenção: então a linha do Bombardier C series saiu do Canadá?

A carteira de encomenda já passa de 500 unidades?

Como está a do EMB195-E2?

Para a Embraer, enfrentar sozinha a Airbus, já está ficando difícil...

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Duvido muito que Jetblue e Proxy tenham pago 91,5 milhoes de dólares pela mesma aeronave que a Delta pagou 20 milhões.

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Vish o E2 já ficou pra trás? A Azul vai ser uma grande vitrine, precisa dar certo em alguém grande pra vender mais por ai

 

A gente vai saber a real situação do E2 quando as subsidiárias das grandes americanas renovarem suas frotas de Ejet.

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Ouvi dizer que há planos desse modelo fazer US-BR pela Moxy, o alcance/performance é tão bom assim?

 

E essa semana um -300 da Korean teve uma falha de motor em voo, se não me engano era o mesmo PW dos A20N.

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Seria sonhar demais com Latam adquirindo esse modelo pra operar a ponte aérea e rotas como CGH RAO/SJP/MGF/LDB/CXJ/UDI entre outras...

 

Visto que a empresa vai começar a receber os A320neo SHARP, então seria sonho sim.

 

Hehehe.

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Visto que a empresa vai começar a receber os A320neo SHARP, então seria sonho sim.

 

Hehehe.

Nem precisa ter SHARP para operar essas rotas (talvez apenas CXJ?).

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Ouvi dizer que há planos desse modelo fazer US-BR pela Moxy, o alcance/performance é tão bom assim?

 

No site da Airbus diz que o 300 pode voar 5920km. Em algumas reportagens de sites brasileiros ficam divulgando 5020km. Não sei de onde tiraram esse número. Fico com a Airbus, claro. Voa mais de 1000km a mais que o 195e2 e 400km a mais que o 190e2.

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Em uma entrevista o David afirma que dá pra fazer transatlântico com o A220. Até que ponto é verdade não sei, mas...

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Essa demora da Boeing com Embraer trouxe benefícios para AirBus com esses jatos

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É modelo ideal para a LATAM, na substituição dos antigos A319-100. Meses atrás, surgiu na imprensa que a mesma estaria interessada em lançar uma divisão ultra low cost. Está aí o avião ideal: o A220-300.

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Pelo visto a nova aeronave de corredor único da airbus será maior que o A320neo, possivelmente com capacidade similiar ao A321neo e o novo Boeing "797", isso para não concorrer com essa versão maior do A220.

 

Cada vez mais penso que o "797" servirá como substituto dos 737. A Airbus não falaria em substituir a família A320 tão cedo se já não estivesse se vendo ameaçada.

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Pelo andar das notícias do A223 ele está apontando pra ser um candidato futuro a abocanhar o mercado do irmão maior A32N. Ele conseguirá na hipotética versão 500 levar mais que o A32N, com peso menor que o A31N, e certamente com motorização moderna + menor peso = menor custo operacional.

 

O modelo tem futuro. E enquanto isso ele terá versão menor (200) pra enfrentar o E2, que deve se mostrar um oponente equilibrado e sem dever nada ao A222. Porém com um detalhe enorme que limita o combate com o Airbus, deixando o E2 restrito a um mercado menor, ele já está no seu limite de capacidade (comprido), impedindo o combate por novos mercados que precisem de um extra na capacidade.

 

Situação futura que não aponta ser confortável pra Embraer.

Estou certo no raciocínio Ozires?

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