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Leandrinho

Governo de São Paulo quer reduzir imposto no combustível de aviões

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Se com essa redução de ICMS as empresas deixarem de fazer a absurda quantidade de tankering que é feita em vários voos com destino à SP acho que a receita fica no mesmo patamar, pois o volume de vendas vai aumentar consideravelmente.

 

Quase todo voo da GOL do GIG pra CGH ou GRU sai com algo em torno de 7t de combustível pra precisar abastecer o mínimo possível na etapa seguinte.

 

Se pegar os voos de vários outros lugares com destino a CGH ou GRU que fazem o mesmo procedimento o estado de SP poderia estar vendendo um volume muito maior se a alíquota não fosse tão alta.

 

E ainda pode passar a acontecer o contrário do que ocorre hoje: empresas fazendo tankering em SP pra não precisar abastecer (ou abastecer o mínimo possível) na etapa seguinte.

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Se isso ocorrer, vai colocar muita coisa em xeque em relação as alíquotas de outros estados.

 

Espero que a diminuição seja planejada, de forma faseada, de tal forma que o esperado aumento dos voos compense a redução da alíquota.

 

Sabemos que as empresas aéreas não aumentarão os voos como esperado, elas têm que recuperar seus balanços em primeiro lugar.

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Governo de São Paulo quer reduzir imposto no combustível de aviões

 

https://www.aeroflap.com.br/governo-de-sao-paulo-quer-reduzir-imposto-no-combustivel-de-avioes/

 

Poxa, que (boa) mudança! Quando houve um projeto no Senado pra reduzir a alíquota em todo pais para um teto máximo de 12% , o Governo de SP e toda sua bancada foi contra!

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A notícia que VCP também esperava, Latam, Gol, Azul idem, pode ser péssima pra GIG, BSB, CNF, e muitas cidades do nordeste que usaram esse incentivo pra conseguir aumentar o número de voos. Brasil cada vez mais um Chile gordo.

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Sou a favor da redução da carga tributaria.

 

Quem não gostar, que diminua a alíquota.

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Finalmente novos tempos.... Vamos encarar o Custo Brasil 100% de capital estrangeira isso não resolve o problema da falta de competitividade das cias brasileiras.

 

Cerca de 500 novos voos semanais

Parece que a estrategia da LA faz sentido agora... :joinha: O que sempre mencionei onde estava o problema.

 

Medidas como esta aliada ao crescimento econômico é que vão impulsionar a demanda e crescimento dos voos no Brasil e aumentar a geração de caixa das empresas, vai movimentar também muitos aeroportos.

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Poxa, que (boa) mudança! Quando houve um projeto no Senado pra reduzir a alíquota em todo pais para um teto máximo de 12% , o Governo de SP e toda sua bancada foi contra!

Por que? A redução de 25% para 12% em São Paulo significava perder R$ 300 milhões por ano em arrecadação, o que é muito para um estado que deu calote no Metrô de R$ 100 milhões anos atrás.

 

Não me interpretem mal, mas se cortar de um lado, do outro tem que repor. Um gestor do estado não faria um erro tão grotesco assim. Tivemos um exemplo anos atrás com uma pessoa que teve ideia de cortar as onerações da folha de pagamento e de certos setores. E veja que aconteceu com o país anos depois.

 

O aumento da demanda não é inversamente proporcional à queda da alíquota. Exemplo mais prático é o combustível, Petrobrás abaixa nas refinarias 10% e quanto chega a nós? Ou não chega? Pois a cadeia produtiva precisa desta redução para lucrar ou recompor as margens financeiras.

 

Me espanta ver o Henrique Meirelles, com conhecimento tanto no privado quanto no Estado, considerar isto. Espero que o plano de redução seja bem estruturado. Uma ideia seria a redução gradual do tributo, tirar 4% ao ano, até chegar em 12%. Não seria tão oneroso para SP e no médio prazo a carga tributária estaria no patamar de outros estados.

 

Sejamos otimistas, mas não ingênuos.

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Certamente vao compensar com o volume, o estado precisa aprender a ganhar no volume,....

Tem estado no Brasil dando dinheiro pra cia estrangeira na Franca.

 

Mas e importante estruturar a reducao.

Edited by BLUE - SBKP -

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Se todos cobrarem 12%, o que vai acontecer não é uma migração de compras para São Paulo, mas a otimização dos voos - as aeronaves vão voar com o que precisam somente.

 

Menos 7t na decolagem do GIG significa o equivalente a 70 passageiros a menos, reduz o consumo e aumenta a eficiencia da cia aérea (e sua rentabilidade).

 

Infelizmente o que poderiamos ter é uma redução das passagens.... mas isso nunca vai ocorrer.

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Por que? A redução de 25% para 12% em São Paulo significava perder R$ 300 milhões por ano em arrecadação, o que é muito para um estado que deu calote no Metrô de R$ 100 milhões anos atrás.

 

O governo prevê ganho fiscal de R$ 111 milhões em um ano e geração de 59 mil empregos

 

 

https://www.valor.com.br/brasil/6104153/sp-corta-icms-de-combustivel-de-aviacao-para-incentivar-setor?origem=G1&utm_source=g1.globo.com&utm_medium=referral&utm_campaign=materia

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Em compensação, as empresas se comprometeriam com um plano para criar 490 partidas semanais e 70 novos voos nacionais, segundo o secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz. Dessas novas linhas, 64 terão como destino outros Estados, sendo que 40 devem começar a operar em até 120 dias após a formalização pela Agência Nacional de de Aviação Civil (Anac). O restante, em até 180 dias após a formalização. As outras seis novas linhas deverão ter destino dentro do Estado de São Paulo, ainda segundo o secretário de Turismo.


Cada empresa deve anunciar suas novas linhas em data a ser definida pelo governo paulista a partir da formalização do acordo, segundo o secretário. A ideia do governo estadual é fortalecer ainda a aviação regional, com o uso mais intenso de aeroportos atualmente ociosos no interior, como Ribeirão Preto e Presidente Prudente.




O arranjo costurado pelo setor privado com Doria prevê também, em troca da redução de alíquota do ICMS, um investimento de R$ 40 milhões pelas empresas aéreas para campanhas publicitárias promovendo São Paulo como destino turístico. A publicidade se concentraria em torno dos novos voos e do "stopover".


Já adotada por empresas estrangeiras, como a TAP nos voos para Lisboa ou a Emirates nas viagens para Dubai, essa prática consiste em oferecer aos passageiros, sem custo, parada de uma ou mais noites no ponto de conexão antes de prosseguir viagem ao destino final. As estimativas do governo e das companhias aéreas são de que 2,5% dos passageiros farão uso dessa possibilidade. Com a diminuição de ICMS, Doria deverá acabar com outra prática bastante comum entre as empresas: o "tankering". Em rotas mais curtas, elas deixam para abastecer seus aviões em outros Estados. Trata-se de uma estratégia para evitar a alíquota de 25% e encher os tanques em aeroportos que têm tributação menor. É o que costuma ocorrer em voos entre São Paulo e Rio, Brasília, Belo Horizonte ou Curitiba.



Só que isso gera uma ineficiência: as aeronaves voam com tanque mais cheio para fugir do abastecimento em São Paulo, ficam mais pesadas e ironicamente consomem mais combustível no caminho. O consumo de querosene representa 40% das despesas operacionais das aéreas. Segundo Lummertz, a mudança no abastecimento de combustível pelas companhias aéreas,



Segundo Lummertz, a mudança no abastecimento de combustível pelas companhias aéreas, além do aumento no número de voos e da maior atividade econômica resultante do potencial aumento do turismo no Estado, trará arrecadação adicional de ICMS. O secretário de Turismo diz que o saldo líquido projetado entre renúncia de ICMS e arrecadação adicional de de receitas é de R$ 111 milhões anuais positivos. Segundo ele, a redução de alíquotas pode gerar aumento de 59 mil empregos em um ano e R$ 1,4 bilhão em salários. A projeção leva em consideração expansão de PIB de 2,53%, dólar médio a US$ 3,75 e barril de petróleo a US$ 51,17. Segundo o secretário, as contrapartidas à redução de ICMS serão seladas com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e terão cumprimento fiscalizado pelo governo estadual, sob pena de elevação de imposto caso compromissos não sejam cumpridos. "Mas ninguém que desonerou voltou", diz Lummertz. Ele destaca que a redução de alíquotas já foi realizada em outros Estados, nos quais, diz, predomina um ICMS menor sobre o combustível de aviação. Esse tipo de acordo entre governo estadual e empresas aéreas já foi fechado em 18 Estados e, segundo uma fonte do setor, os casos mais bem-sucedidos são os de Pernambuco, Ceará, além de Brasília - o aumento do número de voos fez com que mais turistas viajassem a esses destinos, movimentando a economia local. O Valor apurou que as companhias aéreas não pretendem abrir negociações com outros governos estaduais. São Paulo, o mercado mais importante para o setor de aviação, com 30% do movimento de aeronaves, segundo a Anac, encerra essa pauta. Segundo Lummertz, está prevista para hoje uma nova reunião sobre a redução de alíquotas. O secretário diz que há detalhes a serem definidos pela Secretaria da Fazenda, sob comando de Henrique Meirelles.


Edited by BLUE - SBKP -

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Bom dia amigos Forenses.

 

Em troca da ajuda, as empresas prometem lançar 490 novos voos semanais no estado? Serão mais 70 voos diários, vamos torcer para dar certo.

 

Abs. Cursio

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Com redução de ICMS, São Paulo ganha 490 novos voos semanais
05/02/2019 12:35 | Marcos Martins

Jhonatan Soares
default.jpgJoão Dória com autoridades durante coletiva
O governador de São Paulo, João Dória, anunciou hoje a redução do ICMS para combustível de aviação para 12%. Até então, o Estado cobrava uma alíquota de 25% e, em contrapartida, as companhias aéreas terão 490 novas partidas semanais.

No nacional, serão voos para 21 Estados (incluindo São Paulo) e 38 destinos. Já no regional, serão 74 partidas semanais, atendendo seis novos destinos. O impacto será de R$ 6,9 bilhões no VBP com 59 mil novos empregos e R$ 1,4 bilhão em salários.

“Nosso objetivo é aumentar a entrada de turistas não apenas na capital e continuar tendo uma visão brasileira, com a capacidade do emissivo de São Paulo. O impacto do combustível nas companhias chega a 40% em custo operacional. Com isso, queremos ampliar as oportunidades para essas transportadoras com os novos voos, com a possibilidade de tarifas especiais”, explica o governador.

O anúncio foi realizado hoje durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista, com a presença de executivos da Gol, Latam, Avianca e Azul, além de secretários de governo

 

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Em contrapartida à redução do ICMS, seis novas cidades do Estado passarão a contar com voos regulares.

 

Alguém imagina quais cidades são essas? De cabeça, as que lembro que não têm voos são as cidades de Franca e Araraquara.

 

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“Uma das maiores conquistas da aviação comercial brasileira”, diz Abear sobre redução de ICMS em SP

 

Por Anderson Masetto em

05/02/2019

 

A redução da alíquota do ICMS que incide sobre o combustível dos aviões em São Paulo, dos atuais 25% para 12% em voos domésticos, vai quase que dobrar o número de cidades paulistas atendidas pelo transporte aéreo, das atuais sete para 13. Isso porque as companhias Avianca, Azul, Gol, Latam e Passaredo assumiram o compromisso de atender seis novos destinos dentro do estado e criar mais 64 voos nacionais.

“Essa, sem dúvida, é uma das maiores conquistas da aviação comercial brasileira. Com essa medida, São Paulo ganha ainda mais protagonismo na conectividade aérea nacional, além do desenvolvimento econômico e social que será gerado com mais voos no estado. O governo dá um exemplo de iniciativa que fortalece a competividade do setor aéreo”, diz o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz.

Segundo ele, os voos que serão criados e destinos que serão atendidos, todos ainda em processo de definição, promoverão um estímulo econômico gerado pelo aumento de consumo nas cidades e das receitas com o turismo que, num cenário conservador, poderá proporcionar ao estado um aumento anual de R$ 6,9 bilhões no Valor Bruto da Produção, além da geração de 59 mil empregos e o pagamento de R$ 1,4 bilhão em salários.

Estima-se, ainda, um impacto econômico de mais de R$ 316 milhões, em 2019. O estado concentra o maior número de movimentações aéreas (decolagens domésticas e internacionais) do país, com mais de 30% do total.

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https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/uma-das-maiores-conquistas-da-aviacao-comercial-brasileira-diz-abear-sobre-reducao-de-icms-em-sp/

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Desespero bateu, estrangeiras reduzindo, O6 quebrando, G3 com hub em FOR e expansão internacional fez -243 decolagens em jan/19.

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Em contrapartida à redução do ICMS, seis novas cidades do Estado passarão a contar com voos regulares.

 

Alguém imagina quais cidades são essas? De cabeça, as que lembro que não têm voos são as cidades de Franca e Araraquara.

 

 

De cabeça, SJK e o tal novo aeroporto do Guarujá. Teve alguns que a Pantanal voava, esqueci quais bases ela usava

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A iniciativa é ótima, mas o momento é infeliz. As companhias só devem ter assumido responsabilidade por suas operações. Reduções da Avianca poderão compensar o aumento pelas outras companhias.

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Desespero bateu, estrangeiras reduzindo, O6 quebrando, G3 com hub em FOR e expansão internacional fez -243 decolagens em jan/19.

 

Desespero de quem? Voos internacionais não pagam ICMS sobre combustíveis; o hub de FOR não canibaliza as operações da G3 em São Paulo; 243 decolagens no universo de voos em SP são quantos % do total de voos? Menos, bem menos...

 

A princípio, excelente iniciativa do Governo de SP, exigindo boas contrapartidas das empresas aéreas. Vamos aguardar os resultados.

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Então já temos três: Araraquara, Franca e São José dos Campos.

 

Guarujá (Santos / SSZ) não conta pois nem aeroporto têm ainda.

 

Resta sabermos os outros três.

 

 

PS: Me corrijam se eu estiver errado, mas pelo o que entendi, as empresas aéreas terão que iniciar as operações nas seis novas cidades em até 180 dias. Confirma?

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Deixa eu entender, se o imposto é alto e ruim pq é alto, se baixa e ruim pq baixou? Qual a solução? Só reclamar e não fazer nada?

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